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Cibernética

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Cibernética – Definição

Existem muitas definições de cibernética e muitos indivíduos que influenciaram a direção da cibernética.

cibernética tem como domínio o desenho ou descoberta e aplicação de princípios de regulação e comunicação.

A cibernética não trata das coisas, mas das formas de comportamento.

Não pergunta “o que é isso?” mas o que isso faz?” e “o que isso pode fazer?”

Como vários sistemas no mundo vivo, social e tecnológico podem ser entendidos dessa forma, a cibernética ultrapassa muitas das fronteiras disciplinares tradicionais.

Os conceitos que os cibernéticos desenvolvem formam, assim, uma linguagem metadisciplinar através da qual podemos compreender e modificar melhor o nosso mundo.

Várias tradições na cibernética existem lado a lado desde o seu início. Um está preocupado com a causalidade circular, manifestada em desenvolvimentos tecnológicos – notadamente no design de computadores e autômatos – e encontra sua expressão intelectual nas teorias de computação, regulação e controle. Outra tradição, que emergiu de preocupações humanas e sociais, enfatiza a epistemologia – como conhecemos – e explora teorias de autorreferência para compreender fenômenos como autonomia, identidade e propósito. Alguns cibernéticos buscam criar um mundo mais humano, enquanto outros buscam apenas entender como as pessoas e seu ambiente co-evoluíram. Alguns estão interessados em sistemas conforme os observamos, outros em sistemas que fazem a observação.

Alguns procuram desenvolver métodos para modelar as relações entre as variáveis mensuráveis. Outros buscam compreender o diálogo que ocorre entre modelos ou teorias e sistemas sociais.

Os primeiros trabalhos procuraram definir e aplicar os princípios pelos quais os sistemas podem ser controlados. Trabalhos mais recentes tentaram compreender como os sistemas se descrevem, se controlam e se organizam. Apesar de sua curta história, a cibernética desenvolveu uma preocupação com uma ampla gama de processos envolvendo pessoas como organizadores ativos, como comunicadores de compartilhamento e como indivíduos autônomos e responsáveis.

O que é cibernética?

cibernética é um campo de estudo interdisciplinar pouco compreendido e principalmente filosófico. Ele foi aplicado a relações físicas e espaciais, teoria social e ciência da computação, para citar apenas algumas das muitas áreas nas quais ela toca. A cibernética é definida como o estudo dos processos de controle e comunicação em sistemas mecânicos, eletrônicos e biológicos.

É essencialmente o estudo de como os sistemas complexos funcionam por meio do uso de informações, feedback e interação.

Em um nível individual, por exemplo, a cibernética analisa a maneira como uma pessoa pode atingir seus objetivos, planejando e reagindo a todas as condições e estímulos que ela encontra no mundo ao seu redor – em outras palavras, as informações e feedback do sistema em que vive.

O termo “cibernética” vem da palavra grega para “governador” ou “timoneiro” e foi usado na Grécia antiga, inclusive pelo renomado filósofo Platão em referência aos sistemas de governo.

O uso moderno da palavra é atribuído a Norbert Wiener, um engenheiro e matemático americano do século 20, que a definiu na década de 1940 como a ciência da comunicação e do controle em animais e máquinas.

Platão usou o termo cibernética em referência aos sistemas de governo

Muitas outras definições logo surgiram e continuaram a surgir, razão pela qual a cibernética é amplamente considerada um conceito teórico nebuloso.

Alguns especialistas pensam na cibernética como a ciência da organização eficaz, e outros pensam que ela se concentra na forma e no padrão.

A teoria cibernética tem quatro componentes: variedade, circularidade, processo e observação. A variedade envolve todas as combinações possíveis de entrada e saída em um determinado sistema – as condições que podem ocorrer e os resultados possíveis, dependendo das escolhas feitas. Circularidade refere-se à autorregulação baseada em feedback. O processo é simplesmente como o sistema funciona.

A observação envolve a tomada de decisões dentro do sistema.

Como um campo interdisciplinar, a cibernética é usada em muitas áreas da ciência, incluindo matemática, biologia, engenharia e psicologia. Sua aplicação mais conhecida é a ciência da computação, na qual tem sido utilizada no desenvolvimento de tecnologias como inteligência artificial, robótica e simulação.

Embora o prefixo “cibernético” tenha passado a ser usado em referência a computadores ou, mais frequentemente, à Internet, a cibernética lida com mais do que sistemas mecânicos ou eletrônicos.

Entre os sistemas não mecânicos aos quais foi aplicado estão o cérebro humano, o meio ambiente, a sociedade e as economias – basicamente qualquer sistema no qual o feedback é usado para fazer mudanças em um esforço para alcançar o resultado desejado.

Cibernética – Processos

Cibernética

Cibernética é uma disciplina que trata do controle de processos complexos nos animais e nas máquinas. Seu princípio básico é a realimentação, ou contínua correção dos erros de um sistema.

Também chamada teoria dos sistemas.

O mais ambicioso intento da ciência da cibernética é a produção de máquinas que liberem o homem de tarefas penosas e repetitivas, e também, em última análise, a criação de mecanismos artificiais inteligentes.

As teorias que embasaram o desenvolvimento dessa disciplina foram formuladas em 1947 pelo matemático americano Norbert Wiener.

O termo cibernética é de origem grega e significa pilotagem. Designa uma ampla teoria referente ao controle de processos complexos que, em geral, ocorrem nos animais e nas máquinas.

O desenvolvimento e as aplicações da cibernética são de tal modo recentes em relação a outras disciplinas científicas que se pode considerar que essa ciência surgiu na segunda metade do século XX. Sem a cibernética, também chamada teoria dos sistemas, seria impossível a pilotagem de aviões ou o funcionamento contínuo de refinarias, siderúrgicas e outras grandes instalações industriais com reduzidos quadros de mão-de-obra e elevados índices de produtividade.

O MODELO NEURONAL

John von Neumann, Norbert Wiener e Warren McCulloch, os pais da cibernética, trabalhavam, cada um em sua universidade e com sua equipe, na articulação da matemática e da lógica com o funcionamento do sistema nervoso. McCulloch desenvolveu o modelo teórico de funcionamento do cérebro; Wiener sintetizou os conhecimentos e von Neumann aplicou-os na construção do computador.

Enquanto para von Neumann o desafio era criar uma máquina capaz de realizar operações a partir de um programa armazenado nela mesma — a idéia básica do computador digital –, para McCulloch o desafio era formular uma explicação do funcionamento dos neurônios baseada numa lógica matemática. Ambos se valeram da Teoria da Informação, criada por Claude Shannon, em 1938, na qual a informação é proposta como um dígito binário capaz de selecionar uma mensagem entre duas alternativas, de onde vem o bit (binary digit), que é a unidade básica da informação. Com esta idéia, McCulloch e Walters Pitts formulararam seu modelo lógico-neuronal, em 1943, no qual surge a primeira visão de que o cérebro funcionava com base no sistema de informação binária (0 ou 1), onde a sinapse tem apenas duas possibilidades, conectada ou não conectada. É a idéia do tudo ou nada, em inglês ?all-or-none?. Mais ainda, esta característica da atividade cerebral podia ser tratada com um significado de lógica proposicional matematizável.

Isto abriu a perspectiva de imaginar o cérebro como uma rede de conexão entre as células e fechada em si mesma e não de forma comportamentalista, em razão dos estímulos externos, como pregava o paradigma vigente. Por fim, Wiener acabou sistematizando todo este conhecimento — juntamente com o conceito de retroalimentação, o popular feedback, oriundo da teoria da homeostase criada por Walter Cannon — em seu livro Cybernetics, de 1948.

Em 1984, Gregory Bateson recebeu postumamente o prêmio Norbert Wiener da Academia Americana de Cibernética por sua contribuição ao desenvolvimento daquela ciência.

E Bateson foi o principal crítico da cibernética, principalmente de seu lado intrumental, associado à produção da logística das armas, além, é claro, da constante tentativa de reprodução das qualidades mentais em máquinas controláveis pelo homem, através da criação da inteligência artificial.

A era cibernética, entretanto, deixou um legado de conceitos e um conseqüente domínio lingüístico às ciências da cognição e em especial à visão ecológica de mundo, que também se formava na época, imprescindível, sem o qual não teríamos o entendimento que temos hoje destes fenômenos. A teoria Gaia, por exemplo, formulada por James Lovelock e Lynn Margulis, está absolutamente baseada na idéia cibernética de sistemas homeostáticos auto-reguladores, sem a qual seria impossível conceber a Terra como um organismo que se auto-organiza a partir de suas próprias relações internas.

Outro exemplo fundamental ao modelo ecológico foi a proposição do conceito de negüentropia proposto por Wiener, uma entropia negativa que os sistemas cibernéticos teriam para explicar o aumento de ordem dentro de um fluxo termodinâmico no qual continua valendo a segunda lei, a lei da entropia, que explica a perda inexorável de ordem dos sistemas. A negüentropia, juntamente com a homeostase, são as duas idéias-chaves que hoje explicam a emergência e a sustentabilidade dos ecossistemas.

Mas Bateson foi mais longe e usou o âmago da cibernética para criar o seu modelo ecológico ao mesmo tempo que construía a principal crítica ao pensamento ciberneticista, ou seja, Bateson utilizou a teoria da informação para dizer que um sistema vivo não se sustenta somente com a energia que recebe de fora — modelo este defendido por outro grande biológo, Eugene Odum — mas fundamentalmente pela organização da informação que o sistema processar. E mais ainda, que esta informação, mesmo aquela considerada como não explicada e que a cibernética tratava de ?ruído?, tentando eliminar, pode ser generativa, criativa de ordem e sustentabilidade. É a idéia de ordem a partir do ruído. É a idéia dos sistemas auto-organizadores, que identificamos como o segundo momento das ciências cognitivas.

Bateson conseguiu manter seu foco de pesquisador preocupado com a vida e suas implicações dentro de um momento histórico no qual o foco era inventar uma máquina que pudesse agir com vida, sem pensar em suas implicações.

OS SISTEMAS AUTO-ORGANIZADOS

O segundo movimento na formação das ciências cognitivas inicia-se com os trabalhos de Bateson e Förster, ainda na primeira década da era cibernética (45-55).

Estes dois pesquisadores aplicaram todos os modernos conceitos da cibernética a sistemas abertos, criando a cibernética de segunda ordem, cujos sistemas aprendem com o próprio operar e não podem ser dissociados do observador, isto para diferenciar-se do núcleo original que continuava perseguindo os objetivos da Inteligência Artificial.

A idéia de sistemas auto-organizados surge a partir dos resultados inesperados — como costuma acontecer em muitas descobertas científicas — das simulações dos modelos cibernéticos de ?all-or-none?.

Os pesquisadores começaram a observar que mesmo com um mecanismo determinista como as redes binárias, depois de um certo tempo, as simulações apresentavam um padrão novo de desenho, uma nova organização do circuito de alternativas, ou seja, algo de auto-organização estava acontecendo com o sistema.

Foi esta idéia de emergência de ordem que físicos, biólogos e matemáticos começaram a aplicar em seus campos de estudo. Ashby foi um dos primeiros a dizer que o cérebro era um sistema auto-organizador, em 1947.

Förster trabalhou durante as duas décadas seguintes com este foco e cunhou o conceito de ?redundância? e a famosa frase ?ordem a partir do ruído?, ordem a partir da desordem, para indicar o processo de captura de desordem que os sistemas vivos realizam, transformando esta entropia externa em aumento e manutenção da organização interna.

As pesquisas com os modelos simuladores de sistemas auto-organizados permitiram verificar três características distintas da episteme da primeira cibernética: a componente negüentrópica, que explicava o aumento de ordem e a criatividade dos sistemas abertos; a condição de estarem fora da zona de equilíbrio e a presença de redes de conexão retroalimentadoras, a conectividade do sistema, que necessariamente exigiam um tratamento matemático com equações não-lineares.

Seguindo o interesse desta revisão vamos destacar dois modelos teóricos que emergem deste segundo movimento da cibernética: o negüentrópico e o caótico.

Cibernética – Origem

Cibernética, como o epistemólogo, antropólogo, cibernético e terapia familiar pai, Gregory Bateson, é o ramo da matemática que lida com problemas de controle, a recursão e informações.

Bateson também afirma que a cibernética é “a maior mordida do fruto da árvore do conhecimento que a humanidade tem dado nos últimos 2000 anos. ”

Stafford Beer, filósofo da teoria organizacional e gerencial, o próprio Wiener, que disse que deve ser considerado o pai da gestão cibernética, cibernética definida como ” a ciência da organização eficaz “.

De acordo com o Professor Dr. Stafford Beer, Cibernética informação estudos flui em torno de um sistema, e como essas informações são usadas pelo sistema como um valor que permite que você controle a si mesmo: ocorre ambos os sistemas animados e inanimados indiferentemente.

Cibernética é uma ciência interdisciplinar, sendo tão ligado à física e ao estudo do cérebro, como o estudo dos computadores, e também ter muito a ver com as linguagens formais da ciência, fornecendo ferramentas para descrever objetivamente o comportamento de todos estes sistemas.

Se Stafford Beer disse: “Provavelmente, a primeira e mais clara visão sobre a natureza do monitoramento … é que não está puxando alavancas para produzir os resultados desejados e inexoráveis

Esta noção de controle. aplica-se apenas máquinas triviais.

Nunca aplique um sistema total que inclui qualquer tipo de elemento probabilístico – do tempo, para as pessoas, a partir dos mercados, a política econômica.

Não: a característica de um sistema não-trivial que é sob controle é que, apesar de lidar com variáveis demasiado grandes para quantificar, incerto demais para ser expressa, e até mesmo muito difícil de entender, algo pode ser feito para gerar um alvo previsível. Wiener encontrado apenas a palavra que ele queria na operação de navios de grande porte da Grécia antiga. No mar, os grandes navios lutaram chuva, vento e marés – questões de alguma forma previsível. No entanto, se o homem, operando no leme, não poderia manter seu olhar em um farol distante, poderia manipular leme, ajustando constantemente em tempo real, para alcançar a luz. Este é o papel do timoneiro. Em tempos difíceis de Homer a palavra grega para designar o timoneiro era kybernetes, que Wiener cibernética traduzido para o Inglês como na cibernética espanhóis “.

Em uma reflexão muito poético dado por Gordon Pask ‘s cibernética “ciência de metáforas a serem defendidos”.

Cibernética – História

cibernética é uma ciência, nascido por volta de 1942 e dirigido inicialmente por Norbert Wiener e Arturo Rosenblueth Stearns, que visa “controle e comunicação no animal e na máquina” ou “desenvolver uma linguagem e técnicas que nos permitirão resolver o problema da controle e comunicação em geral. ”

Em 1950, Ben Laposky, um matemático de Iowa, criou as abstrações oscilones ou eletrônicos por um computador analógico: considerado essa possibilidade de manipular as ondas e gravá-los eletronicamente como o despertar do que viria a ser conhecido como computação gráfica e, em seguida, arte de computador e Infoarte. Além disso, durante os anos cinquenta, William Ross Ashby proposto teorias relacionadas à inteligência artificial.

Cibernética deu grande impulso à teoria da informação em meados da década de 60, o computador digital substituiu o processamento da imagem eletrônica analógica. Naqueles anos são a segunda geração de computadores (com transistores em 1960 ) tomando forma até então primeiro desenhos e gráficos de computador, e o terceiro (com circuitos integrados em 1964 ), bem como as linguagens de programação.

Em 1965 teve lugar em Stuttgart a exposição “Computador- gráficos”. Mas a amostra foi consagrada tendência que ocorreu em 1968, sob o título “Cybernetic Serendipity”, no Instituto de Arte Contemporânea de Londres. Também nesse ano, destacou a exposição “A extensão da mente”, o Museu de Arte Contemporânea crafs Londres.

Em 1969 o Museu do Brooklyn organizou a exposição “Alguns mais Beginnings”. Nesse mesmo ano, em Buenos Aires e outras cidades da Argentina, apresentou Arte e cibernética, organizado por Jorge Glusberg com esse show iria abrir os princípios da relação entre arte/imagem digital lá. Em Espanha a primeira manifestação foi o “Formas computáveis” – 1969 – “A geração automática de formas plásticas” – 1970, ambos organizados pelo Centro de Informática da Universidade de Madrid.

As primeiras experiências do que viria a ser chamado net.art. de volta para o ano de 1994, é importante notar que já em 1960 havia algum fundo. De qualquer forma, podemos estabelecer que as primeiras experiências em tecnologia de computação a serviço da comunidade trabalharam para apoiar esses anos decorrer estéticas e rompe com a idéia de leitura linear da obra …

Fonte: www.danieljs.prof.ufsc.br/www.ntnu.edu/www.wisegeek.com/www.pangaro.com/asc-cybernetics.org

 

 

 

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