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Macronutrientes

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Macronutrientes – Definição

Macronutrientes são os nutrientes que o corpo usa em quantidades relativamente grandes – proteínas, carboidratos e gorduras. Isto é o oposto aos micronutrientes, que o corpo requer em quantidades mais pequenas, tal como vitaminas e minerais.

Macronutrientes é um tipo de alimento (por exemplo, gordura, proteína, carboidrato) exigido em grandes quantidades na dieta.

Macronutrientes – O que é

Macronutrientes fornecem calorias para o corpo, bem como executar outras funções.

Os alimentos são a nossa principal fonte de energia, necessários para o bom funcionamento do organismo e para a própria manutenção da vida.

Alguns nutrientes, os chamados macronutrientes, devem ser ingeridos em quantidades maiores, na proporção ideal de 55 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 12% de proteínas.

Os nutrientes são substâncias necessárias para o crescimento, o fornecimento de energia e outras funções do corpo. macronutrientes são os nutrientes necessários em grandes quantidades, que fornecem a energia necessária para manter as funções do corpo e realizar as atividades da vida diária.

Há três macronutrientes: carboidratos, proteínas e gorduras.

Podemos definí-los da seguinte maneira: as proteínas constroem e reparam o corpo, gorduras e carboidratos são combustíveis.

Macronutrientes – Substâncias

Os nutrientes são as substâncias de que o corpo necessita para funcionar e crescer adequadamente.

Os macronutrientes são simplesmente os nutrientes de que as pessoas precisam em grandes quantidades para ter energia suficiente para que seus corpos funcionem no dia-a-dia. Esses seriam, em geral, gorduras, carboidratos e proteínas.

O corpo usa calorias para criar energia. Em média, proteínas e carboidratos fornecem 4 calorias por grama, enquanto 1 grama de gordura fornece 9 calorias. O álcool também fornece calorias, mas não é um nutriente porque o corpo não precisa dele.

Os carboidratos são mais fáceis de serem convertidos pelo corpo em energia por causa de sua composição simples. Estes são encontrados em abundância em alimentos considerados amidos, como batatas e grãos inteiros. As pessoas também podem obter a ingestão adequada de carboidratos por meio de frutas, iogurte e nozes. A fibra é um tipo especial de carboidrato indigesto.

Pode ajudar a promover a perda de peso porque deixa a pessoa com uma sensação de saciedade e ajuda a limpar o sistema digestivo.

Muitos pensam na proteína como um nutriente encontrado principalmente na carne, mas nem sempre é esse o caso. Embora a carne seja definitivamente uma boa fonte de proteína, ela também é encontrada em feijões vermelhos e marrons, produtos de soja, nozes e sementes.

Esses alimentos contêm macronutrientes importantes para a energia quando o corpo esgotou seu suprimento de carboidratos. A proteína também auxilia o sistema imunológico, preserva a massa muscular e promove o crescimento.

Muitas pessoas evitam comer gorduras, especialmente em países com altos índices de obesidade. É importante notar, entretanto, que as pessoas realmente precisam de uma certa quantidade de gordura em suas dietas.

É essencial para a absorção das vitaminas K, E, D e A e fornece ao corpo uma camada de amortecimento abaixo da pele. Isso é necessário para proteger os órgãos internos.

Macronutrientes

É melhor comer gorduras insaturadas, que podem ser encontradas em nozes, azeite e abacate. As gorduras trans e saturadas podem contribuir para doenças cardíacas, especialmente para aqueles com histórico familiar.

Quando gorduras saudáveis são consumidas como parte de uma dieta bem balanceada, o ganho de peso não precisa ser uma grande preocupação.

Os outros nutrientes de que o corpo necessita, mas em quantidades menores, são conhecidos como micronutrientes. Além disso, as pessoas precisam de uma quantidade significativa de água para sobreviver.

A quantidade recomendada é de seis a oito copos de 8 onças (237 ml) por dia. A água na comida, como frutas ricas em água, pode atender a esse requisito.

Macronutrientes – Digestão

A digestão é o primeiro passo para retirar energia dos alimentos. Lembrando que quando falamos em energia, estamos falando em calorias. Sob esse aspecto, é importante destacar que o total dessa energia ingerida é resultado da soma de todo o alimento e os líqüidos com valor calórico que a pessoa consome ao longo do dia, sem exceção.

Mas os macronutrientes têm valores calóricos diferentes, como podemos ver abaixo:

Macronutrientes Composição Energética (kcal/g)
Gorduras 9
Carboidratos 4
Proteínas 4
Fibras

Essas diferenças se refletem também quando pensamos no principal causador do excesso de peso. Durante anos, acreditou-se que os carboidratos (açúcar e amido) estavam diretamente relacionados à obesidade.

Hoje sabemos que essa premissa não é a mais correta e a gordura vem ser o grande problema.

A explicação básica é simples. As calorias dos carboidratos transformam-se rapidamente em energia a ser consumida pelo organismo, enquanto que as gorduras são usadas como forma de armazenamento de energia.

Com isso, se consumirmos mais calorias do que o nosso corpo precisa para satisfazer o requisitado pela atividade física diária, teremos um acúmulo maior de gorduras armazenadas, o que é sinônimo de obesidade.

MACRO E MICRONUTRIENTES NA CULTURA DO CAFÉ

Até algum tempo atrás, mais precisamente até a década de 60, os cafezais formados em áreas recém-desbravadas, cujos solos apresentavam fertilidade natural elevada.

Entretanto, os surtos mais recentes de expansão da cultura ocorreram principalmente em áreas de cerrado, por serem: mais baratas, em razão de sua abundância, e facilmente mecanizáveis, em decorrência do relevo. Mas, os efeitos da baixa fertilidade apresentada pelos solos sob cerrado não tardaram a se manifestar.

As lavouras formadas m solos mais pobres e as lavouras velhas mal conduzidas têm apresentado freqüentes deficiências, tanto de macronutrientes, especificamente de nitrogênio, potássio, magnésio, cálcio e enxofre, como de micronutrientes, especialmente zinco e boro.

Por outro lado, a toxidez de alumínio ou de manganês assume relativa importância, pelos prejuízos que sua ocorrência acarreta.

Adubação – macro e micro nutrientes e suas funções

Assim como o ser humano, as plantas também são organismos vivos,formados por moléculas, que na sua composição contém açúcares, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos (ADN).

Esta composição básica de uma molécula é comum a todos os organismos vivos, e é ela que contém as informações genéticas de cada ser.

A diferença está na origem destes elementos. Os seres humanos e os animais precisam comer para consegui-lo. As plantas por sua vez retiram-nos da luz solar, que serve para produzir folhas, frutos e flores.

Tudo isso se encontra nas moléculas inorgânicas encontradas no ar e no solo, que são chamados de sais.

Na sua origem os sais se encontram em forma sólida, sendo dissolvidos em água.

Por exemplo: O sulfato de magnésio se dissolve resultando em iones de magnésio e iones de sulfato, e ambos são absorvidos pelas raízes.

O Enxofre contido neles é essencial para que a formação da planta aconteça naturalmente.

Os elementos essenciais para a formação de uma planta são classificados em dois grupos: 

a) Macronutrientes: Carbono (C), Oxigênio(O), Hidrogênio(H), Nitrogênio(N), Enxofre (S), Fósforo (P), Potássio (K), Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg). 
b) Micronutrientes:
 (Oligoelementos) Ferro (Fe), Manganês (Mn), Boro (B), Zinco (Zn), Cobre (Cu), Molibdeno (Mo) e Cloro (Cl).

Os Macronutrientes são os elementos que a planta necessita em quantidades elevadas, e os Micronutrientes em quantidade muito pequena.

Os primeiros elementos são tomados do ar (CO2 e oxigênio) e da água (H2O). também o Cloro geralmente já está contido na água utilizada para regar a planta (a carência de cloro deixa a coloração das folhas pálida).

Nitrogênio: este elemento serve de base para a formação das proteínas, e é especialmente importante na formação de clorofila (transformação de luz solar em alimento, através da fotosíntese).

Grande quantidade do nitrogênio contida nas plantas se encontra nas folhas.

Assim sendo é um elemento necessário para o crescimento e desenvolvimento da massa foliar, bem como da formação de “corpo” na planta.

Fósforo: fundamental para a formação de ADN e na formação de membranas celulares. O Fósforo é um elemento importante na formação de flores e frutos.

Em frutífera e floríferas pode ser usado em quantidade mais elevada, nos períodos de floração.

Enxofre: se absorve em forma de sulfato, e faz parte de alguns aminoácidos e de algumas proteínas da planta. Junto com fósforo, nitrogênio, carbono e água, forma um grupo chamado de elementos estruturais, que intervém na formação do “esqueleto” da planta.

Potássio: é absorvido na forma de íon potássio(K+). Intervém no regulamento da abertura e fechamento dos estomas das folhas. Tem participação no transporte dos nutrientes pelo floema.

Deve ser regulado de acordo com a estação do ano. Com a chegada do inverno tende-se a aumentar a dosagem de potássio.

Cálcio: sua função é estrutural, dando rigidez as membranas celulares, bem como regulador de certas reações que ocorrem na planta. Atua como agente protetor frente a elevadas concentrações salinas (contidas em água) e frente a certos elementos tóxicos que podem ser absorvidos pela planta.

Magnésio: fundamental para a formação da clorofila.

MICRONUTRIENTES

Atuam na formação de reações fundamentais ao crescimento, bem como auxiliam a fotosíntese. Alguns se concentram mais nas raízes (zinco) e outros na parte aérea (ferro). Mesmo que em quantidade muito pequena, são fundamentais para o bem desenvolvimento da planta.

NPK:

N (nitrogênio): Torta de mamona
P (fósforo):
 Farinha de osso/ostra
K(potássio): 
Cinza de madeira

PERIODICIDADE: A adubação não deve ocorrer de forma irregular. Quanto mais periodicamente e regularmente a adubação ocorrer, mais resultados serão obtidos. Uma adubação irregular causa esgotamento e desenvolvimento irregular para a planta.

ADUBO E ÁGUA: A adubação está intrinsecamente ligada a água. Adubo só faz efeito quando dissolvido, e assim as reações procedentes do contato com a água agem de forma livre. Uma adubação com pouca água não terá efeito, ou no máximo, um efeito muito fraco. A periodicidade das regas também é fundamental, pois faz com que a planta crie uma rotina de alimentação. As raízes só absorvem nutrientes e água quando a umidade do substrato do vaso estiver entre 15 e 25 %.

ADUBO E SUBSTRATO: Não é a quantidade de adubo que mata uma planta, mas sim a falta de aeração no substrato. Se a drenagem estiver muito baixa, a concentração de adubo ativo (solvido) é elevada e assim também a absorção. Isso provoca a superdosagem que queima as células sensíveis na ponta das raízes capilares. Um substrato com boa drenagem e aeração permite que a porcentagem de umidade (e assim também adubo ativo) ideal seja atingida mais de uma vez ao dia.

Fonte: www.geocities.com/mcarmo.bio.br/www.adubosmulti.com.br/womensalphabet.com/avitahealth.org

 

 

 

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