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Hipertermia

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A hipertermia maligna

A hipertermia maligna é uma doença transmitida através de famílias que provoca um aumento rápido na temperatura do corpo ( febre ) e contrações musculares graves, quando o paciente recebe anestesia geral.

Esta condição não é a mesma que a hipertermia, que é devido a situações de emergência médica, tais como acidente vascular cerebral calor ou infecção.

Causas

A hipertermia maligna é hereditária. Apenas um dos pais tem que levar a doença para uma criança herdar a doença.

Pode ocorrer com doenças musculares, tais como a miopatia multiminicore e doença núcleo central.

Sintomas

Os sintomas incluem:

Hemorragia
Urina marrom escuro
Dor muscular sem uma causa óbvia, como exercício ou lesão
Rigidez muscular e rigidez
Rápido aumento na temperatura do corpo a 105 graus F ou superior

Tratamento

Durante um episódio de hipertermia maligna, envolvendo o paciente num cobertor de arrefecimento pode ajudar a reduzir a febre e o risco de complicações sérias. Drogas como o dantrolene, lidocaína, ou uma droga beta-bloqueador pode ajudar com problemas de ritmo cardíaco.

Para preservar a função renal, durante um episódio, tem de obter fluidos através de uma veia e por via oral, bem como de certos medicamentos.

Possíveis complicações

Amputação
Degradação do tecido muscular ( rabdomiólise )
Síndrome compartimental (inchaço das mãos e dos pés e problemas com o fluxo de sangue ea função do nervo)
Morte
Coagulação intravascular disseminada (coagulação anormal do sangue e sangramento)
Problemas de ritmo cardíaco
Insuficiência renal
Acidose metabólica
Disfunção respiratória (acúmulo de líquido nos pulmões)
Fraqueza muscular (miopatia) ou distrofia muscular (deformidade)

Prevenção

Se você ou alguém da sua família tem hipertermia maligna é muito importante informar o seu médico, especialmente antes de fazer uma cirurgia com anestesia geral. O uso de determinados medicamentos podem prevenir as complicações da hipertermia maligna durante a cirurgia.

Evite drogas estimulantes, como a cocaína, anfetamina (speed), e êxtase. Estes medicamentos podem causar problemas semelhantes à hipertermia maligna em pessoas que são propensas a esta condição.

O aconselhamento genético é recomendado para qualquer pessoa com uma história familiar de miopatia, distrofia muscular, ou hipertermia maligna.

Referências

Vicario S. doença Heat. In: Marx J, ed Rosena € ™ s Emergency Medicine:. Conceitos e Práticas Clínicas. 6 ed. St. Louis, Mo: Mosby, 2006: cap 139.
Dinarello CA, Porat R. Febre e hipertermia. In: Fauci A, Kasper D, Longo DL, et al, eds Princípios de Harrison of Internal Medicine.. 17 ed. [Versão online]. New York, NY: McGraw Hill, 2008: cap 17.
Schmidt EW, Nichols CG. Doenças relacionadas com o coração. In: Wolfson AB, Hendey GW, Ling LJ, et al, Prática Clínica eds Harwood-Nuss ‘de Medicina de Emergência.. 5a ed. Filadélfia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2009: cap 346.
Steele MT. Rabdomiólise. In: Wolfson AB, Hendey GW, Ling LJ, et al, Prática Clínica eds Harwood-Nuss ‘de Medicina de Emergência.. 5a ed. Filadélfia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2009: cap 211.

Fonte: www.nlm.nih.gov

Hipertermia

Definição

A hipertermia ocorre quando o corpo se aquece para além da sua capacidade de combater o calor.

Conforme o calor é absorvido pelo corpo, a pele é a primeira defesa contra o calor. Seu corpo vai tentar dissipar o calor excessivo através de resfriamento evaporativo . Em outras palavras, você suar.

Quando o calor se torna grande demais, seu corpo vai começar a proteger os seus órgãos internos a partir da perda de água por desligar esse mecanismo.

Este é o primeiro sinal da hipertermia, ou insolação . Se não for tratada, o seu corpo pode continuar a sofrer os efeitos do calor levando a insolação, também conhecido como insolação.

A hipertermia é frequentemente confundida com hipotermia.

Também conhecido como: Doença de calor, insolação, exaustão pelo calor

Exemplos: Dezenas de crianças morrem a cada ano de hipertermia como resultado de ter sido deixado em um carro bloqueado.

Fonte: weather.about.com

Hipertermia

A hipertermia é a elevação anormal da temperatura do corpo, caracterizada pela presença de altas cifras termométricas, geralmente maiores que 40ºC. Pode ocorrer devido à presença de infecção no organismo ou de alguma outra doença. Resulta da incapacidade do mecanismo regulador de temperatura do hipotálamo em controlar as diferenças entre ganho e perda de calor, e da dissipação inadequada do calor pelo corpo.

Uma lesão cerebral, por exemplo, pode danificar os centros térmicos localizados no hipotálamo; tumores, infecções, acidente vascular ou traumatismo craniano podem também afetar o hipotálamo ou as vias descendentes e, assim, provocar distúrbios nos mecanismos de regulação e dissipação de calor.

Além das causas crônicas ou agudas que podem determinar a febre excessiva em uma pessoa, algumas síndromes levam a hipertermia:

Restrição à perda de calor

Presença prolongada em ambientes excessivamente quentes e úmidos

Desidratação em crianças

Doenças generalizadas da pele

Doenças infecciosas

Doenças parasitárias

Viroses

Lesões teciduais e

Neoplasias.

Primeiros Socorros

Os primeiros socorros recomendados após a constatação exata de hipertermia, com a pessoa geralmente prostrada, são: envolvê-la com panos ou toalhas úmidas e frias e banho de imersão à temperatura ambiente. Toalhas frias (com gelo) na região da fronte.

Em caso de convulsão e delírio não se deve dar banho. A remoção para atendimento hospitalar deverá ser urgente.

Fonte: www.unimedcuritiba.com.br

Hipertermia

Hipertermia é o nome dado ao aumento da temperatura corporal. Dentre as causas mais comuns encontram-se as atividades físicas de alta intensidade sem hidratação adequada e em condições ambientais desfavoráveis.

A manutenção da temperatura corporal nos níveis basais é fundamental para garantir o equilíbrio do meio interno e, consequentemente, a vida. Para que a nossa temperatura seja mantida durante diversas atividades, o calor gerado internamente deve ser  igual  ao perdido para o meio ambiente, e esse mecanismo pode ser influenciado tanto por causas internas quanto externas, O principal mecanismo de eliminação do calor excessivo é a transpiração.

Quando realizamos exercícios físicos de alta intensidade, como corridas de longa distância e triatlon, a geração de calor endógeno pode aumentar em até 20 vezes. O aumento da temperatura causa vasodilatação cutânea e ativação de glândulas sudoríparas, ocorrendo a transpiração. É o suor o responsável pela eliminação do calor excessivo do nosso corpo.

Durante as competições atléticas de resistência, até mesmo em condições ambientais normais, a temperatura corporal quase sempre aumenta de seu nível normal de 37 para 40ºC. Todavia, em condições muito quentes e úmidas, ou com excesso de roupas, a temperatura corporal pode facilmente atingir 42ºC.

Neste nível a própria temperatura elevada torna-se lesiva para as células teciduais, sobretudo células cerebrais. Quando isso ocorre começam surgir múltiplos sintomas, incluindo fraqueza extrema, exaustão, cefaléia, tontura, náusea, sudorese profusa, confusão, marcha cambaleante, colapso e inconsciência.

Crianças e idosos são mais suscetíveis a esses quadros, mesmo quando o exercício não é tão intenso. Atletas com quadros agudos de perdas hídricas como diarréia e vômito, diurese  excessiva, também estão mais propensos.

O tratamento para a hipertermia consiste em reidratação, afastamento das fontes externas de calor, resfriamento do corpo em ambiente fresco, ventilado e repouso.

As estratégias de resfriamento corporal para o controle da hipertermia compreendem, de um lado, as técnicas baseadas no resfriamento evaporativo e, de outro, a imersão em água fria. As primeiras compreendem a utilização de pacotes de gelo, toalhas ou lençóis molhados e borrifo de água fria ou morna sobre o corpo que promovem o resfriamento por evaporação da água. O resfriamento é acelerado através da utilização de ventiladores ou abanadores de ar sobre o corpo.

Algumas medidas preventivas podem ser tomadas, tais como: evitar horários de maior incidência do Sol, roupas inadequadas, bebibas quentes e alcoólicas devem ser evitadas e a hidratação com água é fundamental para garantir o sucesso da prática esportiva.

Fonte: institutocohen.com.br

Hipertermia

Hipertermia Maligna

Hipertermia maligna é uma síndrome de origem farmaco-genética que se manifesta, normalmente, quando seu portador é submetido a um fator desencadeante durante uma anestesia geral. Entre as principais características encontram-se a elevação do gás carbônico expirado, rigidez muscular, hipertermia e taquicardia. O quadro clínico pode evoluir para choque irreversível e morte se não diagnosticado e tomadas, a tempo, devidas providências.

A incidência da hipertermia maligna, de acordo com a dra. Helga, é de um caso a cada 15 mil anestesias em crianças, e a cada 50 mil anestesias em adultos. “Isso pode dar a falsa impressão de uma doença rara, mas cada pessoa suscetível representa todo um grupo familiar em que 50% das pessoas podem ter hipertermia maligna, pois a transmissão genética da doença é do tipo dominante. Além disso, se o paciente com hipertermia maligna nunca for exposto aos agentes desencadeantes da crise na sua vida, nem ele nem seus familiares saberão que têm o problema”.

A principal preocupação com a síndrome é a precocidade do diagnóstico, para que, se possível, seja interrompida a administração do anestésico desencadeante.

Infelizmente, o paciente com hipertermia maligna enfrenta grandes dificuldades não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, devido ao fato de ser uma doença descrita há relativamente pouco tempo (1960) e ainda ser pouco conhecida pela sociedade.

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Alguns anestésicos que não causariam nenhum problema a indivíduos normais podem levar uma pessoa com hipertermia maligna a apresentar complicações graves ou mesmo à morte em questão de minutos durante a anestesia. Assim, a dra. Helga orienta que haja, antes da cirurgia, uma cuidadosa visita pré-anestesia, para que o anestesiologista possa avaliar as condições do paciente e procurar antecedentes familiares de problemas anestésicos.

Outra medida fundamental, durante a cirurgia, é a monitorização do paciente com capnografia e termometria, de forma a detectar precocemente a ocorrência da hipertermia maligna e suspender os anestésicos. “É também indispensável dispor do antídoto para a hipertermia maligna, o Dantrolene, em todos os centros cirúrgicos do Brasil, pois nunca sabemos quando haverá um paciente que vai necessitar da medicação. Nos casos de suspeita de hipertermia maligna ou de história familiar de problemas em anestesia, o paciente deve ser encaminhado para investigação”.

Fonte: www.cetsantacasa.med.br

Hipertermia

Definição

Hipertermia, uma temperatura corporal superior ao normal. Em geral, a temperatura é de cerca de 37 ° C. A hipertermia não é sinônimo de febre devido a febre é considerada uma alteração do ponto médio da temperatura normal do corpo, enquanto considerado hipertermia é um aumento da temperatura, sem perturbação por incapacidade de tais s para compensar a sobrecarga gerada pelo fator.

Causas

A hipertermia pode muito bem ser devido a muito ou longa exposição ao calor ou muito intenso esforço físico: também conhecido como insolação. Alguns medicamentos também são prestadores de hipertermia.

Tratamento

O tratamento é a quiescência com a cessação do esforço, o arrefecimento gradual e hidratação adequadas. Os antipiréticos como o paracetamol não teve efeito sobre a hipertermia.

Fonte: sante-medecine.commentcamarche.net

Hipertermia

Hipertermia Maligna

Hipertermia maligna é uma síndrome de origem farmaco-genética que classicamente se manifesta quando o seu portador é submetido a um ou mais fatores desencadeantes durante uma anestesia geral. Inicia-se assim, um processo de hipermetabolismo da célula muscular esquelética, podendo levar à sua destruição, consumindo grande quantidade de energia, com rápida e intensa elevação da temperatura, e consequentemente produzindo alterações bioquímicas e hematológicas, que podem evoluir para choque irreversível e morte.

A incidência da hipertermia maligna não é definida, porém estima-se que possa variar de 1:14.000 a 1:200.000 pacientes submetidos à anestesia geral. Esta grande variação é explicada parcialmente pela falta de critérios uniformes para o diagnóstico clínico, pela variação dos tipos de anestesia e pelo critério de classificação clínica de hipertermia maligna. É sabido que há maior inicidência de hipertermia maligna em pacientes pediátricos do que entre adultos de meia idade e idosos. A intensidade e importância das manifestações da crise de hipertermia maligna estão relacionadas com a administração concomitante de drogas.

Em 1994, The North American Malignant Hyperthermia Registry publicou dados correlacionando o desenvolvimento da síndrome de hipertermia maligna e a utilização de anestésico inalatório volátil com ou sem a associação de succinilcolina: 64% dos pacientes tiveram associados o halogenado e a succinilcolina, 21% somente o halogenado e 6% foi utilizada apenas a succinilcolina.

As manifestações clínicas da síndrome de hipertermia maligna não obedecem a nenhuma ordem cronológica. O sinal mais frequente é o aumento do gás carbônico no final da expiração causado pelo aumento do metabolismo da célula muscular esquelética. Outros sinais também podem ter aparecimento precoce, como o aumento da frequência cardíaca, arritmias diversas, o que muitas vezes rotula-se como plano de anestesia inadequado. Pode haver cianose. A rigidez muscular, como a do músculo masseter que dificulta a entubação traqueal aparece isolada, ou associada à rigidez de outros grupos musculares. Todas as formas de rigidez muscular levam à destruição de grandes áreas de tecido muscular, levando à rabdomiólise. O aumento da temperatura não é o primeiro sinal a se manifestar, porém após o início, geralmente tem ascenção rápida, com aumento médio de 1-2º C a cada 5 minutos. À medida que há desenvolvimento da síndrome, há progressivas acidoses metabólica e respiratória, hipercalemia, hipercalcemia, lactacidemia, mioglobinemia, assim como aumentos absurdamente elevados da creatinofosfoquinase. A mioglobinúria é responsável pela insuficiência renal aguda.

Como Tratar

A principal preocupação é a precocidade do diagnóstico. Se possível suspender o ato cirúrgico. De imediato é feita a suspensão da administração do agente desencadeante (anestésico inalatório), trocando-se o sistema de anestesia com absorvedor de gás carbônico, se este estiver em uso, por sistema sem reinalação, ventilar o paciente em controlada com FIO2=1, monitorar a temperatura, iniciar a administração de dantrolene venoso (dose inicial 2,5-3,0 mg/Kg por via venosa, até completar 10,0 mg/Kg). Na fase aguda, para um paciente de 70 Kg, é necessário que haja no mínimo 36 (trinta e seis) frascos (01 “kit”), já que poderão ser utilizados até 700 mg (cada frasco contém 20 mg). Hidratar generosamente o paciente.

Iniciar o processo de resfriamento: utilizar soluções parenterais geladas (não usar solução de Ringer com lactado que contém cálcio), lavar cavidades (gástrica, vesical, intestinal, peritonial) com soluções geladas, usar manta térmica para resfriamento da superfície corporal e instalar circulação extracorpórea, se necessário.

Porém estas medidas devem ser monitoradas e observadas rigorosamente, para que o paciente não tenha hipotermia. Tratar a acidose metabólica. Analisar rotineira e frequentemente a gasometria arterial, a creatinofosfoquinase, a potassemia, calcemia, mioglobinemia, mioglobinúria e a coagulação sanguínea.

O paciente é encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva, sendo mantido em prótese ventilatória, se necessário, recebendo dantrolene por 24-72 horas, se persistirem os sintomas, na dose de 1 mg/Kg/dia por via venosa.

O paciente que desencadeou crise suspeita ou clinicamente compatível com a hipertermia maligna deverá ter informações detalhadas, e alertado quanto à possibilidade de ser portador da mesma. Seus familiares deverão ter suas histórias patológicas pregressas investigadas, assim com serem informados detalhadamente sobre o eventos.

Encaminhar o paciente (e familiares) para possível biópsia muscular para investigação laboratorial através de testes farmacológicos em músculo estriado com exposição do mesmo à cafeína e halotano.

Fonte: www.saj.med.br

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