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Chaetognatha

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Descrição Completa

Dada a sua importância ecológica, o filo Chaetognatha é surpreendentemente pouco conhecida.

Chaetognatha (vulgarmente conhecidos como “vermes de seta”) são predadores marinhos que normalmente localizam suas presas através da detecção de vibrações produzidas por copépodes e outros zooplâncton, em seguida, usam ganchos e dentes afiados na frente do corpo para pegar suas vítimas e imobilizá-los com neurotoxinas.

Chaetognatha, a maioria dos quais são nitidamente transparente, são predadores importantes em muitas cadeias alimentares marinhas.

Por volta de 120-125 espécies de chaetognaths são conhecidos. A maioria são planctônicas, mas um pequeno número de espécies são bentônicas ou vivem um pouco acima do fundo do oceano. Embora a diversidade de espécies é baixa, Chaetognatha pode ser muito abundante, às vezes dominando a biomassa de água meados reboques amostragem plâncton.

Muitos Chaetognatha sofrem migrações verticais diárias, subindo para as águas superficiais durante a noite e afundando para baixo durante o dia, possivelmente para evitar predadores. Estes movimentos verticais são facilitados pelas células vacuolizados cheio de amônia no tronco, que regulam a flutuabilidade.

Pelo menos uma espécie Chaetognatha (o macrocephala Caecosagitta cosmopolita, que geralmente é encontrado abaixo de 700 metros) é bioluminescente (Haddock e Processo 1994).

Chaetognatha

O que são

Os Chaetognatha são animais exclusivamente marinhos. Possuem simetria bilateral, corpo alongado, transparente e em forma de torpedo ou seta, cujo comprimento pode variar de 0,5 a 12cm. A cabeça, separada do corpo por um estreito pescoço, apresenta um par de olhos na parte posterior, sobre a superfície dorsal. A cada lado da cabeça, existe uma coroa de 4 a 14 ganchos, que servem para capturar as presas, auxiliados por várias fileiras de dentes curtos.

O filo Chaetognatha é constituído de um pequeno número de espécies, filogeneticamente isoladas (Hyman, 1959). São organismos que possuem simetria bilateral, corpo alongado, transparente e em forma de torpedo ou seta, cujo comprimento pode variar de 0,5 a 12cm. A cabeça, separada do corpo por um estreito pescoço, apresenta um par de olhos na parte posterior, sobre a superfície dorsal. A cada lado da cabeça, flanqueando o vestíbulo, existe uma coroa de 4 a 14 ganchos, que servem para capturar as presas, auxiliados por várias fileiras de dentes curtos e curvados à frente da cabeça (Brusca & Brusca, 1990).

O tronco apresenta um ou dois pares de nadadeiras laterais, ao longo da metade posterior, e uma nadadeira caudal de forma espatulada, na extremidade posterior.

O trato digestivo é simples, formado pela boca, a faringe muscular e bulbosa, o intestino reto e o ânus, localizado na região ventral. Um gânglio nervoso que rodeia a faringe atua como centro nervoso, e o fluído celômico, como meio circulatório. Não possuem órgãos excretores ou para troca gasosa, sendo esta realizada por meio de difusão. As espécies caracterizam-se por apresentarem músculos longitudinais atípicos, arranjados em quadrantes, e por serem hermafroditas protândricas. O aparelho reprodutor é constituído de um par de ovários alongados, localizados no celoma do tronco, e um par de testículos na região caudal. Todas as espécies são carnívoras por excelência (Barnes, 1996).

Os quetognatos possuem ampla distribuição, sendo encontrados em todos os oceanos, mares adjacentes e alguns estuários do mundo. Com exceção do gênero Spadella, que agrupa espécies bentônicas, a grande maioria é planctônica. Em geral, sua distribuição é limitada pelas propriedades das massas de água, em razão de sua sensibilidade às variações de temperatura. Assim, algumas espécies são consideradas boas indicadoras de massas de água, contribuindo, juntamente com outros organismos, para delimitar regiões biogeográficas marinhas (Russel, 1936; Bieri, 1959; Alvariño, 1965, 1969; Mulkana & MacLlwain, 1973).

O filo Chaetognatha é um dos componentes mais importantes do ecossistema marinho, devido ao papel que desempenha na cadeia trófica como carnívoro primário (McLelland, 1980) e, principalmente, como alimento de peixes de interesse comercial. Devido a sua abundância no plâncton, cumprem, também, papel relevante na produção e transferência de matéria orgânica particulada para as camadas mais profundas (Dilling & Alldredge, 1993).

As primeiras coletas de espécimes deste filo em águas brasileiras foram feitas por Charles Darwin, em 1844; no entanto, muito pouco se conhece sobre as espécies que ocorrem no Brasil.

Posição Sistemática

Reino: Animalia
Sub reino: Metazoa

Filo Chaetognata

Classe Archisagittoidea (fóssil)
Classe Sagittoidea
Ordem Phragmophora
Ordem Aphragmophora

Número de espécies

No mundo: 125
No Brasil: 18

Grego: chaite = pêlo, espinho; gnathos = mandíbula

Nome vernáculo: quetognato

Fonte: www.biomania.com

Chaetognatha

O filo Chaetognatha é constituído de um pequeno número de espécies, filogeneticamente isoladas (Hyman, 1959).

São organismos que possuem simetria bilateral, corpo alongado, transparente e em forma de torpedo ou seta, cujo comprimento pode variar de 0,5 a 12cm. A cabeça, separada do corpo por um estreito pescoço, apresenta um par de olhos na parte posterior, sobre a superfície dorsal. A cada lado da cabeça, flanqueando o vestíbulo, existe uma coroa de 4 a 14 ganchos, que servem para capturar as presas, auxiliados por várias fileiras de dentes curtos e curvados à frente da cabeça (Brusca & Brusca, 1990). O tronco apresenta um ou dois pares de nadadeiras laterais, ao longo da metade posterior, e uma nadadeira caudal de forma espatulada, na extremidade posterior.

O trato digestivo é simples, formado pela boca, a faringe muscular e bulbosa, o intestino reto e o ânus, localizado na região ventral. Um gânglio nervoso que rodeia a faringe atua como centro nervoso, e o fluído celômico, como meio circulatório. Não possuem órgãos excretores ou para troca gasosa, sendo esta realizada por meio de difusão. As espécies caracterizam-se por apresentarem músculos longitudinais atípicos, arranjados em quadrantes, e por serem hermafroditas protândricas. O aparelho reprodutor é constituído de um par de ovários alongados, localizados no celoma do tronco, e um par de testículos na região caudal. Todas as espécies são carnívoras por excelência (Barnes, 1996).

Os quetognatos possuem ampla distribuição, sendo encontrados em todos os oceanos, mares adjacentes e alguns estuários do mundo. Com exceção do gênero Spadella, que agrupa espécies bentônicas, a grande maioria é planctônica. Em geral, sua distribuição é limitada pelas propriedades das massas de água, em razão de sua sensibilidade às variações de temperatura. Assim, algumas espécies são consideradas boas indicadoras de massas de água, contribuindo, juntamente com outros organismos, para delimitar regiões biogeográficas marinhas (Russel, 1936; Bieri, 1959; Alvariño, 1965, 1969; Mulkana & MacLlwain, 1973).

O filo Chaetognatha é um dos componentes mais importantes do ecossistema marinho, devido ao papel que desempenha na cadeia trófica como carnívoro primário (McLelland, 1980) e, principalmente, como alimento de peixes de interesse comercial. Devido a sua abundância no plâncton, cumprem, também, papel relevante na produção e transferência de matéria orgânica particulada para as camadas mais profundas (Dilling & Alldredge, 1993).

As primeiras coletas de espécimes deste filo em águas brasileiras foram feitas por Charles Darwin, em 1844; no entanto, muito pouco se conhece sobre as espécies que ocorrem no Brasil.

Estado do conhecimento

Dos 11 gêneros descritos até o momento, um dos mais bem-sucedidos é o gênero Sagitta, já que reúne o maior número de espécies (Alvariño, 1965; Boltovskoy, 1981; McLelland, 1989).

O número de trabalhos publicados sobre o filo é pequeno, e geralmente são feitos a partir de dados provenientes de amostragens esporádicas. Os estudos realizados por Baldesseroni (1915), Burfield (1930), Thiel (1938), Vannucci & Hosoe (1952, 1956), Ferreira da Costa (1970) e Coelho (1993) estão relacionados principalmente com a ocorrência e distribuição das espécies.

A literatura mostra que trabalhos sobre a biodiversidade deste filo são escassos e incompletos, já que apontam que, das 125 espécies descritas para o mundo, apenas 18 (14,4%) ocorrem no Brasil. Almeida-Prado (1961a, b, 1963, 1968), estudando os quetognatos do estado de São Paulo, verificou a presença de 11 espécies pertencentes aos gêneros Krohnita, Sagitta e Pterosagitta. Mais recentemente, Vega-Pérez & Liang (1992), Liang (1993) e Liang & Vega-Pérez (1994, 1995) estudaram a distribuição, estrutura da população e os hábitos alimentares dos quetognatos que ocorrem ao largo da região de Ubatuba, verificando a presença de 10 espécies.

Levantamentos feitos na plataforma interna de São Sebastião e no complexo estuarino-lagunar de Cananéia revelaram a ocorrência de um número ainda menor de espécies: sete e duas, respectivamente.

Metas

Esforços de coleta em profundidades maiores do que 100m devem ser realizados, a fim de melhorar os conhecimentos existentes sobre a biodiversidade deste filo. Ênfase deve ser dada às coletas de sedimento marinho, em diferentes profundidades, com a finalidade de estudar as espécies bentônicas, já que não existem registros sobre sua ocorrência no Brasil. As coletas permitirão também a formação de coleções de referência, já que o material que se encontra atualmente depositado no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo não cumpre essa função. O pouco conhecimento existente sobre a biodiversidade dos quetognatos pode ser atribuído, em parte, à falta de recursos humanos. São necessários e urgentes, portanto, investimentos na formação e aperfeiçoamento de pesquisadores que possam trabalhar com este filo. Amostras contendo 10 espécies do filo, coletadas ao largo das regiões de Ubatuba e de São Sebastião (SP), encontram-se depositadas no Instituto Oceanográfico da USP.

Bibliografia

Almeida-Prado, M.S. 1961a. Chaetognatha encontrados em águas brasileiras. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 11(2): 31-56.
Almeida-Prado, M.S. 1961b. Distribuição dos Chaetognatha no Atlântico Sul Ocidental. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 11(4): 15-49.
Almeida-Prado, M.S. 1963. Sobre o plâncton da Enseada do Mar Virado e os métodos de coleta. Boletim do Instituto Oceanográfico, São Paulo, 12(3): 49-68.
Almeida-Prado, M.S. 1968. Distribution and annual occurrence of Chaetognatha off Cananéia and Santos coast (São Paulo, Brazil). Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 17(1): 33-55.
Alvariño, A. 1965. Chaetognaths. Oceanography and Marine Biology: an annual review, 3: 115-194.
Alvariño, A. 1969. Los quetógnatos del Atlántico: distribución y notas esenciales de sistematica. Trabajos del Instituto Español de Oceanografía, (37): 1-290.
Baldasseroni, V. 1915. Raccolte planctoniche fatte dalla R. ?Nave Liguria? nel viaggio di circonnavigazione del 1903-1905: Chaetognati. Pubblicazzioni dell?Istituto di studi superiori pratici e di perfezionamento in Firenze, 2: 85-118.
Barnes, R. 1996. Zoologia dos invertebrados. São Paulo: Livraria Roca. 1073p.
Bieri, R. 1959. The distribution of the planktonic Chaetognatha in the Pacific and their relationship to water masses. Limnology and Oceanography, 4: 1-28.
Boltovskoy, D. 1981. Chaetognatha. In: Boltoskoy, D. (ed.) Atlas del zooplancton del Atlántico Suddocidental y métodos de trabajo con el zooplancton marino. Mar del Plata: Instituto Nacional de Investigacíon y Desarrollo Pesquero. p. 759-791.
Brusca, R.C. & Brusca, G.J. 1990. Invertebrates. Sunderland: Sinauer Associates. 922p.
Burfield, S.T. 1930. Chaetognatha. In: British Antarctic (?Terra Nova?) Expedition, 1910, Natural history report: Zoology, vol. 7. Londres, Trustees of the British Museum. p. 203-228.
Coelho, M.J. 1993. Zooplâncton do Atlântico sudoeste (27 o 59? S a 39 o 59? S; 44 o 52? W a 56 o 56? W), com especial referência aos Chaetognatha. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo, Instituto de Biociências. 183p.
Dilling, L. & Alldredge, A.L. 1993. Can chaetognath fecal pellets contribute significantly to carbon flux? Marine Ecology Progress Series, 92: 51-58.
Ferreira da Costa, P. 1970. Nota preliminar sobre ocorrência de Sagitta friderici e Sagitta enflata na Baia de Guanabara. Publicação Instituto de Pesquisas da Marinha, 47: 1-10.
Hosoe, K. 1956. Chaetognatha from the Isles of the Fernando de Noronha. Contribuições Avulsas do Instituto Oceanográfico, Oceanografia Biológica, Universidade de São Paulo, 3: 1-9.
Hyman, L.H. 1959. The invertebrates: the smaller coelomate groups: the enteroceleous coelomates, phylum Chaetognatha. Nova Iorque: McGraw-Hill. p. 1-71.
Liang, T.H. 1993. Ocorrência e distribuição do filo Chaetognatha na região de Ubatuba, litoral norte do Estado de São Paulo. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo, Instituto Oceanográfico. 147p.
Liang, T.H. & Vega-Pérez, L.A. 1994. Studies on chaetognaths off Ubatuba region, 1: distribution and abundance. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 42(1/2): 73-84.
Liang, T.H. & Vega-Pérez, L.A. 1995. Studies on chaetognaths off Ubatuba region, 2: feeding habits. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 43(1): 27-40.
McLelland, J.A. 1980. Notes on the northern Gulf of Mexico occurence of Sagitta friderici Ritter-Zàhony (Chaetognatha). Gulf Research Reports, 6: 343-348.
McLelland, J.A. 1989. An illustrated key to the Chaetognatha of the Northern Gulf of Mexico with notes on their distribution. Gulf Research Reports, 8: 145-172.
Mulkana, M.S. & McLlwain, T.D. 1973. The seasonal occurrence and abundance of Chaetognatha in Mississipi Sound. Gulf Research Reports, 4: 264-271.
Russel, F.S. 1936. The importance of certain plankton animals as indicators of water movements in the Western end of the English Channel. Rapport et procès-verbaux des réunions. Conseil permanent international pour l?exploration de la mer. 100(2): 7-10.
Thiel, M.E. 1938. Die Chaetognathen Bevölkerung des sudatlantiscen Ozeans Wissenschaftlich Ergebnisse der Deutschen Atlantischen Expedition auf dem Vermessungs-und Forschungsschiff ?Meteor? 1925-27, 13: 1-110.
Vannucci, M. & Hosoe, K. 1952. Resultados científicos do cruzeiro do ?Baependi? e do ?Vega? a I. da Trindade Chaetognatha. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 3(1-2): 1-31.
Vega-Pérez, L.A. & Liang, T.H. 1992. Feeding of a pelagic chaetognath, Sagitta friderici Ritter-Zàhony off Ubatuba region (São Paulo, Brazil). Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 40(1/2): 93-100.

Fonte: www.biota.org.br

Chaetognatha

Chaetognatha

gr. chaeton = cerda
gr. gnathos = mandíbula

Representam pequeno grupo de animais marinhos planctônicos.

Correspondem a vermes em seta (torpedo)

Compreendem 9 gêneros e 70 espécies. O gênero Sagitta (lat. seta) é o mais conhecido

Sua relação com os equinodermos é obscura

São transparentes

Planctônicos (exceção Spadella, que vive em água rasa, agarrando-se a rochas e
algas pelas papilas adesivas próximas à cauda)

Servem de alimento aos demais componentes da comunidade planctônica

Datam do Cambriano

Medem cerca de 3 cm (5 a140 mm)

Apresentam nadadeiras pares

Simetria bilateral

Flutuam e nadam por meio de rápidos movimentos de arremesso

Apresentam uma mistura de caracteres: a estrutura do adulto é de pseudocelomado, mas o desenvolvimento embrionário se assemelha ao dos cordados

Pseudocelomados

Cutícula
Ausência de peritônio
Músculatura longitudinal

Celomados (cordatos)

Celoma enterocélico
Não são segmentados
Sem ciliação
Cauda pós-anal
Não há larvas, o que dificulta comparações com demais grupos da seqüência filogenética

1. Morfologia externa

Corpo cilíndrico revestido por cutícula

Divisões

Região cefálica
Boca
Cerdas
Capuz
Tronco
1 ou 2 pares de nadadeiras laterais
Cauda
1 nadadeira caudal

2. Parede do corpo

Epiderme com várias camadas
Uma camada delgada de musculatura estriada
Quatro faixas longitudinais de músculos
2 dorso-laterais
2 ventro-laterais

Celoma:

Espaçoso
3 pares de cavidades separadas por mesentérios medianos acima e abaixo do
intestino

3. Alimentação

Alimentam-se de outros animais planctônicos (portanto são carnívoros). Suas presas são capturadas com seus espinhos quitinosos anteriores (crustáceos, peixes e suas respectivas larvas)

Boca >> faringe >> intestino >> ânus

Os espinhos são falciformes, preensores, de quitina, movidos por músculos e funcionam como mandíbulas na tomada de alimento, o qual é deglutido inteiro

4. Sistemas circulatório, respiratório e excretor

Ausentes

5. Sistema Nervoso

Um par de gânglios cerebrais dorsais à faringe
Um par de nervos ao redor da faringe
Um gânglio ventral no tronco com nervos para as várias partes do corpo

6. Órgãos Sensoriais

Dois olhos dorsais, na cabeça
Papilas tácteis com cerdas rígidas no corpo
“Alça” ciliada: estende-se para trás a partir da cabeça

7. Reprodução

Monóicos
Células sexuais derivadas do epitélio celomático

Em cada celoma do tronco existem:

Um ovário longo e sólido
Um oviduto, abre-se lateralmente na extremidade do tronco

Em cada celoma caudal:

Um testículo estreito e maciço. Células imaturas são liberadas no celoma, onde amadurecem e são coletadas pelo funil ciliado do ducto espermático, que se abre lateralmente na cauda
Vesícula seminal: espermatóforo. Ocorre durante todo o ano ou quase
Fecundação interna: células nutritivas que circundam o óvulo, perfuram a parede do oviduto cego, permitindo a entrada dos espermatozóides
Saída dos ovos: rompimento da parede do corpo

Referências Bibliográficas

Storer, T. I., Usinger, R. L., Stebbins, R. C., Nybakken, J. W. Zoologia Geral. 6 ª ed. Companhia Editora Nacional. 816p. 1983.
Barnes, R. D. Zoologia dos Invertebrados. 4 ª ed. Editora Roca. 1179p. 1984.
Ruppert, E. E., Barnes, R. D. Zoologia dos Invertebrados. 6 ª ed. Roca. 1029p. 1996.

Fonte: dbi.uem.br

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