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Córion

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O que é Córion?

Numa breve analogia a estrutura de um prédio, onde o prédio é o embrião, que precisa de proteção, nutrientes entre outras coisas, o Córion, seria o porteiro.

Em aves, répteis e mamíferos, é estrutura (membrana) mais externa em torno do embrião, e nos insetos, é a casca externa do ovo do inseto.

Córion

Onde encontramos?

Nos mamíferos, o feto encontra-se no saco amniótico, que é formado pelo córion e pelo âmnio e separa o embrião do endométrio da mãe.

Durante o desenvolvimento, o embrião cresce dentro e ao lado de quatro membranas extra-embrionárias que o protegem e alimentam.

Estas membranas são, desde o mais próximo do embrião (mais interno) até o mais distante (mais externo): a vesícula umbilical (chamada saco vitelino em répteis e aves), o alantoide, o âmnion e o córion.

Como é formado?

córion é desenvolvido a partir de uma dobra externa na superfície do saco vitelino, nos vertebrados é separado de outras membranas embrionárias por uma cavidade corporal chamada celoma. Nos mamíferos, se desenvolve como um rico suprimento de vasos sanguíneos em associação com o endométrio do útero feminino e formam a placenta.

Em répteis e aves, funde-se com o alantoide, em contato direto com a casca do ovo, essa membrana absorve oxigênio para nutrição do embrião e descarrega dióxido de carbono.

Pra que serve?

Como já dito acima, o córion tem duas funções principais: proteger o embrião e nutrir o embrião.

Protege o embrião através da produção de um fluido conhecido como fluido coriônico, que encontra-se na cavidade coriônica, que é o espaço entre o córion e o âmnio e protege o embrião absorvendo o choque proveniente de forças como o movimento.

Já para nutrir o embrião, o córion desenvolve vilosidades, que são extensões que passam através do endométrio e eventualmente se conectam com os vasos sanguíneos da fêmea.

Córion – Membrana

córion é uma membrana de dupla camada formada pelo trofoblasto e pelo mesoderma extra-embrionário, que eventualmente dará origem à parte fetal da placenta.

córion é uma das membranas que envolvem o feto enquanto ele ainda está em formação. Nos mamíferos, o feto encontra-se no saco amniótico, que é formado pelo córion e o âmnio e separa o embrião do endométrio da mãe. Durante o desenvolvimento, o embrião cresce dentro e ao lado de quatro membranas extraembrionárias que o protegem e nutrem.

Essas membranas são, desde a mais próxima ao embrião (mais interna) até a mais distante (mais externa): a vesícula umbilical (chamada de saco vitelino em répteis e pássaros), o alantóide, o âmnio e o córion.

As duas membranas mais internas – a vesícula umbilical e o alantóide – não envolvem o embrião, mas ficam ao lado dele; as membranas mais externas – o âmnio e o córion – circundam o embrião.

Essas quatro membranas situam-se no endométrio da mulher durante o desenvolvimento do embrião e são liberadas assim que o embrião nasce.

O córion, por sua vez, compreende duas camadas: uma camada dupla de trofoblastos na face externa e o mesoderma na face interna, em contato com o âmnio. A camada externa do córion é feita de trofoblastos (também conhecido como trofoblasto), que são as primeiras células a se diferenciarem após a fertilização do ovo de mamífero. Eles formam primeiro a camada externa do blastocisto e, eventualmente, se desenvolvem na maioria dos tecidos extraembrionários, incluindo uma parte do córion denominada células trofoblásticas do córion, também conhecido como ectoderma extraembrionário. A camada interna do córion é o mesoderma, que é uma das primeiras camadas a se desenvolver no embrião e fica entre o endoderma e o ectoderma. O mesoderma que forma o alantóide (uma das outras membranas extraembrionárias) se funde com o córion e acaba formando as vilosidades coriônicas.

Córion – Função

O córion tem duas funções principais: proteger o embrião e nutrir o embrião.

Para proteger o embrião, o córion produz um fluido conhecido como fluido coriônico. O fluido coriônico fica na cavidade coriônica, que é o espaço entre o córion e o âmnio.

O fluido coriônico protege o embrião absorvendo o choque proveniente de forças como o movimento.

Para nutrir o embrião, o córion desenvolve vilosidades coriônicas, que são extensões do córion que passam pela decídua uterina (endométrio) e, eventualmente, se conectam com os vasos sanguíneos da mãe.

Uma imagem de vilosidades coriônicas pode ser vista aqui:

No lado esquerdo da figura acima você pode ver uma amplificação da interface materno-feto.

Na parte superior estão as veias e artérias da mãe e, na parte inferior, uma estrutura que entra em contato com o espaço interviillius preenchido com sangue materno. Essa estrutura é uma vilosidade coriônica, que se estende desde o córion, contém vasos sanguíneos fetais e é o local onde nutrientes e oxigênio são entregues ao feto e os resíduos são levados pela mãe para serem excretados posteriormente.

As vilosidades coriônicas possibilitam o contato máximo entre o embrião e a mãe devido ao seu formato de árvore garantindo uma área de contato muito grande.

Córion – Desenvolvimento

As vilosidades coriônicas se desenvolvem em três estágios.

No estágio primário, as vilosidades coriônicas são não vasculares, ou seja, não possuem vasos sanguíneos para que a troca de sangue ocorra entre a mãe e o embrião e são formadas exclusivamente por trofoblasto.

No estágio secundário, as vilosidades coriônicas tornam-se maiores, com mais ramificações, e o mesoderma começa a crescer dentro delas; neste ponto, eles são constituídos por trofoblasto e mesoderma.

No estágio terciário, as vilosidades coriônicas tornam-se vascularizadas porque os vasos sanguíneos começam a crescer no mesoderma; vilosidades coriônicas são, portanto, neste estágio, feitas de trofoblasto, mesoderme e artérias e veias umbilicais (vasos sanguíneos fetais).

córion interage com outras membranas e tecidos, como o alantóide e a decídua basal, para se desenvolver na placenta, cuja função é trocar substâncias e proteger o embrião. Outra parte do córion, que está em contato com a decídua capsular, atrofiará e as vilosidades coriônicas acabarão desaparecendo.

Fonte: Ana Rosa Calheiro Luz

 

 

 

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