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Experimentos de Pasteur

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Experimentos de Pasteur – Etapas

As etapas do experimento de Pasteur são descritos abaixo:

1. Primeiro, Pasteur preparado um caldo nutriente semelhante ao caldo seria utilizar na sopa.

2. Em seguida, ele colocou a mesma quantidade de caldo em dois frascos de pescoço longo. Ele deixou um frasco com um pescoço reto. O outro inclinou-se para formar uma forma de “S”.

Experimentos de Pasteur

3. Então ele ferveu o caldo em cada frasco para matar qualquer matéria viva no líquido. Os caldos estéreis foram então deixados a sentar-se, à temperatura ambiente e exposto ao ar, nos seus frascos de boca aberta.

Experimentos de Pasteur

4. Depois de várias semanas, Pasteur observou que o caldo no frasco straight-pescoço era descoloridos e nublado, enquanto o caldo no frasco de gargalo curvo não havia mudado.

Experimentos de Pasteur

5. Ele concluiu que os germes no ar foram capazes de cair desobstruída para baixo o frasco reta cerviz, e contaminam o caldo. O outro frasco, no entanto, os germes em seu pescoço curvado preso, impedindo-os de chegar ao caldo, que nunca mudou de cor ou tornou-se nublado.

Experimentos de Pasteur

6. Se a geração espontânea havia sido um fenômeno real, argumentou Pasteur, o caldo no frasco de gargalo curvo teria, eventualmente, tornar-se infectado, porque os germes teria gerado espontaneamente. Mas o frasco de gargalo curvo nunca foram infectados, indicando que os germes só poderia vir de outros germes.

experimento de Pasteur tem todas as características da pesquisa científica moderna.

Ela começa com uma hipótese e ele testa essa hipótese usando uma experiência cuidadosamente controlada.

Este mesmo processo – baseado na mesma seqüência lógica de etapas – tem sido empregada pelos cientistas por quase 150 anos. Com o tempo, estes passos têm evoluído para uma metodologia idealizada que hoje conhecemos como o método científico.

Conceito de geração espontânea

geração espontânea é um corpo de pensamento obsoleto sobre a formação comum de organismos vivos sem descendência de organismos semelhantes. Normalmente, a ideia era que certas formas, como pulgas, podiam surgir de matéria inanimada, como poeira, ou que vermes podiam surgir de carne morta. Uma ideia variante era a da geração equívoca, em que espécies como as tênias surgiram de organismos vivos não relacionados, agora entendidos como seus hospedeiros.

As doutrinas afirmavam que esses processos eram comuns e regulares.

Essas ideias estavam em contradição com a geração unívoca: reprodução efetivamente exclusiva de pais geneticamente relacionados, geralmente da mesma espécie.

A doutrina da geração espontânea foi coerentemente sintetizada por Aristóteles, que compilou e expandiu o trabalho dos filósofos naturais anteriores e as várias explicações antigas do surgimento dos organismos; ela dominou por dois milênios.

Hoje, a geração espontânea é geralmente aceita como tendo sido decididamente dissipada durante o século 19 pelos experimentos de Louis Pasteur. Ele expandiu as investigações de antecessores, como Francesco Redi que, no século 17, havia realizado experimentos com base nos mesmos princípios.

experimento de Louis Pasteur de 1859 é amplamente considerado como tendo resolvido a questão.

Em suma, Pasteur fervia um caldo de carne em um frasco de gargalo comprido que se curvava para baixo, como um ganso.

A ideia era que a curvatura do pescoço evitasse que as partículas que caíssem chegassem ao caldo, ao mesmo tempo que permitia o livre fluxo de ar.

O frasco permaneceu sem crescimento por um longo período. Quando o frasco foi girado para que as partículas pudessem cair nas curvas, o caldo rapidamente se turvou.

Em detalhes, Pasteur expôs caldos fervidos ao ar em recipientes que continham um filtro para evitar que todas as partículas passassem para o meio de crescimento, e mesmo em recipientes sem filtro algum, com o ar sendo admitido por um longo tubo tortuoso que não permitiria partículas de poeira para passar. Nada crescia nos caldos, a menos que os frascos fossem quebrados, mostrando que os organismos vivos que cresciam nesses caldos vinham de fora, como esporos na poeira, em vez de gerados espontaneamente no caldo. Este foi um dos últimos e mais importantes experimentos que desmentiram a teoria da geração espontânea.

Experimentos de Pasteur – Louis Pasteur

Louis Pasteur – Um dos primeiros a contestar geração espontânea. Um cientista francês que provou que microrganismos foi realizada pela poeira não ar. (Francês 1864).

Louis Pasteur nasceu em Dôle, Sura, França em 27 de dezembro de 1822 e faleceu em St. Claude (perto de Paris) em 28 de setembro de 1895.

Não foi um bom estudante na juventude mas, sob a influência de um professor, interessou-se por química.

Mostrou que isômeros de tartarato desviavam o plano de luz polarizada de forma diferente entre si e que os seres vivos diferenciam isômeros ópticos, reconhecendo apenas um deles.

Demonstrou que a produção do álcool pela fermentação não envolvia o oxigênio e que era realizada por organismos vivos (levedura). Descobriu que durante o envelhecimento do vinho, era necessário matar as leveduras pelo aquecimento (pasteurização) para evitar a fermentação lática.

Seus experimentos sepultaram definitivamente a teoria da geração espontânea.

Ele mostrou que muitas doenças eram provocadas por microorganismos e que estes podiam ser transmitidos para outros indivíduos pela pele, pelo ar e pelas excreções dos doentes.

Lançou a prática de ferver os instrumentos cirúrgicos e assim salvou muitas vidas. Envolveu-se na luta contra o anthrax, doença que estava dizimando animais domésticos.

A solução era sacrificar e enterrar os animais doentes. Nessa luta observou que animais que sobreviviam à doença adquiriam imunidade confirmando o trabalho de Jenner 50 anos antes.

Passou a aquecer os germes do anthrax atenuando-os e a inocular em animais sadios que ficavam imune àquela doença. Cunhou o termo vacina, reconhecendo o trabalho de Jenner.

Usando esses princípios preparou vacinas contra cólera de galinhas e raiva em humanos.

Em 1873 foi eleito membro da Academia Francesa de Medicina mesmo sem ser médico.

Louis Pasteur – Vida

A família mudou-se para Arbois quando Pasteur tinha de três a cinco anos de idade. Ele foi uma criança normal sem prenúncios de vir a ser um grande e respeitado cientista. Além dos estudos, ocupava-se, também, com pinturas e desenhos para as quais demonstrava ter grande habilidade. No colégio Real Besançon completa sua educação secundária.

Em seguida foi estudar em Paris, no famoso “Liceu Saint-Louis” e também assistir as famosas palestras proferidas por Monsieur Dumas na Universidade de Sorbonne.

Em 1842 é admitido na Escola Superior de Paris e em 1843 na “École Normale” onde iniciou seus estudos sobre os cristais. Em 1847 completa o curso de doutorado e no ano seguinte divulga as primeiras descobertas sobre a assimetria dos cristais, recebendo mais tarde um prêmio de 1.500 francos pela síntese do ácido racêmico. Em 1848 desencarna Jeanne Etiennette, sua mãe.

Em 1849 é nomeado Conferencista de Química da Universidade de Estrasburgo e casa-se com Marie Laurent. Em 1850 nasce sua primeira filha Jeanne, em 1851 seu filho Jean-Baptiste e em 1853 sua filha Cecile. Em 1854 foi nomeado Prof. e Diretor da Faculdade de Ciências de Lille. Nessa cidade começa estudos sobre a fermentação Láctea e os problemas que envolviam a fabricação do álcool, do vinho e do vinagre.

Em 1857 foi nomeado Administrador e Diretor dos Estudos Científicos da “École Normale”, manteve o cargo até 1867. Em 1858 nasceu sua filha Marie Louise.

Montou seu primeiro laboratório na “École Normale”. A bondade intrínseca de Pasteur. Sua crença no Infinito. Os ataques dos antagonistas. A cooperação da esposa.

No ano seguinte inicia estudos sobre a geração espontânea e descobre a vida anaeróbia. Em 1862 é eleito membro da Academia de Ciências de Paris. No ano seguinte nasce sua filha Camille.

Pasteur perdeu três dos cinco filhos nascidos. Continua estudos sobre os vinhos, pasteurização e sobre a doença do bicho-da-seda. Jean Joseph, seu pai, o seu melhor amigo, desencarna em 1865.

Divulga ” Estudos sobre os Vinhos”. Em 1867 é indicado como Professor de Química da Sorbonne. Invenção da Pasteurização. Em 1868 sofre um derrame cerebral. Continua estudos sobre os bicho-da-seda. Em 1871 inicia estudos sobre os problemas da cerveja. Dois anos depois é eleito para a Academia de Medicina. Os microorganismos, os micróbios e as doenças específicas. As descobertas de Robert Koch.

Outros cientistas: Princípios da soroterapia.

Em 1877 Pasteur divulga os primeiros trabalhos sobre o antraz. Em 1878 realiza estudos sobre a gangrena, septicemia e febre puerperal. Publica sua Teoria dos Germes e suas aplicações na medicina e na cirurgia.

Em 1879 estuda a cólera das galinhas. Descoberta das culturas atenuadas. O incansável cientista no ano de 1880 inicia seus estudos sobre a raiva, um dos mais difíceis para ele e sua equipe.

Pasteur começa a colher os frutos dos seus esforços, dos seus trabalhos. As vacinas atenuadas são grande vitória.

Em 1881 é eleito membro da Academia Francesa. “Ser um dos quarenta parecia-lhe honra excessiva”.

Vigiava-se para não se deixa empolgar pelas vitórias. Sessão solene para a recepção de Pasteur na Academia Francesa no dia 27 de abril de 1882. Dia de emoção.

Experiência na fazenda Pouilly-le-Fort com a vacina contra o antraz. Vacinação contra a cólera das galinhas e a febre esplênica. Continua estudos sobre a raiva.

Pasteur no Congresso de Medicina em Londres onde é ovacionado.

Continua os estudos sobre a cólera e as experiências sobre a vacinação anti-rábica nos anos de 1883 e 1884. Em 1885 vacina o menino Joseph Meister, de 9 anos e Jean Baptiste Jupille o jovem herói que lutou e matou um cão com a raiva, que o atacara. Foram os primeiros seres humanos vacinados contra a raiva. Vitória de Pasteur, os dois foram salvos. Em 1886 trata de dezesseis russos mordidos por um lobo com a raiva.. Todos foram salvos.

Em 1887 Pasteur sofre um segundo derrame.

Em 1888 foi inaugurado o Instituto Pasteur de Paris. Em 1889 a nova Sorbonne é inaugurada.

Sem nunca ter parado de trabalhar Pasteur chega aos seus 70 anos. Jubileu comemorado na Sorbonne. Joseph Lister, cirurgião inglês, o homenageia. Presidente da França, Sadi Carnot, presente.

O discurso do homenageado. Elogios, aplausos, discursos, presentes.

Em 1894 nos laboratórios do Instituto Pasteur é descoberta a vacina contra a difteria.

Desencarnação de Pasteur, em Villeneuve l’Etang, no dia 28 de setembro de 1895, com 72 anos de idade. Seu corpo repousa na “Chapelle Funéraire” do Instituto Pasteur de Paris.

Pasteur retorna à Pátria Espiritual. Partiu da sua querida França em busca das recompensas celestes e de novos trabalhos, de novos afazeres. A estatura espiritual de Pasteur. Mensagem do “Irmão Humilde”.

A chegada do Espírito Pasteur à Federação Espírita do Estado de São Paulo – FEESP. A implantação dos Trabalhos a partir de 1936.

Pasteur e a derrubada da abiogênese

Alguns anos antes de a Academia oferecer o prêmio, o cientista francês, Louis Pasteur ( 1822 ? 1895 ) já havia realizado alguns experimentos sobre a origem dos microorganismos.

A experiência nos Alpes

Pasteur ferveu frascos de vidro contendo caldos nutritivos e derreteu seus gargalos no fogo, de modo a fecha-los completamente. Os frascos foram levados até grandes altitudes, nos Alpes, onde foram abertos para que os caldos ficassem expostos ao ar das montanhas. Em seguida os gargalos dos frascos foram novamente derretidos e fechados.

De volta ao laboratório, Pateur verificou que apenas um dos vintes frascos abertos nas montanhas havia se contaminado; os outros dezenove permaneciam estéreis, mesmo depois de passados muitos dias.

Com esse experimento, Pasteur pensou ter derrubado o argumento de que era a falta de ar fresco que impedia o aparecimento de vida nos caldos fervidos, a final, os frascos abertos nas montanhas haviam recebido ar fresco e não se contaminaram. Sua explicação foi que o ar das montanhas continha muito menos ?sementes? de organismos microscópicos do que o ar da cidade, onde qualquer frasco aberto sempre se contaminava.

Na presença dos membros da Academia Francesa de Ciências Pasteur quebrou o gargalo de alguns frascos, expondo, pôr alguns minutos, os caldos nutritivos ao ar da cidade. Em seguida, vedou novamente os frascos.

Três dias depois, todos os frascos que haviam sido abertos estavam contaminados. Essa demonstração, no entanto, não satisfez os membros da comissão julgadora, que solicitaram mais provas.

Os frascos com pescoço de cisne

Em um novo experimento, Pasteur preparou quatro frascos de vidro contendo caldos nutritivos e amoleceu seus gargalos no fogo, esticando-os e curvando-os de modo que tomassem a forma de um pescoço de cisne.

Em seguida, ferveu os caldos até que saísse vapor pela extremidade do gargalo longo e curvo.

À medida que os frascos esfriavam, o ar do exterior penetrava pelo gargalo. Era mesmo possível ver partículas suspensas no ar ficarem retidas nas paredes do pescoço longo e curvo, que funcionava, assim, como uma espécie de filtro de ar.

Até o próprio Pasteur se surpreendeu com o resultado: nenhum dos quatro frascos pôr ele preparados se contaminou. Não era a falta de ar fresco, portanto, que impedia a proliferação de microorganismos no caldo. Apesar de o ar passar livremente pelo tortuoso gargalo, nenhum ser vivo havia sido gerado espontaneamente nos caldos nutritivos.

Com esse célebre experimento, Pasteur ganhou o prêmio da Academia Francesa de Ciências e sepultou, de uma vez pôr todas, a hipótese da geração expontânea.

Experimentos de Pasteur – Resumo

Em 1862, o grande cientista francês Louis Pasteur testou a validade de uma crença amplamente difundida na geração espontânea.

Durante séculos, a população em geral e os naturalistas acreditaram que uma variedade de organismos poderia surgir espontaneamente, sem serem gerados por organismos parentais semelhantes.

Pasteur baseou seu projeto experimental em uma série de observações. Ele sabia que as bactérias crescem em recipientes abertos de caldo de carne. Ele também sabia que, se o caldo for fervido por uma hora em um recipiente lacrado que permanece lacrado, nenhuma bactéria crescerá nele. Além disso, ele observou que as bactérias são encontradas em partículas de poeira que flutuam no ar. De posse dessas informações, Pasteur montou um experimento definitivo para testar se os micróbios surgem de micróbios pré-existentes ou são gerados espontaneamente.

Louis Pasteur desenvolveu um procedimento para testar se o caldo nutriente estéril poderia gerar vida microbiana espontaneamente. Para fazer isso, ele montou dois experimentos. Em ambos, Pasteur adicionou caldo nutriente aos frascos, dobrou os gargalos dos frascos em formas de S e, em seguida, ferveu o caldo para matar quaisquer micróbios existentes.

Se não for perturbado, o caldo nesses frascos ficará turvo com crescimento microbiano?

Depois que o caldo foi esterilizado, Pasteur quebrou os pescoços de cisne de alguns dos frascos, expondo o caldo nutriente dentro deles ao ar de cima. Os frascos restantes foram deixados intactos.

Com o tempo, partículas de poeira do ar caíram nos frascos quebrados, mas nos frascos intactos, as partículas de poeira permaneceram perto da ponta do pescoço de cisne.

Eles foram incapazes de viajar contra a gravidade para os frascos.

O caldo nos frascos quebrados rapidamente ficou turvo – um sinal de que fervilhava de vida microbiana. No entanto, o caldo nos frascos inteiros permaneceu claro. Sem a introdução da poeira – na qual os micróbios podem viajar – nenhuma vida surgiu. Pasteur, portanto, refutou a noção de geração espontânea.

Fonte: science.howstuffworks.com/www.angelfire.com/www.members.tripod.com/bcs.whfreeman.com/bio.libretexts.org

 

 

 

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