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Helmintologia

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DEFINIÇÃO E POSIÇÃO SISTEMÁTICA DOS HELMINTOS

Helmintologia é o conjunto de conhecimentos sobre animais endoparasitos que recebem a denominação geral de helmintos. Estes pertencem a vários grupos zoológicos. A reunião de animais parasitos de grupos zoológicos diversos em um só ramo de estudo é justificada pelo habitai e pela aproximação de caracteres originários de uma evolução convergente motivada pelo endoparasitismo.

Outrossim, o parasitismo acarreta evolução por vezes complexa, mas sempre, de algum modo, semelhante nos diversos grupos. Os helmintos podem ou não parasitar durante a vida larvar, mas quase sempre o fazem no período de maturidade sexual. As exceções que se conhecem são a dos Gordiacea e a dos Mermithidae que só parasitam na fase larvar.

Animais de corpo muitas vezes volumoso, acarretam ao organismo que os hospeda perturbações traumáticas muito fortes; outras vezes, por sua localisação em órgão de função nobre e essencial, produzem perturbações graves, muitas vezes de resultado letal.

Para se nutrirem absorvem, ora substâncias dos organismos hospedadores, ora substâncias digeridas para uso deste. Além disto, por seus sucos digestivos, determinam intoxicações agudas ou crônicas por vezes muito graves.

Animais que comprometem a vida do hospedador, portanto do meio em que vivem, para perpetuar a espécie são dotados de capacidade de multiplicação espantosa, constituindo um dos fatos mais notáveis em biologia o desperdício de energia representado pela intensa disseminação de elementos reprodutores.

Esta dispersão intensa de ovos ou de embriões, os quais são muitas vezes dotados de grande resistência aos agentes habituais de destruição da vida, não só garante a perpetuação da espécie, como, em muitos casos, quando as condições ambientes e do hospedeiro facilitam a realização completa do ciclo, permite tal proliferação que acarreta o aniquilamento da espécie hospedadora determinando um desequilíbrio biológico.

Alguns grupos são dotados da capacidade das formas larvares se multiplicarem, produzindo uma ou mais gerações, antes de atingirem a fase sexuada. Não obstante o ciclo, muitas vezes complexo, algumas espécie podem atingir um tal grau de disseminação que todos os indivíduos da espécie hospedadora de uma mesma região sejam atacados.

Sob o ponto de vista zoológico os helmintos são distribuídos em grupos bem diversos, sendo a maioria deles de vida exclusivamente parasitária. O estudo da morfologia e da evolução, porém, demonstra o afastamento destes grupos sob o ponto de vista filogenético.

Além de apresentarem fenômenos biológicos do maior interesse científico, muitos deles parasitam o homem e os animais domésticos, comprometendo a vida ou o rendimento de suas atividades, acarretando prejuízos sociais e econômicos do maior interesse.

Para exemplificar bastará citar o Necator americanus (Stiles, 1902), produtor da opilação, que acarreta o definhamento de populações rurais inteiras; o Schistosoma haematobium (Bilharz, 1852), que determinou o aniquilamento da civilização egípcia, as espécies do gênero Haemonchus Cobb, 1898, que determinam os maiores prejuízos às criações de gado bovino e ovino: o Echinococcus granulosus (Batsch, 1786), que prejudica enormemente os rebanhos ovinos além de produzir no homem, que também o pode hospedar, as suas impressionantes formas evolutivas, com a constituição de lesões das mais comprometedoras para a vida, etc.

Os animais que tomam a denominação geral de helmintos pertencem a grupos zoológicos diversos tendo como traço comum o endoparasitismo, que acarreta a redução dos aparelhos de nutrição e relação em benefício do de reprodução e sobretudo a redução dos órgãos locomotores e fixadores, pela sua inutilidade.

Há também a redução dos órgãos respiratórios, que desaparecem como aparelho diferenciado. A aproximação entre os vários grupos de helmintos nos é sugerida principalmente pelos seus hábitos, pelo aspecto que apresentam à primeira vista e pelos prejuizos causados ao homem.

A reunião de grupos zoològicamente diversos em um estudo de conjunto satisfaz ao critério parasitológico, mas o ponto de vista zoológico em nada autoriza semelhante reunião. E’ porém critério comumente usado em zoologia o estudo de grupos de seres os mais diversos reunidos por condições de ordem biológica ou ecológica. Assim são os estudos do plancton e de outros capítulos da hidrobiologia, da fauna das bromélias, das águas paradas, etc.

O estudo da helmintologia abrange os seguintes grupos zoológicos: Trematoda, Cestoda, Acanthocephala e Linguatulida, exclusivamente parasites; Gordiacea, parasito nas fases evolutivas e livre na fase sexuada, e Nematoda, com espécies parasitas de animais e de vegetais, além de numerosas outras de vida livre.

No estudo dos nematódeos pode-se bem apreciar o sentido da evolução parasitária, pela comparação das formas livres com as parasitas, com ciclos de vida livre. Desde logo ressalta a maior capacidade de reprodução das espécies parasitas ou, em uma mesma espécie, entre o ciclo de vida livre e o parasitário.

De regra a helmintologia não se ocupa com os nematódeos exclusivamente livres, sendo estes estudados em Nematologia como nos diversos capítulos da hidrobiologia ou da limnologia.

A situação dos animais estudados sob a denominação de helmintos não é uniformemente aceita pelos diversos tratadistas.

Sobre os trematódeos, polistomídeos e cestódeos não há divergência — são incluídos no Phylum Platyhelminthes.

Os nematódeos são geralmente aproximados de grupos dos quais divergem pelo modo discontínuo de crescimento e pela ausência de uma larva ciliada. Concordamos com os autores que aproximam estes animais dos artrópodos afastando-os, deste modo, dos vermes propriamente ditos.

Quanto aos acantocéfalos, geralmente aproximados dos nematódeos, não temos dúvida em incluí-los entre os platelmintos, ao lado dos cestódeos. Como os platelmintos, têm inicialmente uma larva ciliada, crescimento contínuo (sem ecdises), semelhança na formação da tromba por uma invaginação da periferia da larva, musculatura sincicial, etc.

Os gordiáceos têm igualmente a situação discutida; o conhecimento da evolução e mesmo da morfologia deste grupo ainda é deficiente.

Quanto aos linguatulídeos a tendência moderna é mantê-los como grupo de afinidades incertas entre os artrópodos porém definitivamente afastados dos aracnídeos, como era outrora considerado.

LAURO TRAVASSOS

Fonte: www.icb.usp.br

Helmintologia

O que é

Helmintologia é o estudo dos vermes parasitas. Este campo lida com o estudo, taxonomia e os efeitos sobre os seus anfitriões.

A origem do primeiro composto da palavra vem do grego que significa “verme”.

No século 18 e início do século 19, houve uma onda de publicações sobre Helmintologia que foi descrito como “Era de Ouro” da Helmintologia.

Durante esse período, os autores William Blaxland Benham, Peter Simon Pallas, Marcus Elieser Bloch, Otto Friedrich Müller, Johann Goeze, Friedrich Zenker, Carl Asmund rudolphi e Johann Gottfried Bremser começaram os estudos científicos sistemáticos sobre o assunto.

Significado de Helmintologia

Helmintologia é o capítulo da zoologia que estuda os vermes em geral e especialmente os que são parasitas.

O termo helminto, apesar de intensamente utilizado, não faz parte da nômina técnica, que do ponto de vista taxonômico é representa do pelos filos Plathyhelminthes e Nemathelmintes.

Os helmintos são responsáveis pelas helmintoses, e dividem-se em dois filos de interesse: platelmintos (trematoda e cestoda) e nematelmintos.

As helmintoses ou verminoses intestinais são responsáveis por: desnutrição, avitaminoses, distúrbios gástricos e intestinais, estados convulsivos, prejuízos ao desenvolvimento físico e mental das crianças e outros.

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS HELMINTOS

São conhecidos vulgarmente como vermes
Apresentem simetria bilateral e são seres pluricelulares
Podem apresentar vida livre ou parasitária
Podem ser achatados ou cilíndricos
Podem ser ovíparos, ovovivíparos e vivíparos
Possuem formas larvais e adulta

FILO PLATYHELMINTHES

Corpo com simetria bilateral e achatado dorso-ventralmente
Sem cavidade celômica
Não possuem sistemas esquelético, circulatório e respiratório
A maioria é hermafrodita, com aparelhos reprodutores complexos

CLASSE DIGENEA (TREMATODA)

Corpo não segmentado
Apresenta ventosas como órgão de fixação
Tubo digestivo incompleto
Apresentam tegumento que pode possuir espinhos

Fonte: www.professores.uff.br

Helmintologia

Adolpho Lutz e a Coleção Helmintológica do Instituto Osvaldo Cruz

Esta obra, além de seu conteúdo histórico-científico da mais alta qualidade, contém, implicitamente, um apelo sentimental para todos aqueles envolvidos com a Coleção Helmintológica do Instituto Oswaldo Cruz (CHIOC). Isso se deve ao fato de que a presente inclusão do material do dr. Adolpho Lutz na CHIOC assemelha-se ao recebimento de uma pessoa que, ao visitar-nos, resolveu ficar ao nosso lado, compartilhando conosco do seu mundo tão rico e fértil em realizações.

É assim que vejo este livro, que é um retrato de uma vida voltada à ciência e, neste caso particular, aos primórdios do estudo da Helmintologia no Brasil. Esse campo, que já despontava como um dos mais adequados à exploração da rica biodiversidade de nosso país, vem sendo, na atualidade, alvo de enfoque internacional.

Adolpho Lutz, com seus estudos, antecipou o futuro, preocupando-se em dar conhecimento das espécies de parasitos que ocorriam principalmente no Brasil, fornecendo subsídios para os pesquisadores que o sucederam. Junto ao estudo dos helmintos parasitos de vertebrados e invertebrados brasileiros, houve, também, interesse na fauna helmintológica de outros lugares, representados, ainda que em menor quantidade, por outros dois países da América do Sul seguidos pela América do Norte, Europa e Ásia.

A inclusão do acervo de Adolpho Lutz na CHIOC, a partir dos esforços pioneiros de João Ferreira Teixeira de Freitas, a quem a obra é dedicada, foi fator de enorme importância, posto que a CHIOC, na qualidade de um dos fiéis depositários do patrimônio genético nacional, tem a oportunidade de preservar, através de rico material, a memória científica do Brasil. Este compêndio, por sua vez, permite que os dados reunidos no acervo sejam amplamente divulgados. O livro é composto, a rigor, de duas partes distintas.

Na primeira, são apresentados um histórico da coleção de helmintos do Instituto Oswaldo Cruz, os dados biográficos de Adolpho Lutz e os estudos que desenvolveu em helmintologia. Na segunda, listam-se os helmintos reunidos pelo pesquisador e todo o seu acervo é inventariado, de forma sistematizada, o que reflete a grandeza da coleção e sua importância para a ciência, especialmente para helmintologistas, zoólogos e ambientalistas. Assim, são apresentados os nematoides, trematódeos monogenéticos e digenéticos, cestoides, acantocéfalos, anelídeos, pentastomídeos e temnocefalídeos, seus hospedeiros, proveniências e números de registro da inclusão do material na CHIOC.

Esta é, portanto, uma obra definitiva. É, na realidade, a visita que veio para ficar e que recebemos com enorme orgulho.

Delir Corrêa Gomes Maués da Serra Freire

A formação da Coleção Helmintológica do Instituto Oswaldo Cruz

Em 25 de maio de 1900, o governo brasileiro inaugurou o Instituto Soroterápico Federal na antiga fazenda de Manguinhos e designou Pedro Affonso Franco (Barão Pedro Affonso) para ser o diretor da nova instituição. Dois anos depois, Pedro Affonso foi substituído na direção do Instituto pelo jovem médico Oswaldo Cruz, o qual permaneceu no cargo até sua morte, em 1916. Em dezembro de 1907 o Instituto Soroterápico passou a ser denominado Instituto de Patologia Experimental e, alguns meses mais tarde, em 1908, foi renomeado como Instituto Oswaldo Cruz em homenagem ao seu diretor. Desde a sua fundação, o Instituto reuniu os mais promissores pesquisadores brasileiros em diferentes ramos da pesquisa científica, os quais ajudaram a consolidar essa instituição científica como uma das mais importantes da América Latina.

Em 1913 foram criados o Laboratório de Helmintologia, conhecido atualmente como Laboratório de Helmintos Parasitos de Vertebrados, e a coleção helmintológica sob a designação “Coleção do Instituto”. José Gomes de Faria, um dos membros do corpo de pesquisadores, vinha dedicando-se ao estudo de helmintos e foi escolhido para chefiar o novo laboratório, onde permaneceu de 1913 a 1915. Lauro Pereira Travassos, que já fazia parte da equipe do laboratório, como pesquisador, assumiu sua chefia a partir de 1915 (Faria & Travassos, 1913; Fonseca-Filho, 1974).

As primeiras amostras da Coleção do Instituto pertenciam à coleção particular de Faria e iriam compor o acervo inicial da Coleção Helmintológica do Instituto Oswaldo Cruz (CHIOC). A maioria das amostras de helmintos não apresenta data de coleta, sítio de infecção e proveniência, e apenas uma pequena parte contém as datas de necropsias realizadas entre 1907 e 1916.

Embora Gomes de Faria tenha realizado inúmeras necropsias, as amostras de 1907 estão reduzidas a dezessete itens, em virtude da má fixação dos exemplares, de acordo com comentário de Travassos (1962).

Pesquisadores do Instituto Soroterápico em campanhas contra as endemias no Brasil (febre amarela, peste bubônica e varíola), além de tratar a população doente, aproveitavam a ocasião para investigar os animais domésticos e silvestres da fauna brasileira. Quando regressavam ao Instituto, o material parasitário coletado era entregue aos diferentes cientistas, de acordo com sua área de especialidade.

Na CHIOC temos amostras de nematoides coletados durante necropsias em aves da Região Amazônica por Oswaldo Cruz em 1910, quando da campanha sanitária para impulsionar a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

Carlos Chagas, Magarino Torres e Nery Guimarães, entre outros pesquisadores, também contribuíram para ampliar a CHIOC.

O primeiro depósito na CHIOC é um cestoide de interesse humano, conservado em meio líquido, Taeniarhynchus saginatus (Goeze, 1782) Weiland, 1858, que foi indexado como Taenia saginata, proveniente do Rio de Janeiro, sem data de coleta e incluído por Travassos. Os depósitos correspondentes aos números 2 e 3 também são helmintos em meio líquido, sendo o primeiro resultante de necropsia de ave doméstica e, o segundo obtido de humanos. A primeira preparação definitiva (lâmina) corresponde ao número 4, e ao nematoide Cruzia tentaculata Travassos, 1917, parasitando um animal silvestre. A maior expansão da coleção se deu, primeiro, através da obtenção de material helmintológico coletado durante as grandes expedições realizadas por Travassos e seus colaboradores às diferentes regiões do Brasil e, depois, pela continuação dessas atividades por parte de diversos pesquisadores, que vêm investigando a ocorrência de helmintos parasitos de animais terrestres e marinhos de nossa fauna. Outro procedimento para ampliar o acervo helmintológico está relacionado às incorporações de coleções institucionais, como as do Museu Paulista (588 amostras) no período de 1878 a 1909, do Instituto Pasteur de São Paulo (17 amostras), obtidas no período de 1898 a 1915, do Instituto Bacteriológico de São Paulo (33 amostras), do Instituto Butantan (102 amostras) entre 1912 e 1938 e do Instituto Biológico de São Paulo (8 amostras), de 1929 a 1931 (Travassos, 1917a; Travassos, 1917b; Noronha & Pinto, 2006).

Das coleções particulares, a primeira a ser incorporada foi a de Pedro Severiano de Magalhães, pertencente à Escola Bahiana de Medicina, importante centro de estudos de helmintogia no Brasil durante os séculos XIX e XX, com somente 15 amostras obtidas entre 1878 e 1915. Os principais tipos dessa coleção encontram-se na Alemanha, Áustria e Suíça, principalmente os cestoides.

A CHIOC é citada de diferentes maneiras ao longo dos anos, a saber, “Colleção do Instituto” (Faria & Travassos, 1913), “Col. helm.” [sic] (Travassos, 1917) e, finalmente, “Colleção helminthologica do Instituto Oswaldo Cruz” (Lent & Freitas, 1935). A CHIOC é a maior do gênero na América do Sul e está entre as maiores coleções de referência mundial.

Possui em seu acervo helmintos de animais da fauna brasileira, incluindo aqueles que estão entre os ameaçados de extinção, segundo lista divulgada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama). Contém uma grande biodiversidade e abrange, no Brasil, representantes dos diferentes biomas que compreendem a Amazônia, a Mata Atlântica, o Cerrado, a Caatinga, o Pantanal, o Pampa, o Urbano e as Águas continentais e marinhas. Graças a doações de espécimes por parte de pesquisadores estrangeiros, há helmintos oriundos dos cinco continentes. A quantidade de amostras de seu acervo tem crescido constantemente, em razão do grande número de depósitos realizados por pesquisadores, tanto do Brasil como do exterior. A coleção conta, atualmente, com cerca de 37 mil amostras (o que não indica o número de espécimes, que pode variar de um a centenas, por amostra).

As amostras estão preservadas em meio líquido ou em bálsamo, sob a forma de lâminas definitivas, representando holótipos, parátipos e espécimes representativos (vouchers) de cestoides, monogenoides, trematódeos, rhabdocelos, nematoides de vertebrados e invertebrados, acantocéfalos, gordiáceos e pentastomídeos. Algumas amostras de copépodes e hirudíneos parasitos têm sido aceitas para inclusão. Sua natureza inicial, exclusivamente helmintológica, amplia-se, assim, para que se torne um acervo de perfil parasitológico mais diversificado.

Travassos (1914), quando da publicação de um de seus trabalhos, introduz a expressão “Typo no Instituto Oswaldo Cruz”, para assinalar a natureza do depósito, em vez de referir-se à coleção. Nas publicações onde não encontramos menção a “espécies-tipo”, as informações dizem respeito somente a hospedeiro, sítio de infecção e distribuição geográfica, sem referência ao local de depósito. As espécies provenientes de outras coleções institucionais ou particulares e que foram incluídas na CHIOC mantêm o número de origem, acrescido daquele da nova designação, como se pode constatar nas inclusões feitas por Travassos (1917a, b) das coleções do Instituto Bacteriológico de São Paulo e do Museu Paulista.

Naquela ocasião, Travassos também designou espécimes tipo e representativos (vouchers) dessas coleções institucionais incorporadas, utilizandose de numeração e referência à coleção, como “Col. Helmint.” [sic] (Travassos, 1917a). Posteriormente, Noronha e Pinto (2006) reava-liaram a incorporação de amostras provenientes da primeira instituição citada ao estabelecerem o novo status de duas espécies-tipo anteriormente incluídas. De 1917 a 1934, os pesquisadores do Laboratório de Helmintologia do Instituto Oswaldo Cruz não mencionaram o número e o local de depósito das amostras de helmintos, e só vinte anos depois Herman Lent e Freitas (1935) utilizaram-se de uma nova forma para indicar o depósito da espécie-tipo na CHIOC, sob a designação “Typos na collecção helminthologica do Instituto Oswaldo Cruz”, que só foi definitivamente adotada três anos mais tarde.

Lent e Freitas (1938) ao estudarem material helmintológico proveniente do Amazonas fizeram, novamente, menção a espécimes voucher, na Escola Helmintológica de Manguinhos, de acordo com esta afirmação: “Os exemplares examinados foram incluídos na Colleção Helminthologica do Instituto Oswaldo Cruz…”. Porém, em publicações subsequentes não há referências ao tombamento numérico dos espécimes voucher depositados na CHIOC, procedimento que só foi adotado definitivamente em 1953 e considerado como norma a partir de 1956. A inclusão numérica do material tipo da CHIOC proveniente da chamada “Escola Helmintológica de Manguinhos” é iniciada por Travassos (1938) quando estuda a fauna helmintológica de vertebrados em Mato Grosso e, também, atribui números a outras espécies-tipo descritas por ele anteriormente. Assim, a primeira espécie-tipo daquela escola a ser designada numericamente, em um trabalho científico, foi o trematódeo Nephrostomus limai Travassos, 1922, depositado na CHIOC sob o número 3767 (Travassos, 1938).

Porém, os tipos de Cruzia tentaculata Travassos, 1917, que faziam parte de material indeterminado, coletado por Adolpho Lutz e doado para estudo pelo Instituto Bacteriológico de São Paulo, foram, realmente, os primeiros a serem incorporados, sob o número 1413 (Travassos, 1917a; Noronha & Pinto, 2006).

Para se catalogar previamente o material helmintológico coletado durante excursões ao interior do Brasil, o(s) número(s) do(s) helminto(s) correspondia(m) à numeração assinalada no topo das páginas dos cadernos de necropsias, vinculados à CHIOC, metodologia seguida até a presente data. Dessa forma, as amostras são associadas à coleção pelas designações numéricas das necropsias e por numeração correspondente à posterior inclusão dos espécimes ao acervo definitivo.

Amílcar Rêgo et al. (1979) registraram a existência de algumas centenas de espécies-tipo de helmintos depositados na CHIOC. No início da década de 1980, a coleção foi citada em um guia sobre as coleções de parasitos no mundo (Rêgo, 1982), ocasião em que também se deflagrou o processo que tornaria a CHIOC uma coleção institucional em 1993.

Em 2000, quando do centenário do Instituto Oswaldo Cruz, a home page da CHIOC (helmintologia.ioc.fiocruz.br) foi disponibilizada ao público. Três anos depois, ao longo de 2003, trabalhou-se em um novo banco de dados para a informatização da coleção helmintológica. Em 2005 a CHIOC foi incluída no Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA), no cadastro de coleções zoológicas do Brasil, para, em seguida, ser designada, com outras, como fiel depositária do patrimônio genético brasileiro.

No presente catálogo, apresentamos a coleção helmintológica formada por Adolpho Lutz, que foi pioneiro nos estudos helmintológicos no Brasil e um dos mais importantes pesquisadores brasileiros. Sua coleção, que foi sendo incorporada em diferentes momentos à Coleção Helmintológica do Instituto Oswaldo Cruz (CHIOC), encontra-se agora totalmente catalogada e tombada como parte do acervo da Instituição.

Este catálogo complementa a coletânea de trabalhos sobre helmintos de Adolpho Lutz, que foram todos republicados – com tradução para o português daqueles escritos originalmente em alemão – pelos pesquisadores Jaime Benchimol e Magali Romero Sá em 2007, em Adolpho Lutz, Obra Completa: Helmintologia.

Helmintologia
Pavilhão central do Instituto Oswaldo Cruz, em forma de Castelo mourisco, inaugurado em 1910

Helmintologia
Lauro Travassos (1890-1970)

Helmintologia
José Gomes de Faria (1887 -1962)

Helmintologia
João Teixeira de Freitas (1912-1970)

Os estudos helmintológicos de Adolpho Lutz e a formação da coleção de helmintos

Adolpho Lutz, médico, pesquisador brasileiro, filho de pais suíços que imigraram para o Brasil em 1850, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 18 de dezembro de 1855. Aos dois anos de idade, Lutz viajou com a família para a Suíça com a família, onde permaneceu por 24 anos. Seus pais regressaram para o Brasil em 1864, deixando Adolpho e mais dois irmãos sob os cuidados de familiares na Basileia, para serem educados.

Em 1874, Adolpho Lutz matriculou-se na Universidade de Berna para estudar medicina. Após frequentar os cursos básicos de seis semestres na Faculdade de Medicina, viajou para Leipzig, Estrasburgo e Praga, para realizar estudos de aperfeiçoamento teórico e de prática médica.

Em Leipzig, entrou em contato com o parasitologista Karl Georg Friedrich Rudolph Leuckart (1822-1898), com quem aprendeu as novas técnicas histológicas e os métodos de fixar e corar microrganismos. Em 1879, obteve o diploma de médico pela Universidade de Berna e, no ano seguinte, o de doutor em medicina (Sá & Benchimol, 2004).

Adolpho Lutz retornou ao Brasil em 1881 e tentou fixar-se em Petrópolis, cidade serrana no Rio de Janeiro, mas acabou optando por Limeira, importante centro agrícola no interior do estado de São Paulo, com cerca de quatro mil habitantes e expressiva colônia suíço-alemã, onde se estabeleceu (Sá & Benchimol, 2004).

De junho de 1882 a março de 1885, quando viveu em Limeira, Lutz realizou importantes investigações clínicas e estudos pioneiros sobre helmintos parasitas de animais domésticos e do homem.

Em 1885 publicou na Sammlung Klinischer Vorträge in Verbindung mit deutschen Kliniker, Innere Medicin (Coletânea de conferências clínicas em cooperação com os médicos alemães, Medicina Interna), organizada por Richard von Volkmann, um dos seus mais relevantes trabalhos na área da helmintologia: Ueber Ankylostoma duodenale und Ankylostomiasis (Sobre Ancylostoma duodenale e Ancilostomíase). Nesse trabalho, publicado em duas partes – nos fascículos de números 255-6 (Innere Medicin n.88), p.2295-350 e de número 265 (Innere Medicin n.92), p.2467-506 –, Lutz confirmou as verificações de Giovanni Baptista Grassi, Leuckart e outros sobre o ciclo de vida livre do helminto; estudou em profundidade a evolução do parasita, desde a fase de ovo e sua eliminação com as fezes do hospedeiro, até o verme adulto, confirmando seu hematofagismo, além de descrever a ação patológica, o quadro clínico, o diagnóstico e tratamento, a epidemiologia e as formas de controle (Lutz, 1885 in Benchimol & Sá, 2007; Rey, 2007; Deane, 1955). A versão em português desse trabalho só seria publicada alguns anos depois, entre 1887 e 1889, na Gazeta Médica da Bahia e em Brazil-Medico (Lutz, 1887-1889, e Lutz, 1888, in Benchimol & Sá, 2007).

Ainda em 1885 e 1886 saíram publicadas, em outros dois periódicos alemães, suas observações sobre outros helmintos parasitas do homem e de animais.

Pioneiro nos estudos sobre estrongiloidose, Lutz, em um dos artigos, apresentou suas observações sobre o ciclo evolutivo do Rhabdonema (Strongyloides) no porco doméstico, verificando ser essa uma espécie diferente daquela encontrada no homem. Seus estudos sobre o ciclo evolutivo desse nematódeo foram, nas palavras de Arthur Neiva, “o caminho para as pesquisas científicas sobre doenças de animais no Brasil” (Neiva in Deane, 1955, p.79; Lutz, 1885; Lutz, 1885-6, in Benchimol & Sá, 2007).

Em meados de 1885 Lutz viajou para Hamburgo, onde ficou por um ano trabalhando na clínica dermatológica fundada pelo médico alemão Paul Gerson Unna (1850-1929). Lá desenvolveu estudos sobre a morfologia do bacilo causador da hanseníase e outras pesquisas relacionadas a várias doenças dermatológicas (Benchimol & Sá, 2004).

Em 1886, Lutz regressou ao Brasil e instalou-se na capital do estado de São Paulo, onde retomou seus estudos sobre helmintos. Entre 1887 e 1888 iniciou uma série de publicações sobre o modo de transmissão e o desenvolvimento da Taenia elliptica e do Ascaris lumbricoides no periódico alemão Centralblatt für Bakteriologie und Parasitenkunde, tendo publicado, também em 1888, no periódico Deutsche Medizinal-Zeitung, importante trabalho sobre terapia e profilaxia da triquinose (Lutz, 1887; Lutz, 1888a, b, c, d, e, f, in Benchimol & Sá, 2007). Em seus trabalhos Lutz dialogou com os estudos de Grassi e Leuckart sobre esses grupos. Nos estudos sobre Ascaris lumbricoides, o pesquisador brasileiro concordava com Grassi acreditando que a infestação do homem se dava através da ingestão dos ovos embrionados e não através de um hospedeiro intermediário, como admitia Leuckart. Lutz estudou em culturas a evolução dos ovos de Ascaris, e engoliu, ele próprio, um saquinho com ovos embrionados, para verificar a ação do suco gástrico. Os resultados de suas pesquisas iriam causar grande impacto entre esses parasitologistas, e levaram até mesmo Leuckart a se posicionar em relação às conclusões do pesquisador brasileiro. Leuckart chegou a publicar um adendo ao trabalho de Lutz em que explicava sua posição (Leuckart, 1887, in Benchimol & Sá, 2007).

No ano de 1889 Lutz foi indicado por Unna ao Conselho de Saúde do Reino do Havaí para chefiar os serviços médicos do leprosário instalado na ilha de Molokai. O médico brasileiro desembarcou em Honolulu em 15 de novembro de 1889, e realizou seus trabalhos na Receiving Station de Kalihi. Menos de um ano depois, em setembro de 1890, demitiu-se do cargo de Government Physician for the Study and Treatment of Leprosy, juntamente com Amy Marie Gertrude Fowler, enfermeira inglesa que se oferecera como voluntária para tratar dos doentes em Molokai e com quem se casaria em abril de 1891 (Corrêa, 1992; Benchimol & Sá, 2004).

No Havaí, Lutz dedicou-se também aos estudos da história natural da região, coletando espécimes zoológicos e botânicos para cientistas e museus na Alemanha, além de material para seus próprios estudos. Foi lá que deu início ao estudo do trematódeo Distomum hepaticum (atualmente Fasciola hepatica), parasita dos canais hepáticos do gado bovino e eventualmente do homem. Além de estudar o helminto parasita, Lutz pesquisou as principais espécies de moluscos, principalmente aquelas pertencentes ao gênero Lymnaea, que atuariam como hospedeiro intermediário. Além disso, assim como R. Leuckart e A. P. Thomas, que haviam completado o ciclo vital do parasito entre 1891 e 1893, dedicou-se também a estudar o ciclo evolutivo do helminto inoculando as cercárias em animais diversos como coelhos, cabras, bezerros etc. Os resultados da pesquisa de Lutz, publicados em 1893, apresentavam uma nova metodologia para pesquisa de ovos de Fasciola hepatica nas fezes dos animais. O exame de fezes pela sedimentação espontânea em água foi utilizado por Lutz em seus estudos sobre Schistosoma mansoni em 1919. Tal método ficou conhecido posteriormente como “método de Lutz e de Hoffmann, Pons e Janer” e passou a ser amplamente utilizado no diagnóstico helmintológico laboratorial (Lutz, 1893, 1894 in Benchimol & Sá, 2007a; Corrêa, 1992).

Ao retornar ao Brasil, em 1893, após passar uma temporada na Califórnia onde tentou exercer a clínica, Lutz foi convidado para dirigir o Instituto Bacteriológico de São Paulo, atual Instituto Adolfo Lutz. Lá, além de realizar pesquisas pioneiras na área da zoologia médica e de saúde pública, atuou em intensas campanhas sanitárias contra o cólera, a febre tifoide, a peste bubônica e a febre amarela (Benchimol, 2003).

Convidado por Oswaldo Cruz em 1908, já com mais de 50 anos, transferiu-se para o Rio de Janeiro para trabalhar no Instituto Oswaldo Cruz. Em Manguinhos dedicou-se principalmente aos estudos zoológicos, publicando importantes contribuições nas áreas de insetos hematófagos e de herpetologia. Os anfíbios se tornariam, a partir de 1924, um dos seus temas preferidos. Com a perda parcial da visão, seus últimos trabalhos nessa área contaram com a colaboração de sua filha Bertha (Benchimol & Sá, 2007b).

No Instituto Oswaldo Cruz, Adolpho Lutz permaneceu por 32 anos, até a sua morte em 1940. Alguns anos após sua chegada à Instituição, Lutz deu continuidade aos importantes estudos sobre helmintos digenéticos, iniciados em 1892, durante sua estada no Havaí.

A partir de 1916, Lutz iniciou os estudos sobre o Schistosoma mansoni, e durante os anos de 1917, 1918 e 1921 publicou o resultado de suas pesquisas pioneiras abrangendo o estudo do parasito e do molusco hospedeiro intermediário e a transmissão da doença. Lutz foi o primeiro pesquisador a observar detalhadamente não só a penetração do miracídio (embrião) no molusco, as condições ideais para que isso ocorresse, os pontos de preferência e a reação local provocada no tecido do caramujo, como também a formação dos esporocistos de 1ª e 2ª geração e a migração destes para as vísceras do hospedeiro, onde apareciam as cercárias. Em 1918 publicou-se estudo de Lutz sobre os moluscos planorbídeos do Brasil do gênero Planorbis, hospedeiro intermediário do Schistosoma mansoni. Nesse trabalho Lutz descreveu e discutiu 14 espécies provenientes de sete estados brasileiros – do Pará ao Rio de Janeiro –, além de fornecer uma lista de planorbídeos sul-americanos com um apêndice com as descrições originais de 14 espécies nomeadas por autores como d’Orbigny e Moricand, entre outros (Lutz, 1918; Paraense, 2007).

Paralelamente, iniciou infecções experimentais e estudos sistemáticos dos digenéticos, principalmente os de interesse médico-veterinário, como os dos gêneros Alaria, Ascocotyle, Distomum, Conchogaste, Clinostomum, Echinostoma, Neodiplostomum, Strigea e Urogonimus.

Nos hospedeiros intermediários desses digenéticos estudou a evolução dos miracídeos e os tipos de cercárias, classificando-as e comentando sobre o enquistamento (metacercária) que ocorre em alguns deles.

No hospedeiro definitivo, chamou a atenção para a correlação entre o número de cistos ingeridos e as formas adultas recuperadas.

Lutz realizou inúmeras infecções experimentais no intuito de verificar a possibilidade de existência de novos hospedeiros intermediários invertebrados, como também para completar o ciclo biológico de algumas espécies de trematódeos digenéticos. Em 1933, publicou trabalho sobre as formas larvares desses helmintos e propôs seis subdivisões para as dicranocercárias brasileiras, em um total de vinte espécies (Lutz, 1921a, b, c, d, 1922, 1928, 1929, 1931, 1933, 1934a, b, c, 1935a, b, in Benchimol & Sá, 2007a).

Em nota prévia apresentada em reunião da Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro, em 15 de setembro de 1926, Lutz comunicou novos achados sobre trematódeos e uma nova espécie de oligoqueto de rim de rã (Lutz, 1926). O anelídeo, da classe Oligochaeta, tinha sido obtido através de necropsia em Hyla rubra capturada em São Paulo por Lutz.

Enviado para Michaelsen, em Hamburgo, para determinação, a espécie foi denominada por este como Schmardaella lutzi e sua descrição publicada nas Memórias do Instituto Oswaldo Cruz (Michaelsen, 1926).

Nesse artigo, Michaelsen, além de fazer a descrição da espécie, afirmou ser essa a segunda do gênero, além de S. filiformes. Em relação aos hospedeiros, citou as espécies do gênero Hyla encontradas na região Sudeste do Brasil (RJ, MG, e SP) e na Venezuela. Para esse parasito, não foi possível obter sua atualização taxonômica.

Em 1955 publicou-se Estudios de Zoologia y Parasitologia Venezuelanos, em homenagem ao centenário de Adolpho Lutz. Trabalho editado pela Universidade Central da Venezuela, era, na realidade, reimpressão de alguns estudos de Lutz, com algumas espécies novas descritas pelo parasitologista uruguaio, estabelecido na Venezuela, Enrique Guillermo Vogelsang (1897-1969) (Lutz, 1955, in Benchimol & Sá, 2007).

Adolpho Lutz abriu o campo da pesquisa helmintológica experimental no Brasil. Sua capacidade de observação e a seriedade com que conduzia os experimentos levaram-no a realizar relevantes pesquisas originais, deixando uma das mais importantes obras sobre helmintos já realizadas no país. Seus estudos helmintológicos, assim como as coleções deixadas por ele, são, até hoje, fontes fundamentais para todos aqueles que se dedicam ao estudo dos helmintos, em especial sobre os trematódeos digenéticos. Como assinalado por Deane (1955, p.80), “suas magistrais pesquisas sobre o Schistosoma mansoni e os moluscos responsáveis pela propagação da esquistossomose foram, talvez, a sua maior contribuição à Helmintologia e à Zoologia Médica no Brasil”.

Com a morte de Lutz a coleção helmintológica formada por ele ficou sob a guarda do Departamento de Helmintologia do Instituto Oswaldo Cruz e incorporada à Coleção Helmintológica dessa instituição (CHIOC) à medida que foi sendo estudada.

Helmintologia
Fotografia tirada na década de 1880. Família de Adolpho Lutz na escadaria do prédio que servia de residência e de sede do Colégio Suisso Brazileiro, na rua da Princeza Imperial, 33, no bairro do Catete, onde funcionou até 1886, ou rua Farani, 12, em Botafogo, para onde se transferiu em 1887. Em primeiro plano, a mãe de Adolpho Lutz, Matilde Oberteuffer Lutz, segura a mão da neta, Gertrude Lutz Warnstorff, nascida em 24 de junho de1880. À direita, Gustav, pai do cientista, e à esquerda, a outra neta de Matilde, Paula Elisabeth Lutz Warnstorff. Em segundo plano, à direita, a segunda irmã de Adolpho Lutz, que herdou o nome da mãe (Matilde), e, à esquerda, Maria Elisabeth, a irmã primogênita, mãe das duas crianças. A seu lado, um dos irmãos, Gustav ou William Robert. Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Departamento de Arquivo e Documentação, Setor Iconográfico, Série Personalidades, Pasta IOC (P) LUTZ, A-7. Foto existente também no Instituto Adolpho Lutz. (Sá & Benchimol, 2004, livro 1, vol. I, p. 127)

Helmintologia
Adolpho Lutz em foto dos anos 1880, quando começava a exercer a clínica no interior de São Paulo. Museu Emílio Ribas. (Sá & Benchimol, 2004, livro 1, vol. I, p. 118)

Helmintologia
Casamento de Adolpho Lutz com a enfermeira inglesa que conheceu no leprosário de Molokai, Amy Marie Gertrude Fowler, em Honolulu, Havaí, em 11 de abril de 1891. Acervo do Instituto Adolfo Lutz. (Benchimol & Sá, 2004, livro 2, vol. I, p. 68)

Helmintologia
Instituto Bacteriológico de São Paulo, início do século XX (Coleção Secretaria da Agricultura Comércio e Obras Públicas do Estado de São Paulo, Centro de Memória, Unicamp). (Benchimol & Sá, 2005, livro 1, vol. II, p. 87)

Coleção de helmintos de Adolpho Lutz na Coleção Helmintologica do Instituto Oswaldo Cruz

Acoleção helmintológica de Adolpho Lutz começou a ser incorporada à CHIOC pelo pesquisador do Laboratório de Helmintologia do IOC, João Teixeira de Freitas, entre as décadas de 1940 e 1960. Em 1969, a filha de Lutz, a cientista Bertha Lutz, doou à CHIOC 1.075 lâminas de helmintos pertencentes à coleção de seu pai.

Esse material foi estudado entre 2002 e 2003 e posteriormente incorporado à coleção do Instituto.

Nas fichas correspondentes às inclusões, os nomes, tanto do parasito quanto do hospedeiro, são citados de forma variável. O nome do parasito pode estar determinado no nível específico, como ocorre na maioria dos digenéticos, ou pode estar somente em níveis de gênero, família, subfamília, superfamília ou classe.

Os hospedeiros, muitas vezes, estavam citados somente com seu nome vulgar. Assim, houve necessidade de uniformização, para que os nomes científicos fossem resgatados adequadamente. No intuito de se fazer a recuperação dos nomes específicos, foi necessária consulta às publicações de Dubois (1970) e Lutz (em Benchimol & Sá, 2007). As determinações originais de Lutz, bem como as obtidas por outros pesquisadores, foram mantidas, sem modificações. Nessa última etapa de inclusão, diagnoses específicas ou genéricas dos Digenea foram baseadas em Kohn e Fernandes (1975), Travassos et al. (1969) e Yamaguti (1971); a dos Monogenea, em Yamaguti (1963); a dos Nematoda está de acordo com Vicente et al. (1990, 1993, 1995, 1997); a dos Eucestoda, em Schmidt (1986) e Khalil et al. (1994); a dos Acanthocephala, em Amin (1985) e Travassos (1915, 1926). Algumas informações sobre as lâminas da Coleção Adolpho Lutz, tais como o sítio de infecção, nome do responsável pela coleta, nome de quem determinou o material e data de determinação, nem sempre foram fornecidas. A utilização dos nomes científicos dos hospedeiros foi baseada em bibliografias especializadas para cada grupo. Assim, os nomes das aves estão de acordo com Pinto (1944, 1978) e Sick (2001).

A classificação dos mamíferos segue Wilson e Reeder (1993), a dos anfíbios e répteis, Lutz (1918) e Dubois (1970). Quanto aos peixes, seguimos Fróes e Pauly (2003) e aos moluscos, Oliveira et al. (1981), pois Lutz também estudou formas larvares de trematódeos digenéticos. Ainda com relação aos moluscos, embora Paraense (2007) tenha se referido às espécies hospedeiras utilizadas por Lutz em seus estudos, preferimos reproduzir as informações originais constantes em nossos arquivos.

A repetição numérica de uma ficha na listagem, com nomes de parasitos diferentes, não pode ser interpretada como erro, apenas indica a existência de mais de um parasito na mesma lâmina, como ocorre na ficha 17.194.

Na Coleção Adolpho Lutz estão incluídos parasitos provenientes das Américas do Sul e do Norte, da Europa e da Ásia. É uma coleção composta por 85% de necropsias de hospedeiros brasileiros, além de apresentar, também, representantes de outros países da América do Sul (Argentina e Venezuela). Na Argentina, as coletas foram realizadas em agosto de 1921; na Venezuela, no período de junho a setembro de 1925.

Da América do Norte, as necropsias são oriundas do estado de Minnesota, realizadas por Lutz em agosto de 1922, e também há exemplares doados pela Philadelphia University.

A Europa é representada por necropsias realizadas na Romênia e na Itália, e a Ásia, por material proveniente de Formosa, República da China e Japão. Em nosso país a região Sudeste, em relação às demais, foi a que apresentou o mais alto percentual de necropsias (72,33%).

O estado do Rio de Janeiro foi o que mais se destacou, representando o maior número de amostras (82,54%). A segunda região do Brasil em percentual de material estudado foi a Nordeste, onde o estado da Bahia apresentou-se como predominante. As datas de coleta desse acervo compreendem o período de 1918 a 1926.

Nesta coleção, o filo Platyhelminthes se apresenta com maior percentual de espécies, seguido dos Nematoda, Acanthocephala, Pentastomida e Annelida. Do material de Lutz, estudado incluído na CHIOC, os Platyhelminthes pertencentes aos Digenea representam o maior percentual de exemplares e espécies, e o filo Pentastomida, o menor. Do total dos trematódeos digenéticos, 20% são constituídos de formas larvares; nos nematoides, as larvas correspondem a 50%, ao passo que, nos acantocéfalos, são 5%. Em alguns casos, foram encontrados helmintos de espécies, de gêneros e de grupos taxonômicos diferentes na mesma lâmina.

Assim, na elaboração do catálogo a seguir, obedeceu-se à numeração segundo a qual as amostras do acervo de Lutz foram sendo incorporadas à CHIOC. A inclusão foi feita de modo aleatório, em épocas distintas, na medida em que o material foi sendo estudado, de acordo com o interesse de cada pesquisador por determinada espécie, o que se reflete na descontinuidade numérica das amostras do acervo de Lutz em relação àquelas da CHIOC. A sequência completa (quando houver) de apresentação aqui utilizada, em ordem alfabética para cada grupo, referese ao táxon do parasito ou ao nome da forma larvar (em itálico e/ou negrito), seguido do nome (em itálico ou cursivo) do hospedeiro, sítio de infecção, proveniência e número(s) de depósito. O número entre parênteses indica a numeração de Lutz, caso haja sido disponibilizada originalmente.

Dely Noronha

Magali Romero Sá

Marcelo Knoff

Luís C. Muniz-Pereira

Roberto Magalhães Pinto

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Fonte: www.fiocruz.br

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