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Hematopoiese

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Hematopoiese é o processo pelo qual as novas células do sangue são formados.

A Medula óssea, tecido no interior dos ossos, é um dos órgãos mais ativos no corpo, e é o local onde as células vermelhas do sangue, maioria das células brancas e as plaquetas são produzidas.

Em crianças, a medula dentro de todos os ossos produz células do sangue, enquanto que em adultos a medula nos ossos longos dos braços e pernas é mais inativo. Apenas cerca de um quarto da medula está envolvido em fazer as células vermelhas do sangue, porque eles têm uma vida útil mais longa do que as células brancas do sangue e exigm a substituição com menos frequência.

Dentro da medula óssea, células hematopoiéticas chamadas células estaminais são capazes de produzir todas as diferentes tipos de células sanguíneas.

Inicialmente, formam quer células estaminais linfóides ou células-tronco mielóides.

As células estaminais linfóides migrar para o baço, linfa nodos e timo e continuar a produzir linfócitos, que são células sanguíneas brancas envolvidas no sistema imunitário resposta ‘s a infecção.

Células-tronco mielóides se desenvolvem em células vermelhas do sangue, que transportam oxigênio e células brancas do sangue conhecidas como granulócitos, megacariócitos e monócitos.

Os granulócitos e monócitos ajudar a combater a infecção, enquanto megakaryocytes quebrar em fragmentos para formar plaquetas, que estão envolvidas na coagulação do sangue.

Regulação da hematopoiese é normalmente muito precisa, a fim de manter níveis normais de células sanguíneas em circulação.

Os glóbulos vermelhos vivem geralmente por cerca de 120 dias, e as plaquetas por cerca de dez anos, enquanto as células brancas do sangue podem sobreviver por apenas alguns dias ou mesmo algumas horas. Quando a infecção ocorre, a produção de glóbulos brancos do sangue aumenta dramaticamente, enquanto que um episódio de sangramento provoca mais plaquetas a ser formado. A produção de células vermelhas do sangue é regulado por um hormônio chamado eritropoietina, que é produzida nos rins. Normalmente, existem cerca de 5 milhões de glóbulos vermelhos por microlitro na circulação média adulto, e mais serão formados em condições de baixo oxigênio.

Às vezes, a medula óssea pode falhar, afetando hemopoiesis e resultando em diminuição da produção de todas as células do sangue ou apenas algumas linhas.

Danos em células hematopoiéticas podem ser causados por condições genéticas presente no nascimento, vírus, tais como hepatite B , a exposição à radiação e certos medicamentos.

As deficiências em vitamina B12 e ácido fólico pode prevenir as células sanguíneas de amadurecer corretamente, e alguns tipos de câncer, como o linfoma, podem infiltrar-se na medula óssea. Os sintomas comuns da insuficiência da medula óssea incluem cansaço, fraqueza, infecções recorrentes e hematomas e sangramento excessivo. Os tratamentos variam de acordo com a causa, mas muitas vezes a um transplante de medula óssea é necessário a partir de um doador adequado..

Fonte: www.wisegeek.com

Hematopoiese

Introdução

As células circulantes no sangue têm características especiais, sendo em sua grande maioria células maduras, com funções definidas e vida limitada. Os glóbulos brancos têm função na imunidade, as plaquetas na hemostasia e os glóbulos vermelhos no transporte de oxi- gênio para os tecidos. A duração de vida das células na circulação é limitada, com as plaquetas vivendo dias, os leucócitos de horas (granulócitos) a anos (linfócitos) e os glóbulos vermelhos de 80 a 120 dias.

Em vista disso, há necessidade de constante renovação dessas células circulantes no sangue periférico.

Essa renovação celular é feita através da Hematopoiese, ou seja, produção de células hematológicas que, na vida adulta, ocorre na medula óssea. A produção hematopoética diária em um adulto normal está em torno de 1013 células, das quais 200 bilhões de hemácias e 70 bilhões de neutrófilos.

Durante a vida fetal, outros órgãos são responsáveis pela formação das células do sangue. O primeiro local onde se encontra formação de células hematológicas é o saco vitelínico. A partir do primeiro mês de vida intra- uterina, começa a haver hematopoiese no fígado, principal local de formação de células do sangue no período fetal.

O baço também fabrica células do sangue nesse período. A partir do quarto mês intra-uterino, começa a haver hematopoiese na medula óssea, cuja produção vai aumentando à medida que a produção hepática dimi- nui.

No nascimento, a medula óssea é o principal local de formação de células hematológicas e assim se man- tém durante toda a vida do indivíduo. É importante lembrar que, sob condições patológicas, os órgãos que tive- ram função hematopoética na vida intra-uterina podem voltar a ter essa função.

Células hematopoéticas

As células hematológicas tem todas uma origem comum, ou seja, derivam de uma única célula-mãe, totipotente, chamada célula tronco hematopoética ou “stem cell”. Essas “stem cells” têm como característica principal a capacidade de auto-renovação e a pluripotencialidade. Após estímulo apropriado, essa células vão dar origem a um compartimento de células já comprometidas com uma determinada linhagem hematológica. Essas células, que são reconhecíveis por sua capacidade de formar colônias específicas em meios de cultura, são chamadas de células progenitoras. Essas células, por sua vez, vão dar origem às células precursoras, que nós podemos reconhecer morfologica- mente como as precursoras imediatas das diversas células maduras presentes no sangue periférico.

A primeira célula reconhecível como sendo da linhagem eritróide é o proeritroblasto, que se diferencia progressivamente em eritroblasto basófilo, eritroblasto policromatófilo e eritroblasto ortocromático, que, com a extrusão do núcleo, se transforma em reticulócito.

Na linhagem granulocítica, a primeira célula reconhecível como pertencendo a esta série é o mieloblasto, que, progressivamente, se transforma em promielócito, mielócito, metamielócito, bastonete e segmentado.

Portanto, para que haja uma hematopoiese normal, há necessidade de haver todo esse contingente celular nos seus diferentes estágios de diferenciação.

Microambiente medular

Além do componente celular, a hematopoiese necessita de um microambiente favorável à formação das células. Esse microambiente é constituído por uma rede microfibrilar reticulínica complexa, células endoteliais, fibroblastos, células gordurosas, macrófagos, células intersticiais e linfócitos, que tem por função a sustentação das células hematopoéticas e a produção de fatores estimulantes, ligantes e de outras substâncias, algumas das quais com funções depressoras sobre a produção hematopoética. A hematopoiese está sob controle de substâncias estimuladoras e bloqueadoras, provendo o organismo com uma quantidade de células estável para a manutenção da homeostase.

Fatores de crescimento hematopoéticos

Os estimulantes da hematopoiese são conhecidos como fatores de crescimento hematopóetico. São, em geral, glicoproteínas, com pesos moleculares entre 21.000 e 90.000 Da, mono ou diméricos, com ações específicas sobre determinadas células na corrente de produção hematopoética. O principal fator estimulante da linhagem vermelha é a eritropoetina (EPO), que age na linhagem eritropoética a partir das células progenitoras eritróides BFU-E e CFU-E, assim como nas células precursoras. É indispensável à proliferação e à maturação da linhagem eritróide. O efeito da eritropoetina é potencializado pela presença de outros fatores de crescimento celular, principalmente a interleucina 3 e o “kit ligand” (ou stem cell factor), preponderantemente nos estágios iniciais da eritropoese.

As outras linhagens hematológicas têm também seus estimulantes específicos. A linhagem granulocítica é estimulada pelo G-CSF, a macrofágica pelo GM-CSF e a megacariocitária pelo M-CSF.

Todos os estimulantes medulares, com exceção da eritropoetina, são fabricados pelas células presentes no microambiente medular. A eritropoetina, hormônio glicoprotéico de 34.000 Da, é fabricada predominantemente nos rins, por células intersticiais peritubulares, cuja natureza permanece ainda pouco conhecida. Há também produção de eritropoetina por células hepáticas, porém em muito menor quantidade. A sua síntese é promovida pela hipóxia, por mecanismos ainda pouco esclarecidos. Existem sugestões de que a hipóxia leva à liberação de prostaglandina E, aumento de AMP cíclico renal e diminuição da concentração intracelular de cálcio, culminando em aumento da síntese de eritropoetina.

Alguns estudos mostram que o gene da eritropoetina contém seqüências sensíveis ao oxigênio e que estão envolvidas na regulação da expressão gênica da EPO.

Essas seqüências sensíveis a oxigênio, localizadas na região próxima à terminação 3’ do gene da EPO, podem conferir às células a capacidade de resposta à hipóxia por um aumento da proteína codificada pelo gene. A hipóxia parece afetar a transcrição do gene da eritropoetina através de um ou mais mediadores.

Existem receptores para a eritropoetina na superfície das células-alvo eritróides. Esses receptores estão presentes a partir da BFU-E e aumentam na CFU-E e proeritroblastos, está- gios onde ocorre a maior quantidade de receptores. A partir daí, há diminuição dos receptores à medida que a célula amadurece, praticamente desaparecendo no estágio de eritroblasto ortocromático.

Além dos fatores de crescimento já referidos, outras substâncias também parecem ser importantes para a boa hematopoiese, destacando-se o hormônio de crescimento (GH), o hormônio tireoideano, os corticosteróides e a insulina, dentre outros.

Sobre os inibidores da hematopoiese, sabemos menos do que sobre os estimulantes, destacando-se o fator ß transformador de crescimento (TNF-ß), a proteína a inibidora de macrófagos (MIPIa) e, o mais conhecido atualmente, o fator de necrose tumoral a (TNF-a). Esse fator apresenta ação depressora sobre a eritropoese, embora apresente ação estimulante sobre a linhagem granulopoética.

Em resumo, a hematopoiese depende de uma série de interações celulares mediadas por ações de uma série de substâncias estimuladoras e depressoras, cujo produto final é a manutenção de níveis adequados das células hematológicas frente às necessidades do organismo. É importante lembrarmos que, para que a hematopoiese ocorra a contento, há também a necessidade da presença de quantidades adequadas dos elementos essenciais à citoformação, ou seja, ferro, vitamina B12 e folatos, dentre outros.

Paulo Augusto A Silveira

Referências

1. Bondurant MC, Koury MJ. Origin and development of blood cells. In: Wintrobe’s Clinical Hematology. 10th ed. 1999. p.145-68.
2. Dessypris EN. Erytropoiesis. In: Wintrobe’s Clinical Hematology. 10th ed. 1999. p. 169-93

Fonte: www.jbn.org.br

Hematopoiese

O verbo grego poiéo significa criar, produzir, fazer, e primitivamente tanto se aplicava à criação intelectual como ao trabalho artesanal.Poiesis expressa a ação de criar, produzir, fazer; e poietes, o agente da ação, ou seja, o autor, criador ou artesão.[1]

Segundo Ernout et Meillet [2] a transmissão oral do grego ao latim resultou na palavra latina poesis, is, com perda da vogal i e com o significado de criação literária em versos, que se manteve em português na palavra poesia. Do mesmo modo, de poietes, em grego, originou-se poeta, ae, em latim, e poeta em português.

Hematopoiese (do gr. haîma, atos, sangue + poiesis) quer dizer, portanto, formação do sangue, e é termo bem antigo no vocabulário médico greco-latino.

Riolan o empregou em 1650 na seguinte passagem, escrita em latim como era de praxe na época: Heparsitprimarium viscushaematopoeticum, liensecundarius“, ou seja, “o fígado é a principal víscera onde o sangue é formado, vindo a seguir o baço”.[3] Pensava-se, então, que o fígado e o baço eram os principais órgãos hematopoiéticos.

A descoberta da função hematopoiética da medula óssea foi feita independentemente por Giulio Bizzozero, na Itália, e Ernst Neumann, na Alemanha. Ambos publicaram sua descoberta no ano de l868.[4]

Tanto se usa hematopoiese como hemopoiese. O primeiro termo, entretanto, deve ser preferido por sua formação regular a partir do genitivo.[5]

Na verdade, o termo mais apropriado seria hemocitopoiese, pois somente as células sanguíneas são formadas na medula óssea.[6]

A questão linguística que se apresenta é saber se devemos escrever hematopoiese, respeitando a grafia original do segundo elemento grego formador da palavra, ou se optamos pela forma hematopoiese, de procedência latina.

Em alemão escreve-se haematopoiesis e em inglês hematopoiesis.

Era de se esperar que as línguas neolatinas acompanhassem o latim com a forma poesis, o que não ocorreu. Em francês, Littré et Robin[7] recomendaram esta forma nos verbetes hemopoèse e hematopoèse, a qual, entretanto, não prevaleceu, cedendo lugar àhemopoïèsee hematopoïèse.

Em italiano usa-se emopoiesi e ematopoiesi, consoante o trabalho original de Bizzozero:Sulla funzione ematopoietica del midollo delle ossa“.[4]

Em língua espanhola escreve-se hematopoyesis, substituindo-se a letra i grega por y.

Somente em português encontra-se dicionarizada a terminação poese nos vocábulos hematopoiese, hemopoese e correlatos. Os dicionários de Aurélio e de Houaiss, averbam hemopoiese e hematopoiese, porém, com remissão para hemopoese e hematopoiese,o que pressupõe preferência para a forma sem o i.[8][9] O Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras registra as duas formas, com e sem i., em ambas as variantes do termo.[10]

Tratando-se de termo científico formado diretamente de elementos gregos, sem passagem pelo latim, e atendendo ao ideal de uniformidade internacional da terminologia médica, julgo preferível a forma hematopoiese (com a manutenção da vogal i).

Logicamente, da mesma forma se escreverão todos os derivados e cognatos, tais como hematopoiético, hemopoiético, hemocitopoiese, eritrocitopoiese, leucocitopoiese, etc.

Joffre M de Rezende

Referências bibliográficas

1. BAILLY, A. – Dictionnaire grec-français, 16. ed. Paris, Lib. Hachette, 1950.
2. ERNOUT, A., MEILLET, A. – Dictionnaire étymologique de la langue latine. Histoire des mots, 4.ed. Paris, Ed. Klincksieck, 1979.
3. SKINNER, H. A. – The origin of medical terms, 2.ed. Baltimore, Williams & Wilkins, 1961, p. 200
4. MORTON, Leslie T. – A medical bibliography (Garrison and Morton), 4.ed. London, Gower, 1983.
5. GALVÃO, B.F.R. – Vocabulário etymologico, ortographico e prosodico das palavras portuguesas derivadas da língua grega. Rio de Janeiro, Liv. Francisco Alves, 1909.
6. REY, L. – Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S.A., 1999.
7. LITTRÉ, E., ROBIN, Ch. – Dictionnaire de médecine, de chirurgie, de pharmacie, de l’art vetérinaire et des sciences qui s’y rapportent, 13.ed. Paris, Baillière et Fils, 1873.
8. FERREIRA, A.B.H. – Novo dicionário da língua portuguesa, 3.ed. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1999.
9. HOUAISS, A., VILLAR, M.S. – Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001
10. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS – Vocabulário ortográfico da língua portuguesa, 3. ed. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1999.

Fonte: usuarios.cultura.com.br

Hematopoiese

É a renovação das células sangüíneas a partir da divisão mitótica das células localizadas nos órgãos adequados a essa função.

A hematopoiese se inicia bem cedo na vida fetal, no mesoderma do saco vitelino. Após um certo tempo com o avanço da ossificação a medula óssea passa a ser o principal local de hematopoiese, onde permanece até a vida adulta.

Células-tronco e fatores de crescimento

As células-tronco dão origem a células-filhas onde algumas permanecem como célulatronco para garantir a população dessas células, enquanto outras se diferenciam.

A partir daí elas se proliferam e formam a linhagem de células linfóides (formção dos linfócitos) e mielóides (formação de eritrócitos, plaquetas, monócitos e granulócitos).

A hematopoiese ocorre quando o microambiente adequado e os fatores de crescimento que são substâncias que estimulam e controlam a proliferação e maturação das células.

Definição de Medicina: Hematopoiese

Treinamento e desenvolvimento de novas células sanguíneas a partir de células-tronco pluripotentes (células-tronco).

Células-tronco encontradas na medula óssea (células-tronco hematopoéticas) são responsáveis pela formação de todas as células que circulam no sangue.

O que é Hematopoiese?

Formação dos glóbulos vermelhos do sangue, que se produz principalmente na medula dos ossos.

Fonte: www.ebah.com.br

Hematopoiese

O que é

Hematopoiese é o processo de produção, multiplicação e especialização das células do sangue na medula óssea.

A Hematopoiese começa com a célula de sangue mais básico, a célula-tronco ou “células pluripotentes hematopoiéticas estaminais”. Os produtos finais deste processo são células maduras brancas do sangue (que fornecemos aos nossos corpos com proteção contra a infecção), glóbulos vermelhos maduros (que transportam oxigênio para as células e tecidos do nosso corpo) e plaquetas (que ajudam a controlar a hemorragia após a lesão) .

Onde o SANGUE é produzido ?

A Hematopoiese é o processo de formação, maturação e liberação na corrente sanguínea das células do sangue.

O tecido conjuntivo hemocitopoético, ou tecido reticular, é produtor das duas linhagens de glóbulos: leucócitos e hemácias. Esse tecido aparece no baço, no timo e nos nódulos linfáticos, recebendo o nome de tecido linfóide. No interior da medula óssea vermelha, esse tecido é chamado mielóide, ocupando os espaços entre lâminas ósseas que formam o osso esponjoso.

Em um recém-nascido, a Medula Óssea Vermelha de todos os ossos participa da produção de células sanguíneas, mas à medida que o bebê cresce alguns ossos abandonam essa função, transformando-se em um canal medular repleto de adipócitos: a Medula Óssea Amarela.

No adulto, a Medula Óssea Vermelha é encontrada no canal medular dos ossos longos e nas cavidades dos ossos esponjosos:fêmur, úmero, esterno, vértebras, costelas e diploe dos ossos do crânio.

Hematopoiese

A medula óssea, que produz células do sangue, é uma estrutura alveolar com câmaras (lacunas), onde as células precursoras se transformam em glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

As células maduras (diferenciadas) saem da medula através dos capilares sinusóides.

Hematopoiese

Hematopoiese
Fotomicrografia da Medula Óssea Vermelha

Locais

A hematopoiese começa por volta da 3ª semana de gestação e altera os seus sítios de produção de acordo com a idade humana.

Os principais períodos são classificados em:

Mesoblástico: ocorre no saco vitelínico desde o 19º dia até o 6º mês de gestação.
Hepático:
inicia precocemente, por volta do 1º mês, e torna-se predominante na hematopoiese entre o 3º e o 6º mês gestacional.
Medular:
a partir do 6º ao 8º mês de gestação. Até os cinco anos de idade a medula de todos os ossos do corpo participam do processo. À medida que os anos avançam, ocorre uma substituição gordurosa na medula dos ossos longos. Na vida adulta somente os ossos da pelve, esterno, ossos do crânio, úmero, fêmur e costelas serão capazes de gerar células sanguíneas.

Obs.: Há uma pequena produção esplênica (início – 3º mês) e linfática (início – 5º mês) durante a gestação, que perdura pouco tempo após o nascimento.

Medula óssea

A medula óssea com atividade hematopoiética é conhecida como medula vermelha, enquanto o restante dos ossos possui medula óssea amarela, preenchida com tecido gorduroso. Essa substituição da medula por gordura é um processo reversível.

É interessante notar a potencial repopulação de cavidades medulares onde a hematopoiese havia cessado. Isso ocorre na talassemia e outras doenças hemolíticas crônicas. Pode haver aumento da circunferência craniana em conseqüência da eritropoiese aumentada. Hepatoesplenomegalia pode significar hematopoiese extramedular nesses pacientes.

A medula óssea é o principal órgão de armazenamento de neutrófilos maduros e contém cerca de 2,5 a 5 vezes o pool intravascular dessas células. Essa reserva é responsável pelo aumento rápido da contagem de neutrófilos, durante infecções.

Regulação e manutenção

Hematopoiese compreende a eritropoiese, a leucopoiese e a trombopoiese. Existem substâncias mediadores da hematopoiese, que são as interleucinas, hormônios circulantes e os fatores de crescimento denominados CSF (colony stimulating factors).

Ex.: IL-3, IL-7, GM-CSF (granulocyte monocyte colony stimulating factor), Meg-CSF (megakaryocyte colony stimulating factor).

Eritropoiese: ferro; aminoácidos e proteínas; vitamina B12, B6 e ácido fólico; cobre e cobalto. A regulação da eritropoiese tem dois eixos: o nervoso, pela hipófise, e o humoral. O humoral subdivide-se em específico (eritropoietina) e não-específico (andrógenos, corticóides, GH e hormônios tireoidianos). A eritropoietina é uma glicoproteína produzida no parênquima renal (aparelho justaglomerular), em resposta à hipóxia tecidual. Ela estimula os progenitores eritróides a formar mais eritroblastos.
Leucopoiese:
o GM-CSF é principal o fator estimulador de colônia de granulócitos e monócitos, produzido pelos macrófagos, fibroblastos e células endoteliais em resposta à inflamação. Toxinas bacterianas são reguladores indiretos que agem estimulando a produção de GM-CSF. Existem também imunohormônios tímicos e interleucinas responsáveis pelo controle do processo (IL-2, IL-3, IL-4, IL-5, etc.)
Trombopoiese:
regulado por trombocitopoietina (produzida no rim), Meg-CSF e IL-3. Existem mecanismos de feedback através de produtos de degradação e metabólitos responsáveis pela manutenção do sistema.

O início da hematopoiese

Inicialmente, a célula-tronco se diferencia em dois tipos, cada tipo comprometido com a formação de uma grande linhagem hematológica: mielóide (hemácias, plaquetas, granulócitos e monócitos) e linfóide (linfócitos).

Eritropoiese

A célula progenitora mielóide se diferencia em mais dois tipos que são a UFC eritróide-megacariocítica e a UFC granulocítica-monocítica. O precursor eritróide-megacariocítico se diferencia no eritroblasto, que sofrerá maturação e se transformará, em última instância, numa hemácia (eritrócito).

O núcleo maduro torna-se gradativamente picnótico e à medida que a célula amadurece, até ser finalmente expulso antes da célula sair da medula como reticulócito.

O reticulócito mantém uma capacidade residual de sintetizar proteínas e mitocôndrias. Esses precursores diretos da hemácia estão envolvidos com a produção de cadeias de globina, enzimas glicolíticas e heme. Quando o RNA e a mitocôndria desaparecem da hemácia, esta não é mais capaz de sintetizar aqueles componentes. A vida média de uma hemácia é cerca de 120 dias.

Granulopoiese

A produção dos granulócitos, já citada possui um pool mitótico de precursores neutrofílicos (mieloblastos, promielócitos e mielócitos) que possuem grânulos primários. O pool pós-mitótico consiste em metamielócitos, bastões e polimorfonucleares maduros que contém grânulos secundários, os quais definem o tipo celular. Apenas bastões e neutrófilos maduros são completamente funcionais quanto à fagocitose, quimiotaxia e a capacidade de degradar bactérias.

Neutrófilos têm uma vida pequena; após migrar da medula óssea, circulam por volta de 6 a 7 horas e entram nos tecidos, onde se tornam células terminais que não voltam à circulação.

A produção de eosinófilos é controlada pela IL-3. Essas células desempenham papel de defesa contra parasitas, além de participar de processos reatogênicos alérgicos. São capazes de viver em tecidos por tempo prolongado.

Trombopoiese

Megacariócitos são células gigantes multinucleadas, encontradas na medula óssea, derivadas de células-tronco primitivas.
São poliplóides (16 a 32 vezes o conteúdo de DNA normal) em virtude da divisão nuclear sem divisão citoplasmática.
As plaquetas formam-se por invaginação da membrana e “brotam” da periferia celular.
As plaquetas circulam por 7 a 10 dias e não possuem núcleo, à semelhança dos eritrócitos.

Fonte: disciplinas.uniararas.br

Hematopoiese

A HEMATOPOIESE – A FORMAÇÃO DO SANGUE

“Um processo que se inicia no embrião, em torno do segundo mês, e se prolonga por toda a vida.”

É da parede do útero materno que o embrião retira os alimentos que necessita, nos primeiros dias de vida. Em torno da terceira/quarta semana, porém, seu sistema de alimentação sofre uma modificação radical. O pequeno ser em formação passa a alimentar-se através do sangue da mãe. E, para que os alimentos possam ser distribuídos adequadamente pelo organismo embrionário, é indispensável um eficiente sistema transportador de elementos nutritivos.

Ao completar um mês, o embrião já possue um sistema igual ao do adulto. Os vasos sangüíneos percorrem o pequeno corpo, numa rede extensa e intrincada que leva o sangue para todas as partes do organismo. E, ao fim do primeiro mês, já existe um coração rudimentar, que bombeia sangue para o corpo em formação.

Durante toda a vida uterina, o feto sofre as transformações necessárias para adaptar o aparelho circulatório à futura existência fora do útero. Mas, desde o início de segundo mês, o sangue já está presente, com seus glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas.

Nas três primeiras semanas de gestação, o embrião humano apresenta-se ao lado de uma espécie de bolsa de grandes dimensões, o chamado saco vitelino. Nos vertebrados ovíparos esta bolsa funciona como um reservatório de material nutritivo. No embrião humano, o saco vitelino não tem função de reservatório alimentar, mas possui também um papel valioso.

É nele que se inicia a formação dos vasos sangüíneos e dos glóbulos vermelhos do embrião. Por volta de três semanas de gestação, podem ser observadas na parede externa do saco vitelino pequenas massas celulares. Pouco a pouco, as células que formam esses aglomerados sofrem uma transformação e originam pequenas ilhotas sangüíneas, as chamadas ilhotas de Wolff.

As células que delimitam o contorno das ilhotas vão originar as paredes dos primeiros vasos sangüíneos. Gradualmente, o interior dessas ilhotas vai ficando vazio e as células mais internas transformam-se em glóbulos vermelhos primitivos (megaloblastos). Assim, vasos sangüíneos e glóbulos vermelhos se originam a partir da mesma estrutura inicial, situada fora do organismo do embrião. São portanto, de origem extra-embrionária.

Formados os primeiros vasos sangüíneos, o processo se desencadeia e a produção de células do sangue continua, initerruptamente, pelo resto da vida. Daí por diante, quem se encarrega de fabricar novos glóbulos vermelhos para o transporte da nutrição do organismo embrionário são as células que existem no interior dos vasos recém formados (células reticulares).

Pouco a pouco, o saco vitelino deixa de Ter qualquer função para a vida embrionária e começa a involuir. A partir daí, as células do sangue passam a ser produzidas no interior do próprio organismo.

O organismo do embrião possui três camadas fundamentais de tecidos. A mais exterior denomina-se ectoderma e a mais interna, endoderma; a do meio é o mesoderma. É nesta camada média que são produzidos novos vasos e glóbulos sangüíneos. No início, o mesoderma é constituído apenas por uma massa gelatinosa de protoplasma, com núcleos dispersos. Não existem limites evidentes entre as células, que se comunicam livremente, caracterizando, assim, o chamado sincício.

Pouco a pouco, o sincício mesodérmico dá origem à rede de delgados vasos capilares, forrados de endotélio; o protoplasma original se liquefaz e se transforma no plasma, que é a parte líquida do sangue. Em alguns pontos do endotélio, suas células proliferam e se diferenciam, dando origem a glóbulos vermelhos. Assim aparecem no interior dos capilares massas de células portadoras de hemoglobina (pigmento vermelho transportador de oxigênio), que preenchem e distendem o espaço interno desses vasos recém-formados.

Quando estas células se tornam livres, passam a circular pela corrente sanguinea, caminhando pelo plasma que acabou de se formar.

Finalmente, as células perdem os núcleos e transforma-se em glóbulos vermelhos, que normalmente nào têm núcleo: são células anucleadas.

Esse processo de formação do sangue que ocorre no mesoderma é, ao que parece o único exemplo de fabricação de hemáceas no interior de vasos. Durante o resto da vida fetal, os glóbulos vermelhos serão fabricados fora dos vasos.

Após o terceiro mês de vida fetal, a formação do sangue se processa, em particular no fígado e também no baço; é a chamada fase hepática da Hematopoiese (fabricação de sangue) fetal. Entre os vasos sanguineos e as células que compõem esses órgãos, localiza-se o mesêquima, tecido derivado do mesoderma. É a partir daí que se formam os glóbulos vermelhos do feto.

Um pouco mais tarde, aproximadamente na metade do período de vida fetal, a medula óssea começa a desempenhar o papel de estrutura produtora de sangue. Tem início a fase mielóide (de myelos, medula) de produção do sangue, que, em regra, continua durante toda a vida extra-uterina.

Em casos especiais em que o organismo exige maior quantidade de sangue, o fígado e o baço podem retomar a atividade de formadores de sangue. O mesmo pode ocorrer no caso de destruição extensa da medula óssea, por irradiação intensa, tumores ou depressão por drogas tóxicas.

Fonte: usuarios.cultura.com.br

Hematopoiese

Hematopoiese é processo de formação das células sanguíneas e outros elementos figurados

Ocorre nos chamados órrãos hematopoiéticos, que compreendem a medula ossea e o sistema linfóide

Possui 2 linhagens celulares: linhagem mielóide e línfóide (originadas da Stem cell)

A célula tronco totipotente origina as células tronco comprometidas, e estas, proliferam ou se diferenciam e entram em maturação.

O controle da hematopoiese envolve expressão de diversos genes. Fatores estimulantes e mecanismos de feedback ainda em estudos.

Origem e diferenciação das células do sangue

Hematopoiese

A hemafopoiese depende de:

Microambiente adequado (células do estroma)
Fatores de crescimento (ou fatores estimuladores de colónias = CSF)

AS CÉLULAS-TRONCO

As células especiais da medula óssea capazes de originar todos os tipos de células do sangue são chamadas células-tronco. Um grupo especial de células da medula óssea vermelha se divide, originando células linfóides – que vão originar os linfócitos dos tipos B e T – e células mielóides – que vão originar os demais leucócitos, as hemácias e os megacariócitos. A diferenciação das células do sangue ocorre de modo progressivo. Durante os sucessivos ciclos de divisão celular, as células-filhas tornam-se cada vez mais diferenciadas.

Comportamento das células-tronco

Comportamento das células-tronco

As células-tronco são células indiferenciadas com capacidade de multiplicação prolongada ou ilimitada, capazes de produzir pelo menos um tipo de célula altamente diferenciada. Quando uma célula-tronco se divide, além de uma célula diferenciada, dessa divisão também vai resultar uma célula que continua idêntica a ela, ou seja, indiferenciada, para manter o estoque.

As células-tronco são classificadas segundo sua capacidade de gerar novos tipos celulares, ou seja, sua potencialidade. Em ordem decrescente de potencialidade estão as células-tronco totipotentes, pluripotentes e multipotentes.

O zigoto e as primeiras células que resultam de sua divisão são totipotentes, pois podem originar todos os tipos de células e, se isoladas, até um organismo inteiro.

As células-tronco da medula óssea que originam todos os tipos de células do sangue são células pluripotentes, pois originam muitos tipos celulares. Já os dois tipos celulares (mielóide e linfóide) derivados dessas células pluripotentes da medula são chamados de multipotentes, pois têm potencialidade para originar alguns tipos celulares.

CLASSIFICAÇÃO DAS CÉLULAS-TRONCO DE ACORDO COM A SUA POTENCIALIDADE

Células-tronco totipotentes: podem originar um organismo inteiro. Os exemplos são o zigoto e as primeiras células-tronco do embrião que resultam da divisão do zigoto.
Células-tronco pluripotentes:
Podem originar quase todos os tipos de tecidos, mas não um organismo inteiro. Um exemplo são as células-tronco embrionárias da massa interna do blastocisto.
Células-tronco multipotentes:
Podem originar diversos tipos de tecidos, mas não todos. O melhor exemplo são as células-tronco do adulto.

Em relação à origem, uma classe importante de células-tronco são as chamadas células-tronco embrionárias. Como o nome sugere, elas são derivadas de um embrião nos estágios iniciais de desenvolvimento, na fase anterior à implantação no útero materno, quando o embrião é um conglomerado de aproximadamente 200 células, chamado blastocisto.

À medida que o embrião se desenvolve, as células-tronco embrionárias se diferenciam em todos os tipos de células nele presentes: sangue, pele, músculo, fígado, cérebro etc. Por isso, as célulastronco embrionárias são chamadas pluripotentes.

Um outro grupo muito importante de células-tronco são as chamadas células-tronco do adulto. Elas também são versáteis, mas possuem menor poder de diferenciação do que as células-tronco embrionárias.

As células-tronco mais conhecidas e mais utilizadas na medicina são as células hematopoéticas da medula óssea. Além da medula óssea, essas células são também particularmente abundantes no sangue do cordão umbilical e da placenta dos recém-nascidos, que também são consideradas células-tronco do adulto.

As células-tronco do adulto estão presentes em diferentes tecidos, sendo as responsáveis pela regeneração parcial destes tecidos no caso de ferimento ou doença que os destroem.

GLÓBULOS VERMELHOS ou ERITRÓCITOS

Disco bicôncavo

Eritropoese: reticulócitos

Eritrócitos maduros

Tempo de vida: 120 dias

Valores normais:

Hemácias

Homem: 4.500.000 – 6.000.000/mm3
Mulher:
4.000.000 – 5.000.000/mm3

Membrana plasmática, citoesqueleto, hemoglobina, enzimas

Hemoglobina: proteína básica Hematopoiese rosa pela eosina

Palidez central

GLÓBULOS BRANCOS ou LEUCÓCITOS

Leucócitos granulócitos:

Neutrófilos
Eosinófilos
Basófilos

Leucócitos agranulócitos:

Linfócitos
Monócitos

Adulto: 5.000 – 10.000/mm2

NEUTRÓFILOS ou POLIMORFONUCLEARES

Granulócito neutrófilo
Granulócito neutrófilo

Tipo mais comum de leucócito no sangue (60-70%)

Tamanho: 12-14 µm

Núcleo altamente lobulado: 2 a 5 lóbulos unidos por pontes de cromatina

Bastonete: núcleo não segmentado

Citoplasma levemente pontilhado por grânulos, cor rosa-salmão:

Grânulos azurófilos ou primários: lisossomos, púrpura  microbicidas

Grânulos específicos ou secundários: menores e mais numerosos, rosa-salmão fagocitose

DEFESA  fagocitose e destruição dos microorganismos (bactérias)

Neutrófilos

Corpúsculo de Barr
Corpúsculo de Barr: pequeno apêndice em forma de raquete no núcleo de neutrófilos de mulheres: cromossomo X condensado

EOSINÓFILOS

Menos numerosos: 2-4%  concentram-se na pele e mucosas

Tamanho: 12-17 µm

Núcleo bilobulado

Granulações maiores, grosseiras e vermelhas  se coram pela eosina (acidófilas)  lisossomos

Granulócito eosinófilo
Granulócito eosinófilo

Grânulos: cristalóide alongado  internum  proteína básica rica em arginina  acidofilia

Externum ou matriz  enzimas

DEFESA ESPECÍFICA: fagocitam complexos antígeno-anticorpo em processos parasitários e alérgicos (asma)  eosinofilia

Hematopoiese

BASÓFILOS

Menos 1% dos leucócitos (mais raros)

Tamanho: 14-16 µm

Núcleo volumoso com forma retorcida e irregular – aspecto da letra S

Grandes grânulos citoplasmáticos, grosseiros, fortemente basofílicos (azul intenso) que encobrem o núcleo

Granulócito basófilo
Granulócito basófilo

Grânulos metacromáticos  histamina, fatores quimiotáticos para eosinófilos (ECFA), heparina

Receptores para IgE na membrana, assimcomo os mastócitos

Envolvidos em processos alérgicos e parasitários; fagocitose lenta

Hematopoiese

LINFÓCITOS

Segunda célula mais comum do sangue: 20-50%

Tamanho: grandes (18 µm) e pequenos (6-8 µm)  mais comuns

Núcleo redondo e escuro  cromatina densa, em grumos grosseiros

Citoplasma pequeno e escasso, discreta basofilia (ribossomos)  azul claro, pode conter grânulos azurófilos

Linfócito
Linfócito

Defesa imunológica

Linfócitos B e T

Linfócitos B  plasmócitos  anticorpos

Linfócito T: maturação no timo, imunidade celular  destruição de células infectadas por vírus (ação citotóxica)

Hematopoiese

MONÓCITOS

2-10% dos leucócitos

Tamanho: 16-20 µm (célula grande)

Núcleo ovóide em forma de rimou ferradura, excêntrico

Cromatina com arranjo frouxo e delicado  núcleo mais claro e com 2-3 nucléolos

Monócito
Monócito

Citoplasma basófilo e com grânulos azuróflos finos

Precursores dos macrófagos (tecido conjuntivo)  fagocitam e matam microorganismos

PLAQUETAS ou TROMBÓCITOS

150.000 – 400.000/ml de sangue

Fragmentos celulares não-nucleados que tendem a se agrupar: 1,5-3,5 µm

Originadas de uma célula multinucleada da medula óssea  megacariócito

Aspecto granular, coradas de púrpura devido às numerosas organelas

Citoesqueleto desenvolvido

Atuam na coagulação sanguínea: agregação plaquetas + proteínas plasmáticas (fibrinogênio)  trombo ou coágulo.

PLAQUETAS

Plaquetas

Cleide A F Rezende

Fonte: cleiderezende.com

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