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Cyanophyta

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Cyanophyta
Cyanophyta

Cyanophyta é a algas azuis filo verde. Ela pertence ao sub-reino Monera. Ela também é conhecida como cyanpohyceae.

Cianobactérias também conhecido como bactérias azuis-verdes, algas azuis-verdes, e Cyanophyta, é um filo de bactérias que obtêm sua energia através da fotossíntese.

O nome “cianobactérias” vem da cor da bactéria, a habilidade de cianobactérias para realizar fotossíntese aeróbica é pensado tohave converteu a atmosfera redutora cedo em um oxidante um, o que mudou drasticamente a composição de formas de vida na Terra, estimulando a biodiversidade e levando a a quase extinção de organismos de oxigênio intolerante. Segundo a teoria endossimbiótica, cloroplastos em plantas e algas eucarióticas evoluíram a partir de ancestrais de cianobactérias via endossimbiose.

Cyanophyta é a divisão das algas azuis-esverdeadas. Apesar deste nome, apenas metade das espécies de cianofíceas tem realmente cor azul-esverdeada. As cianofíceas, muitas vezes, são chamadas de cianobactérias. Isto acontece pois são as bactérias os parentes mais próximos das cianofíceas, aqui incluídas na divisão Cyanophyta.

A maioria das cianofícias possui uma bainha mucilaginosa, ou envoltório, que é, com freqüência, fortemente pigmentado, em particular nas espécies que às vezes ocorrem no ambiente terrestre. As cianofíceas fotossintetizantes possuem clorofila a, carotenóides e ficobilinas. O principal produto de reserva das cianofíceas é o glicogênio. Elas possuem numerosas camadas de membranas no interior das células e massas de ribossomos, que lembram os cloroplastos, inclusive podem ter originado pelo menos alguns tipos de cloroplastos por simbiose.

As cianofíceas podem formar filamentos ou ser unicelulares, ocupando diversos ambientes, onde proliferam-se em condições extremamente adversas – desde águas de fontes termais até geleiras Antártica.

Uma célula de cianofícea pode dividir-se, e as sub-unidades resultantes podem então se separar, produzindo um novo indivíduo. Além disso, filamentos podem partir-se em partes chamadas de hormogônios, que dão origem a um novo indivíduo.

Muitos gêneros de cianofíceas podem fixar nitrogênio. Nas filamentosas, esta fixação ocorre em células especializadas e maiores, os heterocistos. Além disso, algumas cianofíceas formam esporos resistentes, denominados acinetos. Estas células grandes são resistentes ao aquecimento e à dessecação, o que permite a sobrevivência das cianofíceas em períodos desfavoráveis.

Camadas de depósitos calcários, denominadas estromatólitos, que têm um contínuo registro geológico através de 2,7 bilhões de anos, são produzidas quando colônias de cianofíceas se ligam a sedimentos ricos em cálcio nas áreas de clima quente e seco. Sua abundância nos registros fósseis é a evidência de que tais condições ambientais eram prevalentes no passado, quando as cianofíceas desempenhavam papel decisivo na elevação do nível de oxigênio livre na atmosfera da Terra.

Além desse importante papel, as cianofíceas são muito usadas na agricultura, onde plantações de arroz podem ser cultivadas no mesmo solo continuamente sem adição de fertilizantes, devido à presença de Anabaena azzolae, que se desenvolve nos tecidos de Azolla – samambaia que cresce nos campos de arroz – fixando nitrogênio.

Simbiose também ocorre com algumas esponjas, amebas, protozoários flagelados, diatomáceas, musgos, plantas vasculares, oomicetos, sem esquecer de seu papel mais conhecido: parceira fotossintetizante em muitos líquens.

A coloração esverdeada de alguns ursos polares em zoológicos é causada pela presença de colônias de cianofíceas que se desenvolvem na sua pelagem, nos espaços entre os pêlos.

Algumas cianofíceas pertencentes do plâncton contêm estruturas brilhantes, irregulares, denominadas vacúolos de gás. Estes vacúolos regulam a flutuação dos organismos, permitindo assim que estes flutuem em determinados níveis da água. Quando várias cianofíceas se tornam capazes de regular seus vacúolos de gás adequadamente elas podem boiar até a superfície da água e formar massas visíveis – os blooms. Alguns blooms são tóxicos a outros organismos, pois as cianofíceas presentes podem secretar substâncias químicas tóxicas. Estes blooms podem também impedir a passagem de sol às camadas mais profundas, impedindo o desenvolvimento e sobrevivência de outras espécies dependentes da luz solar. O Mar Vermelho aparentemente recebeu este nome graças ao bloom de Trichodesmium, espécie planctônica de cianofícea vermelha.

Os pigmentos nos Monera estão associados a um sistema de membranas internas na célula, porém não há formação de nenhuma organela citoplasmática definida.

Apresentam somente ribossomos.

Reprodução nas Algas Azuis

A reprodução das cianofíceas não coloniais é assexuada, por divisão binária, semelhante à das bactérias.

As formas filamentosas podem reproduzir-se assexuadamente por fragmentação ou hormogônia: quebram-se em alguns pontos, dando origem a vários fragmentos pequenos chamados hormogônios, que, por divisão de suas células, darão origem a novas colônias filamentosas. Algumas formas coloniais filamentosas produzem esporos resistentes, denominados acinetos, que podem destacar-se e originar novos filamentos. Além de acinetos, algumas espécies possuem uma célula especial denominada heterocisto, cuja função ainda não está esclarecida, mas há indícios de que sejam células fixadoras de nitrogênio e de que auxiliem na sobrevivência e flutuação dos organismos sob condições desfavoráveis.

Divisão

Pigmentos

Parede celular

Reserva

Locomoção

Reprodução

Cyanophyta
ad,as,ab,t

Clorofila a
Ficocianina
Ficoeritrina

Glicoproteínas
Glicogênio

Amido das cianofíceas
(~ glicogênio)

Não há

Bipartição simples

Diferenças entre cianofíceas e bactérias

Cyanophyta Bactérias
Clorofila a Presente Ausente
O2 como produto final da fotossíntese Sempre Nunca
Flagelo Ausente Presente
Complexidade morfológica Grande Pequena

As cianofíceas representam um grupo muito antigo, tendo sido os primeiros organismos fotossintetizantes com clorofila a, que surgiram na Terra há aproximadamente 3,5 bilhões de anos. Existem evidências fósseis, os estromatólitos, que datam do Pré-Cambriano. Estromatólitos são formações calcárias dispostas em camadas, onde se encontram evidências de algas azuis. Possivelmente, foram os responsáveis pelo acúmulo de O2 na atmosfera primitiva, o que possibilitou o aparecimento da camada de Ozônio (O3), que retém parte da radiação ultra-violeta, permitindo a evolução de organismos mais sensíveis à radiação UV. As cianofíceas são pouco sensíveis a esta radiação, possuindo um sistema de reparo do material genético.

A fotossíntese em algas azuis é estimulada por baixos teores de O2, refletindo talvez, a adaptação à ausência de O2 livre na atmosfera do Pré-Cambriano.

As algas azuis podem viver em ambientes extremamente diversos. A maioria é aquática de água doce, podendo sobreviver a temperaturas de até 74°C em fontes termais (ex. Synechococcus) ou a temperaturas muito baixas, de lagos antárticos, onde podem ocorrer sob a calota de gelo. Existem formas marinhas que resistem a altas salinidades, ou a períodos de dessecamento, como as cianofíceas que habitam o supra-litoral. Algumas formas são terrestres, vivendo sobre rochas ou solo úmido. Outras vivem em associações com fungos, como nos líquens Cora e Leptogium, entre outros. Ainda existem algumas que se associam a outros vegetais (Anthoceros, briófita; Azzola, pteridófita; Cycas, gimnosperma) ou a protozoários.

A organização do talo da maior parte das cianofíceas é muito simples. Podem ser unicelulares, coloniais ou filamentosas.

As formas filamentosas possuem filamento constituído por tricoma (seqüência linear de células) envolvido por uma bainha de mucilagem (filamento= tricoma+bainha). Os filamentos podem ser unisseriados não ramificados ou ramificados. Podem ser ainda, plurisseriados.

Quanto a ramificação

Ramificação Verdadeira: Quando a ramificação origina-se em conseqüência de uma mudança no plano de divisão da célula.
Ramificação Falsa:
Quando a ramificação origina-se sem que haja uma mudança no plano de divisão da célula. Ocorre em formas que possuem uma bainha resistente ou espessa.

As cianofíceas apresentam heterocisto, que é uma célula de conteúdo homogêneo, parede espessa, geralmente maior que a céluda vegetativa, de cor verde-amarelada que pode ocorrer em algumas cianofíceas filamentosas. Está relacionada com a fixação de N2. Muitas cianofíceas unicelulares e filamentosas podem se movimentar quando em contato com o substrato, ou outras algas. Este movimento pode ocorrer em resposta a um estímulo luminoso. Possivelmente esta movimentação é decorrente da contração de microfibrilas presentes no protoplasto. Certas algas azuis podem produzir toxinas e liberá-las para o meio onde vivem.

As substâncias tóxicas isoladas até o presente a partir de cianofíceas de água doce são de dois tipos: alcalóides (neurotoxinas) ou peptídeos de baixo peso molecular (hepatotoxinas). O grande valor econômico das cianofíceas está relacionado às formas fixadoras de Nitrogênio, que quando presentes ou adicionadas ao solo, podem em muitos casos, substituir ou reduzir a utilização de fertilizantes. Além disso, algumas cianofíceas são utilizadas como fonte de proteínas (ex. Spirulina). Em ambientes anóxicos, algumas cianofíceas podem usar H2S como doador de elétrons, de modo semelhante ao que ocorre em bactérias fotossintetizantes. Têm, portanto, a habilidade de fotossintetizar sob condições aeróbicas ou anaeróbicas. São fototróficas anaeróbicas facultativas, e preenchem um importante nicho ecológico nos sistemas aquáticos.

Fonte: www.biomania.com.br

Cyanophyta

A Divisão Cyanophyta conhecida como algas azuis ou cianobactérias,inclui representantes que muitas vezes apresentam coloração azul.

No entanto, podem ser esverdeadas, avermelhadas ou enegrecidas. São organismos procarióticos, como as bactérias, pertencendo ao Reino Monera.

OCORRÊNCIA

As algas azuis podem viver em ambientes extremamente diversos.

A maioria é aquática de água doce, podendo sobreviver a temperaturas de até 74ºC em fonte termais (ex: Synechococcus) ou a temperaturas muitos baixas, de lagos antárticos, onde podem ocorrer sob a colota de gelo.

Existem formas marinhas que resistem a altas salinidades, ou a períodos de dessecamento, como as cianofíceas que habitam o supra-litoral.

Algumas formas são terrestres, vivendo sobre rochas ou solo úmido. Outras vivem em associações com fungos, como nos líquens Cora e Leptogium, entre outros.

Ainda existem algumas que se associam a outros vegetais (Azolla, pteridófita: Cycas, gimnosperma; Anthoceros, briófita) ou a protozoários.

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS

Procarióticas;
Clorofila a;
Ficobiliproteínas (pigmentos acessórios e reserva de nitrogênio): c-ficocianina;
Xantofilas e carotenos (grandes proporções de beta-caroteno);
Glicogênio (amido das cianofíceas);
Mucopolissacarídeos (presente na bainha de mucilagem);
Ausência de flagelos

CLASSIFICAÇÃO

São reconhecidas aproximadamente 2000 espécies, distribuídas em 150 gêneros. Existem várias proposições de classificação das cianoficeas. Apresentamos a seguir, a que consideramos mais simples, e não necessariamente a mais natural ou atual.

DIVISÃO Cyanophyta

CLASSE Cyanophyceae

Ordem Chroococcales: unicelulares ou colonais.
Ordem Nostocales: filamentosas.
Ordem Chamaesiphonales: reprodução por esporos(endósporos ou exósporos).

Fonte: www.geocities.com

Cyanophyta

Cyanophyta
Cyanophyta – Algas Azuis

O que é

Cyanophyta são organismos procariontes, por vezes considerado uma classe ou filo ou subreino; coexistentes com o Cyanophyceae: cianobactérias (algas azuis)

Cyanophyta: algas verde-azuladas; não possuem núcleo distinto ou cloroplastos e não se reproduzem sexualmente; contêm clorofila e pode realizar fotossíntese aeróbica; os únicos organismos que fixam o dióxido de carbono e nitrogênio; elas não são verdadeiras algas, mas é relacionada com a bactéria.

Características

Pigmentos em tilacóides que estão geralmente dispostos à periferia da célula (não há empilhamento); tilacóides não rodeados por membranas.

Clorofilas: a (ocorrência de clorofila b)
Ficobilinas:
ficocianina, aloficianina, fico-eritrina
Carotenos (moléculas não oxidadas) :
beta-caroteno
Xantofilas (moléculas oxidadas):
zeaxantina, equinenona, mixoxantofila, oscillaxantina
Ficobilissomas:
pigmentos dispostos em grânulos presentes na face externa dos tilacóides
Coloração:
verde-azulada mais ou menos carregada, avermelhada, acastanhada.

Fonte: forumeiros.com

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