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O súber é um tecido secundário, muito leve e elástico, formado pelo câmbio suberofelogénico e apenas presente em caules lenhosos.

As células do súber são mortas devido á deposição na parede secundária de suberina. A suberina é uma substância lipídica, tornando estas células impermeáveis aos gases e à água.

Ao contrário da epiderme, o súber é um tecido com diversas camadas de células, podendo atingir espessuras importantes, como no caso dos carvalhos ou dos sobreiros, onde forma a cortiça.

Quando se forma, o súber substitui a epiderme nas suas funções de proteção, impedindo a perda de água e protegendo o frágil floema.

Dado que se trata de um tecido impermeável, é necessário que estas camadas de células sejam interrompidas a espaços regulares, possibilitando as trocas gasosas com o meio. Essas zonas de interrupção designam-se lentículas

Fonte: curlygirl.naturlink.pt

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Quercus suber, o sobreiro

É do tronco do sobreiro que se extrai a cortiça, de que Portugal é o maior produtor mundial. É com essa finalidade que o sobreiro é cultivado desde a Antiguidade. A primeira cortiça, suberosa, pouco elástica, tem pouco valor. Eliminada esta capa, dos 9 aos vinte anos de idade, o sobreiro desenvolve um súber macio de alta qualidade, que pode ser retirado de 10 em 10 anos. A cortiça é formada por camadas acumuladas ao longo dos anos. Esse tecido é formado com mais freqüência e espessura, em caules de plantas de ambientes com extremos de temperatura (Exemplo: cortiça extraída do sobreiro Quercus suber, uma Fagaceae).

Mas foi no século XX que a legislação sobre o sobreiro assumiu a sua maior expressão através de documentos que visavam a sua conservação, e o seu fomento, e adequada gestão. Para tal, muito contribuiu o fato dos sobreiros passarem a ser encarados, desde meados do século XVIII, como matéria- prima indispensável à produção de rolhas para engarrafamento de bebidas, o que se deve, reza a história, ao famoso D. Pierre Pérignon, mestre dispenseiro da abadia de Hautvillers, que adotou a cortiça como vedante das garrafas do vinho espumoso da região. No entanto, o tratamento e exploração sistemático dos sobreirais, visando a produção suberícola, só se generalizou na segunda metade do século XIX.

A cortiça que se extrai dos sobreiros é um tecido vegetal denominado, em histologia, de felema ou súber. O súber é produzido por um meristema secundário, mais externo ao tronco dos sobreiros, denominado de felogênio ou câmbio subero-felodérmico. Este meristema divide-se para o exterior para formar o súber, e para o interior para formar a feloderma. O conjunto felema ou súber – felogênio – feloderma corresponde à periderme da árvore (o correspondente à nossa pele).

Todos os anos, os sobreiros formam uma nova periderme, ficando as velhas no seu exterior, constituindo o ritidoma ou casca do sobreiro. Como a felogênio origina poucas camadas de células para o interior (origina uma feloderma muito estreita), e produz faixas largas de felema para o exterior, a periderme de um sobreiro é quase na sua totalidade constituída por súber ou felema.

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A periderme forma-se como tecido de proteção dos troncos, ramos e raízes, substituindo as funções da epiderme. Todas as plantas têm epiderme, mas com o início do chamado crescimento secundário, a epiderme é substituída pela periderme.

Os sobreiros têm uma felogênio especial, em parte devido à sua longevidade. O primeiro felogênio forma-se no inicio do crescimento secundário, na periferia do tronco, e mantém-se ativo nos períodos de crescimento vegetativo dos anos seguintes, cessando a sua atividade apenas pela sua morte por lesões provenientes do exterior.

As células do súber contém suberina (substância gordurosa) em suas paredes. Em certos tipos de súber em que as células têm paredes muito espessadas, ocorre ainda lignina nestas paredes, além de suberina. Geralmente o súber é compacto, sem espaços intercelulares, o que fornece maior qualidade à cortiça.

Assim, o súber é o tecido de revestimento secundário formado pelo felogênio depois que o vegetal começa a engrossar. É formado por diversas camadas de células que, durante sua diferenciação, formam uma parede celular espessa, impermeável e consistente, de uma substância de natureza lipídica, a suberina.

As células do súber acabam por morrer, ficando ocas, armazenando ar, e formando as diversas camadas da casca de uma árvore. A cortiça é o resultado da morte deste tecido, ou seja, quando as células perdem o citoplasma, o núcleo e a membrana plasmática que se decompõem e fica apenas a parede celular suberificada.

O súber é um excelente isolante, não apenas impedindo a perda excessiva de água, como protegendo a planta do frio e do calor.

Fonte: www.marcobueno.net

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Cortiça

A cortiça é um material natural utilizado pelo homem desde há mais de 5000 anos. Há cerca de 3000 anos a.C., a cortiça era já utilizada em apetrechos de pesca, para vedar vasilhame e para outras aplicações, geralmente de natureza doméstica, na China, Egipto, Babilónia e Pérsia.

Um melhor conhecimento das características técnicas da cortiça, permitiu a sua utilização em diversos domínios, para além daquele que é conhecido de todos nós: como rolha em garrafas de vinho. Esta utilização data do início do século XVII e deve-se ao monge beneditino Dom Perignon. No ano de 1750 foi instalada a primeira fábrica de rolhas em Anguine (Espanha).

A cortiça é um material que combina uma baixa densidade, com uma excelente elasticidade e com uma quase total impermeabilidade. Mercê das suas excelentes propriedades como isolamento térmico, acústico e vibrático, a cortiça tem um vasto campo de aplicações, nomeadamente em Construção Civil e Engenharia Mecânica. A partir do início do século XX, o mercado dos produtos de cortiça utilizados na indústria de Construção Civil registou um enorme crescimento, sobretudo devido ao desenvolvimento dos aglomerados de cortiça, utilizados como isolamentos térmicose acústicos.

A aplicação da cortiça em calçado remonta aos tempos da antiga Grécia (1600 a 1100 anos a.C.), onde um tipo de sandálias, que era utilizado por homens e mulheres, possuía uma sola em couro ou em cortiça. Eram presas aos pés por meio de tiras, geralmente de couro.

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Tipo de sandália da Grécia Antiga, com sola de cortiça

O dramaturgo grego Aeschylus (525 a.C. – c.456 a.C./455) exigia que os seus actores actuassem calçados com sandálias que possuíam uma sola grossa de cortiça, de forma a não produzirem muito barulho ao caminhar.

O que é a cortiça?

A cortiça é um produto natural, extraído de uma árvore, em Portugal chamada sobreiro.

A cortiça é extraída da “casca” do sobreiro, árvore da família das Fagáceas, género Quercus, espécie Quercus Suber; esta “casca” é uma camada suberosa, que constitui o revestimento do seu tronco e ramos.

Em botânica, o súber é um tecido vegetal de proteção mecânica e impermeabilizante que substitui o córtex das plantas vasculares com crescimento secundário – é a “casca” das plantas lenhosas. A cortiça é o resultado da morte deste tecido, ou seja, quando as células perdem o citoplasma e fica apenas a parede celular suberificada.

O súber é um parênquima formado do lado externo do caule pelo câmbio cortical (também chamado câmbio suberoso ou meristema subero-felodérmico). Estas células revestem a parede com um material chamado suberina, impermeabilizando-as e protegendo assim o tronco.

Do lado interno, o câmbio cortical forma a feloderme.

Felema é uma camada de células que por sua morte produzem a casca das árvores. Normalmente é uma camada muito fina, entretanto, no sobreiro, o felema cresce vários milímetros por ano, formando a cortiça. Felema , portanto, é a casca de uma árvore.

Esta espécie singular de árvore possui, como seu habitat natural, a bacia Ocidental do Mediterrâneo. Os principais países produtores são, por ordem decrescente de importância, Portugal, Espanha, Argélia, Itália, Marrocos, Tunísiae França. Em Portugal, o sobreiro abunda a sul do Tejo e em núcleos dispersos no resto do país como, por exemplo, nos vales quentes do rio Douro e seus afluentes.

A cortiça extrai-se, pela primeira vez, ao fim de 25 anos, pelo que é denominada de “cortiça virgem”; numa segunda extração, a cortiça é denominada por “secundeira”. Contudo, terá de ser respeitado um intervalo mínimo de nove anos, entre os “descortiçamentos” seguintes.

Apenas a partir do terceiro descortiçamento – o que corresponde a cerca de 50 anos de idade do sobreiro, é que se aproveita a melhor cortiça, chamada “amadia”, a cortiça indicada para o fabrico de rolhas.

Estrutura da cortiça

A cortiça apresenta uma estrutura alveolar ou celular como se pode verificar na Figura abaixo, que mostra uma observação em microscópio eletrônico.

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Estrutura celular da cortiça observada em microscópio electrônico

Como se pode observar na figura, cada célula tem a forma de um prisma, pentagonal ou hexagonal, cuja altura não ultrapassa os 40 a 50 milimicrons; as células mais pequenas podem medir 10 a 20 milimicrons. Cada centímetro cúbico de cortiça contém, em média, 40 milhões de células.

As células existentes na cortiça estão preenchidas com uma mistura gasosa de composição muito idêntica à do ar. Como as células são impermeáveis aos gases, esta mistura gasosa permanece dentro delas, fazendo-as comportar-se como autênticas “almofadas”, o que confere à cortiça uma boa recuperação a ações compressivas.

Constituição química da cortiça

As células da cortiça são constituídas principalmente por suberina, representando 30 a 58% do seu peso (base matéria seca). Esta substância é muito complexa e a sua composição química exacta não é ainda conhecida. A suberina possui propriedades muito interessantes, pois é praticamente infusível, insolúvel na água, álcool, éter, clorofórmio, ácido sulfúrico concentrado, ácido clorídrico, etc.

As restantes substâncias que constituem a cortiça são a lenhina, polissacarídeos, taninos e ceróides. No Quadro 28 apresenta-se a análise típica de uma cortiça e a influência dos constituintes nas suas propriedades.

Análise típica de uma cortiça e influência dos seus constituintes:

Constituinte % peso Influência nas propriedades
Suberina 45 Principal constituinte das células da cortiça, influencia decisivamente a elasticidade e a impermeabilidade aos líquidos e aos gases.
Lenhina 27 Influencia as propriedades térmicas, acústicas e vibráticas da cortiça.
Polissacárideos 12 Influencia a textura da cortiça
Taninos 6 Influencia a cor da cortiça
Ceróides 5 Como são compostos hidrófobos, influenciam o grau de impermeabilidade da cortiça.

Propriedades da cortiça

Vimos que a cortiça é um material constituído por células de paredes impermeáveis, que estão cheias com uma mistura gasosa que delas não pode sair. Vimos também que estas células são constituídas predominantemente por suberina e lenhina.

Estes factos são os responsáveis por várias propriedades da cortiça, tais como:

Baixa densidade;
Boa elasticidade e boa recuperação a ações compressivas (a cortiça é o único sólido que não sofre dilatação lateral);
Boa resistência à fadiga;
Elevada Impermeabilidade a líquidos e a gases;
Baixa condutibilidade térmica (é um excelente isolante térmico);
Baixa velocidade de propagação do som e baixa impedância acústica (é um excelente isolante acústico);
É um material resistente à combustão e actua, portanto, como retardador da progressão de incêndios;
Boa resistência ao desgaste;
É um material hipo-alergénico. Como não absorve poeiras, não provoca alergias.

Apresentamos algumas propriedades da cortiça:

Propriedade Valor típico Unidades
Densidade 0,15 – 0,20 –
Porosidade 0,5 – 22 %
Capacidade calorífica 2050 Jkg-1K-1
Coeficiente de expansão térmica 180,3 x10-6/C
Condutividade térmica 0,028 – 0,044 Wm-1C-1
0,024 – 0,038 Kcal.h-1m-1C-1
Tensão de rotura 1,5 MPa
Módulo de Young 18 – 32 MPa
Módulo ao corte 0,005 GPa
Coeficiente de Poisson 0,1 -0,2 –
Velocidade longitudinal de propagação do som 0,050 cm/ms
Impedância acústica 0,12 Kg.10-6/s.m2

Aplicações em calçado

Cinco propriedades da cortiça são responsáveis pelo interesse que este material apresenta para a Indústria do Calçado:

Baixa densidade;
Capacidade de amortecimento;
Boa resistência à fadiga;
Elevada impermeabilidade;
Bom isolamento térmico.

É muito utilizada na confecção de cunhas e de plataformas, em especial para calçado de senhora, para o fabrico de palmilhas (nomeadamente palmilhas anatómicas, ortopédicase para diabéticos) e de vários tipos de ortóteses.

Na Figura abaixo apresentam-se alguns tipos de sapatos de senhora com tacão em cunha e plataformas de diversas configurações.

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Vários tipos de plataformas em cortiça

Na Figura abaixo apresentam-se outros tipos de calçado com elementos em cortiça.

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Outros tipos de calçado com cortiça

Na Figura abaixo apresentam-se alguns tipos de palmilhas.

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Vários tipos de palmilhas em cortiça

Fonte: www.ctb.com.pt

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A Cortiça – Tecido vegetal renovável

Para além das importantes propriedades que possibilitam a exploração industrial da cortiça, a regeneração deste tecido vegetal garante que a sua exploração decorra, de nove em nove anos, de forma sustentada.

O Homem habilidosamente transformou a antiga floresta impenetrável em sistemas agro-silvo-pastoris, como é o caso do montado de sobro. Abriu as florestas, limpou o mato apetecível para o fogo, podou os sobreiros para regularizar a produção de bolotas, arroteou os campos sob coberto, e a brenha hostil deu lugar a searas e pastos arborizados, com uma elevada diversidade biológica.

No montado de sobro, a pecuária e a agricultura estão associadas à prática dominante, que é a subericultura. Com desbastes sistemáticos suprimiu-se as árvores produtoras de má cortiça, de forma que ainda hoje nos orgulhamos de produzir a melhor cortiça do mundo.

Desde os tempos mais remotos que a técnica de descortiçamento atingiu um equilíbrio raro na exploração de recursos naturais. O equilíbrio entre a superfície de descortiçamento e a estatura dos sobreiros é perfeita e requintada e ciclicamente, de nove em nove anos, procede-se à extração deste valioso tecido vegetal, que os sobreiros se encarregam de regenerar.

Mas, afinal, o que é que os sobreiros têm de diferente para que se possa explorar de nove em nove anos as espessas pranchas de cortiça, ou seja, a “casca” dos seus troncos?

A cortiça que se extrai dos sobreiros, é um tecido vegetal denominado em histologia botânica por felema ou por súber.

O súber é formado pelo tecido de divisão celular (um meristema secundário) mais externo ao tronco dos sobreiros, e é denominado por felogene ou câmbio subero-felodérmico. Este meristema divide-se para o exterior para formar o súber, e para o interior para formar a feloderme. O conjunto felema-felogene-feloderme corresponde à periderme da árvore (o correspondente à nossa pele).

O felema, súber ou cortiça forma-se externamente ao felogênio. As células do felema são mortas na maturidade, devido à suberinização das suas paredes. A suberina é uma substância graxa, produzida pela célula, que vai se incrustando na parede celular, tornando-a altamente impermeável a água e aos gases, o que leva as células à morte.

Todos os anos, os sobreiros formam uma nova periderme, ficando as velhas no seu exterior, constituindo o ritidoma ou casca do sobreiro. Como a felogene origina poucas fiadas de células para o interior (i.e. origina uma feloderme muito estreita), e produz faixas largas de felema para o exterior, a periderme de um sobreiro é quase na sua totalidade constituída por súber ou felema.

A periderme forma-se como tecido de proteção dos troncos, ramos e raízes, substituindo as funções da epiderme. Todas as plantas têm epiderme, mas com o início do chamado crescimento secundário, a epiderme é substituída pela periderme.

Os sobreiros têm uma felogene especial, em parte devido à sua longevidade. A primeira felogene forma-se no inicio do crescimento secundário, na periferia do tronco, e mantém-se activa nos períodos de crescimento vegetativo dos anos seguintes, cessando a sua actividade apenas pela sua morte ou lesões do exterior.

Mas além da longevidade, a felogene do sobreiro tem outras vantagens, que a tornam única, e possibilitam a exploração contínua e sustentada da cortiça. A felogene é contínua ao longo do perímetro, formando cilindros de cortiça relativamente uniformes, tem a capacidade de se regenerar e produz grandes quantidades de tecido suberoso.

A cortiça virgem e a cortiça amadia

O primeiro súber do sobreiro é a cortiça virgem. Quando se retira a cortiça virgem do sobreiro, a vida da primeira felogene é interrompida. A separação da cortiça faz-se ao nível da primeira felogene, levando à regeneração de uma nova felogene que mantém as mesmas características de longevidade da primeira e que vai originar uma nova periderme.

A cortiça segundeira apresenta vantagens relativamente à cortiça virgem, como sejam o menor número de sulcos longitudinais que apresenta. A cortiça virgem apresenta muitos sulcos devido às tensões provocadas pelo aumento do diâmetro do tronco.

A partir da terceira cortiça tirada, a chamada cortiça amadia já não apresenta os sulcos, e é esta que serve de base à exploração industrial. Por outro lado, a felogene das cortiças amadias produzem grandes quantidades de súber em cada período de crescimento activo anual, só assim atingindo espessuras suficientes para o fabrico de peças maciças, como as rolhas.

A cortiça virgem só pode ser retirada quando os troncos têm perímetros superiores a 70 cm, podendo-se realizar os cortes de cortiça seguintes de nove em nove anos, pelo que quando se extrai a primeira cortiça amadia os sobreiros têm já cerca de 40 anos.

A prática cíclica ao fim de cada nove crescimentos anuais após o primeiro corte da cortiça virgem é permitida, como vimos, pela felogene especial dos sobreiros e pode-se assim concluir que a exploração da cortiça é uma exploração sustentada, de alto valor económico e que mantém sistemas únicos de elevada biodiversidade, que são os montados de sobro.

Nuno Leitão

Bibliografia

Graça, J. e Pereira, H. (1997). Formação e desenvolvimento da primeira periderme no sobreiro. Relações com as características da cortiça amadia. Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia.
Moreira, I. (1980). Histologia Vegetal. Didática Editora, Lisboa.

Fonte: www.naturlink.pt

 

 

 

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