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Hemichordata

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O que é Filo Hemichordata

Hemichordata é um pequeno filo, incomum de criaturas semelhantes a vermes estreitamente relacionados com os phylums Chordata e Echinodermata.

Eles variam muito em tamanho, a partir dos 25-2500 mm de comprimento dos vermes bolota para a 1/25 1 mm comprimentos das pterobranchia.

As duas classes que vivem também variam em aparência e hábitos.

Vermes Bolota são grandes pessoas que escavam através de sedimentos como uma minhoca, digerindo qualquer material orgânico no solo, ou alimentando-se de partículas em suspensão na água. Pterobranchia, por outro lado, formam colônias grandes em que cada um está ligado ao outro por hastes. Estas criaturas criam suas próprias casas, uma série de tubos compostos de colágeno secretado pelas glândulas em seus corpos.

Hemichordata têm várias características que, apesar das outras diferenças, apontam as aulas juntos. Primeiro, todos os Hemichordatas têm uma divisão de 3 vezes do corpo, com o lobo preoral, o colar, e no tronco. Todos Hemichordatas têm fendas da faringe ou fendas branquiais, que se abrem para a faringe.

Vermes Bolota ter até 200 destes; pterobranchs tem apenas 1.

Uma característica interessante dos Hemichordatas é o stomochord (Um divertículo bucal nas tromba de hemichordates) localizado na gola. Este stomochord se assemelha a notocorda dos cordados.

Outra característica que se assemelha ao dos cordados são a presença das duas cordas de nervo, um acorde nervo dorsal e uma corda menor nervoso ventral.

Devido a estas semelhanças com o filo Chordata, Hemichordata já foi colocado neste filo, mas estudos de DNA mostraram que hemichordates estão mais próximos do que os equinodermes cordados, e assim eles foram colocados na sua própria filo.

Existem três classes reconhecidos, um dos quais é extinto:

Enteropneusta (vermes bolota)
Graptolithina (graptolites) extinto
Pterobranchia (pterobranchs) 20 spp

Fonte: www.angelfire.com

Hemichordata

O que é

Hemichordata são criaturas que não estão familiarizados com a maioria das pessoas.

Hemichordata formar um pequeno filo (apenas algumas centenas de espécies).

A sua importância para o estudo da evolução dos vertebrados, no entanto, não podem ser subestimados.

Hemichordata é um filo único de invertebrados marinhos encontrados em uma ampla gama de profundidades e habitats.

Dois planos corporais distintas existem neste filo: os grandes, vermes solitários bolota (Classe Enteropneusta), e as colônias se alimentam por filtragem da classe Pterobranchia.

O corpo hemichordate é dividido em três partes: probóscide (protostômios), colar (mesossoma) e tronco (metasome) – refletindo uma organização tricoelomate subjacente.

Hemichordates expressam todos os atributos dos deuterostômios e, pelo menos, uma estrutura única, a stomochord, um elemento cartilaginoso que se projeta para o protocoel e suporta o complexo coração / rim.

O sistema nervoso ocorre dorsalmente na região da gola, e há também uma extensa rede de nervos epidérmico.

Eles têm um faringe na região do tronco, o qual pode conter um ou mais pares de fendas branquiais.

Eles têm várias características que fazem os cordados hemichordates um importante alvo de investigação para compreender deuterostome e evolução dos cordados

Classificação

Hemichordata são divididos em duas classes: o Enteropneusta, geralmente chamados vermes de bolota e o Pterobranchia, que podem incluir os graptolites.

Uma terceira classe, Planctosphaeroidea, é proposto com base em uma única espécie conhecida apenas a partir de larvas.

O filo contém cerca de 120 espécies vivas.

Hemichordata parece ser irmã do Echinodermata como Ambulacraria; Xenoturbellida pode ser basais para esse grupo. Pterobranchia pode ser derivada a partir de dentro Enteropneusta, tornando Enteropneusta parafiléticos.

Hemichordata
(A) Saccoglossus bromophenolosus de Willapa Bay, Washington (B) Saccoglossus pusillus de Ventura Bay, na Califórnia As setas indicam a probóscide anterior (P), a regiões (T) colar (C) e do tronco. DG, sulco dorsal; GP, poros de emalhar

FILO HEMICHORDATA

O filo Hemichordata é composto por espécies exclusivamente marinhas, de corpo mole e cilíndrico. Apresentam características morfológicas que os assemelham remotamente aos cordados. A classe Pterobranchia compreende colônias de pequenos zoóides tubícolas, que habitam preferencialmente águas profundas e circum-antárticas e lembram, superficialmente, briozoários. Apesar de algumas espécies ocorrerem em águas rasas, nenhuma ainda foi encontrada no litoral do Brasil. A classe Enteropneusta engloba espécies solitárias, de corpo vermiforme, comumente alcançando mais de 1 metro de comprimento. Habitam, preferencialmente, fundos rasos, sendo 5 espécies registradas em São Paulo. Balanoglossus gigas, uma das maiores espécies do grupo, podendo atingir 2,5 metros de comprimento, está potencialmente ameaçada no litoral de São Paulo, devido à poluição das águas e do sedimento e ao assoreamento e aterramento das praias.

Hemichordata
Balanoglossus clavigerus

A importância ecológica dos hemicordados é desconhecida e a possibilidade de descobrir-se novas espécies parece remota, pois as larvas planctônicas possuem vida muito longa, o que acarreta ampla distribuição geográfica.

O filo Hemichordata apresenta duas classes, Pterobranchia e Enteropneusta, cujos representantes são exclusivamente marinhos.

A classe Pterobranchia compreende colônias de pequenos zoóides tubícolas, que lembram superficialmente briozoários. Vinte e uma espécies encontram-se descritas, nenhuma até agora assinalada no Brasil.

Habitam, preferencialmente, águas profundas e parecem ser mais abundantes em águas circum-antártica. No entanto, algumas espécies tem sido encontradas em águas rasas da Flórida e das Bermudas, podendo assim, eventualmente, ocorrer no litoral de São Paulo, tendo, porém, passado despercebidas até agora

A classe Enteropneusta engloba 70 espécies solitárias, de corpo vermiforme, comumente alcançando mais de 1 m de comprimento. Habitam preferencialmente fundos rasos, mas ocorrem também em grandes profundidades.

Sete espécies compõem a fauna brasileira, das quais cinco estão presentes no estado de São Paulo. Sua importância ecológica é desconhecida e a possibilidade da descoberta de novas espécies parece remota.

As primeiras informações sobre os enteropneustos do Brasil devem-se a Spengel (1893), que descreveu Balanoglossus gigas, baseado em material coletado por Fritz Müller em 1884–1885, no litoral de Santa Catarina (Müller, 1898), e Schizocardium brasiliensis, proveniente da Baía de Guanabara. Balanoglossus gigas foi posteriormente assinalado na Praia do Araçá, Litoral Norte do estado de São Paulo (Sawaya, 1950, 1951). Schizochardium brasiliensis foi registrado para o estado de São Paulo, no canal de São Sebastião; nas enseadas do Flamengo (Petersen, 1987), de Picinguaba e Ubatumirim (Nonato & Petti, 1996); e na Ilha Grande, estado do Rio de Janeiro (Petersen, 1987).

Sawaya & Forneris (1953) descreveram diversas novas espécies da Baía de Santos, São Paulo e Praia de Itapema, Santa Catarina, todas elas consideradas por Björnberg (1959) sinônimas de Balanoglossus clavigerus Delle Chiaje, 1829.

Um novo enteropneusto gigante foi encontrado em São Sebastião por Burdon Jones & Petersen (1964) e pormenorizadamente descrito por Petersen (1965) sob o nome Willeya loya, baseado em exemplares capturados na Praia do Araçá, São Sebastião, e em Siriúba, Ilhabela.

Finalmente, Glossobalanus crozieri Van der Horst, 1925 foi assinalado por Petersen & Ditadi (1967, 1971) em São Sebastião.

Estágios larvais (tornárias) foram estudados por Björnberg (1953, 1955), a partir de amostras planctônicas. Aspectos da biologia e fisiologia foram sumariadas por Sawaya (1964); as técnicas de coleta e o modo de vida das espécies brasileiras, por Petersen (1987).

Balanoglossus clavigerus ainda ocorre na Baía de Santos e é abundante na praia de Barequeçaba, São Sebastião (Shimizu 1991); de médio porte (cerca de 50cm de comprimento), seus excrementos são facilmente localizados na superfície da areia. Schizochardium brasiliensis e G. crozieri são espécies de pequeno porte (5 a 10cm de comprimento), a primeira das quais vive em fundos lodosos, em profundidades de 5m ou mais, e a segunda sob pedras e seixos parcialmente recobertos de areia, na franja do infralitoral. Ambas vivem em ambientes bastante comuns ao longo do litoral paulista e talvez possam ser consideradas como pouco ameaçadas.

O mesmo, no entanto, não pode ser dito para B. gigas e W. loya, pelo menos na região entremarés (nada se sabe de sua possível distribuição infralitoral): vivem apenas em praias muito abrigadas, de perfil horizontal, situadas em fundos de baías e enseadas. Estes locais sofrem intensa ação antrópica, devido a seus múltiplos usos. Balanoglossus gigas era bastante comum na Praia do Araçá até meados da década de 80, quando foi ali instalado um emissário submarino que modificou as características físicas do local. Balanoglossus gigas, facilmente identificado pelos conspícuos montículos de excrementos (“casts”), tornou–se raro nesta localidade (observação pessoal)

Atualmente, não há, no Brasil, pesquisadores trabalhando com o grupo nem coleções organizadas. As lâminas histológicas que serviram de base para a descrição de W. loya encontram-se depositadas no Departamento de Ecologia Geral do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.

Como a importância ecológica das nossas espécies é desconhecida, seria interessante que novos estudos fossem realizados.

Posição Sistemática

Reino: Animalia
Sub reino: Metazoa

Filo Hemichordata

Classe Enteropneusta
Classe Pterobranchia
Ordem Rhabdopleurida
Ordem Cephalodisca

Número de espécies

No mundo: 90
No Brasil: 7

Grego: hemi = metade
Latim: chorda = corda ou cordão
Nomes vernáculos: hemicordado, balanoglosso

Literatura citada

Barrington, E.J.W. 1965. The Biology of Hemichordata and Protochordata. Londres: Oliver & Boyd. 176p.
Björnberg, T.K.S. 1953. Três novas Tornárias (Enteropneusta) da costa sul do Brasil. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 4(1-2): 81-102.
Björnberg, T.K.S. 1955. Sôbre quatro tornárias do Atlântico e do Mediterrâneo. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 6(1-2): 197-213
Björnberg, T.K.S. 1959. On Enteropneusta from Brazil. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 10: 1-104.
Burdon Jones, C. & Petersen, J.A. 1964. Another giant enteropneust from the Atlantic. Nature, 203: 97-98.
Dawydoff, C. 1948. Stomocordés. In: Grassé, P.-P. (ed). Traité de Zoologie. Tomo 11. Paris: Masson. p. 365-532.
Hyman, L.H. 1959. The invertebrates. Volume 5: smaller coelomate groups. Nova Iorque: McGraw-Hill Book Company. 783p.
Müller, F. 1898. Observações sobre a fauna marinha da costa de Santa Catarina. Revista do Museu Paulista, 3: 31-40.
Nonato, E.F. & Petti, M.A.V. 1996. Macrofauna bentônica das enseadas de Picinguaba e Ubatumirim: ocorrência de espécies raras e descrição de novas espécies. III Simpósio sobre Oceanografia, Resumos. São Paulo: Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo. p. 219.
Petersen, J.A. 1965. Contribuição para o conhecimento da ecologia e da fisiologia de Enteropneustos do Brasil com descrição de uma nova espécie Willeyia loya sp. n. Tese de Doutorado, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo. 97p.
Petersen, J.A. 1987. Hemichordata. In: Manual de técnicas para a preparação de coleções zoológicas. Vol. 35(1). Campinas: Sociedade Brasileira de Zoologia. 7p.
Petersen, J.A. & Ditadi, A.S.F. 1967. Reprodução e Desenvolvimento em Glossobalanus crozieri (Enteropneusta). Ciência e Cultura, 19(2): 440-441.
Petersen, J.A. & Ditadi, A.S.F. 1971. Assexual reproduction in Glossobalanus crozieri (Ptychoderidae, Enteropneusta, Hemichordata). Marine Biology, 9(1): 78-85.
Sawaya, P. 1950. Reencontro de Balanoglossus gigas Fr. Müller no litoral brasileiro. Boletim do Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo, 1(1): 135-138.
Sawaya, P. 1951. Balanoglossus gigas Fr. Müller rediscovered on the Brazilian Coast. Nature, 167: 730.
Sawaya, P. 1964. Enteropneustos. In: Vanzolini, P.E. (ed.) História Natural de Organismos Aquáticos do Brasil.
São Paulo: Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de São Paulo. p. 309-316.
Sawaya, P. & Forneris, L. 1953. Enteropneustos brasileiros. Boletim da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo, zoologia, 18: 5-49.
Shimizu, R.M. 1991. A comunidade de macro invertebrados da região entre marés da praia de Barequeçaba, São Sebastião, SP. Dissertação de Mestrado, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo. 72p.
Spengel, J.W. 1893. Die Enteropneusten des Golfes von Neapel und der Angrenzenden Meeres – Abshnitte. Fauna und Flora des Golfes von Neapel 18: 1-758.

Fonte: www.urisan.tche.br

Hemichordata

Definição

Hemichordata é qualquer um de um grupo de invertebrados marinhos vermiformes estreitamente relacionados com os cordados e por vezes considerada como um filo, Hemichordata. O termo Hemichordata-do hemi grego, que significa “metade”, e chorde, que significa “corda”, assim, “meia-cordados”, foi proposto pela primeira vez por causa do divertículo bucal, uma conseqüência tubular da cavidade bucal para a frente em a tromba, ou “focinho”, se assemelhava a uma rudimentar notocorda-dorsal, ou back-side, apoiando eixo dos vertebrados mais primitivos. Esta teoria tem sido desde rejeitado, no entanto, porque foi determinado que o divertículo tem pouca semelhança na origem e função para o notocórdio de vertebrado. Embora os hemichordates são dadas às vezes posto filo, algumas autoridades colocar o grupo em vários outros níveis taxonômicos com os outros chamados protochordates.

Animais

São animais marinhos de corpo alongado e vermiforme. Apresentam uma notocorda rudimentar denominada estomocorda, e um cordão nervoso dorsal pouco desenvolvido.

Existem zoólogos que classificam os hemicordados como um filo independente dos cordados, pois consideram a estomocorda como uma notocorda.

Os hemichordata e os chordata possuem em comum a simetria bilateral, serem deuterostômios, a presença de fendas faríngeas.

Eles diferem em: os cordados possuem notocorda e os hemicordados a estomocorda que tem origem embrionária diferente.

Sistema

Morfologia externa: Seu corpo é dividido em: probóscide, colar e tronco. As fendas branquiais estão localizada na parte inicial do tronco.

Sistema digestório: O sistema digestório dos hemicordados é completo. A boca está sempre aberta para permitir a entrada dos resíduos orgânicos. O orifício retal está na parte terminal do corpo.
Sistema respiratório:
A respiração é realizada pelas fendas branquiais, que se comunicam com as bolsas branquiais que possuem aberturas externas. As trocas são realizadas nas paredes das bolsas.
Sistema circulatório:
Apresentam um vaso dorsal e um ventral, não apresentando coração típico.
Sistema excretor:
A excreção é realizada pelo glomérulo que está localizado no interior da probóscide. O glomérulo recebe o sangue do vaso contráctil e recolhe os catabólitos transferindo-os para a cavidade da tromba, onde são eliminados pelo poro dorsal.
Sistema nervoso:
Apresenta um anel periesofágico, onde se formam dois nervos longitudinais, sendo um dorsal e um ventral. A epiderme apresenta células sensoriais.

Reprodução

São seres dióicos, com fecundação externa e desenvolvimento indireto, sendo a fase larval denominada tornaria.

Fonte: ufpr.br

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