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Microscópio Composto

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Microscópio óptico composto desenvolvido por Robert Hooke (1636-1703).

Aparelho óptico que forma imagens ampliadas de objetos pequenos.

O que é

O Microscópio Composto é um instrumento para a ampliação pequenos objetos, que consiste de uma lente de comprimento focal curto para a formação de uma imagem que é ainda mais ampliado por uma segunda lente de distância focal mais longa.

O microscópio composto utiliza duas lentes ou dois sistemas de lentes, de maneira que o segundo sistema modifica e amplia a imagem real formada pelo primeiro sistema.

As lentes podem situar-se nos extremos de um tubo que por controle mecânico pode deslocar-se em relação ao objeto que se pretende estudar.

Um condensador de luz e um espelho, que reflete uma fonte luminosa, proporcionam a iluminação adequada do objeto.

Microscópio Composto
Microscópio Composto

Microscópio Composto
1. Fonte luminosa
2. Base
3. Interruptor on-off e controlo
de voltagem
4. Platina
5. Condensador
6 & 7. Parafuso macro e micrométrico
8. Pinças e nónio
9. Tubo ou canhão
10. Objetivas
11. Revólver
12. Oculares
13. Braço

Microscópio Composto

Fonte: www.profsteniofernando.com.br

Microscópio Composto

O que é um microscópio composto?

Um microscópio composto é um microscópio equipado com duas ou mais lentes convexas. A alta ampliação produzida por essas lentes em conjunto permite um estudo detalhado dos microrganismos, células e tecidos. Estes tipos de microscópios são, portanto, amplamente utilizado na investigação científica e médica.

Zacharias Janssen, um fabricante de óculos holandês, inventou o microscópio composto em 1590.

Galileo apresentou sua versão em 1610. Vários outros cientistas e inventores mais tarde ajudou a refinar seu design e capacidades de trabalho.

O desenho básico de um microscópio de luz composto consiste de lentes convexas montados em ambas as extremidades de um tubo oco. Este tubo é montado sobre, um bico rotativo ajustável. Há uma fase ajustável sob a peça de nariz; lâminas de amostras são colocados ou instalados neste estágio para a observação através das lentes. O estágio tem uma janela ou buraco no meio, através do qual uma fonte de luz pode iluminar o espécime sob observação.

A fonte de luz pode ser um espelho que reflete a luz natural ou uma lâmpada na base. O feixe de iluminação passa através da janela de fase e através da amostra.

A luz ilumina a área ao redor da amostra, fazendo com que o espécime se destacar em contraste. O nível de contraste é controlada controlando a quantidade de iluminação. Um efeito mais claro ou mais escuro é obtida, abrindo ou fechando um diafragma de íris sob o estágio, ou ajustando a altura da lâmpada.

As lentes superiores do microscópio composto, os mais próximos ao olho do espectador, são as lentes oculares ou ocular.

As lentes objetivas são as lentes menores mais perto do objeto que está sendo visualizado. Pode haver três ou quatro diferentes aqueles situados na porção dianteira rotativa de um microscópio composto. O bico é girado para selecionar as lentes objetivas que oferecem a ampliação mais adequado para uma amostra particular.

As quatro lentes objetivas são o objetivo de digitalização de energia, o objetivo baixo consumo de energia, o alto objetivo seco e com o objetivo de imersão em óleo. Eles têm ampliações de 4X, 10X, 40X e 100X, respectivamente. As lentes oculares geralmente têm uma ampliação de 10X.

Para obter o total dos fatores de ampliação, a ampliação da ocular é multiplicada com a ampliação da objetiva. Assim, com 10X de lentes oculares e lentes objetivas 100X, uma ampliação de 1000X é alcançado. Isto significa que, um objeto visto é ampliada 1000 vezes seu tamanho real. Ampliações superiores também são possíveis.

Quando um objeto está em foco, as lentes objetivas formam uma imagem real, invertida do objeto em um ponto dentro do princípio de foco das lentes oculares.

As lentes oculares, em seguida, tratam esta imagem invertida como o objeto e produzim uma imagem na vertical do mesmo. Esta imagem é de um alargada vista pelo observador.

Microscópio Composto
Microscópio Composto

Fonte: www.wisegeek.org

Microscópio Composto

Na sua obra intitulada Introductio ad Philosophiam Naturalem, Peter van Musschenbroek afirma que quando uma lente única (lupa) não dá suficiente ampliação à imagem de um objeto, junta-se-lhe uma segunda, ou até mesmo uma terceira, conforme fez o holandês Drebbel, em 1621, o qual é apontado por Musschenbroek como o inventor do microscópio composto.

O emprego de três lentes, como é caso no presente microscópio, tem, diz Musschenbroek, o inconveniente de tornar a imagem pouco luminosa, exigindo uma iluminação intensa do objeto para que o resultado seja melhor, o que já não é necessário no microscópio de duas lentes. Consegue-se a iluminação precisa utilizando um espelho côncavo, de preferência metálico, que dirija para o objeto a luz solar ou qualquer outra bastante intensa.

No exemplar do Museu distinguem-se: a parte superior, afunilada, continuada por um tubo cilíndrico que enfia num outro que se vê munido de três pés curvos de bronze; o tubo estreito, situado entre esses pés, e em cuja extremidade inferior se instala a objetiva; a platina do microscópio, também assente em três pés curvos de bronze; uma base com uma gaveta. A parte superior, de madeira, é composta por peças separadas que se desenroscam, e onde se introduzem, convenientemente, a ocular e a outra lente a que nos referimos.

A distância entre a ocular e a objetiva é fixa; a distância entre a objetiva e a platina do microscópio regula-se elevando ou baixando o canhão que enfia no tubo cilíndrico assente nos três pés, onde fica seguro por atrito. À medida que se eleva o canhão descobrem-se cinco traços que estão marcados nele, numerados de l a 5, respeitantes, cada um, à posição em que o canhão deve ficar quando se usa cada uma das cinco objetivas que fazem parte do microscópio.

O espelho refletor, que já não existe, devia ter uma haste que enfiasse no centro da base de madeira. Pelo menos há aí uma cavidade que faz admitir que assim fosse.

Informa o Index que pertenciam a este microscópio quatro lentes objetivas de várias potências, seis lâminas de marfim (e outras peças cuja existência refere por etc sem indicar quais são), as quais naturalmente se guardariam na gaveta e onde ainda se encontram.

Microscópio Composto
Microscópio Composto

Microscópio Composto
Microscópio Composto

Embora o Index refira quatro objetivas, a verdade é que seriam cinco, não só por serem cinco as que existem, numeradas de l a 5, como por serem cinco os traços marcados no microscópio, como dissemos.

As seis lâminas de marfim a que se refere o Index são destinadas à colocação das preparações microscópicas. Quatro dessas lâminas comportam cinco preparações e as duas restantes quatro. As preparações estão todas colocadas em aberturas circulares feitas nas lâminas e amparadas por discos de mica. Falta apenas uma preparação em uma das lâminas maiores.

Para se proceder à observação microscópica não se colocava a lâmina sobre a platina como hoje se faz. Ao meio da platina e por cima do seu orifício central, estava fixa uma pequena ponte metálica, em forma de U invertido. Por baixo dessa ponte havia uma pequena mola em hélice que assentava na platina. A lâmina com as preparações era entalada entre a parte superior dessa mola e o teto da ponte.

Funcionamento

O funcionamento de um miscroscópio composto é bastante simples. A objetiva fornece uma imagem real, invertida e maior que o objeto. Esta imagem funciona como objeto para o ocular, que funciona como uma lupa, fornecendo uma imagem final virtual, direta e maior.

Ou seja, o objeto é aumentado duplamente, fazendo com que objetos muito pequenos sejam melhores observados.

Fonte: museu.fis.uc.pt

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