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Evidências da Evolução

 

 

O cientista vencedor do Prêmio Nobel Linus Pauling apropriadamente descreveu a ciência como a busca da verdade.

Ciência faz isso comparando continuamente suas teorias objetivamente com evidência no mundo natural.

Quando as teorias já não estar de acordo com as evidências, eles são modificados ou rejeitados em favor de novas teorias que não estejam em conformidade.

Em outras palavras, a ciência sempre tenta provar suas hipóteses de ser falsa e rejeita explicações implausíveis.

Desta forma, o conhecimento científico e compreensão crescer ao longo do tempo. Explicações religiosas para a ordem das coisas não são ciência porque eles são baseados principalmente na fé e não se sujeitam a ser objetivamente falsificados. Devido a esta diferença fundamental na abordagem para a compreensão nosso mundo natural, a Suprema Corte dos EUA em vigor decidiu em 1987 que a base bíblica "ciência da criação" não é uma ciência e não pode ser ensinada como tal nas escolas públicas, como alternativa ou em complemento com a teoria evolucionária dominante das ciências biológicas. No entanto, histórias da criação religiosos ea idéia de "design inteligente" pode ser ensinado em filosofia, religião e cursos de história. Religião e Ciência oferecer diferentes abordagens do conhecimento. É importante compreender ambos.

O que é evolução?

A evolução biológica é a mudança genética em uma população de uma geração para outra. A velocidade ea direção da mudança é variável com linhas diferentes espécies e em diferentes momentos. Evolução contínua ao longo de muitas gerações podem resultar no desenvolvimento de novas variedades e espécies. Da mesma forma, a incapacidade de evoluir em resposta a mudanças ambientais podem, e muitas vezes, levar à extinção.

Quando os cientistas falam da evolução como uma teoria que não significa que ele é uma mera especulação. É uma teoria no mesmo sentido que as proposições de que a Terra é redonda, em vez de plana ou que nossos corpos são feitos de átomos são teorias. A maioria das pessoas consideraria tais teorias fundamentais a serem suficientemente testado pela evidência empírica para concluir que eles são realmente fatos.

Como resultado da enorme quantidade de evidências para a evolução biológica acumulado ao longo dos últimos dois séculos, podemos concluir com segurança que a evolução ocorreu e continua a ocorrer. Todas as formas de vida, incluindo os seres humanos, evoluíram a partir de espécies anteriores, e todas as espécies que vivem ainda de organismos continuam a evoluir hoje. Eles não são imutáveis produtos finais.

Para aqueles que têm dificuldade em aceitar a evolução por causa do que eles percebem como contradições com suas crenças religiosas fundamentais, pode ser útil para distinguir a origem da vida a partir de sua evolução posterior. Muitos, se não a maioria, cientistas biológicos aceitar que a vida primordial na Terra começou como um resultado do acaso ocorrências naturais 3,5-4000000000 anos atrás.

No entanto, não é necessário acreditar nessa visão, a fim de aceitar que os seres vivos evoluíram por meios naturais após a origem da primeira vida. Charles Darwin modificou suas crenças religiosas, assim como muitos outros, como resultado da descoberta de provas convincentes da evolução. Fé religiosa de Darwin também foi severamente desafiada pela morte de sua filha de 10 anos Annie em 1851. Aparentemente, ele passou a acreditar que seu Deus criou a ordem do universo, incluindo as regras da natureza que resultam em evolução biológica.

Seu famoso livro, A Origem das Espécies, não era uma negação da existência de seu Deus. No entanto, ele fez rejeitar uma interpretação literal da Bíblia judaico-cristã. Suas crenças religiosas eram provavelmente muito parecido com aqueles que defendem a "evolução teísta" hoje.

Como sabemos que a evolução ocorreu?

A evidência para a evolução veio principalmente de quatro fontes:

1. o registro fóssil de mudanças nas espécies anteriores
2. as semelhanças químicas e anatômicas de formas de vida relacionados
3. a distribuição geográfica das espécies relacionadas
4. as mudanças genéticas registrados em organismos vivos mais de muitas gerações

O registro fóssil

Restos de animais e plantas encontrados em sedimentar clique neste ícone para ouvir o termo precedente pronunciado depósitos de rocha nos dar um registo incontestável das mudanças passadas através de vastos períodos de tempo. Esta evidência atesta o fato de que tem havido uma enorme variedade de seres vivos.

Algumas espécies extintas tinha traços que eram de transição entre os principais grupos de organismos. Sua existência confirma que as espécies não são fixos, mas pode evoluir para outras espécies ao longo do tempo.

A evidência mostra também que o que parecia ser lacunas no registro fóssil são devido à coleta de dados incompletos. Quanto mais aprendemos sobre a evolução das linhas de espécies específicas, mais que os chamados lacunas ou "elos perdidos na cadeia da evolução" são preenchidos com amostras de fósseis de transição.

Uma das primeiras dessas lacunas a serem preenchidas foi entre pequenos dinossauros bípedes e pássaros. Apenas dois anos depois de Darwin publicar A Origem das Espécies, um fóssil 150-145000000 anos de Archaeopteryx clique neste ícone para ouvir o termo precedente pronunciado foi encontrado no sul da Alemanha. Ele tinha mandíbulas com dentes e uma longa cauda óssea como os dinossauros, asas largas e penas como aves, e as características de esqueletos de ambos. Esta descoberta verificou-se a suposição de que as aves tinham ancestrais répteis.

Desde a descoberta do Archaeopteryx, tem havido muitas outras lacunas evolutivas cruciais preenchidos no registro fóssil. Talvez, o mais importante, do nosso ponto de vista humano, era que entre macacos e nossa própria espécie. Desde a década de 1920, houve literalmente centenas de fósseis intermediários bem-datados encontrados na África que eram espécie de transição líderes dos macacos para os seres humanos ao longo dos últimos 6-7.000.000 anos.

O registro fóssil também fornece provas abundantes de que os animais complexos e plantas de hoje foram precedidos por anteriores mais simples. Além disso, ele mostra que os organismos multicelulares evoluíram somente após os primeiros unicelulares. Isso se encaixa as previsões da teoria evolutiva.

Fonte: anthro.palomar.edu

Evidências da Evolução

Itens que servem de evidência da ocorrência de evolução:

Estudo dos fósseis (paleontologia)
Adaptação dos seres ao ambiente
Análise de órgãos vestigiais
Análise comparativa de moléculas

Argumentos da teoria evoluciontista que evidenciam a evolução das espécies.

Anatomia comparada (similaridades e diferenças)

Ao analisar as diferentes espécies, podemos observar que estas apresentam estruturas semelhantes ou membros com a mesma função. A observação destes caracteres veio apoiar as ideias evolucionistas, pois este fato demonstra uma origem comum de diferentes espécies.

Estruturas homólogas

São estruturas que se podem encontrar em diferentes espécies e que apresentam:

Plano estrutural básico semelhante, ou seja, a forma destas estruturas é muito semelhante (por exemplo, um braço de um humano e a asa de uma ave)

Posição relativa a outras estruturas é semelhante, isto é, o local no organismo onde se encontram determinadas estruturas homólogas, em espécies diferentes, é mais ou menos o mesmo (temos o caso do local onde se localiza a cabeça, a qual se encontra quase sempre acima do resto do corpo)

Provêm do mesmo esboço embrionário, uma vez que o local, no embrião, onde se localizam as células que irão dar origem a estruturas homólogas, em espécies diferentes, é o mesmo.

Antepassado comum próximo, pois, como irá ser esclarecido estas estruturas provêm de espécies que divergiram devido a diferentes pressões seletivas.

Funções diferentes, isto é, estruturas que apresentam todas as características descritas em cima podem ter diferentes funções, embora geralmente essas funções sirvam o mesmo objetivo (por exemplo, as patas de um cavalo e as asas de uma ave: têm funções diferentes, respectivamente andar e voar; no entanto o seu objetivo é o mesmo e trata-se da locomoção)

Evolução divergente; isto é, devido às diferentes espécies terem sido sujeitas a pressões seletivas (conjunto de fatores que condicionam a vida dos indivíduos e que os obrigam a evoluir em determinada direção) diferentes, adaptaram os seus membros àquilo a que eles eram mais necessários no ambiente em que determinada espécie se encontrava.

A partir destas estruturas podem criar-se séries filogenéticas (através da análise de determinadas estruturas em espécies diferentes mas que sofreram a mesma evolução até determinada altura) que são progressivas quando determinada estrutura evolui desenvolvendo-se, ou regressivas, quando uma estrutura evolui, tornando-se mais simples (temos o caso do coração como uma série filogenética progressiva, pois nos mamíferos é mais complexo que nos peixes).

Estruturas análogas

Estas estruturas encontram-se em espécies cujo antepassado comum se encontra muito distante, pelo que o seu grau de parentesco é muito baixo.

Elas apresentam:

Padrão estrutural básico diferente, pelo que a forma das estruturas não é semelhante
Posição relativa a outras estruturas pode não ser semelhante
Provêm de um esboço embrionário diferente
Antepassado comum muito longínquo

Evolução convergente, uma vez que, devido a estarem sujeitas às mesmas pressões seletivas, as soluções que a Natureza arranjou para a adaptação das diferentes espécies, são muitas vezes as mesmas. Assim, espécies de origens muito diferentes podem apresentar estruturas que desempenham as mesmas funções. (Temos o exemplo das asas das aves e as asas dos insetos)

Estruturas vestigiais

Estas tratam-se de estruturas análogas às que se apresentam bastante desenvolvidas em algumas espécies, mas que, devido ao desuso e, portanto, à falta de necessidade noutras espécies, se atrofia e não se desenvolve. (Temos o exemplo do ceco, que é muito desenvolvido em animais que ingerem muita celulose - pois a função do ceco é a degradação desta - e pouco desenvolvido naqueles que a não ingerem; temos também o exemplo dos músculos das orelhas no humano, que se tornaram desnecessários à medida que a visão se foi aperfeiçoando)

Estas estruturas são um forte argumento do evolucionismo, pois mostram que os antepassados das espécies que apresentam estas estruturas necessitaram delas, e que depois estas se tornaram desnecessárias.

Argumentos Paleontológicos

A paleontologia, estudo dos fósseis, é um dos fatores que mais apoiam o evolucionismo, pois mostra que o nosso planeta foi habitado por seres diferentes dos atuais. Infelizmente, o que gerealmente ocorre é que apenas os componentes esqueléticos dos indivíduos ficam gravados nas rochas. Para que todo o organismo seja preservado é necessário que, após a sua morte fique totalmente soterrado por sedimento, evitando a decomposição.

A análise dos estratos sedimentares permite reconstruir a história evolutiva de determinado local. A história evolutiva dos seres vivos pode ser dada por árvores filogenéticas, que se tratam de diagramas ramificados, que se iniciam num ancestral,comum, ocorrendo que cada ramo corresponde ao aparecimento de uma nova forma.

A prova da existência de seres vivos cada vez mais complexos é-nos dada através das formas intermédias ou sintéticas, que documentam a transição entre dois grandes grupos e se encontram nas formas fósseis de transição. Estes fósseis permitem afirmar que os grandes grupos de indivíduos (aves e répteis, p.e.) têm uma origem comum.

Conceito de fóssil

É considerado fóssil qualquer indício da presença de organismos que viveram em tempos remotos da Terra.

Um fóssil animal forma - se quando as partes moles do corpo se decompõe, mas seu esqueleto é substituído por minerais do solo. ( mineralização).

Processo semelhante pode ocorrer com troncos de árvores são recobertos de lava, e a sílica substitui a madeira.

Argumentos da embriologia

Ao comparar os embriões das diferentes espécies, Haeckel pôde observar que, num estado muito prematuro, os embriões são extremamente semelhantes. À medida que os embriões se vão desenvolvendo, vão perdendo a sua semelhança com os embriões de outras espécies, sendo mais diferentes quanto menor for o seu grau de parentesco. Isto é, quanto maior for o grau de semelhança entre os embriões dos animais, maior o grau de parentesco ou filogenia.

Haeckel observou que todos os embriões possuiam fossetas braquiais que, enquanto nos peixes irão dar origem aos órgãos respiratórios, em outras espécies estas alteram-se de tal maneira que será difícil reconhecê-las no indivíviduo adulto. Haeckel notou também na existência de cauda em todos os vertebrados que, nos humanos, desaparece.

Todas estas observações levaram Haeckel a concluir que o embrião de determinada espécie passa por todos os estados adultos dos seus antepassados. Se considerarmos que a ontologia é a história do desenvovimento embrionário até ao estado adulto de um indivíduo, e a filogenia é a história evolutiva de determinada espécie, poderíamos afirmar que Haeckel considerou que a ontologia recapitula a filogenia. Esta é a chamada lei da recapitulação.

No entanto, esta lei foi, mais tarde, revista por Von Baer, o qual lhe acrescentou que o embrião passava por todos os estados embrionários dos seus antepassados, e não pelos estados adultos, como Haeckel afirmou. Esta lei passou a chamar-se lei biogenética.

A embriologia veio fornecer um modo de estabelecer o grau de parentesco entre determinadas espécies, pois quanto mais afastados filogeneticamente estiverem 2 indivíduos mais curtas são as fases ontogénicas comuns. Assim, os seres mais aparentados apresentam longas fases ontogénicas semelhantes.

Argumentos biogeográficos

Estes argumentos dizem respeito às populações existentes em diferentes locais geográficos. Embora ocorra frequentemente que as populações apresentam mais diferenças quanto mais afastadas geograficamente se encontram, apesar de muitas vezes as pressões seletivas serem semelhantes, ocorre também a existência de organismos semelhantes em regiões geográficas muito diferentes. Ocorre também que indivíduos que vivam em regiões muito próximas sejam muito diferentes.

As diferenças biogeográficas ocorreram devido à deriva dos continentes, a qual separou indivíduos da mesma espécie, que evoluiram dando origem a diferentes espécies, cada uma adaptada ao ambiente onde viveram.

Argumentos citológicos

O fato de todos os seres vivos serem constituídos por células, as quais possuem funções muito semelhantes veio apoiar largamente uma origem comum. Assim, apesar das diferenças que podem ser observadas a nível macroscópico, se analisarmos o mundo vivo a nível microscópico, podemos concluir que não há grandes diferenças entre os seres vivos.

Argumentos bioquímicos

Ao analisar os componentes químicas das várias espécies podemos notar que quanto mais semelhante for a sua constituição química, maior o grau de parentesco ou filogenia que pode ser estabelecido.

Pode considerar-se como argumento bioquímico:

O fato de todos os seres vivos serem constituídos principalmente pelas biomoléculas: lípidos, prótidos e glícidos, ácidos nucleicos...

A existência de DNA e RNA e sua intervenção na síntese proteica

A universalidade do código genético, o qual é constituído, para quase todos os seres, por cinco bases, cujas combinações podem dar origem a diferentes proteínas

O fato de existirem 20 aminoácidos nos seres vivos

Análise de proteínas

As diferentes proteínas são agrupamentos de aminoácidos arranjados com uma determinada ordem, a qual está definida no DNA. Assim, uma proteína que tenha determinada ordem de aminoácidos será diferente de uma outra que possua uma outra ordem.

Frequentemente encontra-se em diferentes espécies proteínas iguais, mas com apenas alguns aminoácidos trocados, isto é, proteínas em que a sequência de aminoácidos é a mesma excepto para dois ou três casos. Isto ocorre devido a mutações que o DNA sofreu, as quais são lidas pelo RNA, sendo este quem vai transmitir a informação para que a proteína seja sintetizada. Deste modo, e uma vez que cada 3 bases do DNA vão dar origem a um aminoácido, uma alteração de uma dessas bases, ou de mais, poderá dar origem a um novo aminoácido. Isto leva a crer que as proteínas tiveram origem num ancestral, e que se foram alterando, depedendo da evolução sofrida pelos indivíduos.

A partir disto pode afirmar-se que quanto maior for a semelhança entre as proteínas de indivíduos de diferentes espécies, maior é também o grau de parentesco.

Dois dos casos mais estudados são o da insulina (hormona produzida no pâncreas que controla a quantidade de açúcar no sangue), que possui 51 aminoácidos, dos quais o 8, 9 e 10 podem variar entre alanina e treonina (8); serina e glicina (9); e valina e isoleucina (10), conforme a alteração sofrida pelo DNA. O outro caso comum é o citocromo c, presente na cadeia transportadora de electrões, a partir do qual se pode construir um esquema que relacione as diferentes espécies conforme a quantidade de aminoácidos diferentes. Em tal esquema, os espécies teriam um maior grau de filogenia quanto maior fosse o número de semelhanças entre os aminoácidos.

Comparação entre moléculas de DNA - hibridação

Como já foi referido, o DNA, ao longo dos tempos vai sofrendo alterações a nível das suas bases. Embora a maioria das mutações que ocorram no DNA sejam maléficas, existem algumas que são benéficas, e outras que não alteram as proteínas. Isto é, embora muitas vezes a ocorrência de uma mutação traga problemas adaptativos, por vezes a alteração das "ordens" do DNA fazem mais sentido do que aquelas originais. São estas alterações que são passadas aos descendentes e prosperam.

A dupla cadeia de DNA está ligada através de pontes de hidrogénio, que se estabelecem entre as bases dos nucleótidos, ocorrendo que estas ligações apenas acontecem entre bases complementares, isto é, timina-adenina; citosina-guanina. Deste modo, se ocorre uma mutação numa das cadeias, a ponte de hidrogénio entre o nucleótido mutado e o da outra cadeia não se vai estabelecer. É através da análise da quantidade de DNA que não emparelha, ou se liga, que se pode calcular a diferença existente entre dois DNA.

Mas como é possível fazer tal medição?

I - Cultivam-se células num meio com um componente que faça parte do DNA (como o fósforo, ou o azoto) radioativo. Deste modo, as células vão incorporar este componente no seu DNA, marcando-o;
II -
Depois de extraído das células, este DNA é cortado em segmentos mais curtos;
III -
Os vários segmentos são aquecidos de forma a quebrar as pontes de hidrogénio e a separar as duas cadeias;
IV -
Seguidamente o DNA marcado é misturado com porções de DNA de outra espécie não marcado
V -
Arrefece-se de modo a permitir as ligações entre as bases das duas cadeias de DNA
VI -
Retiram-se as cadeias de DNA que não emparelharam
VII -
Aquece-se de novo as novas duplas cadeias de DNA, de modo a quebrar as ligações. Quanto maior for a energia necessária para separar as duas cadeias, menos bases que não emparelharam há, portanto mais próximas estão as espécies.

Testes serológicos

As células dos animais encontram-se revestidas por antigenes. Por outro lado, os animais possuem ainda anticorpos, os quais não se ligam aos antigenes das células do organismo a que pertencem, embora se liguem aos antigenes das células estranhas ao organismo, atacando-as e tornando-se inofensivas. Quanto maior for a diferença entre os antigenes de duas espécies, menos é o grau de parentesco, e com maior feracidade são atacados pelos anticorpos da outra espécie.

Fonte: www.geocities.com

Evidências da Evolução

As evidências da existência de evolução se sustentam em interpretações do documentário fóssil, anatomia comparada e estudos bioquímicos.

Documentário Fóssil

O documentário fóssil demonstra claramente que no passado existiam formas de vida diferentes das atuais. Os animais primitivos deixaram restos e impressões em rochas das mais variadas partes do mundo, os fósseis. Os fósseis podem ser datados através da determinação dos materiais radioativos neles contidos. Não sendo possível assistir ao processo evolutivo, é de fundamental importância encontrar provas da evolução no registro fóssil. Os evolucionistas apresentam fósseis de alguns seres primitivos como evidência da evolução, tais como o archaeopteryx (como forma transitória entre répteis e aves) e animais que pertencem a uma suposta evolução do cavalo. Segundo a teoria da evolução, a presença de diferentes fósseis em camadas de rochas sucessivas permite ter uma idéia das formas de vida que se sucederam, tornando-se possível reconstituir o processo evolutivo de grupos de seres vivos.

Anatomia Comparada

Segundo os evolucionistas, as semelhanças anatômicas entre diferentes espécies de seres vivos aponta para ancestrais comuns entre as espécies semelhantes, sendo isto uma evidência da evolução.

Os estudos de anatomia comparada revelam, por exemplo, que os membros anteriores de todos os tetrápodes têm a mesma estrutura esquelética, embora representem adaptações a funções diferentes. Há também semelhanças nos vasos sangüíneos e coração, musculatura e as mesmas regiões cerebrais básicas em todos os tetrápodes, o que sugere ancestrais em comum.

Os estudos de anatomia comparada também apontam, como evidência de evolução, a presença de órgãos vestigiais ou rudimentares. Segundo os evolucionistas, estes órgãos, embora sem função atual, permanecem vestigialmente, indicando a existência anterior, em sua forma completa, nos ancestrais dos atuais seres vivos que possuem os citados órgãos. Um exemplo de órgão chamado vestigial é o apêndice humano.

Evidências Bioquímicas

A seqüência de aminoácidos de uma proteína é determinada pela estrutura do gene que a codifica. Diferentes organismos apresentam proteínas comuns, enquanto outros apresentam seqüências de aminoácidos diferentes. Essas diferenças refletem alterações na estrutura dos genes que codificam as proteínas. Proteínas semelhantes são resultantes de composição genética semelhante. Segundo a teoria da evolução, duas espécies terão maior semelhança entre suas proteínas quanto mais próximo for o grau de parentesco sob o ponto de vista evolutivo.

Fonte: ssilva777.tripod.com

Evidências da Evolução

FÓSSEIS

(fóssile = latim = extraído da terra)

Os fósseis nada mais são do que a petrificação de um organismo que não recebeu a ação dos agentes decompositores. Isso ocorre em um meio favorável, como no fundo de um lago com a presença de minerais que vão penetrando pelos poros dos ossos e substituindo a parte orgânica do osso por sílica  que é o principal elemento da formação do fóssil.

Os fósseis que estudamos hoje começaram a ser formados a milhões de anos atrás, prova disso é que encontramos eles em diversos lugares podendo ser em uma chapada, ou no alto de um morro. Isso porque essa camada sedimentar (onde se formaram os fósseis) veio com o tempo para a superfície devido à movimentação da crosta terrestre que faz parte do desenvolvimento geológico da Terra. Logo, observamos que os fósseis de peixes  são encontrados onde não há mais um rio ou lago e que, no passado, fora um ambiente perfeito para a fossilização.

OBS: Os fósseis são "a prova viva" de que os seres evoluíram é uma das mais importantes chaves do conhecimento evolutivo. Podemos comparar e analisar um material concreto sem a necessidade de vários estudos embriológicos, bioquímicos etc.

ANATOMIA E EMBRIOLOGIA

Com a anatomia e a embriologia comparada podemos observar que somos todos parentes. Os embriões, principalmente, em seus estágios primários de desenvolvimento, são evidentemente muito parecidos o que comprova tal parentesco.

ÓRGÃOS HOMÓLOGOS

São aqueles que têm a mesma origem embrionária, ou seja, vêm de um mesmo ponto do embrião quando comparado entre espécies diferentes. Daí eles terem a mesma função ou não.

A nadadeira da baleia tem a mesma origem embrionária do braço do homem. Só que a função da nadadeira é nadar, impulsionar o corpo do mamífero na água, já o braço humano tem função de apreender e manusear coisas.

As pernas de um cachorro têm a mesma função da perna de um gato. Ambos são mamíferos e esses órgãos são homólogos.

ÓRGÃOS ANÁLOGOS

Esses órgãos têm a mesma função mas não têm a mesma origem embrionária. Exemplo clássico: Asa da borboleta e asa de um pássaro. Ambas servem para voar, mas a asa do inseto de é de quitina (uma  proteína) e a asa da ave tem penas ossos (pneumáticos) e vem de um embrião enquanto a borboleta vem de uma larva.

PROVAS BIOQUÍMICAS

As moléculas dos seres são muito parecidas, as enzimas do corpo humano, por exemplo, podem ser encontradas em outros animais; assim como outros tipos de proteínas que nos seres humanos podem ser cabelo, por exemplo, em outros seres pode fazer parte de sua estrutura física.

DNA (ácido desoxirribonucléico) X EVOLUÇÃO

O ácido desoxirribonucléico nos permite a análise de parentesco entre os seres. Quanto maior o número de moléculas parecidas, maior será o grau de parentesco. O DNA é quem dita essas características dos seres, desde as bioquímicas até as estruturais. Em estudo em laboratório, descobriu-se que o DNA humano e o de uma lagartixa possuem 127 itens de diferença e do homem para o chimpanzé apenas 2 itens de diferença; o que já fora comprovado, recentemente, que as diferenças são inferiores a esses dois itens.

Fonte: www.uff.br

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