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Abiogênese X Biogênese

Várias hipóteses foram formuladas para se explicar o surgimento da vida em nosso planeta, no qual acreditavam que este processo se dava não só por cruzamentos entre si, mas também, a partir de uma matéria bruta. Essa idéia foi proposta por Aristóteles há mais de 2000 anos.

Aristóteles – ± 383 a.C -> Surgimento da vida seria a partir de princípios ativos contidos em certos alimentos, que quando ingeridos poderiam ser ativados. (Abiogênese).

Francesco Redi – séc XVII -> a vida só se origina a partir de outra preexistente, desde que encontre meio favorável ao seu desenvolvimento (Biogênese).

Anton Leeuwenhoek - (poucos anos depois) -> aperfeiçoou o microscópio, revelando que os microorganismos tivera seus próprios meios de reprodução.

Louis Pasteur - ± 1895 -> Provou com seus experimentos que um meio estéril em contato com o ar contaminado, permitia a proliferação de microorganismos, logo, a teoria da abiogênese caiu por terra.

Resolvido este problema a Ciência depara-se com outro enigma: "Se a vida surge de vida preexistentes, como e quando apareceu o primeiro ser vivo?"

Nesse sentido, surgiram várias hipóteses na qual a heterotrófica é mais aceita apesar de concordar com a abiogênese no sentido de ser originada de matéria bruta, mais por outro lado admite uma evolução mais lenta e que necessitaria de matéria orgânica pré-fabricada para garantir sua sobrevivência.

A Terra com aproximadamente 5 bilhões de anos só começou a ser povoada 3,5 bilhões de anos atrás, quando ela criou meios favoráveis para desenvolvimento de seres vivos. A partir de 1954 os cientistas Miller, Fox e Calvin reproduziram através de experimentos as condições prováveis de vida na atmosfera primitiva, nos quais demonstraram a possibilidade da formação de compostos orgânicos (aminoácidos, proteínas e carboidratos) que naquele período seriam arrastados pelas águas das chuvas até os mares primitivos e lá se depositariam misturados as águas e a outros compostos orgânicos e inorgânicos que ao seu tempo foram se englobando, constituindo a base física na qual se formaria a vida.

O surgimento da vida seria dada através da energia extraída de carboidratos pelo processo de fermentação (respiração aeróbia), dando possibilidades para que surgissem nucleotídeos, ácidos nucléicos, onde favoreceria o surgimento de um ambiente equilibrado dotado de capacidade de auto duplicação. Com o tempo, a escassez de energia e matéria-prima faria com que a vida criasse outra forma de sobrevivência no qual a energia solar passaria a ser aproveitada dando origem aos primeiros seres autrótofos (produzem seus próprios alimentos ), com isso a Terra passaria a conhecer uma novo gás – Oxigênio, que propiciaria o aparecimento de seres aeróbicos, capazes de extrair energia de alimentos e com rendimentos superiores ao processo fermentativo.

Fonte: www.coladaweb.com

Abiogênese X Biogênese

A primeira teoria criteriosa sobre a origem da vida surge na Grécia Antiga, com Aristóteles, que formula a hipótese de geração espontânea. Até então, predominavam as explicações religiosas e místicas. A doutrina de Aristóteles domina os meios científicos por quase 2 mil anos. Só em 1864 que Pasteur prova que a vida surge sempre a partir de outra forma de vida semelhante e não de matéria inorgânica.

GERAÇÃO ESPONTÂNEA ou ABIOGÊNESE

Segundo o princípio da geração espontânea ou abiogênese formulado por Aristóteles, alguns seres vivos se desenvolvem a partir da matéria inorgânica em contato com um princípio vital, ou "princípio ativo". A vida surgiria sempre que as condições do meio fossem favoráveis. Mosquitos e sapos, por exemplo, brotariam nos pântanos. De matérias em putrefação, apareceriam larvas.

BIOGÊNESE

Em 1864 o químico e biologista francês Louis Pasteur (1822-1895) realiza uma série de experiências com os frascos com "pescoço de cisne" e demonstra que não existe no ar ou nos alimentos qualquer "princípio ativo" capaz de gerar vida espontaneamente. Abre caminho para a biogênese, segundo a qual a vida se origina de outro ser vivo preexistente.

Experimentos que provam a biogênese:

Redi - Em 1968,colocou alguns vermes em um recipiente fechado e observou que eles se transformaram em casulos ovóides, e de cada um desses casulos saiu uma mosca. Demonstrando com isso que as larvas presentes na carne em putrefação se desenvolvem a partir de ovos de moscas e não pela transformação da carne.
Spallanzani -pegou um caldo e aqueceu-o até um determinado tempo que matou os vermes, depois fechou-o com um rolha e verificou-se que passados alguns dias continuaram livres dos vermes.
Origem da vida na Terra

Até hoje não existe uma resposta científica definitiva sobre a origem da vida no planeta. A primeira idéia foi a de que a vida teria vindo do espaço, fruto de uma "semente" de outro planeta. Hoje a hipótese mais difundida é a da origem terrestre. A vida surge há cerca de 3,5 bilhões de anos quando o planeta tem uma composição e atmosfera bem diferentes das atuais. As primeiras formas surgem em uma espécie de caldo de cultura resultante de complexas reações químicas e de radiação cósmica.

QUIMIOSSÍNTESE

É a hipótese de que as primeiras formas de vida na Terra estão condicionadas à existência prévia de compostos orgânicos (proteínas, carboidratos, lipídios e ácidos nucléicos). A energia necessária para a síntese destes complexos seria fornecida pelas radiações ultravioleta e cósmica. Em 1936 Alexander Oparin propõe que a partir de gases da atmosfera primitiva formam-se os primeiros compostos orgânicos que evoluem naturalmente até originarem os primeiros seres vivos. Segundo ele depois do resfriamento da superfície permitiu que a água se acumulasse nas depressões da crosta, as chuvas constantes devem ter arrastado as moléculas originadas na atmosfera para os lagos e mares em formação.O acúmulo dessa substâncias por centenas de milhares de anos, teria transformado os lagos primitivos em verdadeiros 'caldos' de substância precursoras da vida.

TEORIA DOS COACERVADOS

Anos depois, Oparin diz que as moléculas protéicas existentes na água se agregam na forma de coacervados (complexos de proteína). Essas estruturas, apesar de não serem vivas, têm propriedades osmóticas e podem se unir, formando outro coacervado mais complexo. Da evolução destes coacervados, surgem as primeiras formas de vida.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Abiogênese X Biogênese

Introdução

Através dos séculos, muitas hipóteses têm sido propostas para explicar a origem da vida na face da Terra. Até fins do século passado, a hipótese mais simples, aceita pelo povo em geral pela maior parte dos cientistas, era que seres vivos podem se originar de material não vivo.

A teoria que diz que seres vivos podem, em determinadas condições, formar-se a partir de matéria bruta, denomina-se Abiogênese ou Teoria da Geração Expontânea . Apesar de ainda aceita por alguns indivíduos de pouca instrução, esta teoria está morta, cientificamente, desde fins do século XIX. A queda definitiva da abiogênese foi causada pelas brilhantes experiências de Louis Pasteur .

A queda da teoria da geração expontânea causou, entretanto, grande polêmica em torno do problema da origem da vida: como apareceram os seres vivos, se eles não podem se originar da matéria bruta ? A explicação mais simples foi atribuir a origem da vida a uma criação divina. A primeira apresentação científica do problema foi o livro "A origem da vida", do químico russo A I Oparin, é verdadeira e que , realmente, os seres vivos devem sua origem a certas propriedades físicas e químicas da Terra primitiva. Nada de sobrenatural parece Ter sido envolvido na origem dos seres vivos, apenas tempo e leis físicas e químicas naturais, operando nas condições reinantes num ambiente primitivo.

Em experiências bem elaboradas, nas quais as condições da Terra primitiva são simuladas os cientistas têm sido capazes de reproduzir, no laboratório alguns passos importantes, que há bilhões de anos devem Ter contribuído para a formação dos primeiros seres vivos.

Geração Espontânea

A crença na geração espontânea vem desde tempos remotos. Povos antigos da China, da Índia e do Egito já eram adeptos desta teoria. Foi Aristóteles, entretanto, o maior divulgador da geração espontânea (abiogênese). Este filósofo, baseado em suas observações , concluiu que seres inferiores podem originar-se, espontaneamente, de matéria não viva.

Até fins da idade média, filósofos e cientistas ilustres como Willian Harvey, célebre por seus trabalhos sobre circulação sangüínea, René Descartes e Isaac Newton, aceitavam a geração espontânea.

Jean Baptitste van Helmot, célebre médico de Bruxelas, autor de brilhantes trabalhos sobre fisiologia vegetal, foi um grande adepto da teoria da geração espontânea. Helmot chegou a elaborar uma "receita" para produzir ratos por geração espontânea. Dizia ele: "coloca-se, num canto sossegado e pouco iluminado, camisas sujas. Sobre elas espalham-se grãos de trigo e o resultado será que, em 21 dias, surgirão ratos".

A hipótese que os ratos vêm de fora não era levada em consideração.

Em 1688, com uma experiência simples, mas bem controlada, o médico e biologista italiano Francesco Redi pôs abaixo a teoria da geração espontânea.

Para observar o comportamento dos "vermes" que aparecem na carne em putrefação. Redi colocou alguns destes organismos num recipiente fechado. Após alguns dias , os vermes tornaram-se imóveis e assumiram formas ovais, escuras e duras.
As cascas duras quebraram-se após alguns dias , e do interior de cada uma saiu uma mosca, semelhantes as que são vistas diariamente nos açougues ,sobrevoando a carne. Destas observações, Redi concluiu que os "vermes"da carne podre constituem uma etapa do ciclo de vida de certas espécies de mosca .Estas larvas então, deveriam surgir de ovos colocados pelas próprias moscas na carne e não por geração espontânea : a carne servia apenas como alimento para as larvas.Para ostentar esta hipótese. Redi realizou a seguinte experiência : colocou pedaços de carne em alguns frascos de boca larga, tapou metade dos frascos com uma tela, enquanto a outra metade ficava aberta. Nos frascos abertos, onde as moscas entravam e saiam ativamente , surgiu uma grande quantidade de larvas. Nos frascos fechados, onde as moscas não conseguiam entrar, não apareceu nenhuma larva, apesar de muitos dias terem se passado desde que a carne fora lá colocada.

Com essa experiência simples, Redi demonstrou que as larvas da carne podre desenvolvem-se de ovos de moscas e não da transformação da carne, como haviam afirmado os adeptos da abiogênese.

Os resultados de Redi fortaleceram a Biogênese, isto é, a teoria que admite a origem de um ser vivo somente a partir de um ser vivo.

Biogênese versus Abiogênese

Em meados do século XVII, utilizando um microscópio rudimentar, o holandês Antoine Van Leeuwenhoek descobriu seres microscópicos. Esta descoberta foi revelada ao mundo através da descrição de uma infinidade de seres microscópicos, tais como: protozoários, alagas , fungos e bactérias.

Para explicar a origem dos minúsculos seres descobertos por Leeuwenhoek , o mundo científico dividiu-se em duas escolas. Alguns cientistas acreditavam que os microorganismos originavam-se espontaneamente da matéria não viva que lhes serviu de alimento. Com essa hipótese, a teoria da geração espontânea voltava a tomar vulto. Outros cientistas, inclusive Leeuwenhoek acreditavam que as "sementes" ou "germes" dos micróbios estavam no ar e que, caindo em ambientes propícios cresciam e se reproduziam.

Em 1711, o cientista francês Joblot ,publicou suas experiências que sugerem uma procedência externas dos micróbios que proliferam nas infusões. Joblot verificou que uma grande quantidade de micróbios aparecem numa infusão de feno em água fria. Entretanto se estas mesmas infusões forem fervidas por 15 minutos e depositadasem recipientes fechados , elas permanecem livres de micróbios por vários dias. Basta, entretanto, abrir estes tubos ao ar para que micróbios proliferem rapidamente em seu interior.

Com os resultados de Joblot, o problema da origem dos microorganismos parecia estar resolvido : estes seres originam-se de "sementes" existentes no ar. Entretanto, em 1749, o cientista John Nedhan relata que microorganismos surgem de muitos tipos de infusões, independentemente do tratamento que recebam: fechadas ou não fechadas, fervidas ou não fervidas.

Os resultados de Nedhan deram novo apoio à teoria da geração espontânea.

Alguns anos após as publicações de Nedhan , o pesquisador Lázzaro Spallanzani demonstrou, em uma série de experiências, que o aquecimento de infusões Hermeticamente fechadas impede o aparecimento de micróbios, apesar de ser variável a duração do aquecimento necessário para tornar estéreis diferentes tipos de infusões .

Baseado em seus experimentos, Spallanzani criticou Nedhan violentamente. Ele sugeriu que o aquecimento e a vedação, a que Nedhan submeteu suas infusões, não tinham sido suficientes para esterilizar o meio nutritivo, isto é, matar todas as "sementes" ou "germes" presentes na infusão e evitar a entrada de outros. Spallanzani acreditava que os "germes" ou "sementes" de micróbios são levados às infusões pelo ar, sendo esta a explicação para a suposta geração espontânea de micróbios em infusões muito bem aquecidas. Para Spallanzani, não havia tampo mecânico, se não a vedação hermética, capaz de impedir a passagem das "sementes" de micróbios. Nas experiências de Nedhan poderia Ter ocorrido passagem de germes através da tampa.

Em fins do século XVIII, com a descoberta do oxigênio e a demonstração de que este gás é essencial à vida, os defensores da Biogênese encontraram um novo ponto de apoio. Explicaram os resultados de Spallanzani da seguinte maneira: a vedação hermética e o aquecimento prolongado, recomendados por Spallanzani impedem a ploriferação de micróbios, não porque destroem germes existentes na infusão, mas porque excluem o oxigênio necessário à geração espontânea e à sobrevivência dos germes.
Apesar da controvérsia existente sobre a teoria da geração espontânea no mundo científico da época, um confeiteiro parisense, françois Appert , utilizou sabiamente as experiências de Spallanzani. Qualquer que fosse o motivo da esterilização das infusões de Spallanzani, fosse pela morte dos seres ali existentes, fosse pela alteração das condições necessárias à geração da vida, estava claro que um líquido nutritivo, colocado em recipiente hermeticamente fechado e aquecido durante certo tempo, tornava-se estéril. Baseado neste princípio, Appert inventou a indústria de enlatados: alimentos colocados em recipientes hermeticamente fechados e aquecidos durante certo tempo não estragam.

No início do século XIX, através de engenhosas experiências, ficou demonstrado que a proliferação de microorganismos não ocorre em infusões que tenham sido adequadamente aquecidas, mesmo quando expostas ao ar, desde que esse ar esteja isento de qualquer germe. Schwann, em 1837, infiltrando o ar previamente auqecido em uma infusão fervida verificou que a infusão permanecia estéril. Schroeder e Von Dusch, em 1854, conseguiram impedir o crescimento microbiano em infusões de carne previamente fervida, mesmo oassando, através dela, ar filtrado em algodão.

Por volta de 1860, o cientista francês Ouis Pasteur demonstrou que germes microscópicos estão presentes no ar, sobre o corpo dos animais e do homem, sobre os utensílios usados nas experiências e sobre as demais coisas expostas ao ar. Demonstrou, ainda, que todas as "gerações espontâneas" de microorganismos resultam, na realidade da contaminação dos tubos de cultura por germes do ar. Uns poucos micróbios do ar, encontrando um meio rico em alimentos, reproduzem-se rapidamente, originando, em questão de horas, milhões de descendentes.

Com experiências de frascos tipo "pescoço de cisne" , Pasteur demonstrou que uma solução nutritiva, previamente esterilizada, mantém-se estéril indefinidamente, mesmo na presença de ar, desde que, a entrada de germes seja impedida.

Praticamente destruída pelas experiências de Pasteur, a teoria da geração espontãnea de microorganismos recebeu um último golpe com as experiências de Tyndall. Este cientista, em suas experiências sobre abiogênese , verificou que infusões de feno seco são muito mais difíceis de serem esterilizadas que outros tipos de infusões. Ele verificou que os cinco minutos de fervura, normalmente usados para esterilizar as infuzões, são insuficientes para esterilizar as infuzões de feno seco. Mesmo prolongando-se a fervura por uma hora ou mais, as infusões de feno não se tornam estéreis. Após muitas experiências, Tyndall compreendeu o que estava ocorrendo: no feno seco existem formas bacterianas, muito mais resistentes ao calor que qualquer outro micróbio (sendo que as bactérias tem duas fases: umas resistente ao calor que é chamada de esporo e outra sensível ao calor, forma vegetativa.

Tyndall desenvolveu um método para esterilizar infusões de feno. Este método pode ser empregado para esterilizar qualquer meio que contenha esporos de bactérias. As infusões são colocadas em repouso (são colocadas em temperaturas altamente quentes), formando assim um ambiente adequado para a formação de bactérias. Os esporos começam a germinar, e germinam bactérias não sensíveis ao calor. Sendo assim estas bactérias que surgiram são eliminadas pelo calor.

Com a publicação dessas experiências, foi descartado defitivamente a teoria da geração espontânea.

A partir daqui, vamos explicar todo processo da origem da vida (as teorias que são mais aceitas hoje)

A formação da Terra:

"Se um ser vivo só pode se originar de outro ser vivo, como então surgiu o primeiro?" Para essa pergunta podem ser apresentadas duas hipóteses:

a) a vida surgiu por criação divina
b) a vida surgiu da evolução gradual de sistemas químicos

A primeira hipótese foi a que dominou o pensamento dos povos antigos, presente nos documentos religiosos. Mas é a segunda, através de estudos científicos é a que possui maior probabilidade da verdade.

No início da formação dos planetas, a temperatura era tão alta que as ligações q uímicas eram impossíveis... Entretanto, o contato com o espaço cósmico gelado fez com que as superfícies dos planetas resfriassem gradualmente. E com esse resfriamento a maior parte dos átomos ligaram, formando elementos químicos essenciais para o desenvolvimento de uma vida. Durante alguns milhões de anos, a Terra continuou no processo de resfriamento até chegar na temperatura atual... as águas das tempestades que aqui caiam quase não pararam aqui, evaporavam logo.

Como ainda faltava oxigenio na atmosfera primitiva, uma grande quantidade de radiação ultra-violeta, presente na luz solar, atingisse a superfície terrestre.

E foi um processo demorado, até que as primeiras moléculas começaram a ser formar. As radiações e descargas elétricas, fizeram com que moléculas rompesse, e o pedaço dessas moléculas denominadas de radicais livres, foram através das chuvas para os oceanos, onde se acumularam.

Na década de 1920, cientistas propuseram que as moléculas quebradas (radicais livres) formavam os seres vivos atuais, nas condições da Terra naquela época.

Esta hipótese foi testada em laboratório e deu certo...

A Origem dos primeiros seres vivos:

Á partir desses fenômenos que faziam a molécula "quebrar" (calor dos vulcões, descargas elétricas e tempestades) formou-se uma grande "sopa" no Oceano, que dava condições de que os primeiros seres vivos aparecessem.
Então, com isso pode-se concluir que a vida surgiu nos oceanos... Esta é atualmente a hipótese mais aceita sobre a origem da vida.

Abaixo, um esqueminha de como a vida surgiu: (Vc quer o esquema? então mande um e-mail para gabipe2@bol.com.br solicitando-o)

Big Bang

Teoria mais aceita sobre a origem do Universo , é enunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado norte-americano George Gamow (1904-1968). Segundo ela, o Universo teria nascido de uma grande explosão cósmica, o Big Bang, entre 8 bilhões e 20 bilhões de anos atrás. Até então, as estruturas do Universo concentravam-se em um único ponto, de temperatura e densidade energética altíssimas. Esse ponto explode - é o instante inicial - e começa assim a sua expansão, que continua até hoje.

O Universo primitivo é uma mistura de partículas subatômicas (quarks, elétrons, neutrinos e suas antipartículas) que se movem em todos os sentidos a velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associam-se para formar os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do Universo. Ao expandir-se, o Universo também resfria-se, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa separam-se e o Universo torna-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começam a unir-se para originar as galáxias.

A Teoria do Big Bang baseia-se em parte na Teoria da Relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), que demonstram que o Universo não é estático e se encontra em expansão. A hipótese, admitida pela maioria dos astrofísicos, apóia-se na constatação de que as galáxias se afastam umas das outras numa velocidade proporcional à sua distância da Terra.

Os estudos sobre o Big Bang ganham novo impulso em 1964 e 1965, com a descoberta, pelos radioastrônomos Arno Penzias (1933-) e Robert Wilson (1936-), de um possível traço "fóssil" dessa grande explosão cósmica: um ruído que recebe o nome de radiação cósmica de fundo. O ruído, detectado durante a medição do som da Via Láctea, é um sinal estático uniforme e constante que não provém de nenhuma fonte determinada e sugere a existência de uma energia térmica residual através do Universo. Em 1990, o satélite Cosmic Background Explorer (Cobe), lançado pela Nasa (Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço), faz um mapeamento das regiões onde existe essa energia.

A grande questão que norteia a astronomia atual - introduzida por Hubble, o pai da cosmologia moderna - é a determinação de uma velocidade mais precisa para a expansão do Universo. Os cientistas acreditam que as observações do telescópio espacial Hubble , lançado pelos EUA em 1990, podem contribuir decisivamente para a sua solução

Origem da vida

Processo pelo qual surge a vida na Terra e que até hoje não foi totalmente definido pela Ciência. As formas de vida mais antigas conhecidas são bactérias de 3,5 milhões de anos. A reprodução dos seres vivos é controlada por substâncias chamadas ácidos nucléicos, DNA e RNA, material hereditário que passa de um organismo a outro. O desafio é esclarecer como se formaram os ancestrais dessas moléculas complexas.

Na década de 20, o bioquímico russo Aleksandr Ivanovich Oparin (1894-1980) e o geneticista britânico John Burdon Sanderson Haldane (1892-1964) afirmam que as moléculas que teriam dado origem à vida surgiram em oceanos primordiais. Essa idéia é testada em 1953 pelos químicos norte-americanos Stanley Lloyd Miller (1930-) e Harold Clayton Urey (1893-1981), que reproduziram em laboratório as condições desses oceanos e, a partir daí, conseguiram produzir compostos orgânicos essenciais (aminoácidos).

Essa experiência e outros estudos permitiram a formulação da teoria mais aceita sobre a origem da vida. Segundo ela, há cerca de 3,8 bilhões de anos a atmosfera terrestre era composta basicamente de metano (Ch2), amônia (Nh2), vapor d'água (H2O), hidrogênio (H) e nitrogênio (N). O excesso de calor provocado pelos vulcões, radiação ultravioleta e descargas elétricas favorece a combinação desses elementos resultando em moléculas orgânicas simples como os aminoácidos, açúcares e ácidos graxos. Essas moléculas se depositaram nos oceanos formando o caldo primordial. Ali elas reagiram e deram origem a moléculas orgânicas maiores, parecidas com o RNA (ácido ribonucléico) de hoje.

Capazes de se auto-reproduzirem e de evoluírem, as moléculas adquiriram membranas por um processo ainda desconhecido e individualizaram as primeiras células, que têm RNA como seu material genético. Aos poucos, começam a surgir células nas quais o RNA é substituído pelo DNA , uma molécula mais estável.

Por um processo de seleção natural, a estrutura que sobrevive é a célula de DNA (ainda sem núcleo organizado - procarionte), considerada a ancestral de todos os seres vivos.

O princípio básico da vida é a origem de algum modo de duplicação do ser vivo movido por uma fonte externa de energia. Um ser vivo é essencialmente um motor que converte formas de energia para a realização de todas as suas atividades, desde a respiração até a reprodução. Nos casos das plantas, por exemplo, a fonte é a radiação solar, que é convertida em uma forma de energia aproveitável no processo de fotossíntese. As formas primitivas de vida passaram por algum tipo de seleção natural que favoreceu as moléculas capazes de absorver energia do meio com mais facilidade e de se reproduzir mais rapidamente.

Fonte: yahoo.com.br

Abiogênese X Biogênese

A abiogênese (ou geração es- pontânea) é uma teoria que foi refutada ainda na Antiguidade. Ela consiste na crença de que os seres vivos poderiam ser originados a partir da matéria bruta. Por exemplo: durante muito tempo, acreditou-se que as larvas de mosca presentes em cadáveres em decomposição eram, na verdade, vermes que se originavam a partir deste tipo de material.

Grandes pensadores, como Aristóteles, Santo Agostinho, René Descartes e Isaac Newton, apesar de reconhecerem o papel da reprodução, acreditavam piamente nesta teoria e a utilizavam para explicar a origem de alguns organismos vivos.

Para eles, havia um princípio que proporcionava a apenas determinados meios a capacidade de formação de novos seres: a da força vital. Partindo deste princípio, apenas quando se houvesse condições para esta força fluir é que tal fenômeno poderia ocorrer.

Entretanto, em meados do século XVII, Francesco Redi, por meio de experimentos, demonstrou que os “vermes” presentes na carne podre eram, na verdade, larvas de moscas que “surgiam” em razão da presença dos animais adultos desta espécie no substrato em questão. Tal descoberta refutou a teoria da abiogênese até o momento em que, com o advento da microscopia, passou-se a indagar a origem dos micróbios e acreditar que tais seres só podiam ser formados por geração espontânea.

Para verificar tais indagações, outros experimentos foram feitos. Needham, por exemplo, inseriu caldos nutritivos em tubos de ensaio, aqueceu e isolou-os com rolhas. Após alguns dias, verificou a presença dos seres microscópicos – uma possível comprovação de que ocorrera o mecanismo da abiogênese. Spallanzani, 25 anos depois, repetiu tal experimento, mas fervendo a solução, por tempo considerável; e teve como resultado o não aparecimento desses organismos.

Needham argumentou que o colega havia destruído a força vital da substância e, obviamente por tal motivo, não havia vida nas amostras.

Tal ideia perdurou até que Pasteur, aproximadamente 100 anos depois, preparou líquidos nutritivos em frascos cujos gargalos foram aquecidos e moldados tal como pescoços de cisne. Aqueceu as substâncias até que saíssem vapores pelas aberturas, deixou-as esfriar e percebeu que, após vários dias, estas permaneciam sem a presença de germes.

Concluiu que estes ficaram retidos na longa curvatura do gargalo com o auxílio das gotículas de ar – funcionando tal como um filtro – e comprovou esta ideia após quebrar o “pescoço de cisne” de algumas amostras e verificar que estas passaram a apresentar estes seres diminutos, algumas horas depois.

Assim, como o líquido se contaminou após a quebra dos gargalos (não destruiu a força vital) e, além disso, este tinha contato com o ar, Pasteur conseguiu provar que a abiogênese também não se aplicava a este caso.

Mariana Araguaia

Fonte: www.mundoeducacao.com.br

Abiogênese X Biogênese

Abiogênese

O prefixo "bio" significa vida, a letra "a" no início vem negar o restante da palavra, ou seja, não há vida e gênese significa origem. Em biologia esse termo é usado para definir a origem da vida a partir de algo que não possui vida. Essa era uma teoria sugerida por alguns cientistas do passado como por exemplo: Xenófanes, Demócrito, Anaximandro, entre outros tantos. Também ficou conhecida como "Geração espontânea" na qual eles acreditavam que existia um "princípio ativo" em algumas porções de matéria inanimada (que não tem vida) formando assim um organismo vivo. Essa teoria não tinha embasamento empírico (comprovado a partir de experimentos) era quase que uma sugestão tipo: eu acho que.

Biogênese

Nessa teoria a vida surgi a partir de matéria viva. Por exemplo o surgimento de larvas na comida ocorre porque moscas depositaram ovos nela. Francesco Redi (1626-1691) foi um dos pioneiros a fazer esse tipo de pesquisa partindo de um embasamento científico (observação, hipótese e comprovação através de experimentos).

Fonte: Mente Biológica

Abiogênese X Biogênese

As Origens da Vida - Parte 1

As Origens da Vida - Parte 2

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