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Vitamina K

 

A vitamina K surge sob várias formas. A vitamina K1 (filoquinona, fitonadiona) encontra-se principalmente nos vegetais. A vitamina K2 (menaquinona), a qual tem cerca de 75% da força da vitamina K1, é sintetizada por bactérias no tracto intestinal dos seres humanos e de vários animais. A vitamina K3 (menadiona) é um composto sintético que pode ser convertido em K2 no tracto intestinal.

Principais fontes na natureza

As melhores fontes de vitamina K na dieta são os vegetais de folhas verdes, tais como folhas de nabo, espinafres, brócolos, couve e alface. Outras fontes ricas, são as sementes de soja, fígado de vaca e chá verde. Boas fontes incluem a gema de ovo, aveia, trigo integral, batatas, tomates, espargos, manteiga e queijo. São encontrados níveis menores na carne de vaca, de porco, presunto, leite, cenouras, milho, na maioria dos frutos e em muitos outros vegetais.

Como uma fonte importante de vitamina K2, temos a flora bacteriana do jejuno e do íleo. Não é no entanto clara a extensão da utilização das menaquinonas sintetizadas pelos microrganismos das vísceras.

Estabilidade

Os compostos de vitamina K são moderadamente estáveis ao calor e agentes redutores, mas são sensíveis aos ácidos, meios alcalinos, luz e agentes oxidantes.

Função principal

A vitamina K é necessária principalmente para o mecanismo da coagulação sanguínea, que nos protege de sangrar até à morte a partir de cortes e feridas, bem como contra as hemorragias internas. A vitamina K é essencial para a síntese da protrombina, uma proteína que converte o fibrinogénio solúvel em circulação no sangue numa proteína bastante insolúvel chamada fibrina, o componente principal de um coágulo sanguíneo.

Os compostos com actividade de vitamina K são essenciais para a formação de protrombina (factor de coagulação II) e de pelo menos outras cinco proteínas (factores VII, IX e X e proteínas C e Z), envolvidas na regulação do sangue. A vitamina K tem um papel importante na produção de resíduos de y-carboxiglutamato a partir do aminoácido ácido glutâmico. Na ausência de vitamina K, os factores proteicos são sintetizados, mas não são funcionais.

Principal antagonista

Os anticoagulantes, tal como o dicumarol, o seu derivado 4-hidroxicumarol e as indanedionas diminuem a utilização dos factores de coagulação dependentes da vitamina K.

Antibióticos, doenças intestinais, óleos minerais e radiação inibem a absorção da vitamina K. Elevadas quantidades de vitamina E podem realçar as acções anticoagulantes dos antagonistas da vitamina K, tais como a warfarina. Indivíduos que sofrem de má absorção de gorduras ou de doenças hepáticas também correm o risco de sofrer de deficiência de vitamina K.

Deficiência

As deficiência de vitamina K por meio da dieta alimentar são raras e desenvolvem-se mais frequentemente após tratamento prolongado com antibióticos complementado com um ingestão comprometida da dieta alimentar.

Utilizações terapêuticas

A filoquinona é a forma preferida da vitamina para utilizações clínicas. É utilizada para injecções intravenosas e intramusculares, como suspensão coloidal, emulsão ou suspensão aquosa e como comprimido para utilização oral. A vitamina K1 é utilizada no tratamento da hipoprotrombinemia (baixas quantidades de protrombina), no seguimento de factores que limitam a absorção ou a síntese da vitamina K. São também administradas dosagens, seja por injecção (10 mg/wk) ou comprimidos (5 mg/dia) de um derivado hidrossolúvel da menadiona (di-fosfato de sódio de menadiol), o qual é convertido para K3 no corpo. A forma desejável da vitamina é a K1, dado que a K3 está associada com níveis anormalmente elevados de bilirrubina no sangue.

A vitamina K1 é utilizada na medicina humana durante operações nas quais se espera que o sangramento possa ser um problema, por exemplo na cirurgia à bexiga.

Os anticoagulantes (cumarina e indanediona) inibem a reciclagem da vitamina K, o que pode ser corrigido rapida e eficazmente pela administração da vitamina K1.

A vitamina K1 é dada frequentemente a grávidas antes do parto (10-20 mg oralmente) e a recém-nascidos (1 mg por injecção intramuscular), de forma a protegê-los contra hemorragias.

Doses Diárias Recomendadas (DDR)

A DDR para os adultos do sexo masculino é de 80 mg por dia e para o sexo feminino é de 65 mg por dia. Não existem dados suficientes para estabelecer uma DDR para a vitamina K durante a gravidez e a amamentação. A vitamina K ingerida na dieta alimentar habitual, excede normalmente a DDR.

O intervalo recomendado de ingestão total para os bebés é de 5 mg de filoquinona ou menaquinona por dia durante os primeiros 6 meses e de 10 mg durante os 6 meses seguintes. É também requerido que as fórmulas alimentares infantis contenham 4 mg de vitamina K por 100 kcal. Os valores de DDR para as crianças são estabelecidos em cerca de 1 mg/kg de peso.

Grupos de risco

Os bebés são susceptíveis à deficiência de vitamina K, especialmente em países onde as injecções intramusculares de vitamina K não sejam obrigatórias. Os bebés amamentados ao peito que não recebem uma injecção intramuscular à nascença têm um elevado risco de desenvolver hemorragias intracranianas fatais na sequência da deficiência da vitamina K, dado que o leite materno contém níveis baixos de vitamina K e a flora intestinal neonatal está limitada. A doença hemorrágica do recém-nascido é uma causa significativa de morbilidade e mortalidade infantil a nível mundial.

A perda considerável de peso pode contribuir para a diminuição dos factores VII e X, os quais reduzem a actividade coagulante. Pode ser necessária a suplementação com vitamina K.

Segurança

Mesmo com elevadas quantidades de vitamina K1 e K2 ingeridas durante um período alargado de tempo, não foram observadas manifestações tóxicas. No entanto, a menadiona administrada (K3) pode causar anemia hemolítica, icterícia e "kernicterus" (uma forma grave de icterícia no recém-nascido).

História

1929 A descoberta da vitamina K é o resultado de uma série de experiências desenvolvidas por Henrik Dam.

1931 É detectado por McFarlane et um defeito de coagulação.

1935 Dam propõe que a vitamina hemorrágica dos frangos é uma nova vitamina lipossolúvel à qual ele chama vitamina K.

1936 Dam et al conseguem a preparação de uma fracção de protrombina de plasma bruto e demonstram que a sua actividade diminui quando é obtida a partir do plasma de um frango com deficiência de vitamina K.

1939 A vitamina K1 é sintetizada por Doisy et al.

1940 Brikhous descobre as doenças hemorrágicas resultantes dos síndromas de má absorção ou fome e que a doença hemorrágica do recém-nascido responde à vitamina K.

1943 Dam recebe o prémio Nobel pela sua descoberta da vitamina K, o factor de coagulação do sangue.

1943 Doisy recebe o prémio Nobel pela sua descoberta da natureza química da vitamina K.


1974 O passo da síntese da protrombina dependente da vitamina K é demonstrado por Stenflo et al e por Nelsestuen et al.

1975 Esmon et al descobrem uma carboxilação proteica dependente da vitamina K no fígado.

Fonte: www.roche.pt

Vitamina K

Histórico: em 1929, Dam observou que pintos alimentados com certas rações apresentavam sangramentos decorrentes da diminuição dos níveis de protrombina no sangue. Seis anos depois verificou que uma substância desconhecida, solúvel em gorduras, combatia as perdas de sangue. Deu-lhe o nome de vitamina K (Koagulations Vitamine). Na mesma época, outros investigadores, observando pacientes ictéricos e pesquisando as causas da diminuição da coagulabilidade sangüínea, verificaram ser a diminuição de protrombina o fator responsável. Em 1936 observaram que animais com fístulas biliares, em que a bile não chegava ao intestino, apresentavam o mesmo problema e verificaram que podiam corrigi-lo alimentando os animais com sais biliares.

Sinônimos: a vitamina K é composta de 3 tipos, a K1 (Fitonadione), a K2 (menaquinonas) e a K3 (menadione).

Doses diárias recomendadas: não estão ainda determinadas as doses mínimas diárias necessárias para manter a normalidade da coagulação. Admite-se como sendo 0,5 a 1 micrograma por kg de peso o mínimo necessário. Pessoas deficientes em vitamina K são tratadas com 0,03 microgramas por kg de peso. Nas pessoas adultas a vitamina K2 é formada no próprio intestino do indivíduo por ação de bactérias sobre o conteúdo intestinal. A vitamina K1 vem dos vegetais. Em recém-nascidos isso não aconteceu ainda, motivo pelo qual alguns pediatras a administram para as crianças logo após o nascimento a fim de evitar as conseqüências de uma carência (sangramentos).

Principais funções: as vitaminas K1 e a K2 praticamente não têm atividade farmacodinâmica em pessoas normais. A vitamina K atua na produção de protrombina, fator importante na coagulação do sangue. Age, ainda, na prevenção de osteoporose em idosos e mulheres depois da menopausa.

Principais fontes: verduras e fígado.

Manifestações de carência: em adultos, é extremamente rara e pode ser a conseqüência de doenças em que exista má-função do fígado, má-absorção intestinal, alterações da flora intestinal (uso prolongado ou intensivo de antibióticos) ou desnutrição. A carência manifesta-se por tendência ao sangramento.

Manifestações de excesso : as vitaminas K1 e K2 não são tóxicas, mesmo em altas doses. Já a vitamina K3 em altas doses pode provocar anemia e lesões no fígado.

A injeção de Fitonadione na veia pode provocar dores no peito, choque e raramente a morte, o que por alguns é atribuído aos solventes usados nas soluções injetáveis. O Menadione é irritante para a pele e para os pulmões, pode provocar anemia hemolítica, kernicterus nos recém nascidos, principalmente em crianças prematuras. Em pessoas doentes do fígado, tanto a menadione com o fitonadione podem deprimir ainda mais a função hepática.

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina K

Sinônimos

A vitamina K surge sob várias formas. A vitamina K1 (filoquinona, fitonadiona) encontra-se principalmente nos vegetais. A vitamina K2 (menaquinona), a qual tem cerca de 75% da força da vitamina K1, é sintetizada por bactérias no tracto intestinal dos seres humanos e de vários animais. A vitamina K3 (menadiona) é um composto sintético que pode ser convertido em K2 no tracto intestinal.

Principais fontes na natureza

As melhores fontes de vitamina K na dieta são os vegetais de folhas verdes, tais como folhas de nabo, espinafres, brócolos, couve e alface. Outras fontes ricas, são as sementes de soja, fígado de vaca e chá verde. Boas fontes incluem a gema de ovo, aveia, trigo integral, batatas, tomates, espargos, manteiga e queijo. São encontrados níveis menores na carne de vaca, de porco, presunto, leite, cenouras, milho, na maioria dos frutos e em muitos outros vegetais.

Como uma fonte importante de vitamina K2, temos a flora bacteriana do jejuno e do íleo. Não é no entanto clara a extensão da utilização das menaquinonas sintetizadas pelos microrganismos das vísceras.

Estabilidade

Os compostos de vitamina K são moderadamente estáveis ao calor e agentes redutores, mas são sensíveis aos ácidos, meios alcalinos, luz e agentes oxidantes.

Função principal

A vitamina K é necessária principalmente para o mecanismo da coagulação sanguínea, que nos protege de sangrar até à morte a partir de cortes e feridas, bem como contra as hemorragias internas. A vitamina K é essencial para a síntese da protrombina, uma proteína que converte o fibrinogénio solúvel em circulação no sangue numa proteína bastante insolúvel chamada fibrina, o componente principal de um coágulo sanguíneo.

Os compostos com actividade de vitamina K são essenciais para a formação de protrombina (factor de coagulação II) e de pelo menos outras cinco proteínas (factores VII, IX e X e proteínas C e Z), envolvidas na regulação do sangue. A vitamina K tem um papel importante na produção de resíduos de y-carboxiglutamato a partir do aminoácido ácido glutâmico. Na ausência de vitamina K, os factores proteicos são sintetizados, mas não são funcionais.

Principal antagonista

Os anticoagulantes, tal como o dicumarol, o seu derivado 4-hidroxicumarol e as indanedionas diminuem a utilização dos factores de coagulação dependentes da vitamina K.

Antibióticos, doenças intestinais, óleos minerais e radiação inibem a absorção da vitamina K. Elevadas quantidades de vitamina E podem realçar as acções anticoagulantes dos antagonistas da vitamina K, tais como a warfarina. Indivíduos que sofrem de má absorção de gorduras ou de doenças hepáticas também correm o risco de sofrer de deficiência de vitamina K.

Deficiência

As deficiência de vitamina K por meio da dieta alimentar são raras e desenvolvem-se mais frequentemente após tratamento prolongado com antibióticos complementado com um ingestão comprometida da dieta alimentar.

Utilizações terapêuticas

A filoquinona é a forma preferida da vitamina para utilizações clínicas. É utilizada para injecções intravenosas e intramusculares, como suspensão coloidal, emulsão ou suspensão aquosa e como comprimido para utilização oral. A vitamina K1 é utilizada no tratamento da hipoprotrombinemia (baixas quantidades de protrombina), no seguimento de factores que limitam a absorção ou a síntese da vitamina K. São também administradas dosagens, seja por injecção (10 mg/wk) ou comprimidos (5 mg/dia) de um derivado hidrossolúvel da menadiona (di-fosfato de sódio de menadiol), o qual é convertido para K3 no corpo. A forma desejável da vitamina é a K1, dado que a K3 está associada com níveis anormalmente elevados de bilirrubina no sangue.

A vitamina K1 é utilizada na medicina humana durante operações nas quais se espera que o sangramento possa ser um problema, por exemplo na cirurgia à bexiga.

Os anticoagulantes (cumarina e indanediona) inibem a reciclagem da vitamina K, o que pode ser corrigido rapida e eficazmente pela administração da vitamina K1.

A vitamina K1 é dada frequentemente a grávidas antes do parto (10-20 mg oralmente) e a recém-nascidos (1 mg por injecção intramuscular), de forma a protegê-los contra hemorragias.

Doses Diárias Recomendadas (DDR)

A DDR para os adultos do sexo masculino é de 80 mg por dia e para o sexo feminino é de 65 mg por dia. Não existem dados suficientes para estabelecer uma DDR para a vitamina K durante a gravidez e a amamentação. A vitamina K ingerida na dieta alimentar habitual, excede normalmente a DDR.

O intervalo recomendado de ingestão total para os bebés é de 5 mg de filoquinona ou menaquinona por dia durante os primeiros 6 meses e de 10 mg durante os 6 meses seguintes. É também requerido que as fórmulas alimentares infantis contenham 4 mg de vitamina K por 100 kcal. Os valores de DDR para as crianças são estabelecidos em cerca de 1 mg/kg de peso.

Grupos de risco

Os bebés são susceptíveis à deficiência de vitamina K, especialmente em países onde as injecções intramusculares de vitamina K não sejam obrigatórias. Os bebés amamentados ao peito que não recebem uma injecção intramuscular à nascença têm um elevado risco de desenvolver hemorragias intracranianas fatais na sequência da deficiência da vitamina K, dado que o leite materno contém níveis baixos de vitamina K e a flora intestinal neonatal está limitada. A doença hemorrágica do recém-nascido é uma causa significativa de morbilidade e mortalidade infantil a nível mundial.

A perda considerável de peso pode contribuir para a diminuição dos factores VII e X, os quais reduzem a actividade coagulante. Pode ser necessária a suplementação com vitamina K.

Segurança

Mesmo com elevadas quantidades de vitamina K1 e K2 ingeridas durante um período alargado de tempo, não foram observadas manifestações tóxicas. No entanto, a menadiona administrada (K3) pode causar anemia hemolítica, icterícia e “kernicterus” (uma forma grave de icterícia no recém-nascido).

História

1929 A descoberta da vitamina K é o resultado de uma série de experiências desenvolvidas por Henrik Dam.

1931 É detectado por McFarlane et um defeito de coagulação.

1935 Dam propõe que a vitamina hemorrágica dos frangos é uma nova vitamina lipossolúvel à qual ele chama vitamina K.

1936 Dam et al conseguem a preparação de uma fracção de protrombina de plasma bruto e demonstram que a sua actividade diminui quando é obtida a partir do plasma de um frango com deficiência de vitamina K.

1939 A vitamina K1 é sintetizada por Doisy et al.

1940 Brikhous descobre as doenças hemorrágicas resultantes dos síndromas de má absorção ou fome e que a doença hemorrágica do recém-nascido responde à vitamina K.

1943 Dam recebe o prémio Nobel pela sua descoberta da vitamina K, o factor de coagulação do sangue.
1943 Doisy recebe o prémio Nobel pela sua descoberta da natureza química da vitamina K.

1974 O passo da síntese da protrombina dependente da vitamina K é demonstrado por Stenflo et al e por Nelsestuen et al.

1975 Esmon et al descobrem uma carboxilação proteica dependente da vitamina K no fígado.

Fonte: www.vitaminas.bayer.pt

Vitamina K

A vitamina K é conhecida como a vitamina anti-hemorrágica, devido à sua acção na coagulação sanguínea.

O que é A vitamina K é uma vitamina lipossolúvel, que se armazena no fígado. Existe na natureza sob duas formas:

filoquinonas (grupo de compostos presentes em alguns vegetais);
menaquinonas (produzida pelas bactérias da flora intestinal.

Para que se utiliza A vitamina K é essencial à formação de glicoproteínas, necessárias à normal coagulação do sangue. É usada também na produção de proteínas necessárias aos ossos e tecidos.Em que situações deve ser utilizado A vitamina K é essencial à formação de glicoproteínas, necessárias à normal coagulação do sangue. É usada também na produção de proteínas necessárias aos ossos e tecidos.Como se utiliza A vitamina K encontra-se sobretudo nos legumes de folha verde, como brócolos, espinafres, couves verdes, couves de bruxelas, alface. Encontram-se em pequena quantidade nos alimentos de origem animal, com excepção do fígado e do leite de vaca.

Que precauções deve ter A vitamina K encontra-se sobretudo nos legumes de folha verde, como brócolos, espinafres, couves verdes, couves de bruxelas, alface. Encontram-se em pequena quantidade nos alimentos de origem animal, com excepção do fígado e do leite de vaca.

Quando não deve ser utilizado A vitamina K encontra-se sobretudo nos legumes de folha verde, como brócolos, espinafres, couves verdes, couves de bruxelas, alface. Encontram-se em pequena quantidade nos alimentos de origem animal, com excepção do fígado e do leite de vaca.

Que problemas podem surgir com a sua utilização Manifestações de excessoA vitamina K apresenta uma baixa toxicidade. Em recém nascidos a dose de 5 µg não deve ser ultrapassada, havendo casos de hiperbilirrubinémia.

Manifestações de carência

A maioria dos casos de deficiência de vitamina K é devida ao uso de antibióticos por via oral, com destruição da flora bacteriana intestinal. Outra causa para a deficiência de vitamina K é a malabsorção das gorduras.

Os recém nascidos estão muito vulneráveis à deficiência desta vitamina pois ela não atravessa a placenta, e o intestino do bebé é incapaz de produzi-la. A suplementação é necessária para evitar hemorragias.

Casos graves de deficiência prejudicam a coagulação do sangue, em adultos.Modo e quantidade de administração Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina K, é:

Crianças: 30 µg.
Homens: 80 µg.
Mulheres: 65 µg.
Grávidas: 65 µg.
Lactantes: 65 µg.

Cerca de 50% das necessidades de vitamina K são produzidos pela flora bacteriana.

O que fazer em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina K, é:

Crianças: 30 µg.
Homens: 80 µg.
Mulheres: 65 µg.
Grávidas: 65 µg.
Lactantes: 65 µg.

Cerca de 50% das necessidades de vitamina K são produzidos pela flora bacteriana.

A quem se dirigir em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina K, é:

Crianças: 30 µg.
Homens: 80 µg.
Mulheres: 65 µg.
Grávidas: 65 µg.
Lactantes: 65 µg.

Cerca de 50% das necessidades de vitamina K são produzidos pela flora bacteriana.

Perigos durante a gravidez e a amamentação Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina K, é:

Crianças: 30 µg.
Homens: 80 µg.
Mulheres: 65 µg.
Grávidas: 65 µg.
Lactantes: 65 µg.

Cerca de 50% das necessidades de vitamina K são produzidos pela flora bacteriana.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Vitamina K

Sinonímia: “vitamina da coagulação sangüínea”

FUNÇÃO

O principal papel da vitamina K é na modificação pós translacional de vários fatores de coagulação do sangue, onde serve como coenzima na carboxilação de certos resíduos de ácido glutâmico presentes nestas proteínas. A vitamina K existe várias formas, por exemplo em plantas como filoiquinona (ou vitamina K1) e na flora bacteriana intestinal como menaquinona (ou vitamina K2). Para terapia existe um derivado sintético da vitamina K1 a menadiona. Em animais, como no homem, não exerce atividade farmacológica, quando sadios, porém, quando estes apresentam sua deficiência, a filoquinona exerce funções importantes como na biossíntese da protombina no fígado. A protombina é indispensável na coagulação do sangue. Controla hemorragias e sangramentos internos. É anti-hemorrágico.

CLASSIFICAÇÃO

Lipossolúveis.

METABOLISMO

A absorção da vitamina K é feita no intestino de modo idêntico ao das gorduras, necessitando da presença da bile, sendo que a absorção varia muito, dependendo de seu grau de solubilidade. É transportada do intestino para o sistema linfático e após algumas horas quantidades apreciáveis de vitamina K aparecem no fígado, rim, pele, músculos, coração, apresentando seu máximo de concentração no sangue cerca de duas horas após a administração oral, e isso é seguido por uma rápida queda do índice inicial. A vitamina K não se estoca no organismo, armazenado-se no fígado em pequena proporção, ocorrendo síntese bacteriana no intestino do homem, fornecendo desta forma fonte dessa vitamina.

Pouco se conhece do destino metabólico da vitamina K, tendo sido detectado o “Simon metabólico” da fitomenadiona na urina, assim como no fígado e nos rins. A considerável quantidade de vitamina K que a parece nas fezes é primariamente de origem bacteriana, isso pode ser grandemente reduzido pela administração de drogas que exerçam efeito bacteriostático no intestino. Estudos recentes mostram que a vitamina K travessa a barreira placentária.

DEFICIÊNCIA

Uma verdadeira deficiência de vitamina K é incomum, pois quantidades adequadas geralmente são produzidas pelas bactérias intestinais ou obtidas na dieta. Se a população no intestino está diminuída, por exemplo por antibióticos, a quantidade de vitamina formada endogenamente está reduzida e pode levar a hipoprotrombinemia no indivíduo levemente desnutrido. Esta condição pode exigir suplementação com vitamina K para corrigir a tendência ao sangramento. Há aumento no tempo de coagulação no sangue. Os recém nascidos têm intestinos estéreis e inicialmente não podem sintetizar vitamina K, o qual é recomendado que todos os neonatos recebam uma dose única intramuscular de vitamina K como profilaxia contra as doenças hemorrágicas.

EXCESSO

A administração prolongada de grandes doses de vitamina K pode produzir anemia hemolítica e icteríciano latente, hernicterus em crianças devido a efeitos tóxicos sobre a membrana das hemáceas.

FONTES

Também é produzido pela flora intestinal equilibrada. São encontrados em vegetais de folhas verdes, cabeça da cenoura, arroz integral, ervilha, couve-flor, aveia, tomate, ovo, óleos não-refinados, morango, algas, alfafa e iogurte. Fígado, leite e nabo.

Fonte: vitaminas.netsaber.com.br

Vitamina K

As principais formas da vitamina K são:

K1 ou liloquinona - encontrada na dieta.

K2 ou menaquinona - obtida através da síntese que ocorre no organismo a partir das bactérias intestinais, principalmente da Escherichia coli.

A absorção da vitamina K1 se dá no intestino delgado, necessita dos sais biliares e como todas as vitaminas lipossolúveis do Quilo Mícron (QM), que faz o transporte das gorduras e destas vitaminas da linfa até a circulação sangüínea. Já a vitamina K2 tem sua absorção no intestino grosso, porém o resto de sua absorção se dá igual a K1. São armazenadas no fígado, músculos e pele.

A utilização desta vitamina pelo organismo se dá muito rapidamente, então sua depeleção (sua deficiência) pode ocorrer em uma semana se:

- houver uma deficiência na produção de sais biliares ou falta de gordura e proteínas;

- ocorrer esteatorréia (diarréia), ou seja, muita excreção de gorduras pelas fezes e assim perda da vitamina;

- estiver presente anticoagulantes ou ainda uma cirrose, onde a utilização desta vitamina estará diminuída pelo fígado;

- estiver utilizando antibiótico que destruirá flora bacteriana normal do organismo.

A vitamina K tem como principal função ser coagulante e anti-hemorrágica. Participa na formação de certos fatores de coagulação no fígado.

Sua carência pode aumentar o tempo de coagulação e diminuir a produção dos fatores de coagulação o que é perigoso por exemplo num paciente que irá fazer uma cirurgia, pois não haverá a coagulação ocorrendo uma hemorragia.

Está presente nos vegetais verdes folhosos como alfafa, couve e rúcula, assim como no fígado de porco.

Sua necessidade segundo a RDA: 80 mcg/dia para o homem e 65mcg/dia para a mulher. Para crianças até 6 meses 5mcg/dia e para as crianças de 6 meses até 1 ano sua recomendação é de 10mcg/dia.

Fonte: www.nutrimais.com

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