É a baixa de visão, mesmo com o uso de óculos e estando as estruturas oculares
normais. O olho amblíope não teve o desenvolvimento normal da visão.
Também é conhecido como "olho preguiçoso".
Se durante a idade de maior desenvolvimento da visão, que é até aproximadamente os 7 anos, ocorrerem alterações que impedem o foco de imagens nítidas na retina, o olho não amadurece a visão.
As alterações que levam a ambliopia, com mais frequência, são o estrabismo (olho torto), os erros de refração (a anisometropia - diferença de grau entre os olhos) e a catarata congênita.
O diagnóstico e o tratamento precoce são as medidas mais eficazes na prevenção da cegueira.
O tratamento da ambliopia começa com o uso de correção óptica (se indicada) seguida da oclusão do olho de melhor acuidade visual. Isto é feito para permitir que o olho mais fraco se desenvolva.
A oclusão do olho bom geralmente não é bem aceita pela criança (que não
quer ficar apenas com o olho ruim), mas a persistência dos pais no tratamento
deve ser mantida para a recuperação da visão da criança.
Nos casos de estrabismo o tratamento inclui ainda a correção do desvio.
Quando o tratamento é seguido corretamente, sob orientação médica e na época adequada, a cura ocorre na grande maioria dos casos.
Se o olho amblíope não for tratado terá uma perda visual irreversível e a criança terá 50 % mais chance de ficar cega, uma vez que ninguém está excluído de ter uma doença ou acidentar um olho bom em alguma época da vida.
Fonte: atlas.ucpel.tche.br

Ambliopia é a baixa de visão em um olho que não se desenvolveu adequadamente na infância. As vezes é chamado "olho preguiçoso". Isto ocorre apesar deste olho ser anatomicamente normal. O olho com pouca visão é denominado amblíope. A condição é frequente, acometendo 2 a 3% da população. Os pais precisam estar cientes desta condição para poder proteger a visão de seus filhos, pois a ambliopia precisa ser tratada durante a infância.
O desenvolvimento de visão nos dois olhos é importante. Muitas profissões não admitem pessoas que tenham boa visão em apenas um olho. Caso a pessoa perca visão em um olho por trauma ou doença, é essencial que o outro olho tenha boa visão. Por todos estes motivos, a ambliopia deve ser detectada e tratada o mais precocemente possível.
Recomenda-se que as crianças sejam examinadas por um oftalmologista antes dos 3 anos de idade. O pediatra ou médico da familia deve encaminhar a criança antes deste período caso identifique algum sinal de alteração ocular. Caso exista uma história familiar de estrabismo, catarata congênita ou outra doença ocular da infância o oftalmologista poderá examinar a criança mais precocemente.
Ambliopia é detectada quando se identifica uma diferença de visão entre os dois olhos. Existem formas de se estimar a visão em crianças menores, como por exemplo a ocluir de um olho e observar o comportamento da criança.
Ambliopia pode ser causada por qualquer condição que impeça o uso normal dos olhos ou o desenvolvimento ocular. Existem três principais causas:
A imagem do olho desviado é suprimida, para evitar a visão dupla, e a criança utiliza apenas o melhor olho
Quando um olho tem mais miopia, hipermetropia ou astigmatismo que o outro, o olho com visão borrada (fora de foco) é suprimido e pode tornar-se ambliope. Este é o tipo de ambiopia mais difícil de ser detectado, pois os olhos parecem normais.
Qualquer fator que impeça uma adequada focalização da imagem pode levar ao desenvolvimento de ambliopia. O principal exemplo é a ocorrência de catarata. Em geral este é a forma mais severa de ambliopia.
Para corrigir a ambliopia, é necessário que a criança utilize o olho fraco. Isto é feito em geral através da oclusão (uso de tampão) do olho bom. A adequada prescrição de óculos é indispensável , corrigindo-se o erro refracional antes de se iniciar a terapia com oclusão. Mesmo após a visão ser reestabelecida, a oclusão pode ser utilizada de forma alternada para manutenção da melhora obtida.
O resultado do tratamento vai depender da severidade da ambliopia e da idade da criança quando feito o diagnóstico.
Seu oftalmologista pode fornecer a orientação adequada para corrigir a ambliopia, no entanto a participação dos pais é fundamental. O sucesso do tratamento depende do interesse e envolvimento dos pais e de sua habilidade em conquistar a confiança e colaboração da criança.
Fonte: www.oftalmo.com.br
O termo ambliopia é originário do grego (amblios = tolo e ops = visão) e significa literalmente ''visão boba''. Trata-se da diminuição da acuidade visual, uni ou bilateral, num local que não se encontra lesão ocular ao exame oftalmológico. O problema é meramente funcional e pode ocorrer mesmo com uso de óculos, quando as estruturas oculares apresentam-se aparentemente normais (sem alteração orgânica).
A ambliopia aparece em decorrência de obstáculos ao desenvolvimento da visão. O olho amblíope não apresenta um amadurecimento normal da visão e é popularmente conhecido como "olho preguiçoso". A incidência de ambliopia em crianças em idade escolar é de aproximadamente 4% e, em geral, é prevenível ou tratável nos primeiros anos de vida.
Estrabismo, diferença de erro de refração entre os olhos (alta hipermetropia e astigmatismo), catarata congênita e qualquer outro fator que impeça a formação do foco da imagem na retina são as causa mais freqüentes de ambliopia. No entanto, o estrabismo ainda é responsável por grande parte dos casos de ambliopia. Já com estrabismos de pequeno ângulo bem como diferenças de grau podem passar desapercebidas aos pais e ao médico não especialista, a prevenção da ambliopia definitiva está no exame oftalmológico de todas as crianças antes dos dois anos de idade.
O mecanismo da ambliopia consiste que c ada um dos dois olhos envia uma imagem para o cérebro, o qual precisa juntá-las formando uma só imagem. Quando os dois olhos enviam uma imagem igual para o mesmo objeto obtém-se facilmente a fusão das imagens. Porém, quando cada olho está fixando num ponto, o cérebro recebe duas imagens muito diferentes entre si e não consegue juntá-las.
Como defesa, o olho elimina automaticamente a imagem que vem do olho desviado. A supressão do olho desviado faz com que não haja desenvolvimento visual e fica o olho mais fraco (amblíope ou olho preguiçoso).
O tratamento clássico e mais conhecido da ambliopia ainda é a oclusão do olho de melhor visão, sendo que as ambliopias não tratadas até os seis anos de idade são consideradas irreversíveis. O tempo para oclusão depende da intensidade e da idade do paciente. Na maior parte dos casos, a ambliopia deve ser detectada e tratada antes da idade escolar, quando a visão ainda está em pleno desenvolvimento, porém não é fácil de ser detectada, principalmente pela criança, que sempre enxergou dessa maneira e não percebe que só um olho é "bom".
Todas as crianças devem realizar exame oftalmológico por volta até os 4 anos de idade para diagnosticar diferenças de poder refracional entre os olhos. Se apresentarem estrabismo ou houver história de ambliopia na família, a criança deve realizar esse exame mais precocemente.
No entanto, não adianta tratar apenas a causa da ambliopia. Deve-se também forçar o cérebro a usar o olho fraco para estimulá-lo. Isso só é possível ao ocluir o olho preferido na maior parte do dia, por semana ou até meses. Algumas vezes é necessário ocluir ambos os olhos alternadamente.
Quanto ao sucesso no tratamento da ambliopia, isso varia conforme a gravidade do problema e da idade do paciente, tendo resultados insatisfatórios se for feito após a idade escolar. O tratamento pode durar até os 9 anos de idade. Após essa idade, a ambliopia tende a não voltar mais. Se o olho amblíope não for tratado, a dificuldade visual poderá ser irreversível.
Fonte: www.portaldaretina.com.br
A ambliopia acontece quando, por alguma razão, o olho não consegue melhorar a visão mesmo usando a correção (óculos). Outras vezes no estrabismo (olho torto), um dos olhos assume a preferência e enxerga bem e o outro, menos participativo, deixa de desenvolver a capacidade visual plena. Existe também a ambliopia causada por lesões oculares (ulcera de córnea cicatrizada, cicatriz retiniana por toxoplasmose etc.). Portanto a ambliopia é sempre causada por alguma coisa que atrapalha ou prejudica a travessia da luz até a retina. E se a imagem se forma de maneira incorreta na retina, o cérebro não capta com toda a precisão. Se nada for feito, este olho que não tem imagem perfeita é deixado de lado e o outro assume.
É por este motivo que muitas vezes ninguém nota que a criança não está enxergando bem de um olho, pois o outro olho comanda e tudo parece perfeito.
Fonte: www.oftalmopediatria.com.br
Ambliopia ou Olho Preguiçoso, como é conhecida, é a baixa visão em um olho causada porque este não se desenvolveu normalmente durante a infância. Isso ocorre geralmente com apenas um dos olhos.
A não ser que esteja associa com outra doença, como Estrabismo, é difícil
de se reconhecer a ambliopia. É preciso detectar a diferença entre os dois
olhos logo na primeira infância para que o problema não se desenvolva.
Para observar a eficiência visual e diagnosticar a doença, o oftalmologista
observa como o bebê segue um objeto com um olho enquanto o outro está tampado.
Se um dos olhos tiver ambliopia e o olho bom estiver tampado, a criança tentará
olhar ao redor do tampão, tirá-lo de seu olho ou irá chorar.
É causada por qualquer doença que pode afetar o desenvolvimento dos olhos. Em muitos casos é hereditário, mas existem três principais fatores que podem causá-la:
É comum a ligação entre estrabismo e ambliopia. A criança pára de desenvolver o olho estrábico, utilizando-se somente do olho bom.
É o mais difícil de detectar. A ambliopia acontece quando um olho fica fora de foco por que tem maior grau de Miopia ou Astigmatismo, por exemplo. O olho mais fora de foco "desliga-se", enquanto o outro desenvolve-se.
Doenças como a Catarata podem levar à ambliopia. Qualquer fator que impeça a formação de uma imagem nítida dentro dos olhos pode causar a doença. Este é o caso mais grave.
Para corrigir a ambliopia, a criança deverá exercitar seu olho fraco. Isto é feito cobrindo com um tampão o olho mais forte, forçando o uso do outro por semanas ou meses.
Mesmo que o olho fraco recupere-se talvez seja preciso o uso parcial do tampão para manter o desenvolvimento, assim como óculos serão prescritos para corrigir erros na focalização. Ocasionalmente usa-se colírios ou lentes no olho bom. Eles embaçam a vista para que o outro olho seja usado.
Fonte: www.oticascussel.com.br

Ambliopia é um termo oftalmológico para baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo ("o olho não aprende a ver"). Também é chamada de "olho preguiçoso" e afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças.
É um problema sério e que pode passar desapercebido pela criança ou pelos pais (por isso triagens visuais para as crianças são tão importantes). Se não tratado antes dos 7 ou 8 anos de idade, deixa déficit visual que afetará a criança por toda a vida, impedindo-a de exercer profissões ou atividades que dependam da visão binocular.
Um ou ambos os olhos tem a imagem borrada por um erro refracional (grau) não percebido e não tratado, fazendo com que os olhos não desenvolvam sua capacidade de enxergar.
Qualquer obstáculo à formação de imagem nítida na retina, como a catarata congênita, ptose palpebral, hemangiomas entre outras.
A criança "usa" apenas um dos olhos (o que está alinhado) e o olho desviado não se desenvolve pois o cérebro precisa suprimir a imagem deste para que a criança não apresente visão dupla.
Sim, e esta é a principal razão de se fazer exames oftalmológicos rotineiros em crianças que aparentemente não apresentam nenhum problema. Se detectado precocemente podemos corrigir e a criança desenvolver visão normal na maioria dos casos.
Devemos primeiramente corrigir a causa, propiciando imagem retiniana clara, com o uso de óculos, cirurgia de catarata entre outras.
A seguir devemos forçar a criança a usar o olho preguiçoso o que geralmente é feito com o uso de oclusores oculares (tampão) sobre o olho bom.
O estrabismo costuma ser corrigido geralmente após o tratamento da ambliopia.
Podemos algumas vezes usar colírios que "embaçam" a visão do olho bom e forçam a criança a usar o amblíope. Podemos fazer isto também com o uso de óculos mas a oclusão continua sendo o melhor tratamento na maioria das vezes.
Medicações orais estão em estudo para se tentar melhorar os resultados dos tratamentos e poderão ser uma alternativa para crianças mais velhas.
Fonte: www.cbv.med.br
Também conhecida como acuidade visual reduzida, a ambliopia consiste na
ocorrência de visão deficiente em um dos olhos, que não é usado adequadamente
durante o início da infância.
A ambliopia freqüentemente é a conseqüência de um dos olhos não ser usado,
devido a estrabismo ou ptose (prostração da pálpebra superior). Também pode
ser causada pelo fato de um olho simplesmente ter uma visão melhor, e a criança
usar este olho com maior intensidade.
Com diagnóstico e tratamento em fases iniciais, a visão do olho preguiçoso
pode ser restaurada. No entanto, se não for tratado, o olho pode se tornar
funcionalmente cego. Os tratamentos incluem:
Fonte: bausch.com.br
Ambliopia, olho vago ou olho preguiçoso é uma disfunção oftálmica caracterizada pela redução ou perda da visão num dos olhos, ou mais raramente em ambos os olhos, sem que o olho afectado mostre qualquer anomalia estrutural.
Entende-se por ambliopia à deficiência de desenvolvimento normal do sistema visual de um ou, mais raramente, ambos os olhos, durante o período de maturação do SNC - especificamente para o sistema visual estende-se até os 6-7 anos de idade - sem que haja lesão orgânica ou com uma lesão orgânica desproporcional à intensidade da baixa visual . A baixa acuidade visual encontrada na ambliopia é devida ao desenvolvimento incompleto da visão foveal, estando a visão periférica preservada e o campo visual e acuidade escotópica normais.
Estabelece-se, basicamente, os seguintes tipos de ambliopia, a depender da causa responsável pelo comprometimento da visão:
Quando ocorre desarmonia entre os dois eixos visuais paralelos e tal alteração é perene - o estrabismo intermitente não acarreta deficiência grave. A visão foveal do olho desviado será inferior à daquele que fixa normalmente pela mácula.
Erros refracionais significativos e não corrigidos em ambos os olhos impedem a formação de uma imagem nítida, dificultando o pleno desenvolvimento da acuidade visual 3.
Diferenças superiores a 2,0 dioptrias 5 entre os dois olhos - seja por miopia, hipermetropia ou astigmatismo - poderão promover uma interação binocular anormal, acarretando o fenômeno de supressão na visão do olho mais ametrópico e sua conseqüente ambliopia.
É ocasionada pela existência de uma barreira à chegada da luz à retina em toda a sua intensidade, impedindo a formação de uma imagem bem definida. As causas podem ser: leucoma corneano, catarata congênita uni ou bilateral, ptose palpebral, opacidades vítreas, hifema dentre outras 2, 3.
Fonte: pt.wikipedia.org