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Ecstasy

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O ecstasy é uma droga estimulante, ela acelera as mensagens que viajam entre o cérebro e o corpo.

Efeitos da droga

A ingestão do êxtase afeta a pessoa de várias formas em diversos aspectos.

A pessoa ao ingerir a droga se sente feliz e confiante.

As pupilas se dilatam, os batimentos cardíacos aceleram, a pessoa apresenta alucinações, comportamento fora do normal, irritabilidade e violência, dores musculares, tremores, suor excessivo, entre outros.

A longo prazo a ingestão dessa droga pode causar danos irreparáveis ao cérebro, depressão, psicose, convulsões, morte entre outros malefícios.

As consequências do ecstasy são na maioria das vezes observados cerca de 20 minutos a uma hora após a ingestão e pode durar cerca de 6 horas.

Por Colégio São Franciso

Ecstasy – compreender os riscos

O ecstasy é uma droga ilegal usada por alguns jovens. Mas é diferente de outras drogas como a marijuana, a heroína ou a cocaína, porque não é proveniente de uma planta; é fabricada ilegalmente a partir de diferentes produtos químicos.

O que é o ecstasy?

Embora os ingredientes variem, é geralmente feito de produtos químicos seme-lhantes a duas outras drogas:

Anfetaminas (também conhecida pelo nome de speed) – um estimulante queaumenta a energia e ajuda as pessoas a manterem-se acordadas Halucinogénios – que permite ver ou ouvir coisas que não existem, ou distorcero que se vê ou se ouve. Por exemplo, alguém sob o efeito de um halucinogé-nio pode ver uma chávena de café a mover-se, ou pensar que o padrão dopapel da parede está a mover-se.

Como é usada o ecstasy?

É normalmente tomado por via oral na forma de um pequeno comprimido, brancoou amarelo, com tamanhos e formatos diferentes. No entanto, algumas pessoas,injetam a droga.

Quais são os efeitos?

Os efeitos dependem dos ingredientes da droga e da pessoa que a toma, po-dendo fazer com que a pessoa se sinta feliz, confiante e afetuosa. Mas, podetambém, fazer com que as pessoas se sintam ansiosas, paranóides ( com medode que os outros lhes possam fazer mal) e deprimidas.

Os efeitos a curto prazopodem incluir:

Aumento das batidas cardíacas e da pressão arterial Aumento da temperatura do corpo e da transpiração Desidratação – perda de água do corpo Dentes a ranger ou maxilares cerrados Náusea

Qual é o perigo do ecstasy?

Embora ja tenha havido alguns casos fatais causados por uma reação adversa àdroga, não é um fato comum, porque é dificil prever quem está em risco.

Algumas mortes foram causadas por:

Excesso de calor no corpo – a combinação de ecstasy com a dança por longos períodos pode provocar um aumento da temperatura do corpo e causar desidratação. Quem usa a droga deve beber 500ml de água a intervalos de uma hora se estiver a dançar ou a movimentar-se, e 250ml se não estiver a dançar. Beber excesso de líquidos – é importante não beber muita água de uma vez só, visto algumas mortes terem occorrido quando fluido em excesso afeta océrebro, causando coma.

É importante também não conduzir depois de usar ecstasy e não o misturar comoutras drogas nem partilhar agulhas, se a droga for injetada.

As pessoas quetenham antecedentes familiares de doenças mentais, ansiedade, ataques depânico, doença cardíaca, hipertensão, diabetes, problemas hepáticos ou epilepsianão devem usar ecstasy.

O ecstasy é aditivo?

Pensa-se que o ecstasy não é fisicamente aditivo da mesma maneira que outrasdrogas, como a heroína e a nicotina, por exemplo, as quais causam sintomas dedesabituação quando se interrompe o seu consumo. No entanto, há algumaspessoas que ficam psicologicamente dependentes do ecstasy – o que significaterem dificuldade em deixar a droga porque pensam ter necessidade da droga para se sentirem bem ou se divertirem.

Quais são os efeitos a longo prazo do ecstasy?

Há alguma evidência de que o ecstasy pode afetar o cérebro, causando depressão e ansiedade. São relativamente poucas as pessoas que usam a droga por longos períodos, possivelmente porque os efeitos que dão prazer tendem adiminuir com o uso prolongado.

É possível saber quando uma pessoa está a usar ecstasy?

Como os efeitos do ecstasy (e de muitas outras drogas) são semelhantes aocomportamento típico dos adolescentes (como por exemplo mudanças de humor,dormir por longos periodos), é difícil saber. Os pais que estejam preocupados seum filho está a usar drogas devem contactar o médico de família ou um centrocomunitário de saúde para se informarem sobre os serviços de droga e álcool nasua zona.

E que fazer se uma pessoa ficar doente devido ao uso de ecsatsy ou deoutra droga?

Se suspeitar de doença causada por ecstasy chame imediatamente uma ambulância (a polícia não atende as chamadas para ambulâncias).

O que é

Chamada droga de recreio ou droga de desenho, o Ecstasy é uma droga de síntese pertencente à família das fenilaminas. As drogas de síntese são derivados anfetamínicos com uma composição química semelhante à da mescalina (alucinogéneo). Desta forma, o Ecsatsy tem ação alucinogénea, psicadélica e estimulante.

É, geralmente, consumido por via oral, embora possa também ser injetado ou inalado. Surge em forma de pastilhas, comprimidos, barras, cápsulas ou pó. Pode apresentar diversos aspectos, tamanhos e cores, de forma a tornar-se mais atrativo e comercial. Esta variabilidade abrange também a composição das próprias pastilhas, o que faz com que, muitas vezes, os consumidores não saibam exatamente o que estão a tomar.

Existem outras drogas de desenho entre as quais e podem referir o MDA ou o MDE e que apresentam nomes de rua como a pílula do amor, eva, etc.

O Ecstasy atua mediante o aumento da produção e diminuição da reabsorção da serotonina, ao nível do cérebro. A serotonina parece afetar a disposição, o apetite e o sistema que regula a temperatura corporal. Não se conhecem usos terapêuticos para esta substância, embora tenha sido experimentada, antes da sua ilegalização, em contextos de terapia de casal e psicoterapia pelos seus efeitos entactogénicos.

Origem

O MDMA foi descoberto antes das anfetaminas ou dos alucinogéneos. Em 1912, os laboratórios alemães Merck isolaram acidentalmente o MDMA (MetileneDioxoMetaAnfetamina) e em 1914 patentearam-no como inibidor do apetite, o qual não chegou a ser comercializado. Só nos anos 50 é que, com fins experimentais, foi utilizado pela polícia em interrogatórios e em psicoterapia.

Nos anos 60 e 70 conseguiu grande popularidade entre a cultura underground californiana e entre os frequentadores de discotecas, o que levou à sua proibição em 1985. Foi baptizado com o nome de Ecstasy (XTC) pelos vendedores como uma manobra de marketing.

Na Europa, nos finais dos aos 80, o seu consumo aumentou, como se pode verificar, por exemplo, pelo número de pastilhas apreendidas pelas autoridades espanholas: 4.325 em 1989 e 645.000 em 1995. Este alargamento na Europa está também associado à queda do muro de Berlim e ao descontrolo político de alguns dos países do Leste europeu, onde a indústria farmacêutica está fortemente implantada.

O Ecstasy foi inicialmente consumido em Ibiza e nos países do mediterrâneo, no contexto da noite e da música eletronica. O consumo espalhou-se, mais tarde, até à Inglaterra e Holanda, onde surge a nova cultura da rave entre os jovens.

Efeitos

Os primeiros efeitos surgem após 20-70 minutos, alcançando a fase de estabilidade em 2 horas. Diz-se que o MDMA pode combinar os efeitos da cannabis (aumento da sensibilidade sensorial e auditiva), os das anfetaminas (excitação e agitação) e ainda com os do álcool (desinibição e sociabilidade). Para além disso, pode oferecer uma forte sensação de amor ao próximo, de vontade de contato físico e sexual.

O Ecstasy pode provocar uma sensação de intimidade e de proximidade com outras pessoas, aumento da percepção de sensualidade, aumento da capacidade comunicativa, loquacidade, euforia, despreocupação, autoconfiança, expansão da perspectiva mental, incremento da consciência das emoções, diminuição da agressividade ou perda da noção de espaço.

A nível físico pode ocorrer trismo (contração dos músculos da mandíbula), taquicardia, aumento da pressão sanguínea, secura da boca, diminuição do apetite, dilatação das pupilas, dificuldade em caminhar, reflexos exaltados, vontade de urinar, tremores, transpiração, cãibras ou dores musculares.

Os efeitos desaparecem 4 a 6 horas após o consumo. Podem ocorrer algumas consequências residuais nas 40 horas posteriores ao consumo.

Riscos

A longo prazo, o ecstasy pode provocar cansaço, esgotamento, sonolência, deterioração da personalidade, depressão, ansiedade, ataques de pânico, má disposição, letargia, psicose, dificuldade de concentração, irritação ou insônia. Estas consequências podem ainda ser acompanhadas de arritmias, morte súbita por colapso cardiovascular, acidente cérebro-vascular, hipertermia, hepatotoxicidade ou insuficiência renal aguda.

O consumo de ecstasy e a atividade física intensa (várias horas a dançar) pode provocar desidratação e o aumento da temperatura corporal (pode chegar a 42º C), o que por sua vez pode levar hemorragia interna. A desidratação e a hipertimia têm sido causa de várias mortes em raves.

A hipertimia pode ser reconhecida pelos seguintes sinais: parar de transpirar, desorientação, vertigens, dores de cabeça, fadiga, cãibras ou desmaio. Como forma de precaução, aconselha-se a ingestão de água. No entanto, a ingestão excessiva de água pode também ser perigosa (a intoxicação de água pode ser fatal).

É de referir que esta droga é frequentemente falsificada e substâncias como as anfetaminas, a ketamina, o PCP, a cafeína ou medicamentos são vendidos com o nome de ecstasy.

Tolerância e Dependência

O desenvolvimento de tolerância pode ser favorecido pelo uso contínuo do ecstasy.

A dependência psicológica pode verificar-se mas não existem dados conclusivos relativamente à dependência física.

Chamada erroneamente de droga do amor, o ecstasy é considerada uma droga nova e é muito conhecida entre a galera que sai à noite na balada, principalmente em raves. O ecstasy causa uma sensação de euforia e prazer. Segundo algumas pessoas que já experimentaram a droga, você é tomado por uma sensação de leveza, alegria e poder.

O ecstasy foi inventado em 1914 em uma pesquisa com antidepressivos com efeito rápido. Começou a ser usada há 10 anos na Inglaterra e hoje é consumido em geral por jovens de classe média.

O tráfico não vem dos morros das favelas: na maioria das vezes, é feito dentro de algumas festas mesmo.

Mas o perigo está justamente nessa sensação de poder que a droga passa. Esse “bem estar”, alegria e muita energia é como se fosse uma “ilusão” que o cérebro passa. De repente, uma pessoa toma a droga e fica dançando por umas 5 horas, mas muitas vezes ela não tem um preparo físico para agüentar tanta agitação.

Não é raro algumas pessoas ficarem com febre ou resfriadas no dia seguinte. Isso porque a droga diminui a resistência do corpo.

Está muito errado quem pensa que só porque o ecstasy é “droga de final de semana”, não vicia. Vicia sim! O ecstasy é uma anfetamina, uma droga sintetizada em laboratório. Anfetamina é estimulante do sistema nervoso central. Ou seja, faz com que você fique “ligado” por mais tempo do que o normal, executando atividades e descartando o descanso. Só que esse cansaço aparece depois que a droga sai do organismo. Quando o usuário for tomar a droga de novo, a energia vem em menor intensidade. Aí, é claro que a pessoa vai tomar uma dose muito maior na próxima vez. O organismo da pessoa vai ficando cada vez mais tolerante à droga e aí vira uma boa de neve. Quando menos se imagina, a pessoa já virou dependente.

A droga pode provocar euforia, desinibição, ansiedade e intensa sensação de sociabilidade.

Porém, existem casos onde os efeitos são exatamente ao contrário: ao invés de prazer, a pessoa pode ser tomada por uma sensação de paranóia e pânico, além de profunda depressão.

Depois de ingerido, o ecstasy começa a fazer efeito depois de 20 a 60 minutos.

Além de psíquico, causa efeitos físicos: aumento da pressão arterial, aceleração dos batimentos cardíacos, diminuição do apetite, pupilas dilatadas e boca seca. O metabolismo acelera, e por isso, a temperatura do corpo aumenta, chegando até 40º. Esse é um dos motivos que levam os consumidores a beber litros e litros de água enquanto dançam. A vista também fica sensível a luz, por isso que muitos usam óculos escuros.

Aliás, o calor provocado pela droga é o efeito colateral mais discutido, sendo que se a temperatura do corpo aumentar muito, pode causar convulsões e levar o usuário até a morte.

Para saciar a sede, o pessoal abusa da água. Só que aí que vem o dilema: se beber muita água, o usuário não vai conseguir controlar a urina e se não beber muita água, pode sofrer de desidratação!!

Lembrando que como a droga faz parte do grupo das anfetaminas, os efeitos deste também servem para o ecstasy: sérios danos no fígado, coração, cérebro e degeneração dos neurônios, além da possibilidade de aparecer sintomas psíquicos como paranóia, agressividade, ansiedade fóbica, insônia, etc.

Depressão e perda de memória são outros efeitos colaterais. Ou seja, por se tratar de uma droga química, ou seja, produzida em laboratório, os efeitos dessa e de tantas outras drogas podem não ser tão agradáveis assim como muitas pessoas acham!

Mais sobre o Ecstasy

Conhecida como a droga do amor, o ecstasy é derivado da anfetamina (o MDMA, mesmo princípio ativo do LSD), tendo efeito estimulante e alucinógeno. Nos últimos anos, a droga ganhou espaço graças à popularidade das raves e da música eletrônica, que criam ambientes favoráveis a seu consumo.

O ecstasy – ou simplesmente “e” – aumenta a concentração de dopamina (estimulante) e serotonina (substância responsável pelas emoções) no cérebro. A droga é consumida em comprimidos de diversas cores e tamanhos e seus efeitos surgem de 20 a 60 minutos depois do consumo, podendo durar até 10h.

O ecstasy provoca euforia, sensação de intimidade, aumento da empatia e muita vontade de conversar e tocar os outros, o que justifica o apelido “droga do amor”. A droga também pode gerar alucinações auditivas, visuais e táteis. Boca seca, náusea, suor em excesso, diminuição da fome, caimbras, insônia, espasmo do maxilar e aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial são os efeitos que o ecstasy pode causar no corpo.

O uso freqüente e de grandes doses da droga pode causar depressão, ansiedade e paranóia. A morte pelo consumo de ecstasy é rara, mas pode acontecer. O aumento descontrolado da temperatura e pressão do corpo podem provocar desidratação (pelo suor intenso), febre aguda (podendo passar 41º), convulsões e insuficiência dos rins, com risco de morte. O risco é maior para pessoas hipertensas ou com problemas no coração, mas nunca se pode bobear. E quando consumido com bebidas alcoólicas, o ecstasy torna-se perigoso.

 

Ecstasy: a ilusão do prazer

A “droga do amor”. Assim é conhecido o ecstasy, tema que encerra a série do Por uma boa causa de julho, sobre dependência química. Em forma de comprimidos ou cápsulas, é um entorpecente muito consumido nas festas rave, que costumam durar mais de doze horas, embaladas por músicas eletrônicas. “A sensação de quem consome ecstasy é de extremo prazer. O corpo fica leve, como se fosse flutuante. O usuário não tem sono e dança inesgotavelmente”, descreve Magda Vaissman, professora do Instituto de Psiquiatria (IPUB) da UFRJ.

De acordo com Magda, a utilização da droga ocorre desde a década de 1990, geralmente em ambientes com música, pois combinam com a euforia causada pelo consumo. “Com o uso, há uma grande liberação de serotonina, substância que atua no centro de recompensa no cérebro, provocando sensação de profundo bem-estar. A dependência faz com que o indivíduo sinta necessidade de sempre buscar esse reforço positivo da droga”, explica.

Entretanto, quem utiliza ecstasy talvez não calcule os numerosos malefícios à saúde que a droga pode trazer. “Causa aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. Provoca hipertermia, que eleva a temperatura do corpo, levando à desidratação. Mesmo algumas semanas após o último consumo, o usuário pode sofrer confusão mental, depressão, problemas de sono, ansiedade e paranoia”, indica a professora. Entre os efeitos crônicos estão prejuízos à memória, consequências na regulação das emoções e distúrbios do comportamento.

Morte em único uso

Segundo a psiquiatra, uma das diferenças entre o ecstasy e outras drogas está no tempo de ação no organismo. “Substâncias de ação rápida, como cocaína e nicotina, são as que mais causam dependência sujeita à síndrome de abstinência.

O efeito do ecstasy não é assim, leva de três a seis horas para ocorrer e sua eliminação também é lenta”, aponta.

No entanto, ela alerta: a droga causa grande dependência psicológica. Além disso, o usuário pode também apresentar uma síndrome de abstinência menos visível, caracterizada por depressão profunda no dia seguinte ao uso. “Em um dizer vulgar, essa é uma droga neurotóxica. Comparada a outras, tem maior capacidade de estragar o cérebro.

O consumo de ecstasy pode criar uma destruição neuronal, possivelmente irreversível”, adverte Magda.

Pior que isso, o uso da substância pode ser fatal. “É possível que a morte ocorra numa única noite de uso, se dando por hipertensão, falência cardíaca ou renal”, relata. Infarto do miocárdio, convulsões e morte súbita são resultados da overdose de ecstasy.

Tratamento difícil

Não existe fórmula de tratamento específica para a dependência de ecstasy. “Buscamos que o paciente entre em abstinência ou pelo menos reduza o consumo, o que chamamos de diminuição de danos”, diz a especialista.

É um tratamento paliativo, que pode ser auxiliado por calmantes ou tranquilizantes. “Mas o principal são ações psicossociais: trabalhos motivacionais, busca da prevenção de recaída, modificação de hábitos de vida e participação em grupos de autoajuda. Além disso, é preciso mostrar ao usuário os danos que a droga está causando ao seu organismo”, constata.

A professora informou que atualmente o consumo de drogas sintéticas (produzidas em laboratório), como é o caso do ecstasy, vem crescendo bastante. “O nível de apreensão está bem maior, apesar de ser um tráfico internacional, que não envolve plantio e cultivo, como no caso de outras drogas. É um tipo de tráfico diferente, que não ocorre em morros e favelas. É praticado por jovens de classe média e também se dá pela internet”, afirma. Segundo ela, esse tipo de substância está começando a ser produzido no Brasil. Magda Vaissman atentou para o surgimento de outras drogas sintéticas, como o crystal meth e o special k, também perigosas.

Cília Monteiro

Fonte: www.health.nsw.gov.au/ www.psicologia.com.pt/www.olharvital.ufrj.br

 

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