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Doenças Relacionadas com a Água

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Doenças transmitidas pela água

As doenças relacionadas com a água ocorrem devido à ingestão de água suja ou contaminada que pode causar várias doenças, como diarreia, disenteria, cólera, febre tifóide e até doenças graves, como a dracunculose.

As doenças transmitidas pela água são causadas por água contaminada com microorganismos. Os micróbios – normalmente bactérias, vírus, protozoários e parasitas – são geralmente encontrados no trato intestinal de humanos e outras criaturas. Na maioria dos casos, a água fica contaminada por fezes que carregam os micróbios.

Mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água potável e 3,4 milhões de pessoas morrem a cada ano devido a doenças transmitidas pela água, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De fato, as doenças transmitidas pela água são a causa mais comum de doença e morte no mundo, de acordo com a OMS.

Embora isso seja um problema em grande parte nos países em desenvolvimento e subdesenvolvidos, as nações desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos, não estão imunes.

Muitas das doenças relacionadas com a água surgem devido à falta de água limpa adequada para beber e cozinhar.

Outras doenças são causadas devido a instalações sanitárias inadequadas e más práticas de higiene pessoal que estão diretamente ligadas à falta de água potável.

As doenças transmitidas pela água são transmitidas quando as pessoas bebem água contaminada ou comem alimentos que foram preparados com água contaminada.

Doenças transmitidas pela água comuns incluem febre tifóide, cólera, disenteria, gastroenterite e hepatite.

A maioria das doenças transmitidas pela água são doenças diarreicas, incluindo criptosporidiose e giardíase, que são causadas devido a um parasita intestinal que causa sintomas como diarreia grave, febre, cãibras musculares, náusea, perda de peso e desidratação. A cólera e a febre tifóide são outras doenças transmitidas pela água causadas por bactérias.

Pode causar diarreia mortal e ser fatal para pessoas desnutridas ou com imunidade enfraquecida.

Doenças Relacionadas com a Água – Transmissão

A água é um importante veículo de transmissão de doenças notadamente do aparelho intestinal.

Os microorganismos patogênicos responsáveis por essas doenças atingem a água com os excretas de pessoas ou animais infectados, dando como consequências as denominadas doenças de transmissão hídrica.

Os microrganismos patogênicos não são de fácil identificação em laboratório. Utiliza-se assim os microorganismos do grupo coliforme. Neste grupo encontram-se os coliformes fecais, habitantes normais dos intestinos dos animais superiores e outros de vida livre, que são de identificação mais fácil; sua presença indica provável existência de excreta e, portanto, possibilidade de ocorrência de germes patogênicos de origem intestinal.

Emprega-se assim o chamado índice de coli para determinar o grau de contaminação de uma água. Oportuno assinalar que, em princípio, existe uma certa correlação entre o número de coliformes e doenças de transmissão hídrica; estudos epidemiológicos, com base na estatística, podem, inclusive, correlacionar o número de coliformes com o número de determinados microorganismos patogênicos.

Oportuno também assinalar que a presença de coliformes nem sempre indica a obrigatoriedade de existência de agentes patogênicos e, portanto, de ocorrência de doenças. Assim, a presença de coliformes, em determinadas concentrações, deve ser encarada como um sinal de alerta indicando a possibilidade de haver uma poluição e/ou contaminação fecal, principalmente quando ocorrem variações bruscas do número de coliformes numa determinada água.

Relativamente aos microorganismos patogênicos, as doenças de transmissão hídrica podem ser ocasionadas por

Bactérias: febre tifóide, febres paratifóides, disenteria bacilar, cólera
Protozoários:
 amebíase ou disenteria amebiana
Vermes (helmintos) e larvas:
 esquistossomíase
Vírus:
 hepatite infecciosa e poliomielite

Doenças de origem hídrica

Os quatro tipos de contaminantes tóxicos podem ser nos sistemas públicos de abastecimento de água são

Contaminantes naturais de uma água que esteve em contato com formação minerais venenosas
Contaminantes naturais de uma água na qual se desenvolveram determinadas colônias de microorganismos venenosos
Contaminantes introduzidos na água em virtude de certas obras hidráulicas defeituosas (principalmente tubos metálicos) ou de práticas inadequadas no tratamento da água
Contaminantes introduzidos nos cursos d´água por certos dejetos industriais.

Os contaminantes de origem mineral incluem o flúor, o selênio, o arsênico e o boro, e, com exceção do flúor, raramente são encontrados em teores capazes de ocasionar danos.

Quanto ao flúor, teores maiores que 1 ppm são responsáveis pela fluorose dos dentes, e, por outro lado, ausência de fluoretos beneficia o aparecimento de cáries dentárias; o teor ótimo é em torno de 1 ppm.

Os contaminantes naturais ocasionados por colônias de microorganismos venenosos, como certos tipos de algas, dão à água aspecto repulsivo ao homem, que tem assim uma defesa natural através dos seus sentidos; não obstante, a mortalidade de gado que ingere esses contaminantes tem sido verificada.

Os contaminantes introduzidos pela corrosão de tubulações metálicas podem ocasionar distúrbios, principalmente em águas moles ou que contenham certo teor de bióxido de carbono (o que pode ocorrer por prática inadequada no tratamento da água).

Dos metais empregados nas tubulações, o único de toxidez comprovada (e cumulativa) é o chumbo, que pode ocasionar o envenenamento conhecido como saturnismo.

Cobre, zinco e ferro, mesmo em pequenas quantidades, dão à água gosto metálico característico e são responsáveis por certos distúrbios em determinadas operações industriais.

O tratamento químico da água para a coagulação, desinfecção e destruição de algas ou controle da corrosão pode ser uma fonte potencial de contaminação.

Todas as variedades de contaminantes tóxicos podem provir dos despejos líquidos industriais. Daí a importância sanitária do controle de despejos industriais.

Doenças Relacionadas com a Água – Saúde

Doenças Relacionadas com a Água

Um dos principais problemas de saúde do mundo, principalmente em países tropicais, são as doenças infecto-parasitárias, a maioria relacionada à água. Tais doenças atingem, em maior ou em menor grau, todas as classes sociais e, devido à ação que seus agentes podem exercer, trazem prejuízos tanto físicos quanto mentais e sociais.

São típicas de lugares carentes onde não há saneamento básico (água e esgoto tratados) e assistência médica regular, onde também é freqüente a desnutrição.

Como para algumas doenças, as formas infectantes são eliminadas pelas fezes, a situação torna-se muito preocupante para os grupos populacionais desassistidos.

Segundo a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) observa-se uma constante queda na mortalidade destas doenças. No entanto, continuam freqüentes na população brasileira com riscos à sua saúde (ainda são quarta causa de doenças e a quinta de mortalidade no país). Através da água contaminada por excrementos, os parasitas transitam de um hóspede a outro até chegar às pessoas.

Geralmente esta via corresponde aos animais no campo que estão contaminados com parasitas e que, através das fezes, podem chegar aos homens e infectá-los pela ingestão de carne crua ou mal cozida.

Há muito têm-se apontado as relações causais entre as alterações da saúde e os fatores nocivos do meio.

As relações que o homem estabelece em seu ambiente podem agir de forma determinante sobre a saúde individual/coletiva, já a relação inadequada com os elementos bióticos e abióticos do meio trazem prejuízos não somente individuais.

Hábitos inadequados no que concerne à higiene pessoal (boca, cabelos, pele, mãos, unhas) e ambiental (destino dos dejetos, lixo e uso da água) podem favorecer a circulação de agentes patógenos com consequências para a saúde individual/coletiva. Doenças infecciosas e parasitárias, desenvolvimento de insetos e animais nocivos, contaminação de solo e coleções hídricas são frequentes em coletividades assim constituídas. Nos países Latino-Americanos e Africanos a maioria das pessoas examinadas apresenta ao menos uma espécie de parasito.

Mais do que pela mortalidade resultante, essas doenças importam pela frequência com que produzem déficits orgânicos que comprometem o desenvolvimento de crianças e limitam a capacidade de trabalho de adultos, além da possibilidade de ocorrerem com formas clínicas graves, como é o caso da esquistossomose mansônica e da malária.

Além de suprimirem nutrientes e frequentemente conduzirem a uma inapetência e redução do apetite, algumas espécies de parasitas podem, ainda, prejudicar a absorção de alimentos, agravando o estado de desnutrição comum nas pessoas por eles acometidas. Quanto às formas de aquisição, hábitos de higiene pessoal e ambiental, banho de rio, entre outros, devem ser levados em consideração.

Sobre esta questão, o alimento é importante via de veiculação de parasitas em virtude da possível contaminação a que está sujeito nas diversas etapas pelas quais passa, quais sejam: etapa de produção, de armazenamento, de conservação, de transporte, de comercialização e de manipulação para consumo final.

Hortaliças e frutos precariamente lavados ou manipulados por mãos contaminadas de indivíduos parasitados, representam um elo importante na transmissão de cistos de protozoários e ovos de helmintos.

Cólera

cólera é comumente encontrada em emergências humanitárias ou vilarejos marginalizados onde a pobreza e o saneamento precário são excessivos.

A doença é transmitida através da água contaminada e causa desidratação grave e diarreia. A cólera pode ser fatal dentro de dias ou mesmo horas de exposição à bactéria, mas apenas 1 em cada 10 pessoas desenvolverá sintomas com risco de vida.

Os sintomas incluem:

Náusea
Vômito
Diarreia
Cãibras musculares

Cólera – Prevenção e Tratamento

Doenças Relacionadas com a Água

cólera é uma doença transmitida pela água que é facilmente prevenida em viagens. Lave as mãos com frequência, coma apenas alimentos completamente cozidos e quentes (sem sushi) e coma apenas vegetais que você possa descascar, como abacate, banana e laranja. Claro, beba água potável.

Quando a lavagem das mãos não está disponível, a cólera pode afetar uma aldeia inteira. Em países em desenvolvimento como a Etiópia, os dados mostram que 40% das famílias não têm meios de lavar as mãos adequadamente, o que significa que não têm água potável, sabão e instalações para lavar. Isso torna a gestão da higiene e a prevenção de doenças quase impossíveis para essas comunidades.

Giardia

Esta doença transmitida pela água é compartilhada através da água contaminada, na maioria das vezes em lagoas e riachos, mas também pode ser encontrada no abastecimento de água de uma cidade, piscinas e muito mais. A infecção é causada por um parasita e geralmente desaparece após algumas semanas. No entanto, é possível que aqueles que foram expostos tenham problemas intestinais nos próximos anos.

Os sintomas incluem:

Dor abdominal
Cólicas e inchaço
Diarreia
Náusea
Perda de peso

Giardia – Prevenção e Tratamento

Embora não haja vacina para a giárdia, existem maneiras simples de evitar a infecção. Lave as mãos com sabão frequentemente, não engula água enquanto nada e beba apenas água engarrafada.

Com o tempo, o sistema imunológico normalmente vence a giárdia por conta própria. Mas, se os sintomas piorarem, os médicos prescrevem medicamentos antiparasitários e antibióticos.

As comunidades carentes de água não podem se proteger de doenças como a giárdia, e o tratamento para essa doença pode custar caro para uma família que vive na pobreza. Por essas razões, os programas da Lifewater se concentram na prevenção a longo prazo. Isso inclui construir fontes de água segura e ensinar práticas de saúde, uma casa de cada vez, até que toda a comunidade tenha os recursos e o conhecimento para prevenir doenças transmitidas pela água.

Disenteria

Uma infecção intestinal, a disenteria é uma doença transmitida pela água caracterizada por diarréia grave, bem como sangue ou muco nas fezes. A disenteria é um bom motivo para lavar sempre as mãos, pois a doença se espalha principalmente pela falta de higiene. Pode ser causada por bactérias, vírus ou parasitas em alimentos e água não seguros e por pessoas que entram em contato com matéria fecal. Se alguém com disenteria não puder repor os líquidos com rapidez suficiente, sua vida pode estar em risco.

Os sintomas incluem:

Cólicas e dores de estômago
Diarreia
Febre
Náusea
Vômito
Desidratação

Disenteria – Prevenção e Tratamento

Para prevenir a disenteria, lave as mãos com sabão frequentemente, peça todas as bebidas sem gelo, não coma alimentos vendidos por vendedores ambulantes e coma apenas frutas que você possa descascar.

Beba apenas água engarrafada e selada ao viajar em locais com maior risco de disenteria, como comunidades onde as práticas de higiene adequadas são incomuns.

disenteria leve geralmente desaparece com repouso e líquidos, mas medicamentos de venda livre, como Pepto-Bismol, podem ajudar com cólicas estomacais.

Casos mais graves podem ser tratados com antibióticos, embora algumas cepas da doença sejam resistentes.

Escherichia coli (E. coli)

Escherichia coli é uma bactéria com várias cepas, algumas perigosas e outras benéficas. Por exemplo, a bactéria E. coli é importante na criação de um trato intestinal saudável.

No entanto, se os dejetos de animais chegaram às terras agrícolas onde os produtos são cultivados ou se as cepas de E. coli são espalhadas pelo processo de produção de carne moída, aqueles que consomem esses alimentos podem apresentar sintomas da doença transmitida pela água. A bactéria também é encontrada em fontes de água inseguras em todo o mundo, onde as fontes de água humana e o gado coexistem.

Os sintomas de cepas perigosas de E. coli são semelhantes aos da disenteria e de outras doenças transmitidas pela água. A maioria das crises de E. coli passa dentro de uma semana, mas pessoas mais velhas e crianças pequenas têm uma chance maior de desenvolver sintomas com risco de vida.

Qualquer pessoa que se acredite ter sido exposta a alimentos ou água contaminados deve entrar em contato com um médico se a diarreia contiver sangue.

Escherichia coli (E. coli) – Prevenção e Tratamento

Como sempre, evite água possivelmente contaminada por fezes humanas e/ou animais (como lagoas, rios e pântanos). Se for comer carne moída, cozinhe bem. Lave bem frutas e legumes, lave as mãos com frequência e beba apenas água potável.

Para tratar a doença, beba bastante água potável, descanse e tome medicamentos para diarreia de venda livre.

Embora sejam dicas simples de prevenção e tratamento, existem muitas comunidades remotas em Uganda que não têm escolha a não ser beber dos pântanos.

Dengue

Vetor: Aedes aegypti

Agente etiológico: o vírus do dengue é um arbovírus do gênero flavivírus.

mosquito Aedes aegypti é o principal vetor do dengue, doença que afeta o homem e constitui sério problema de saúde pública no homem, especialmente
nos países tropicais onde as condições do Meio Ambiente favorecem o desenvolvimento e proliferação do vetor.

As estatísticas mostram que as ações governamentais contra o dengue têm surtido efeito. Em 2002, foram mais de 700 mil casos, enquanto em 2003 houve pouco mais de 298 mil.

As maiores incidências do dengue estão nas regiões Sudeste e Nordeste, em função de uma série de fatores que favorecem a proliferação do mosquito e a transmissão da doença.

Todavia, apesar de terem sido superadas as metas de redução de casos de dengue no país como um todo, que era de 50%, é necessário que se mantenham contínuas as ações contra a doença, pois o mosquito rapidamente recompõe a sua população.

O Programa Nacional de Controle do dengue – PNCD, funciona em diversas frentes, não apenas no ataque ao mosquito, mas também no saneamento domiciliar, na educação para a saúde e na capacitação de recursos humanos, como educadores de saúde, supervisores, agentes de saúde e médicos para a atenção ao doente.

O dengue exige uma ação ampla, envolvendo diversas áreas, devendo-se os resultados positivos obtidos a uma conjugação de esforços do poder público e da população. Assim, embora caiba aos governos – federal, estadual e municipal – as maiores responsabilidades no combate à dengue, é preciso que as pessoas se também se mobilizem contra a doença.

Dengue – Transmissão

O dengue é uma doença febril causada por vírus (virose), transmitida de uma pessoa doente a uma pessoa sadia pela picada da fêmea contaminada de um mosquito – o Aedes aegypti.

Existem dois tipos principais de dengue

O dengue clássica e o dengue hemorrágica. Com a chegada do verão e o início da temporada das chuvas, o dengue volta a ser uma ameaça à saúde.

Para se evitar a doença faz-se necessário intensificar as ações de prevenção e combate ao vetor do dengue, o mosquito Aedes Aegypti.

O mosquito transmissor do dengue – o Aedes aegypti, é um mosquito que se adaptou às áreas urbanas das cidades e vive preferencialmente dentro das casas ou perto delas, uma vez que lá encontra melhores condições para sua reprodução: sangue humano e depósitos com água. Pode se proliferar em qualquer lugar que acumule água limpa (caixas d’ água, cisternas, latas, pneus, cacos de vidro e vasos de plantas).

A fêmea grávida é atraída por recipientes escuros ou sombreados onde deposita seus ovos. Prefere recipiente com água limpa, cristalina, sem cor e parada, ao invés de água suja ou poluída.

Os ovos podem resistir até mais de um ano nas paredes secas dos recipientes, até que tenham contato com a água e se transformem em larvas, e posteriormente, em mosquitos.

As altas temperaturas favorecem a reprodução mais rápida e consequentemente o aumento da quantidade de mosquitos.

Dengue – Distribuição

O dengue tem sido relatado nas Américas há mais de 200 anos. Na década de 50 a Febre Hemorrágica do Dengue (FHD) foi descrita pela primeira vez nas Filipinas e Tailândia. Após a década de 60, a circulação do vírus intensificou-se nas Américas. A partir de 1980 foram notificadas epidemias em vários países aumentando consideravelmente a magnitude do problema.

Em 1981 houve um evento de extrema importância na história do dengue nas Américas: o 1º relato de FHD, em Cuba, foi o primeiro ocorrido fora do Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental.

Dengue – Sintomas

Os sintomas mais comuns da doença são: febre, náuseas (enjôo), vômitos, dor nos olhos, cansaço, falta de apetite, dores no corpo, principalmente nos músculos e nas articulações (ou juntas), e dor de cabeça.

Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento, mais comum nas gengivas. Ao perceber os sintomas, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua casa.

O período crítico do dengue ocorre, geralmente, após o terceiro dia da doença. A pessoa deixa de ter febre, embora continue a sensação de cansaço, fraqueza e mal-estar.

Isso pode levar a uma falsa sensação de melhora, mas, em seguida, o paciente volta a piorar. Algumas manchas vermelhas e coceira na pele (parecendo picadas de insetos), podem surgir, além de pequenos sangramentos pelo nariz e gengivas.

Nestes casos, é necessário retornar ao médico nas primeiras 24h após o surgimento destes sintomas. Caso surja dor abdominal intensa e contínua, fezes enegrecidas, tonteira, pressão baixa, mãos e pés pálidos ou arroxeados, vômitos freqüentes, sonolência ou agitação, vista escura e dificuldade de respiração, é necessário procurar atendimento médico imediato, pois são sintomas e sinais que indicam hemorragia (perda de sangue) o que pode levar o paciente à morte.

As pessoas que sofrem de doenças do coração, asma, diabetes, anemia, bronquite crônica, enfisema e hipertensão arterial podem ter o estado de saúde agravado pelo dengue ou desenvolver a forma mais grave da doença. Portanto, é importante que o acompanhamento médico seja feito desde os primeiros sintomas.

Dengue – Prevenção

Como é praticamente impossível eliminar o mosquito do dengue, é preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros do Aedes aegypti. Por exemplo, uma bacia no pátio de uma casa é um risco, porque, com o acúmulo da água da chuva, a fêmea do mosquito poderá depositar os ovos neste local. O único modo é limpar e retirar tudo que possa acumular água e oferecer risco. Na maior parte dos casos, o foco do mosquito está nas residências.

Em geral se recomenda, para a prevenção do dengue:

Eliminar criadouros potenciais do mosquito (latas, garrafas, potes, cascas de ovo, copos descartáveis, tampinhas, pneus e outros objetos sem uso que possam acumular água. Não deixá-los em quintais, nem jogar em terrenos baldios.
Manter bem fechados latões, poços, cisternas, caixas d água e outros depósitos de água para consumo, impedindo a entrada de mosquitos.
Vedar com tela fina aqueles que não têm tampa própria.
Não cultivar plantas em jarros com água; plantá-las sempre em vasos com terra. Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas.
As piscinas devem ser tratadas com cloro, devendo ser limpas uma vez por semana. Se não forem usadas devem ser mantidas vazias ou cobertas.
As calhas devem ser mantidas limpas e desentupidas, removendo-se folhas e materiais que possam impedir o escoamento da água.
Lavar com bucha e manter limpos os reservatórios de água externos de geladeira, as bandejas de ar condicionado e suportes de garrafão de água mineral.
As lajes devem ser mantidas limpas e secas.
Lagos, cascatas e espelho d água decorativos devem ser mantidos limpos. A criação de peixes é aconselhada, pois estes podem comer as larvas de mosquitos.
Outra opção é manter a água tratada com cloro. o Onde houver cacos de vidro nos muros, colocar areia em todos aqueles que possam acumular água.
Verificar se há entupimento em ralos de cozinha, banheiro, sauna e ducha, providenciando imediatamente seu desentupimento. Se estes não estiverem sendo utilizados, mantê-los fechados.
Deixar a tampa dos vasos sanitários sempre fechadas. Em banheiros pouco usados, deve-se dar descarga uma vez por semana.
Os vasilhames para água de animais domésticos devem ser lavados com bucha, sabão e água corrente, pelo menos uma vez por semana.

Amarelão

Agente: Schistossoma mansoni

amarelão ou esquistossomose mansônica é uma endemia, causada por parasito (Schistosoma mansoni), que requer caramujos de água doce, do gênero Biomphalaria (B. glabrata, B. tenagophila, B. straminea), como hospedeiros intermediários, para completar o seu ciclo de desenvolvimento. Há relatos de que foi introduzido no Brasil com a chegada dos escravos, mas os primeiros casos da doença seriam de 1951.

Amarelão – Transmissão

A transmissão da doença numa região, depende da existência dos hospedeiros intermediários que, no Brasil, são caramujos do gênero Biomphalaria.

Ovos do parasita que são eliminados pelo homem contaminado se instalam no caramujo dentro da lagoa.

A larva adulta é liberada e permanece na água contaminando o homem.

Amarelão – Sintomas

A esquistossomose é uma doença de evolução crônica, de gravidade variada, causada por um verme que, no homem, habita os vasos sanguíneos do fígado e intestino. A maioria das pessoas infectadas, pode permanecer assintomática, dependendo da intensidade da infecção.

Clinicamente, a esquistossomose pode ser classificada em:

Forma Intestinal: caracteriza-se por diarreias repetidas que podem ser sanguinolentas, com dor ou desconforto abdominal. Pode apresentar-se assintomática.
Forma Hepatointestinal: 
Caracterizada pela presença de diarreias e dores abdominais. Ao exame físico, o paciente apresenta inchaço do fígado.
Forma Hepatoesplênica Compensada: 
Caracterizada pela presença de inchaço do fígado (barriga d’água). Nesta fase inicia-se um processo chamado de circulação colateral e de varizes no esôfago, com comprometimento do estado geral do paciente.
Forma Hepatoesplênica Descompensada: 
Inclui as formas mais graves de Esquistossomose mansônica, responsáveis pelo obituário por essa causa específica. Caracteriza-se por fígado volumoso ou já contraído por fibrose, inchaço avançado do fígado, circulação colateral, varizes do esôfago, anemia acentuada e desnutrição. Podem ser consideradas ainda, como formas particulares, as formas pulmonar e cárdio-pulmonar, verificadas em estágios avançados da doença.

Amarelão – Prevenção

Destinação adequada das fezes através de medidas de saneamento básico: fossas sépticas e rede de esgoto
Uso de botas impermeáveis (para pessoas que trabalham dentro de água suspeita de contaminação)
Identificação e tratamento dos doentes para impedir o contágio por outras pessoas
Controle dos hospedeiros intermediários (caramujos do gênero Biomphalaria)
Antes de realizar atividades de lazer, tais como, banhos em rios, cachoeiras e lagoas, procurar informação sobre sua possível contaminação.
Saneamento básico
Evitar beber água em Fontes naturais cuja origem seja desconhecida

Febre amarela

Vetor: O mosquito da espécie Aedes aegypti (o mesmo vetor do dengue) é o principal transmissor da Febre Amarela Urbana (FAU). Na Febre Amarela Silvestre (FAS), os transmissores são mosquitos, com hábitos estritamente silvestres, principalmente do gênero Haemagogus no Brasil.

Agente etiológico: O causador da febre amarela é um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do grupo B. Também fazem parte deste grupo o vírus do dengue, Encefalite Japonesa, Encefalite do Oeste do Nilo, Encefalite de St. Louis, Rocio, Ilheus, Bussuquara e outros.

A doença ataca o fígado e os rins e pode levar à morte.

Existem dois tipos diferentes de febre amarela: a urbana e a silvestre. A principal diferença é que nas cidades, o transmissor da doença é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo do dengue. Nas matas, a febre amarela ocorre em macacos e os principais transmissores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que picam preferencialmente esses primatas.

Esses mosquitos vivem também nas vegetações à beira dos rios. Primeiro picam o macaco doente e depois, o homem. É importante ressaltar que a febre amarela silvestre só ocorre em humanos ocasionalmente.

São os macacos os principais hospedeiros. Os mosquitos transmissores só picam homens que invadem o habitat dos macacos.

Febre amarela – Distribuição, transmissão e mortalidade

A maior incidência da doença acontece nos meses de janeiro a abril, período das chuvas. Nessa época, há um aumento da quantidade do mosquito transmissor e maior atividade agrícola, que leva ao deslocamento de um número maior de pessoas às áreas com risco de transmissão. Não há transmissão de pessoa para pessoa.

Febre amarela – Sintomas

A doença é caracterizada por manifestações de insuficiência hepática e rena. Pode levar a óbito em, aproximadamente, uma semana.

É dividida em três períodos:

Período de infecção: Dura cerca de três dias, tem início súbito e sintomas gerais como febre, calafrios, dores de cabeça, do corpo, náuseas e vômitos.
Remissão:
 caracteriza pelo declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente. Dura poucas horas, no máximo um a dois dias.
Período toxêmico: 
Predominam os sintomas de insuficiência hepato-renal (representados por icterícia ou amarelão), diminuição do volume de urina ou ausência total de sua produção, vômitos com sangue, eliminação de fezes enegrecidas por sangue e outras manifestações hemorrágicas, acompanhadas de enfraquecimento intenso, pulso lento e temperatura elevada.

Febre amarela – Prevenção

Vacinação em áreas infestadas por Aedes aegyptii para estabelecer imunidade coletiva na população;
Eliminação do Aedes aegyptii;
Identificação precoce dos casos para impedir que outros sejam infectados;

Malária

Vetor: Mosquito do gênero Anopheles

Agente: protozoário do gênero Plasmodium

Doença infecciosa febril, causada por protozoários, transmitidos por vetores. É uma doença de grande importância epidemiológica por sua gravidade clínica, e elevado potencial de disseminação, em áreas com densidade vetorial que favoreça a transmissão.

Causa consideráveis perdas sociais e econômicas na população sob risco, concentrada na região Amazônica.O mosquito em algumas regiões do Brasil é mais conhecido como muriçoca, mosquito-prego ou carapanã.

Em diversos estados do país tais como Amazonas, Pará, Mato Grosso (do Norte e do Sul), Rondônia e Roraima a doença ocorre de forma contínua (endêmica), dentro de florestas e suas proximidades.

No Estado do Minas Gerais, raramente ocorre transmissão de malária. As pessoas que aparecem doentes têm sido contaminadas em outras regiões onde a doença é freqüente, surgindo os sintomas alguns dias após sua chegada dessas áreas.

Outra maneira de se adquirir a doença é através do sangue contaminado (por transfusão) ou uso de seringas contaminadas.

Malária – Transmissão

É uma doença transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles contaminada pelo parasita Plasmodium. É também conhecida como paludismo ou impaludismo e recebe outros nomes populares como maleita, etc.

Malária – Sintomas

Febre, calafrios, suores, delírios, tremores e ranger de dentes devido à repentina elevação da temperatura corporal são sintomas comuns.

Com o agravamento da doença surgem dores de cabeça, náuseas e vômitos. Os lábios ficam arroxeados, podendo ocorrer convulsões e anemia.

Caso não haja tratamento adequado e rápido podem surgir problemas mais graves em outros órgãos como rins, pulmões e fígado, podendo levar a morte.

Malária – Prevenção

Nas áreas onde há transmissão da doença são necessárias medidas de saneamento como aterro e drenagem de água represada, visando a redução e a eliminação de criadouros do mosquito, bem como o uso de telas nas janelas e mosquiteiros.

Uso de mosquiteiros impregnados ou não, com inseticidas, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas, uso de repelentes, e evitar frequentar os locais de transmissão, nos horários de hábitos alimentares dos vetores.

Como medidas de prevenção coletiva, são utilizadas: drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia, uso racional da terra.

As pessoas que forem visitar as regiões onde ocorre à doença devem, antes de viajar, se informar sobre as medidas preventivas necessárias.

Febre Amarela

É uma doença grave provocada por vírus e transmitida pela picada de mosquitos. Nas regiões de florestas o mosquito responsável pela transmissão é o Haemagogus e, nas cidades, o Aedes aegypti, o mesmo mosquito transmissor do Dengue. No Brasil, a doença ocorre em todos os estados da Região Norte (Amazônia Legal), oeste do Maranhão, centro-oeste e nas áreas de florestas.

Há ocorrência da doença em outros países da América do Sul (Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Venezuela) e da África (Angola, Benin, Burkina Faso, Camarões, Congo, Gabão, Gâmbia, Ghana, Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e Sudão).

Nas áreas urbanas não tem ocorrido a transmissão da doença. No entanto, esta pode ser trazida para as cidades através de pessoas que se contaminam nas áreas de risco.

Com o surgimento do Aedes aegypti nas cidades, a Febre Amarela pode ressurgir no meio urbano.

Febre Amarela – Sintomas

A Febre Amarela apresenta sintomas que são observados de três a seis dias após a contaminação, e podem ser confundidos com outras doenças tais como Dengue e Leptospirose.

Os sintomas iniciais são: febre, calafrios, dores de cabeça, nas costas, nos músculos, cansaço, enjôo e vômitos. Em seguida, pode haver uma aparente melhora com a diminuição da febre. Porém, em no máximo dois dias ocorre o agravamento da doença com sangramentos (nos ouvidos, narinas e gengivas), pele amarela, retenção de urina, extremo cansaço e aumento da febre podendo levar à morte.

Portanto, as pessoas que estiveram em regiões com transmissão da doença e que sentirem os primeiros sintomas, devem procurar atendimento médico para notificação às autoridades sanitárias e confirmar o diagnóstico, evitando o agravamento da doença.

Febre Amarela – Prevenção

Tomar a vacina contra a Febre Amarela, preferencialmente 30 dias antes de viajar para as regiões onde ocorre a doença. Como não há ocorrência desta doença nas áreas urbanas, a vacinação é indicada apenas para pessoas que vão se deslocar para áreas de mata, tais como caminhoneiros, lavradores, caçadores, pescadores, praticantes de turismo ecológico e de outras atividades onde seja necessária a penetração em ambientes silvestres.

Leptospirose

Agente: Leptospirose é uma doença causada por uma bactéria chamada Leptospira.

Vetor: A Leptospira é eliminada pela urina de alguns animais, sendo o rato o principal responsável pela transmissão nas áreas urbanas. A urina deste animal contamina a água, os alimentos, o solo, os esgotos e os locais onde vive.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril, aguda, potencialmente grave, causada por uma bactéria, a Leptospira interrogans. É uma zoonose (doença de animais) que ocorre no mundo inteiro, exceto nas regiões polares. Em seres humanos, ocorre em pessoas de todas as idades e em ambos os sexos. Na maioria (90%) dos casos de leptospirose a evolução é benigna.

Leptospirose – Transmissão

A doença, que pode ser grave, é transmitida aos seres humanos através da penetração da bactéria através da pele e das mucosas (boca, narinas, olhos, etc.) em contato com águas ou lama contaminadas, em ocasião de enchentes. Casos de Leptospirose podem ocorrer em qualquer época do ano, de maneira pouco freqüente, mesmo na ausência de chuvas e enchentes.

As pessoas que correm mais perigo são aquelas que vivem à beira de córregos e em locais onde haja ratos contaminados, lixo e também, aquelas que trabalham na coleta de lixo, em esgotos, plantações de cana-de-açúcar, de arroz, etc.

Leptospirose – Sintomas

Os primeiros sintomas são: fraqueza, dor no corpo, dor de cabeça e febre, sendo que, às vezes, a doença é confundida com uma gripe ou outras viroses. Com o aumento da febre podem ocorrer calafrios, vômitos, mal-estar, dor na batata das pernas (panturrilhas), fortes dores na barriga e também o aparecimento de cor amarelada na pele (icterícia).

O agravamento da doença pode provocar diminuição ou ausência da produção da urina (insuficiência renal), problemas respiratórios, hemorragias e confusão mental, podendo levar à morte.

Leptospirose – Prevenção

Colocar o lixo doméstico em sacos plásticos, mantendo-o distante de casa e do chão, até seu recolhimento pelo lixeiro ou outra destinação adequada.
Não acumular entulhos nos quintais, pois os ratos se escondem nestes locais.
Manter terrenos baldios e margens de córregos limpos e desmatados.
Manter as caixas d água, ralos, fossas, caixas de esgoto, etc., sempre bem tampadas e vedadas, impedindo a entrada de ratos.
Eliminar o máximo possível as chances dos ratos se alojarem em buracos de paredes, rodapés, vãos de telhados, etc.
Sempre que possível, evitar o contato direto com água ou lama de enchentes, esgotos ou outros locais de risco. Nessas situações, usar luvas, botas ou outros tipos de proteção, como sacos plásticos amarrados nos pés e nas mãos.
Usar água sanitária ou cloro misturado em água para limpeza geral, principalmente nos locais que sofrem inundações.

Toxoplasmose

Toxoplasmose é uma doença que afeta os mamíferos (inclusive seres humanos) e aves; é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii.

O ser humano adquire a doença comendo carnes ou vísceras mal cozidas contendo o parasita, verduras mal lavadas e contaminadas pelo parasita eliminado pelas fezes de gatos.

O gato contrai a infecção comendo carnes cruas, ratos ou pássaros contaminados.

A toxoplasmose, em mulheres grávidas, representa um grande perigo, pois a doença pode ser transmitida ao feto através da placenta. Neste caso, é de fundamental importância que procurem um médico para detectar a doença e fazer o tratamento adequado.

Toxoplasmose – Sintomas

No início da doença os sintomas não são percebidos facilmente, podendo, entretanto, ocorrer febre e o aparecimento de ínguas.
Em um segundo estágio da doença, o parasita se aloja nos músculos e em órgãos tais como:
 pulmão, coração, fígado e cérebro, causando, neste momento, os primeiros danos à saúde.

Esta doença é um problema de Saúde Pública. Para a saúde humana, pode ter como consequência lesões oculares, neurológicas e sistêmicas que resultam em perda de visão, retardo mental, má formação congênita (crianças nascidas com deformações) e abortos.

Para pessoas com defesa imunológica diminuída, como transplantados e doentes com Aids, por exemplo, a Toxoplasmose pode ser fatal.

Toxoplasmose – Prevenção

Comprar alimentos crus (carnes e verduras) em estabelecimentos com boas condições de higiene e limpeza.
Lavar as mãos antes das refeições e de preparar os alimentos.
Comer carnes sempre bem cozidas.
Evitar que os gatos tenham acesso a áreas de recreação infantil onde haja terra ou areia.
As gestantes devem se submeter, durante o pré-natal, ao exame para detecção da Toxoplasmose.

Principais Doenças Relacionadas com a Água

Por ingestão de água contaminada:

Cólera
Disenteria amebiana
Disenteria bacilar
Febre tifoide e paratifoide
Gastroenterite
Giardise
Hepatite infecciosa
Leptospirose
Paralisia infantil
Salmonelose

Por contato com água contaminada:

Escabiose (doença parasitária cutânea conhecida como Sarna)
Tracoma (mais frequente nas zonas rurais)
Verminoses, tendo a água como um estágio do ciclo
Esquistossomose

Por meio de insetos que se desenvolvem na água:

Dengue
Febre Amarela
Filariose
Malária

Cólera, febre tifoide e paratifoide são doenças frequentemente ocasionadas por águas contaminadas e penetram pela pele.

Fonte: OMS (Organização Mundial de Saúde)/www.encyclopedia.com/www.soaresoliveira.br/www.swaconhospital.com/lifewater.org

 

 

 

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