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Dislexia

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O que é

Uma boa maneira de entender a dislexia é estabelecer o que ela não é.

Não é um sinal de baixa inteligência ou preguiça. Também não é devido a má visão.

É uma condição comum que afeta a maneira como o cérebro processa linguagem escrita e falada.

A dislexia é principalmente associada com problemas de leitura. Alguns médicos, especialistas e educadores podem se referir a ele como um “transtorno de leitura” ou uma “deficiência de leitura.” Mas ele também pode afetar a escrita, ortografia e mesmo falando.

Pessoas com dislexia ainda podem compreender idéias complexas. Às vezes, elas só precisam de mais tempo para trabalhar com a informação. Elas também podem precisar de uma maneira diferente de processar a informação, tais como ouvir um áudio-livro em vez de lê-lo.

Se o seu filho tem dislexia, ele não vai superá-lo. É uma condição ao longo da vida. Mas isso não significa que seu filho não pode ser feliz e bem sucedido.

Há muitas estratégias de ensino eficazes e ferramentas que podem ajudar seu filho.

Na verdade, muitas pessoas com dislexia têm carreiras de sucesso em negócios, ciência e as artes. Há uma longa lista de pessoas famosas com dislexia.

Pessoas com dislexia são muitas vezes muito criativas.

Os efeitos da dislexia, de fato, variam de pessoa para pessoa.

O único traço compartilhado entre as pessoas com dislexia é que eles lêem em níveis significativamente mais baixos do que o normal para as pessoas da sua idade.

A dislexia é diferente do desenvolvimento da leitura atrasada, o que pode refletir deficiência mental ou privação cultural.

A Associação Internacional de Dislexia estima que 15-20 por cento da população americana tem algum dos sintomas da dislexia, incluindo leitura lenta ou imprecisa, soletração pobre, pobre escrito, ou misturando-se palavras semelhantes.

Tratamento

O principal foco do tratamento para dislexia deve ser nos problemasespecíficos de aprendizado da pessoa afeta. O curso usual do tratamentoémodificar os métodos de ensino e ambiente educacional para atenderàs necessidades específicas da pessoa com dislexia.

Prognóstico

Para aqueles com dislexia o prognóstico é variado. A dislexia afeta umagama tão ampla de pessoas, produzindo diferentes sintomas e variadosníveis de gravidade, que previsões são difíceis de ser feitas. Porém, oprognóstico é geralmente bom para pessoas nas quais a dislexia foiidentificada prematuramente, tem família e amigos que dão suporte, e queestão envolvidos em programas apropriados de remediação.

Como identificar a dislexia?

Haverá sempre:

Dificuldades com a linguagem e escrita;
Dificuldades em escrever;
Dificuldades com a ortografia;
Lentidão na aprendizagem da leitura.

Haverá muitas vezes:

Disgrafia (letra feia);
Discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de
Símbolos e de decorar tabuada;
Dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização;
Dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de
Tarefas complexas;
Dificuldades para compreender textos escritos;
Dificuldades em aprender uma segunda língua.

Haverá às vezes:

Dificuldades com a linguagem falada;
Dificuldade com a percepção espacial;
Confusão entre direita e esquerda.

A Dislexia

Dislexia
Dislexia

A Dislexia não é uma doença, é um distúrbio de aprendizagem congênito que interfere de forma significativa na integração dos símbolos lingüísticos e perceptivos. Acomete mais o sexo masculino que o feminino, numa proporção de três para um. É caracterizada por dificuldades na leitura, escrita (ortografia e semântica), matemática (geometria, cálculo), atraso na aquisição da linguagem, comprometimento da discriminação visual e auditiva e da memória seqüencial.

Crianças com pais com problemas de leitura e escrita estão significativamente mais propensas a apresentarem algum distúrbio de aprendizagem que as outras, logo, o fator familiar é muito importante em sua etiologia.

A dislexia não implica em comprometimento do nível intelectual, muito pelo contrário, o disléxico pode ter inteligência acima da média, como por exemplo, Albert Einstein e Thomas Edison (cientistas), Franklin Roosevelt (presidente dos EUA), Walt Disney (empresário), Pablo Picasso (pintor), entre outros.

Mesmo assim esta modificação pode levar a sérios transtornos sociais e psicológicos pela falta de informação. Muitas crianças disléxicas não diagnosticadas adequadamente são taxadas de preguiçosas e até mesmo incapazes de um desenvolvimento normal de aprendizagem.

Os sinais da Dislexia podem aparecer em maior ou menor intensidade, dependendo de vários fatores (idade, estimulação, etc). Podem também se agravar no decorrer do processo de crescimento e desenvolvimento da criança.

Alguns destes sinais são:

História familiar;
Falta de atenção e memória;
Atraso na aquisição da fala e linguagem (vocabulário pobre) ;
Disnomias (dificuldade na nomeação de objetos) ;
Comprometimento emocional (imaturidade, timidez excessiva, labilidade de humor);
Atraso ou falta de coordenação motora global (andar, correr e brincar);
Atraso ou falta de coordenação motora fina (desenhar e escrever) ;
Dificuldades na alfabetização e aprendizagem de matemática ;
Disgrafias (dificuldade de transcrição escrita da linguagem falada). Trata-se de um problema social grave que tem preocupado pais, educadores, fonoaudiólogos, psicólogos e médicos em todo o mundo, que buscam processos capazes de debelar esta situação.

Lembre-se: quanto mais precoce o diagnóstico da Dislexia, mais efetivos serão os tratamentos e estratégias para a melhora de vida do disléxico e a colaboração da família e dos educadores é fundamental.

DISLEXIA – GRAVE DOENÇA QUE TEM SOLUÇÃO

Muitas crianças vão mal na escola, parecem desatentas e preguiçosas, confundem letras, lêem mal, têm dificuldades na escrita de números e na solução de problemas. Tudo isso pode ser resultado de uma doença grave denominada dislexia.

O termo dislexia se refere a um distúrbio de aprendizagem de escrita, leitura, ortografia e redação. Alguns especialistas ainda incluem, como resultados da doença, as di­ficuldades na escrita de números, não causada por deficiência mental ou sensorial, mas por um atraso na maturação de determinadas áreas do cérebro. Como essas áreas são responsáveis pelo desenvol­vimento da leitura e da escrita, a criança não conse­gue decifrar signos que lê e ouve, não compreende perfeitamente o que está lendo e, ainda, confunde letras e sons.

Temos, assim, uma criança com nível mental normal, com saúde, com os órgãos sensoriais perfeitos, em estado emocional considerado estável, motivação normal, instrução adequada, com a mesma idade de seus colegas e que, no entanto, é incapaz de ler e es­crever com a mesma facilidade. Os disléxicos podem apresentar problemas de lateralidade, orientação espacial e temporal, esquema corporal, distúrbios de atenção e dificuldades na capacidade de análise e síntese.

Torna-se custoso a um disléxico armar contas, se­guir as linhas do caderno, respeitar margens e, por vezes, confundem as formas das letras e números e seus sons (d com t; v com f; b com d; p com q). Tais problemas acompanham muitas crianças no início do aprendizado, contudo as crianças disléxicas não os superam. Necessário é acrescentar que não se de­vem confundir erros e vícios de alfabetização com dislexia. Na dislexia, as dificuldades de leitura persis­tem até a idade adulta, bem como as dificuldades de ortografia, por serem habilidades relacionadas.

Usualmente, a história de vida de um disléxico é: ter algum parente próximo com o mesmo problema (pai, mãe, avós, tios); ter nascido de um parto difícil (no qual pode ter ocorrido anoxia – falta de oxigênio no cérebro -, prematuridade ou hipermaturidade); ter adquirido alguma doença infectocontagiosa que te­nha produzido convulsões ou perda de consciência; ter sofrido atraso para andar ou na aquisição da fala; ter problemas de dominância lateral (distinção entre direita e esquerda). Esse problema afeta os meninos em uma proporção maior que as meninas (em um universo de cem disléxicos, sessenta são meninos, e quarenta, meninas); além disso, esse é um problema que tende a se agravar após os 12 anos, na fase de transformações da adolescência.

Quando precisa ler silenciosamente, a pessoa dis­léxica não consegue deixar de mover os lábios ou murmurar; costuma acompanhar a1eitura, palavra por palavra, com os dedos, pois precisa pronunciar cada palavra para poder entender o seu significado e ir construindo o pensamento. Dessa maneira, essa pessoa tem dificuldade na intelecção de textos e demorará mais tempo que os outros para produzir um texto com significado, com coerência, clareza e coesão.

Assim, grande parte das pessoas disléxicas acaba por perder o gosto pela leitura e não será capaz de dominar a leitura e a escrita de uma segunda língua (língua estrangeira), apresentará um baixo rendi­mento escolar e acabará, inevitavelmente, sendo rotulada de “preguiçosa” e “desatenta”. Elas não en­tendem o porquê de não conseguirem acompanhar seus colegas de sala e ficam agressivas ou inibidas, acabam por entrar em uma espécie de guerra com o mundo em que vivem. Por isso, não costumam se adaptar ao convívio escolar e podem sofrer de ansie­dade, insônia e agitação.

Daí a importância de os pais e professores conhece­rem o assunto, para poder proporcionar às crianças disléxicas o tratamento de que precisam e, com isso, fazer com que elas consigam se equiparar às outras crianças. Por meio de terapias com profissionais es­pecializados, a maioria das pessoas disléxicas pode chegar a ler e a estudar normalmente, embora, para isso, tenham que se esforçar mais que as outras. No entanto, se não forem submetidas à instrução espe­cializada, permanecerão como semi-analfabetas.

Geralmente, as pessoas disléxicas ficam excluídas das profissões que exigem grande preparação aca­dêmica. Contudo, elas podem exercer diversas ativi­dades que não exijam esse tipo de formação. O ator Tom Cruise é um bom exemplo do que uma pessoa disléxica pode fazer se receber, em tempo, estímulos e instruções adequadas à sua formação educacio­nal, social e profissional. Além disso, muito carinho, atenção e amor são essenciais para que essas pesso­as possam crescer em um ambiente propício para o seu desenvolvimento.

Fonte: www.understood.org/br.geocities.com/www.verzeri.org.br

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