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Lúpia

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Lúpia – cisto sebáceo

Cistos epidêrmicas e sebáceos

Esses cistos se desenvolvem a partir dos folículos pilossebáceo.

Cisto epidérmico é chamado de cisto epidermóide quando se deriva do epitélio cisto infundibular e tricholemmal quando se deriva do segmento trichilemmal istmo.

Cistos epidérmicos são formações bem circunscritas, cheias de queratina, muito variáveis em tamanho: muito pequenas no rosto e cicatrizes pós bolhosas, eles são chamados milia; no couro cabeludo, eles podem atingir o tamanho de um ovo de galinha ou um mandarim (lupas couro cabeludo).

Eles também podem infiltrar-se na pele do escroto (cistos escrotais).

Geralmente múltiplas, cistos epidérmicos são vistos mais frequentemente em adultos.

Eles infectam com bastante frequência e seu tratamento é a remoção cirúrgica.

Os cistos sebáceos são muito semelhantes aos cistos epidérmicos e principalmente em regiões como: axilas, rosto, costas, nádegas.

Eles contêm um líquido oleoso ou uma substância compacta de queijo mau cheiro. Seu tratamento é cirúrgico.

Os cistos sebáceo

Lúpia
Lúpia – Cistos epidérmicos

O cisto sebáceo (cisto, milia ou lupa) pode ser encontrado em qualquer parte do corpo, mas principalmente onde as glândulas sebáceas são mais numerosos: o pescoço, virilha, costas, peito e couro cabeludo.

O cisto sebáceo é criado pela acumulação de sebo na pele, tem a aparência de uma pequena protuberância dura de cor da pele, por vezes, ligeiramente amarelo ou branco. Em geral, é de apenas alguns milímetros, mas alguns cistos sebáceas pode ser de até 2 cm.

Os cistos sebáceos (lupas, ou cistos Milia) são bolas sob a pele mais ou menos formado por um pano macio bolso forrado glândulas sebáceas que secretam sebo.

Este cisto pode se formar no rosto, por trás dos lóbulos das orelhas, na parte de trás ou até mesmo no escroto. Na verdade, ao longo de toda a área da secreção de sebo.

Lúpia
Lúpia – Cistos epidérmicos

Lúpia
Lúpia – Cistos epidérmicos

O couro cabeludo, ele é chamado de uma lupa. O diagnóstico cisto sebáceo devem ser confirmadas pelo dermatologista.

Cistos epidérmicos

Cistos epidérmicos são também conhecidos como cistos epiteliais ou infundibulares estão presentes como intradérmica ou tumores subcutâneos que crescem lentamente sobre o rosto, pescoço, costas e escroto.

É impossível distinguir cistos triquilemais ou cistos epidérmicos peludas. Ele era anteriormente chamado de cistos sebáceos, mas eles contêm queratina ao invés de sebo.

Cistos triquilemais geralmente são múltiplos e muitas vezes herdada como autossômica dominante.

Cisto epidermóide ou infundibular

Nódulo de 1 a 5 cm, únicos ou múltiplos, normocrômico ou eritematoso e móvel a palpação. Apresenta orifício central, com drenagem de material seroso com odor desagradável. Quando numerosos e volumosos podem fazer parte da síndrome de Gardner.

Variante por implantação por traumatismo.

Quando na bolsa escrotal ou grandes lábios é denominada lúpia, assumindo cor amarelada.

Cisto Epidermóide

Os cistos epidermóides podem ter origemcongênita ou mais raramente adquirida.

Cistos epidermóides congênitos são na verdade cistosde inclusão não neoplásicos. Surgem provavel-mente da inclusão de elementos epiteliais da ectoderme no período de fechamento do tubo neural, entre a 3a e a 5a semanas de gestação ou durante a formação das vesículas cerebrais secundárias.

Os adquiridos são resultantes de trauma e nestes casos, a epiderme é implantada nos tecidos profundos subjacentes, formando um cisto que tem seu crescimento relacionado à descamação de queratina.

São lesões císticas bem definidas que se insinuam ao longo das cisternas liquóricas, apresentando superfície externa normalmente lobulada, freqüentemente de aspecto peroláceo.

O interior da lesão é preenchido por material querato-hialínico resultante da descamação progressiva de parede cística. Podem envolver vasos e nervos, invaginando-se profundamente no tecido encefálico adjacente. O crescimento tumoral é lento e maleável, tendendo a se adaptar ao formato das estruturas adjacentes.

Acometem indivíduos entre 20 e 60 anos de idade, com pico de incidência na 4a década, sem predileção por sexo.

Quanto a localização, 90% são intradurais, ocorrendo primariamente nos espaços subaracnóides basais.

Cerca de 40 a 50% são encontrados nas cisternas ângulo-ponto-cerebelares, sendo a 3a massa mais comum nesta topografia (schwanoma do acústico emeningioma são as mais comuns).

Nas regiões supra e para-selar, sua incidência é cerca de 7%. A localização intra-axial é incomum. Dentre os quatro ventrículos, o quarto é o mais acometido.

Raramente ocorrem nos hemisférios cerebrais ou tronco encefálico. Aproximadamente 10% são extradurais, a maioria intradiplóicos, nos ossos frontal, parietal e occipital.

Fonte: www.atlas-dermato.org/www.alternativesante.fr/ec2-54-207-37-193.sa-east 1.compute.amazonaws.com

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