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Endométrio

Endométrio – o que é?

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endométrio é um tecido que recobre a cavidade uterina, ou a superfície interna do útero. Durante o ciclo menstrual este tecido sofre transformações que favorecem a implantação (aderência, acoplamento, ou união) do embrião no útero, permitindo a gestação. Quando a gestação não ocorre, este tecido se desprende parcialmente e ocorre sangramento, já que os vasos sanguíneos ficam expostos durante este desprendimento.

Este processo é o que conhecemos como menstruação.

O produto da menstruação é eliminado pelo orifício do útero que localiza-se no colo do útero e excretado através do orgão genital feminino e da vulva (parte externa da genitália feminina).

Estima-se que, em aproximadamente 90% das mulheres, parte do produto da menstruação também percorra o caminho através dos outro dois orifícios do útero, os óstios tubários. As células endometriais, juntamente com o sangue, percorrem as tubas e alcançam a cavidade abdominal, processo conhecido como menstruação retrógrada. Na cavidade abdominal encontram-se além do útero, trompas e ovários, vários outros órgãos, entre eles a bexiga, os ureteres (“tubos” que levam a urina dos rins para a bexiga), e os intestinos.

endométrio é uma mucosa que reveste a parede interna do útero, sensível às alterações do ciclo menstrual, e onde o óvulo depois de fertilizado se implanta. Se não houve fecundação, boa parte do endométrio é eliminada durante a menstruação. O que sobra volta a crescer e o processo todo se repete a cada ciclo.

Endométrio – Útero

Endométrio é a parede do útero. O local onde ocorra a nidação (a célula ovo gruda-se, e passa a desenvolver-se até forma um feto).

Também, é a mesma região que “desgruda”, e o resultado disto é a menstrução (quando a parede do útero descama).

É a parede que reveste a mucosa, formado por fibras muscalares lisas e estimulado por hormônios ovarianos chamados estrogênios (produzido pelo folículo) e progesterona (produzido pelo corpo lúteo ou amarelo).

É o endométrio que permite o alojamento do embrião na parede do útero (nidação).

É ele também que, durante os primeiros meses de gravidez, permite a formação da placenta, que vai proporcionar, ao longo de toda a gestação, nutrientes, oxigênio, anticorpos, e outros elementos, bem como eliminar todos os produtos tóxicos resultantes do metabolismo, essencial à sobrevivência, saúde e desenvolvimento do novo ser.

Endométrio – Definição

endométrio é o revestimento interno do útero. A cada mês, o endométrio engrossa e se renova, preparando-se para a gravidez. Se a gravidez não ocorrer, o endométrio se desprende em um processo conhecido como menstruação.

O que significa endométrio?

Membrana mucosa que reveste a parede do útero que permite ao embrião aderir à parede do útero (nidação) e que nos primeiros meses de gravidez forma a placenta.

A palavra endometriose se origina do termo endométrio nome dado à mucosa uterina, camada de células glandulares, que reveste internamente o útero.

Endométrio é a mucosa que sofre todas as modificações no ciclo menstrual até culminar com a menstruação.

Quando esse endométrio existir implantado em outras partes do organismo feminino localizadas fora da cavidade uterina, temos a endometriose.

Conceituando, poderemos dizer que “endometriose é a enfermidade causada pela existência de endométrio em localizações diversas à da cavidade uterina”.

Como, a cada menstruação, o endométrio se descama “como a casca de uma árvore”, ocorre o sangramento menstrual também nas áreas de endométrio implantado fora do útero.

endométrio modifica-se sob ação hormonal, respondendo à presença dos hormônios estrogênio e progesterona que são produzidos pelos ovários.

Esta camada tem como responsabilidade primordial oferecer as condições necessárias para a implantação e nutrição do óvulo fecundado, o ovo, até a formação da placenta para permitir as trocas materno-fetais.

Ao longo do mês, este tecido endometrial altera-se em relação à sua espessura, vascularização e secreção, se descamando na ausência de uma gravidez, se regenerando e voltando a se refazer num novo ciclo o que possibilitará uma gestação futura.

Ao término da menstruação as camadas mais externas do endométrio saem junto com o sangue menstrual, ficando a porção mais profunda. A partir deste período os ovários iniciam a liberação do estrogênio, que atua no endométrio provocando um crescimento progressivo das suas camadas, estimulando o aparecimento de glândulas e vasos, até que haja a ovulação e conseqüentemente a produção de progesterona.

Com o início da produção da progesterona, o endométrio modifica-se, tornando-se mais frondoso e secretor, característica importantes para o processo de nidação do ovo (fixação do ovo na parede do útero).

Esta ação se prolonga quando acontece a gravidez, devido à permanência no ovário de um cisto luteínico – corpo lúteo- que mantém a produção de progesterona, garantindo a continuidade da gravidez.

Na ausência de gravidez a produção de progesterona cessa, levando a uma parada do estímulo hormonal sobre o endométrio, que se apresentando elevado e amadurecido para receber um futuro bebê, começa a ter alterações na vascularização e nutrição das camadas mais superficiais, levando a uma isquemia e desvitalização deste tecido, culminando com a sua descamação junto com o sangramento menstrual.

Este ciclo se faz mensalmente, variando de 25 a 35 dias o período de intervalo entre as menstruações.

endometriose é a presença deste tecido endometrial fora da cavidade uterina, isto é, nas tubas (trompas de Falópio), nos ovários e no peritônio, podendo também acometer outros órgãos como intestinos, rins, pulmões ou septo retovaginal. O tecido endometrial localizado nestes órgãos apresenta respostas aos hormônios ovarianos semelhantes às do endométrio no interior do útero, crescendo, modificando-se, descamando e sangrando. Este ciclo provoca importante processo inflamatório nos órgãos afetados, geralmente com forte sensação dolorosa e aderências entre as estruturas próximas, o que pode comprometer a estática dos órgãos pélvicos levando a infertilidade e dor pélvica crônica.

Endometriose é a presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, podendo levar a um quadro de dor, aparecimento de tumor na pelve e infertilidade.

O que é a cavidade endometrial?

Os profissionais médicos referem-se ao espaço rodeado por uma camada de membranas mucosas que reveste o útero como a cavidade endometrial.

As células que compõem essa camada são chamadas de células endometriais. Nos humanos, as células da cavidade se renovam mensalmente, como parte do ciclo reprodutivo de mulheres saudáveis.

O corpo acumula uma densa camada de tecido que poderia sustentar o feto e, se a mulher não engravidar, é eliminada na forma de um período menstrual.

Uma variedade de problemas de saúde estão associados a esta cárie, o que é um dos motivos pelos quais é importante que as mulheres façam exames médicos frequentes.

Um dos problemas mais comuns envolvendo células endometriais é a endometriose, que é causada pelo crescimento dessas células fora do útero. Mais comumente, esses grupos de células crescem no abdome, mas podem aparecer em outras partes do corpo. Assim como as células do útero, elas respondem aos ciclos hormonais do corpo se desprendendo e tentando se desprender, mas como não têm uma via de escape, as células causam sangramento interno, cicatrizes e, às vezes, dor intensa. A condição pode ser difícil de diagnosticar e geralmente aparece em mulheres entre 25 e 35 anos de idade, embora tenha sido registrada em meninas a partir dos 11 anos.

Os cânceres da cavidade endometrial também são comuns entre as mulheres. Esse tipo de câncer ocorre mais comumente em mulheres que já passaram da idade reprodutiva e, por apresentar crescimento lento, pode ser rapidamente detido e interrompido se uma mulher e seu médico estiverem alertas. O câncer endometrial causa sangramento vaginal anormal, então as mulheres devem controlar seus ciclos menstruais e relatar as irregularidades a um profissional médico. Se houver suspeita de câncer, uma biópsia será realizada para obter amostras de tecido para teste.

As mulheres devem estar cientes de que o esfregaço de PAP nem sempre revela câncer de endométrio ou uterino, pois é feito na área do colo do útero.

O líquido também pode se acumular na cavidade endometrial. Entre as mulheres em idade reprodutiva, isso geralmente está associado à gravidez, mas em mulheres mais velhas, pode ser um sinal de problema.

Se um ultrassom revelar um acúmulo de fluido, uma amostra será coletada para determinar se a causa é benigna ou não. O fluido nem sempre é motivo de alarme.

As mulheres devem confiar no julgamento de um profissional de saúde para determinar se o fluido deve ou não ser investigado posteriormente.

EMBRIOLOGIA,  HISTOLOGIA E FISIOLOGIA DO ENDOMÉTRIO

endométrio é o tecido que reveste a cavidade uterina e deriva do epitélio celômico dos canais de Müller e do mesenquima adjacente, que dá origem ao estroma. O endométrio sofre alterações cíclicas, sob influência dos hormônios do eixo hipotálamo-hipófise-ovariano, com a finalidade de secretar grande quantidade de nutrientes para providenciar condições apropriadas para implantação e o  desenvolvimento do ovo fertilizado.

Quando totalmente desenvolvido, o endométrio apresenta três camadas histologicamente distintas:

Profunda ou basal
Intermediária ou esponjosa
Superficial ou compacta.

As camadas média e superficial formam a camada funcional do endométrio, desprendendo-se em grande parte por ocasião da menstruação. A camada basal não eliminada, permite a renovação do endométrio para o próximo ciclo menstrual. A sua alta responsividade hormonal a torna importante elemento de avaliação endócrina.

Sob condições normais, as glândulas estão regularmente espaçadas num arranjo perpendicular à superfície da membrana basal.

O tecido endometrial é constituído de três estruturas histológicas básicas: 

Epitélio glandular
Células do estroma  e
Vasos.

O componente epitelial é formado por tecido colunar simples que reveste a luz  das  glândulas  e a  superfície  endometrial.  A atividade mitótica  aumenta progressivamente na primeira fase, atingindo o ápice no meio do ciclo e mostrando-se ausente na segunda fase.

O componente estromal possui células pouco diferenciadas de aspecto fusiforme,  e o número de mitoses é maior na primeira fase, declinando na segunda.

O componente vascular é de grande importância, participando ativamente do mecanismo menstrual. Os vasos da camada funcional respondem aos estímulos hormonais,  fato este que não ocorre na camada basal.

As artérias uterinas, ramo da artéria ilíaca interna ou hipogástrica, sobem  lateralmente o corpo do útero e emitem ramos transversais fazendo um trajeto circular constituindo assim, as artérias arcuadas.

Essas se ramificam em artérias radiais que percorrem a intimidade miometrial e alcançam a transição com a camada basal do endométrio. Nesse local, bifurcam-se dando origem a dois tipos especiais de artérias, basais ou retas  e  espiraladas, que nutrem a camada funcional e sofrem influência hormonal, sendo fundamental no mecanismo menstrual.

O sistema venoso aumenta gradualmente no decorrer do ciclo, fazendo com que surjam na segunda fase, lagos venosos na transição da camada funcional com a basal.

Existem também anastomoses artério-venosas cuja abertura provoca “Shunt” artério-venoso e conseqüente isquemia, fenômeno importante no mecanismo menstrual.

ENDOMÉTRIO NORMAL

O padrão de normalidade endometrial modifica-se de acordo com a idade da mulher, distinguindo-se assim, na pré-menarca, no menacme e no climatério, sendo o endométrio espelho da função ovariana.

Durante o menacme as alterações hormonais do ciclo menstrual promovem modificações morfológicas no endométrio, determinando também, diferentes padrões de normalidade.

Em decorrência das disfunções ovarianas, podem haver alterações da estrutura histológica e outras vezes apenas defasagem  cronológica em relação à ovulação.

No endométrio proliferativo, o crescimento ativo é a principal característica dessa fase, evidenciando-se atividade mitótica nas glândulas e no estroma.

As variações histológicas que ocorrem não são suficientemente características e não permitem, desse modo, reconhece-las no dia-a-dia. Assim, o máximo possível é o reconhecimento de um estágio inicial, médio ou tardio.

A pseudo-estratificação do núcleo e a presença de atividade mitótica nas glândulas e no estroma, são  duas características constantes  na fase proliferativa. As glândulas tem orientação e contornos bem definidos, possuindo estreita relação com o estroma. No endométrio secretor, ao contrário do proliferativo, as alterações nas glândulas e no estroma são bem mais discretas, variando dia após dia, o que permite datar as ocorrências histológicas de forma  mais acurada. No endométrio proliferativo a avaliação baseia-se  principalmente nas alterações glandulares e no endométrio secretor nas variações do estroma.

O endométrio  hipotrófico histologicamente é representado quase que exclusivamente pela camada basal exibindo em raras glândulas discreta atividade proliferativa.

O endométrio atrófico histologicamente é representado por estroma  compacto e com glândulas redondas e pequenas. Quando recente, o estroma pode apresentar glândulas císticas, fibrose intersticial e quando antigo observamos esclerose vascular com degeneração hialina de parede.

O endométrio menstrual histologicamente  apresenta trombos de fibrina nos pequenos vasos, necrose,  lagos hemorrágicos, estroma dissociado e moderado infiltrado de neutrófilos.

O endométrio decidualizado,  quando da implantação do ovo, sob a influência da secreção contínua de progesterona,  apresenta células do estroma mais intumescidas  e com maior quantidade de nutrientes.

O processo de decidualização envolve a transformação morfológica e funcional dos fibroblastos estromais em células deciduais.

Fonte: www.cevesp.com.br/img.r7.com/www.scientia.hpg.ig.com.br/www.wisegeek.org/www.bionetonline.org/www.consultormedico.com

 

 

 

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