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Bicho de Pé

 

Bicho de Pé
Bicho de Pé

O bicho do pé, é uma das infecções cutâneas mais freqüentes no verão.

É uma pulga feminina de nome científico Tunga penetrans, que se aloja na pele para se alimentar do sangue e pôr ovos, isto é, uma infecção que é caracterizada por inchaços dolorosos localizados principalmente ao redor de onde o inseto penetrou, sob as unhas do pé nas partes mais moles ou entre os dedos do pé.

No entanto, pode-se pegar o bicho-do-pé em qualquer local do corpo.

As larvas são de vida livre, sendo encontradas em habitações de chão de terra, em solos arenosos e praias, mas sempre em locais sombreados.

O adulto (pulga) possui coloração marrom avermelhada e mede aproximadamente 1 mm de comprimento, porém, uma fêmea grávida pode chegar a medir o tamanho de uma ervilha.

É a fêmea adulta e fertilizada quem possui a capacidade de perfurar a pele do homem, porco e outros mamíferos, com suas partes bucais.

Ela aloja-se dentro do corpo do hospedeiro até que o último segmento abdominal esteja paralelo com a superfície da pele.

Alimenta-se de seu sangue e expele os ovos maduros pelo ovipositor, ficando estes na ponta de seu abdômen. Uma fêmea pode produzir de 150 a 200 ovos durante um período de 7 a 10 dias.

Sintomas

Começa com uma leve coceira local, que pode evoluir para úlceras dolorosas, que culminam com freqüência em infecções secundárias; Inchaço local; Procure um podólogo ou médico para a remoção do bicho-do-pé;

O procedimento podológico para o tratamento do bicho-do-pé é diagnosticar, em seguida faz-se assepsia em todo o pé com álcool 70% (assepsia cuidadosa têm como objetivo evitar ou diminuir os riscos de complicações decorrentes, bem como facilitar o processo de cicatrização ) e removê-lo com um instrumental esterilizado.

É importante que seus ovos seja totalmente removido de dentro da pele, procurando não ferir a pele sadia que o circunda, terminando com curativos à base de antisépticos e bactericidas. Recomenda-se também que vacine-se contra o tétano.

Fonte: www.bausch.com.br

Bicho de Pé

O que é?

O Bicho de Pé (Tunga penetrans) é uma pulga que se aloja na pele do hospedeiro (homem ou animal), causando uma infecção caracterizada por inchaços dolorosos, localizados principalmente ao redor de onde o inseto penetrou. Ainda que seja mais comum sob as unhas ou entre os dedos dos pés, pode-se “pegar” o Bicho de Pé em qualquer parte do corpo.

Como se desenvolve?

O Bicho de Pé pula em direção ao hospedeiro para penetrar em sua pele.

As larvas são de vida livre, e podem ser encontradas em chão de terra, solos arenosos e praias.

O adulto (pulga) possui coloração marrom avermelhada e mede cerca de 1 mm de comprimento.

A fêmea grávida pode chegar a ter o tamanho de uma ervilha. É a fêmea adulta e fertilizada que perfura a pele do homem (e de outros mamíferos). Ela aloja-se no corpo do hospedeiro, ficando com o segmento abdominal paralelo à superfície da pele.

Alimenta-se do sangue do hospedeiro e vai expelindo os ovos maduros pelo ovipositor. Uma fêmea pode produzir de 150 a 200 ovos durante um tempo de 7 a 10 dias. Depois desse período, a fêmea morre e cai no solo.

Como evitar?

Evite andar pé descalço ou ter contato direto com locais comumente infestados. No verão, muita atenção nas praias.

Coceirinha gostosa?

O ataque do Bicho de Pé começa com uma leve coceira, mas não se engane.

Se não for retirado, pode ocasionar inflamações e úlceras localizadas. Tétano e gangrena podem resultar de infecções secundárias, e existem registros de auto-amputação dos dedos dos pés.

Que cuidados que o doente deve tomar?

Procure um médico. O procedimento padrão para o tratamento do Bicho de Pé é removê-lo com uma agulha ou alfinete previamente esterilizado.

É preciso que ele seja completamente retirado de dentro da pele.

Recomenda-se também tratar as infecções secundárias e, se for o caso, vacinar contra tétano.

Fonte: www.essilor.pt

Bicho de Pé

Tunga Penetrans

Na verdade, o "bicho de pé", é uma pulga fêmea (tunga penetrans), grávida, muito pequena (aproximadamente um milímetro de comprimento), cerca da metade do tamanho das pulgas comuns. É hematófaga (alimenta-se de sangue) e o macho somente chega no hospedeiro para se alimentar.

A fêmea, entretanto, após ser fecundada, penetra na pele deixando de fora só a região retal e o estigma respiratório. Aquele nódulo com ponto preto central, do tamanho de uma ervilha, é o abdômen dilatado, pois a pulga, alimentando-se do sangue do hospedeiro, permite o desenvolvimento de ovos.

As partes do corpo mais atacadas são os dedos dos pés, principalmente junto às unhas. Mas, nada impede que as crianças acostumadas a brincar em ambientes externos possam apresentar contaminação nas mãos ou em outras partes do corpo.

O tratamento clássico é a remoção da pulga com uma agulha esterilizada. Também podem utilizados o eletrocautério ou pomadas saliciladas (tipo calicida). No caso de grandes infestações, um médico deve ser consultado.

Além do incômodo prurido, o Bicho de Pé favorece a contaminação por outros agentes, podendo causar infecções e até mesmo tétano. Portanto, quem apresentar Bicho de Pé e estiver sem a cobertura da vacina para o tétano deve providenciá-la imediatamente.

A prevenção é fundamental! Não se deve andar descalço em locais de solos secos e arenosos, principalmente se houver animais bovinos e suínos.

Fonte: www.pucrs.br

Bicho de Pé

Tunga penetrans

É a pulga da areia, sendo a fêmea o "bicho do pé" ou "bicho do porco", pois depois de fecundada parasita a pele dos suínos e eventualmente do homem.

Distribui-se geograficamente por todo o Novo Mundo. É a menor das pulgas, tendo o inseto adulto 1mm de comprimento. Como é característico das pulgas, tem ausência de asas e o corpo achatado látero-lateralmente, além da fronte terminando em ponta aguda, favorecendo a penetração na pele do hospedeiro. Não possui ctenídeos.

Adultos (machos e fêmeas virgens) vivem em lugares de solo arenoso, quentes e secos, sendo abundantes em chiqueiros de porcos e peridomícilio.

São exclusivamente hematófagas. A fêmea grávida penetra na pele do porco (ou homem), deixando apenas a extremidade posterior em contato com a atmosfera para respirar.

Com o acúmulo de ovos seu abdômen se expande, atingindo o tamanho de um grão de ervilha.

Em torno de 100 ovos são expelidos, os quais, em chão úmido e sombreado, darão origem às larvas e pupas.

Depois de uns 15 dias, o corpo da fêmea é expulso pela reação inflamatória da pele. As localizações preferenciais da fêmea parasita são a sola dos pés, espaços interdigitais e sob as unhas.

Os sintomas variam desde ligeiro prurido até reação inflamatória que prejudica a deambulação. Pode ocorrer infecção secundária após saída do adulto por Clostridium tetani (tétano), Clostridium perfringens e outras espécies (gangrena gasosa) ou fungos (Paracoccidioides brasiliensis).

O tratamento consiste na extirpação dos parasitas em condições assépticas, limpeza do ferimento, vacina antitetânica.

Prevenção através do uso de calçados, tratamento dos animais domésticos infestados e aplicação de inseticidas no ambiente.

Bicho de Pé
Bicho de Pé

Bicho de Pé
Tunga penetrans - notar fronte em ponta aguda

Fonte: www.ufrgs.br

Bicho de Pé

O que é Bicho de Pé?

É um inseto da família das pulgas, que se aloja na pele do homem e de outros animais. Chamado de Tunga penetrans pelos cientistas, esse bichinho quase invisível, que não ultrapassa 1 milímetro de comprimento, pode ser encontrado em praticamente todo o continente americano.

Quando descobre uma vítima, ele salta em sua direção e cava um pequeno buraco na pele para sugar o sangue do hospedeiro.

Os alvos prediletos do parasita, também conhecido como pulga da areia, são a sola do pé, a pele sob as unhas e os espaços entre os dedos, mas ele pode perfurar qualquer parte do corpo, provocando reações desagradáveis como coceira e inflamação no local afetado.

O problema quase nunca passa disso, mas a infecção pode abrir uma brecha para doenças mais sérias, como o tétano, e causar até gangrena em casos graves.

O tratamento padrão é a retirada do inseto, mas o melhor remédio é a prevenção. Para ficar longe dessa pulguinha incômoda, o ideal é usar calçados em locais infestados e tratar animais domésticos infectados.

MAMÃE CORAGEM

Depois de usar e abusar do hospedeiro, a fêmea põe seus ovos e morre.

1- O Bicho de Pé vive em lamaçais e solos arenosos, quase sempre em locais quentes e secos. Também é comum encontrar o inseto em chiqueiros de porcos
2-
Só as fêmeas grávidas penetram na pele. Em sete a dez dias, um único bicho coloca de 150 a 200 ovos, que são jogados no chão e amadurecem por conta própria. Depois disso, a mãe morre e é expelida pelo corpo
3-
Ok, ela morre depois de colocar os ovos. Mas o ideal é removê-la antes disso. Uma agulha esterilizada dá conta do recado, mas é preciso tomar cuidado para não deixar nenhum pedaço do bicho na pele, o que pode causar infecções

PÉ NO SACO

Alguns vilões que são ainda mais incômodos do que a pulga da areia:

Bicho geográfico: Conhecido pelo nome científico de Larva migrans, é encontrado em fezes de animais (como cachorros) deixadas na areia. Depois de entrar na pele, o parasita anda dentro dela, deixando um rastro visível e causando coceira

Olho de peixe: Nome popular de uma lesão na sola dos pés causada por um vírus do tipo HPV (Papiloma Vírus Humano). Conhecida cientificamente como verruga plantar, ela causa fortes dores e está associada ao excesso de umidade

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

Bicho de Pé

Bicho de Pé
Bicho de Pé

Conhecido cientificamente como Tunga penetrans, esse inseto pertence à ordem das pulgas (Siphonaptera) e, como elas, não tem mais que 1 milímetro de comprimento.

Ele ganhou seu nome popular por gostar de penetrar na pele humana, em especial entre os dedos do pé, onde ela é mais fina e tenra.

Quem anda descalço em áreas infestadas - normalmente currais, chiqueiros e praia - é, portanto, sua vítima preferencial.

Na verdade, só a fêmea grávida invade o nosso organismo, para se nutrir de nosso sangue enquanto desenvolve os ovos. "Sua permanência dentro da pele causa coceira, infecções e inchaços dolorosos. Se o inseto não for retirado e o local esterilizado, pode ter consequências perigosas, como inflamações mais graves, úlceras, tétano ou gangrenas, que, em alguns casos, levam até à amputação da perna.

Bicho de Pé
Bicho de Pé

Tratamento

O tratamento consiste na remoção completa da pulga com agulha cortante ou bisturi.

A retirada do bicho-do-pé deve ser feita com muito cuidado e higiene e vacina antitetânica.

Fonte: www.clinicadospes.com

Bicho de Pé

Tungíase ("bicho de pé")

Doença causada pela Tunga penetrans, um tipo de pulga encontrada no solo, principalmente em pastos. A pulga fêmea penetra a pele, onde suga o sangue do hospedeiro e começa a produzir ovos que se desenvolvem e serão posteriormente eliminados no solo.

A lesão tem formato circular, é elevada e de cor amarelada, com ponto preto central. As áreas mais afetadas são os pés e é comum haver coceira. Pode ocorrer infecção secundária, com dor local e secreção purulenta.

Para evitar a contaminação pelo "bicho de pé", evite andar descalço em lugares frequentados por animais como vacas e porcos.

O tratamento consiste na remoção completa da pulga com agulha cortante ou bisturi. Deve ser feito por um médico dermatologista. Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos locais.

Fonte: drcarlosrey.com

Bicho de Pé

O que é?

Doença causada pela Tunga penetrans, um tipo de pulga encontrada no solo, principalmente em pastos. A pulga fêmea penetra a pele, onde suga o sangue do hospedeiro e começa a produzir ovos que se desenvolvem e serão posteriormente eliminados no solo.

Manifestações clínicas

A lesão tem formato circular, é elevada e de cor amarelada, com ponto preto central. As áreas mais afetadas são os pés e é comum haver coceira. Pode ocorrer infecção secundária, com dor local e secreção purulenta.

Tratamento

Para evitar a contaminação pelo "bicho de pé", evite andar descalço em lugares frequentados por animais como vacas e porcos.

O tratamento consiste na remoção completa da pulga com agulha cortante ou bisturi. Deve ser feito por um médico dermatologista. Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos locais.

Fonte: www.dermatologia.net

 

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