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Bronquite

 

 

Definição

É uma efecção dos brônquios geralmente causada por vírus. Pode também ser uma reação alérgica a certas substâncias ambientais, como Fumo, pó, produtos quimicos, etc. Os brônquios quando afetados, ficam cheios de muco ou catarro, dificultando a respiração.

Sintomas

Entre os sinais de bronquite estão a tosse barulhenta com catarro, a respiração difícil, rápida e com chiado no peito, febre, etc.

Ciclo

A pessoa com bronquite crônica apresenta períodos relativamente normais, alternados com períodos críticos, que pedem ser mais ou menos frequentes. O ciclo da crise é normal, com uma fasce de regras são, a partir do momento em que o paciente é medicado.

Tratamento

Em momentos de crise, a solução é procurar um médico, que indicará um bronquidilatador ou outros remédios adequados. Respirar vapor de água quente e um tratamento auxiliar.

Fonte: www6.ufrgs.br

Bronquite

Inflamação dos Brônquios

A bronquite é uma inflamação dos brônquios, causada geralmente por uma infecção. Normalmente, trata-se de uma doença leve, que pode apresentar uma cura completa. Entretanto, a bronquite pode ser grave nos indivíduos com doenças cardíacas ou pulmonares crônicas e nos idosos.

Causas

A bronquite infecciosa manifesta-se com maior frequência durante o Inverno. Pode ser causada por vírus, bactérias e, especialmente, por gérmenes semelhantes às bactérias, como Mycoplasma pneumoniae e Chlamydia. Podem sofrer de ataques repetidos os fumadores e as pessoas que sofrem de doenças crônicas pulmonares ou das vias aéreas inferiores, que dificultam a eliminação de partículas aspiradas nos brônquios. As infecções recorrentes podem ser consequência de uma sinusite crônica, de bronquiectasias, de alergias e, nas crianças, de amígdalas e de adenóides inflamados.

A bronquite irritativa pode ser causada por várias espécies de poeiras, vapores de ácidos fortes, amoníaco, alguns solventes orgânicos, cloro, sulfureto de hidrogénio, dióxido de enxofre e brometo, substâncias irritantes da poluição, como o ozone e o peróxido de azoto, o tabaco e outros fumos.

Sintomas e diagnóstico

Muitas vezes, a bronquite infecciosa começa com os sintomas de um resfriado comum: nariz que pinga, cansaço, calafrios, dores nas costas e nos músculos, febre ligeira e inflamação da garganta. O sintoma da tosse assinala, geralmente, o começo da bronquite.

No início, a tosse é seca e pode continuar assim, mas, com frequência, ao fim de um ou dois dias a pessoa expectora pequenas quantidades de expectoração branca ou amarelada. Mais tarde, pode expulsar muito mais expectoração, que pode ser de cor amarela ou verde. Em pessoas com bronquite grave pode aparecer febre elevada durante 4 ou 5 dias, ao fim dos quais os sintomas melhoram. No entanto, a tosse pode persistir durante várias semanas. Quando as vias aéreas inferiores estão obstruídas, a pessoa pode sentir falta de ar. Também são frequentes os sibilos, especialmente depois de tossir. Pode desenvolver-se uma pneumonia.

Habitualmente, o diagnóstico de bronquite baseia-se nos sintomas, especialmente no aspecto da expectoração. Se os sintomas persistirem, é necessário efectuar uma radiografia do tórax para se ter a certeza de que a pessoa não evoluiu para uma pneumonia.

Bronquite

Tratamento

Os adultos podem tomar aspirina ou paracetamol para baixar a febre e aliviar o mal-estar, mas as crianças devem tomar somente paracetamol. Recomenda-se o repouso e a ingestão abundante de líquidos.

Os antibióticos administram-se a doentes com sintomas de bronquite produzidos por uma infecção bacteriana (no caso de uma expectoração com expectoração de cor amarela ou verde e febre alta) e a doentes que já sofrem de uma doença pulmonar. Os adultos podem tomar trimetoprim/sulfametoxazol, tetraciclina ou ampicilina.

Administra-se, com frequência, eritromicina quando se considera a possibilidade de uma pneumonia por Mycoplasma.

Nas crianças, a amoxicilina é o fármaco preferido habitualmente. Os antibióticos não são úteis em infecções víricas. Uma cultura da expectoração pode indicar a necessidade de outro tipo de antibiótico quando os sintomas forem persistentes ou recorrentes ou quando a bronquite for muito grave.

Fonte: www.manualmerck.net

Bronquite

A Bronquite é uma inflamação nos brônquios que provoca maior secreção do muco.

Há dois tipos de bronquite: aguda e crônica. No primeiro caso, geralmente é benigna e não apresenta maiores complicações, tendo várias causas possíveis, desde vírus, como o do resfriado, até por inalação de gases irritantes, como sulfetos e dióxido de nitrogênio.

Na bronquite crônica ( e asmática), são mais comuns as infecções bacterianas, instalando-se em processos brônquicos já estabelecidos ou iniciados por vírus, em organismos debilitados. As bronquites crônicas representam perigo, pois vêm acompanhadas de alterações respiratórias que podem comprometer a recuperação do doente.

A incidência da bronquite predomina no inverno em más condições higiênicas; também as aglomerações facilitam a afecção.

Sintomas

A bronquite caracteriza-se por tosse, expectoração e dor no meio do peito e garganta; isto pelo comprometimento da traquéia e laringe.

Aparecem, também, quadros infecciosos: mal-estar, febre, falta de apetite, dores de cabeça. Em muitos casos, a tosse vem acompanhada de respiração ruidosa.

Os sintomas duram geralmente alguns dias e, nos casos simples, a doença evolui progressivamente para a cura total.

Em certos casos, poderão ocorrer complicações, como a extensão da afecção aos bronquíolos, pneumunia e colapso pulmonar (obstrução dos brônquios).

Prevenção e Tratamento

A principal forma de prevenção é manter as boas condições de resistência orgânica. O tratamento consiste em alimentação rica, repouso, umidificação do ar, uso de analgésicos, antitérmicos, sedativos da tosse e expectorantes, antiinflamatórios e, em alguns casos, antibióticos. A bronquite, em geral não é fatal; mesmo em casos acompanhados de complicações, elas podem ser superadas, desde que o paciente apresente boas condições de resistência orgânica

Fonte: www.farmaciasantatereza.com.br

Bronquite

O que é a bronquite

É uma Inflamação da membrana mucosa dos brônquios, que produz uma tosse persistente acompanhada de expectoração.

Apresenta-se de duas formas: bronquite aguda e bronquit crônica.

A bronquite aguda surge subitamente e é de curta duração, ao passo que a bronquite crônica é uma afecção que se repete ao longo de vários anos. A bronquite aguda é produzida por vírus ou bactérias e é acompanhada por tosse, expectoração mucopurulenta e estreitamento dos brônquios causada pela contracção espasmódica. Na bronquite crônica, o doente segrega uma quantidade excessiva de muco procedente das glândclas mucosas hipertrofiadas.

Por vezes, surgem sintomas de uma forma de asma (bronquite asmática). O broncoespasmo pode resolver-se com drogas broncodilatadoras. Não costuma ser primariamente um estado inflamatório, embora frequentemente se complique com infecções agudas. Costuma ser associada com o tabagismo, a poluição do ar e o enfisema.

Existem dois tipos de Bronquite:

A bronquite aguda geralmente é causada por vírus ou bactérias e pode durar diversos dias ou semanas. A bronquite crônica não é necessariamente causada por uma infecção e geralmente faz parte de uma síndrome chamada DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica); sendo definida clinicamente como uma tosse permanente que produz expectoração, por pelo menos três meses em dois anos consecutivos.

A bronquite crônica caracteriza-se pela presença de tosse, com expectoração.

A principal causa é a exposição ao fumo do tabaco, pelo que a intervenção mais importante é deixar de fumar.

A bronquite aguda ou crônica é caracterizada por tosse e expectoração e sintomas relacionados à obstrução das vias aéreas pela inflamação e pela expectoração, como dificuldade de respiração e chiadeira. O tratamento pode ser realizado com antibióticos, broncodilatadores, entre outros. A bronquite aguda é uma infecção dos brônquios, difícil de ser enquadrada como diagnóstico clínico isolado, porque na maioria das situações aparece associada à inflamação das restantes vias aéreas (faringe, laringe e traqueia).

Quais são os sintomas

1. Tosse

A tosse é uma contração espasmósdica, repentina e freqüentemente repetitiva da cavidade torácica, resultando em uma violenta liberação de ar dos pulmões, e geralmente acompanhada por um som característico.

2. Expectoração

Expectoração é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traquéia, brônquios e pulmões. Pode ser predominantemente purulento, mucoso ou sanguinolento.

3. Falta de ar

Dispnéia ou falta de ar é um sintoma no qual a pessoa tem desconforto para respirar, normalmente com a sensação de respiração incompleta. É um sintoma comum a um grande número de doenças, em especial na área da cardiologia e pneumologia.

4. Sibilância

É um ruído característico da asma brônquica, semelhante a um miado de gato.

5. Cianose

Cianose é um sinal ou um sintoma marcado pela coloração azul-arroxeada da pele, leitos ungueais ou das mucosas. Ocorre devido ao aumento da hemoglobina reduzida (desoxi-hemoglobina) acima de 5g/dL ou de pigmentos hemoglobínicos anormais.

6. Inchaço ( nas extremidades do corpo graças à piora do trabalho cardíaco )

7. Febre ( quando estiver associada à uma infecção respiratória )

Febre ou pirexia, é uma reação orgânica de multiplas aplicações contra um mal comum, interpretada pelo meio médico como um simples sintoma, a reação descrita como um aumento na temperatura corporal nos seres humanos para níveis até 37,5 graus (Celsius) chama-se estado febril, ao passar dessa temperatura já pode ser caracterizado como Febre e é um mecanismo adaptativo próprio dos seres vivos.

8. Fadiga

A palavra fadiga é usada cotidianamente para descrever uma série de males, que vão desde um estado genérico de letargia até uma sensação específica de calor nos músculos provocada pelo trabalho intenso. Fisiologicamente, "fadiga" descreve a incapacidade de continuar funcionando ao nível normal da capacidade pessoal devido a uma percepção ampliada do esforço.

Qual é o tratamento

Para começar o tratamento, é importante eliminar o cigarro (obviamente quando o doente é tabagista), e repousar para evitar respirar em ambientes de gás tóxico e poluição. Para quem já tem a doença há um tempo considerável, deixar o fumo não vai fazer com que a doença regrida, mas desacelerará o seu avanço.

Agentes Mucolíticos e Fluidificantes diminuem a viscosidade do catarro e assim evitam que com a secagem da secreção forme obstruções nos brônquios. Com a diminuição da viscosidade da secreção, as vias respiratórias ficam menos congestionadas, e assim há uma melhora significante da respiração.

Exercícios da terapia de reabilitação fazem com que o paciente seja capaz de utilizar a sua energia melhor ou de uma forma em que haja menor gasto de oxigênio.

A oxigenoterapia (uso de oxigênio em casa), quando necessária, também pode melhorar os sintomas, além de aumentar a expectativa de vida.

Corticóides (medicamentos utilizados para controlar a inflamação crônica dos brônquios) minimizam os sintomas.

Além disso, antibióticos ajudam muito nos casos de exacerbação da doença, quando resultam de uma infecção bacteriana nos brônquios.

Broncodilatadores

Os broncodilatadores melhoram o fluxo de ar nesta doença, aliviando a falta de ar e a sibilância. Podem ser utilizados através de nebulizações, nebulímetros (semelhantes à "bombinha" da Asma), cápsulas de inalar, comprimidos, xaropes, etc. O meio mais prático é o uso dos nebulímetros pois estes podem ser utilizados tanto em casa quanto fora, além de apresentarem menor freqüência de efeitos indesejáveis (como por exemplo o que um comprimido pode causar ao estômago).

Prognóstico | Prevenção

Na bronquite crônica, é importante a vacinação anual contra o vírus causador da gripe, uma vez que esta pode piorar a doença. Com este mesmo objetivo, é indicado também o uso da vacina contra o pneumococo, que é a principal bactéria causadora de infecções respiratórias, entre elas a pneumonia, e é claro, a própria bronquite crônica. A vacinação deve ser feita uma única vez e, em casos específicos, pode ser repetida depois de cinco anos.

Tabaco

Uma das principais medidas preventivas a serem tomadas é não fumar. O médico pode oferecer ao seu paciente auxílio neste sentido, podendo indicar medicações auxiliares. A reposição de nicotina por gomas, adesivos ou outros recursos podem ser utilizados.

Também pode ser indicado o uso de bupropiona, um medicamento que tem o efeito de diminuir os sintomas de abstinência ao fumo.

Fonte: www.bronquite.com

Bronquite

Bronquite é a inflamação da mucosa dos brônquios (estruturas responsáveis por levar o ar até os alvéolos), geralmente antecipada por uma infecção das vias aéreas superiores. Ocorre um acúmulo de secreção que faz com que os brônquios fiquem inflamados e contraídos, dificultando a respiração, além de aumento do muco, levando à tosse com catarro.

A bronquite acontece no inverno com maior freqüência, e pode ser causada por:

Agentes químicos, como poeira, fumo e tinta;

Permanecer num ambiente poluído por muito tempo, sem proteção adequada, favorece o surgimento da bronquite: é o caso das grandes cidades, onde a poluição é maior;

Vírus (resfriados e gripes);

Infecções, como amigdalite e sinusite.

A bronquite pode ser:

Aguda

Causada por vírus ou bactérias, raramente por fungos. A poluição ambiental e o cigarro, geralmente, agravam os sintomas. As crises são de curta duração, por volta de uma a duas semanas.

Crônica

É uma extensão da forma aguda e os sintomas pioram de manhã. É conhecida como a “tosse dos fumantes”, já que pode ser provocada única e exclusivamente pela fumaça do cigarro. A retenção do muco se dá pelo aumento da sua consistência, redução da atividade dos cílios e menor permeabilidade dos brônquios. Tal efeito resulta na obstrução brônquica, favorecendo as infecções. Manifesta-se, principalmente, em pessoas de meia-idade e fumantes.

Sintomas e diagnóstico

Seja na forma aguda ou crônica, a tosse e o catarro são os principais sintomas da bronquite:

Bronquite Aguda

Tosse seca irritativa
Sensação de desconforto no peito
Presença de roncos e assobios difusos
Quando há infecção respiratória, presença de escarros mucosos e depois mucopurulentos.

Bronquite Crônica

Tosse crônica
Expectoração espessa e abundante durante 3 meses ao ano, por 2 anos consecutivos
Falta de ar
Dispnéia, chiado no peito
Distúrbios do sono
Incapacidade física quando complicada por infecções pulmonares.

A bronquite crônica aumenta o risco de outras infecções respiratórias, principalmente a pneumonia. A duração das crises diminui a qualidade de vida dos pacientes.

Através da ausculta pulmonar o médico poderá notar roncos e outras alterações para fazer o diagnóstico. Os relatos do paciente e a radiografia do tórax, que serve para afastar possibilidade de pneumonia, também são considerados. O médico poderá, ainda, solicitar exame do muco para detectar o germe que causa a doença.

Tratamento e prevenção

O tratamento tem como objetivo aliviar a febre, as dores no corpo e tornar a secreção mais fluida para facilitar a sua eliminação.

São indicados o uso de antibióticos, nos casos de infecção bacteriana; inalação com broncodilatadores e fisioterapia respiratória para ajudar na eliminação da secreção e aliviar o desconforto respiratório por meio de técnicas que melhoram a ventilação e oxigenação, além de ensinar tosses mais efetivas e com menor gasto de energia.

Entre as formas de prevenção da doença estão:

Não fumar e evitar locais para fumantes
Evitar poeira, fumaça e gases irritantes
Tratar as infecções que atacam o aparelho respiratório
Evitar o ar-condicionado, pois este resseca o ambiente e as vias respiratórias
Vacinas contra a gripe e pneumonia ajudam a prevenir complicações
Lavar sempre as mãos
Tapar a boca e o nariz quando espirrar ou tossir
Usar máscara ou outro equipamento protetor, caso você trabalhe em ambientes em que esteja sujeito à inalação de produtos irritantes
Beber bastante água, pois ela ajuda a diluir as secreções dos brônquios e facilita a expectoração
Evitar o contato com pessoas resfriadas, gripadas ou com outras doenças que podem ser transmitidas por via respiratória
Evitar locais onde o ar estiver seco demais.

Fonte: www.nycomed.com.br

Bronquite

.Bronquite é a inflamação dos brônquios que ocorre quando seus minúsculos cílios param de eliminar o muco presente nas vias respiratórias. Esse acúmulo de secreção faz com que os brônquios fiquem permanentemente inflamados e contraídos. A bronquite pode ser aguda ou crônica. A diferença consiste na duração e agravamento das crises, que são mais curtas (uma ou duas semanas) na bronquite aguda, enquanto, na crônica, não desaparecem e pioram pela manhã.

A bronquite aguda é causada geralmente por vírus, embora, em alguns casos, possa ser uma infecção bacteriana. O cigarro é o principal responsável pelo agravamento da doença. Poeiras, poluentes ambientais e químicos também pioram o quadro.

A bronquite crônica instala-se como extensão da bronquite aguda e pode ser provocada unicamente pela fumaça do cigarro. Por isso, é conhecida por “tosse dos fumantes”, por ser rara entre não-fumantes.

Sintomas

Tanto na forma aguda quanto na crônica, a tosse é o principal sintoma da bronquite. Tosse seca ou produtiva podem ser manifestações da bronquite aguda. Na crônica, porém, a tosse é sempre produtiva e a expectoração, espessa. Falta de ar e chiado são outros sintomas da doença.

Recomendações

A medida mais importante para o tratamento da bronquite é parar de fumar. Se você não consegue, tente fumar menos e evite locais onde haja pessoas fumando

Utilize máscara ou outro equipamento protetor, se você trabalha sujeito à inalação de elementos irritantes

Ingira bastante água, pois ela ajuda a diluir as secreções brônquicas e facilita a expectoração

Evite contato com pessoas resfriadas, gripadas ou com outras doenças transmissíveis por via respiratória

Não impeça a tosse produtiva

Evite locais onde o ar seja seco demais.

Atenção

A bronquite crônica aumenta o risco de outras infecções respiratórias, particularmente o da pneumonia.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

Bronquite

A bronquite pode ser aguda ou crônica, de acordo com a duração dos sintomas e do grau da doença. Bronquite aguda é a inflamação das vias que levam o ar aos pulmões. É geralmente causada por agentes infecciosos (vírus ou bactérias) ou por agentes poluentes (fumaça). Estes atacam a membrana mucosa (revestimento) da traquéia e das vias aéreas, deixando-as vermelhas e inflamadas. A bronquite aguda geralmente ocorre durante a evolução de quadros infecciosos como sinusite, gripe ou outras infecções do sistema respiratório. Pode durar de três dias a três semanas.

Sinais de bronquite aguda

Tosse seca ou com pouca secreção
Calafrios, febre baixa (geralmente de 38,5o C)
Dor ou irritação na garganta e dores musculares
Sensação de queimação no peito ou de pressão sob as costelas
Tratamento de bronquite aguda

O médico pode receitar

Broncodilatadores (medicamentos que abrem as vias aéreas)
Antibióticos
Bronquite crônica

Bronquite crônica é a inflamação e degeneração (destruição) das vias que levam o ar até os pulmões. A causa inicial mais comum de bronquite crônica é o cigarro. Portanto, parar de fumar é essencial ao tratamento e pode levar ao completo desaparecimento dos sintomas. Outras causas incluem poluição e infecções freqüentes das vias aéreas.

Muitas pessoas, principalmente fumantes, desenvolvem enfisema (destruição dos alvéolos dos pulmões) em associação à bronquite crônica. A bronquite crônica provoca alterações na troca de ar nos pulmões, com danos permanentes às vias respiratórias. É uma doença muito mais grave que a bronquite aguda. A bronquite crônica não é contagiosa.

Sinais de bronquite crônica

Tosse com secreção ou catarro por pelo menos três meses, por dois anos seguidos
Falta de ar (cansaço) aos esforços (nos estágios iniciais)
Falta de ar (cansaço) em repouso (fase final da doença)
Tratamento da bronquite crônica

Não fumar e evitar o fumo passivo

Evitar ou diminuir o contato com o ar poluído, irritantes químicos, ar frio e tempo úmido.
Tratamento médico para infecções das vias aéreas e problemas cardíacos quando presentes
Suplementação de oxigênio

Perguntas a fazer

A pessoa com tosse está com os lábios roxos ou não consegue falar mais do que quatro ou cinco palavras seguidas sem parar para respirar?

Em bebê: a tosse impede a criança de comer ou mamar?

A tosse ocorre em criança com menos de 3 meses de idade?

Em bebê ou criança pequena: além da tosse, a respiração é rápida e se parece com "tosse de cachorro"?

Há algum dos sintomas abaixo?

Febre de 38,5o C ou acima Catarro verde, amarelo ou com sangue
Piora da dor no peito
Respiração curta ao repouso, mesmo sem tosse
Vômitos
Você esteve exposto a agentes químicos (como carpete novo, pintura fresca, etc.) no trabalho ou em casa?

Dicas de autocuidado

Respire o ar de um vaporizador ou umidificador
Não se esqueça de que estes podem abrigar bactérias e que precisam ser limpos regularmente
Use água destilada no lugar de água comum
Tome analgésicos e antitérmicos para a febre, dores e/ou inflamação
Repouse
Beba muito líquido
Não fume
Evite o fumo passivo
Diminua sua exposição à poluição (se necessário use ar-condicionado, filtro de ar e máscara protetora sobre a boca e o nariz)
Se você tem bronquite com facilidade, evite sair de casa nos períodos de poluição mais intensa
Use expectorantes em vez de supressores da tosse
Tome os medicamentos receitados pelo seu médico.

Fonte: www.lincx.com.br

Bronquite

Bronquite

A bronquite é a inflamação das vias respiratórias, ou seja, da árvore brônquica que é composta pelos brônquios. A doença se dá quando há acúmulo de secreção nos brônquios (muco, catarro), impedindo a passagem do ar até os pulmões, decorrente, em muitos casos, de uma infecção concomitante do trato respiratório.

Existem dois tipos de bronquite: a aguda e a crônica; o que difere uma da outra é a duração das crises. A aguda pode ser causada por vírus (como o da gripe), infecções bacterianas ou inalação de gases irritantes, poeira e poluição.

As crises são curtas, duram de uma a duas semanas e não há maiores riscos. Já a bronquite crônica é uma condição agravante do episódio agudo e pode ser desencadeada, principalmente, pela fumaça do cigarro.

Suas crises são constantes, especialmente pela manhã. Por ser uma doença que persiste por um longo período, há o risco de maiores complicações respiratórias, como pneumonia e obstrução dos brônquios.

Os casos de bronquite ocorrem mais freqüentemente no inverno e nos casos de pessoas que vivem em ambientes em más condições de higiene ou aglomerações.

Sintomas

Os sintomas, tanto na bronquite aguda quanto na crônica, são os mesmos, diferenciando-se apenas na intensidade e duração:

tosse seca ou com catarro
chiado e peito cheio;
falta de ar;
febre (devido a infecções respiratórias, associadas à bronquite crônica);
mal-estar;
falta de apetite;
dores no peito, cabeça e garganta;
fadiga;
pele do rosto e mãos azuladas (cianose);
nos casos mais graves, o paciente pode ter inchaço nas pernas e pés, pois a bronquite pode causar alterações no funcionamento do coração, devido a dificuldade de respiração.

Tratamento

A principal forma de prevenir a doença é preservar a resistência do organismo às infecções; para isso, é fundamental manter uma alimentação adequada.

Quando indicado, o tratamento da bronquite é prescrito pelo médico conforme a causa e estágio da doença. O repouso e a umidificação do ar são indispensáveis.

Para auxiliar na recuperação, geralmente são utilizados analgésicos, antiinflamatórios, antitérmicos, xaropes expectorantes e, em casos mais graves ou de infecção confirmada, antibióticos.

Em casos crônicos, existem terapias e exercícios de reabilitação que podem ajudar quem sofre deste mal. Essas atividades permitem ao paciente um melhor gerenciamento de sua energia, a fim de utilizar uma quantidade menor de oxigênio na respiração.

Recomendações

É imprescindível parar de fumar e ficar longe da fumaça do cigarro, o maior responsável pelas crises de bronquite;

Beber muita água é fundamental, pois ela ajuda na expectoração (eliminação) e na diminuição das secreções brônquicas;

Em caso de exposição a elementos irritantes, é recomendável o uso de máscaras ou algum tipo de proteção;

Evitar contato com pessoas resfriadas, gripadas ou com outras doenças transmissíveis por via respiratória;

A tosse produtiva (conhecida como tosse com catarro) não deve ser impedida, pois ela ajuda a eliminar as secreções;

Devem ser evitados lugares onde o ar esteja muito seco;

A vacina anual contra a gripe também é uma boa opção para prevenção dessa doença, pois gripes e resfriados são agravantes da doença. Converse com seu médico.

Fonte: www.sitemedico.com.br

Bronquite

Bronquite é a inflamação dos brônquios, determinando inchaço de suas paredes, contração de sua musculatura e aumento de secreção de suas células.

Tipos

Bronquite catarral aguda

É uma inflamação aguda dos brônquios, mas é reversível, atinge principalmente crianças, idosos e pessoas cujo o organismo esteja mais debilitado. As causas mais comuns da bronquite catarral aguda são os agentes químicos que penetram nos pulmões através da respiração como por exemplo poeira, fumo, tinta, fungos, entre outros e focos de infecção localizados nas amígdalas, nos seios paranasais (sinusite) e junto às raízes dos dentes.

Os sintomas mais comuns são: tosse, falta de ar, respiração com roncos e chiados, dor no meio do peito que aumentam com a tosse e às vezes febre baixa.

Bronquiolite

É uma infecção viral dos bronquíolos, muito comum na infância. As causas e sintomas são os mesmas da bronquite catarral aguda. A criança deve ficar afastada desses agentes químicos para que haja um controle da doença.

Bronquite crônica

Ocorre com muita secreção, persiste por semanas, às vezes meses e piora nos meses frios e no início da primavera. Se houver complicação da doença pode ocasionar insuficiências respiratórias e cardíacas, enfisema pulmonar (estado de insuflação constante do pulmão) e bronquiectasia (dilatação anormal dos brônquios ). As causas mais comuns geralmente são as mesmas da bronquite catarral aguda e da bronquiolite. Os sintomas também são os mesmos, só que neste caso a tosse é mais forte pela manhã.

Prevenção

1. Não fume e nem fique em locais fechados ou enfumaçados. Evite contatos com os agentes mencionados acima.

2. Pratique esportes, principalmente natação e faça caminhadas.

3. Beba bastante líquidos.

4. Inalações de vapor d’água ajudam a pessoa a respirar melhor.

5. Procure um médico e um dentista para eliminar eventuais focos infecciosos.

Fonte: www.sabido.com.br

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