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Bronquite Aguda

Bronquites Agudas

Conceitos gerais

A palavra "bronquite" é comum na terminologia médica com a conotação de inflamação da mucosa brônquica.

Sua principal manifestação clínica é tosse com ou sem aumento da secreção brônquica. Esta doença nem sempre é uma entidade específica e comumente ocorre em associação com similar envolvimento em outras vias aéreas, particularmente as mais altas, tais como seios da face, fossas nasais, faringe, laringe e traquéia.

No adulto, muito freqüentemente, o surto agudo representa exacerbação de um quadro bronquítico crônico. O inverso também pode ocorrer, isto é, surtos repetidos de bronquite aguda podem tornar o quadro crônico.

A bronquite aguda é mais comum e mais grave nas crianças e adolescentes devido a peculiaridade da estrutura pulmonar relacionada à idade e ao crescimento.

Todas as vias aéreas estão presentes ao nascimento. O crescimento pulmonar durante a infância e adolescência envolve adição de espaços aéreos. Doenças acometendo o sistema respiratório exibem um significante comprometimento das vias aéreas no jovem.

O tamanho e o diâmetro das vias aéreas são proporcionais à idade. Edema da mucosa ou aumento de secreção produz mais obstrução em uma dada via quanto mais jovem for o indivíduo.

Com o aumento da idade há uma tendência à diminuição do colapso das vias aéreas. Nas crianças é possível que algumas unidades pulmonares se fechem em parte, mesmo quando se encontrem hígidas. Esta situação aumenta a gravidade dos sintomas e dificulta a troca gasosa intrapulmonar em crianças e adolescentes com envolvimento de seus brônquios.

Quanto mais jovem tanto maior será a compressão dinâmica das vias aéreas intratorácicas durante a expiração. Na presença de inflamação e edema da mucosa haverá uma mais pronunciada tendência à limitação do fluxo aéreo durante a expiração.

Estas considerações são importantes realçando a possível participação das infecções do trato respiratório da criança na etiopatogenia do complexo bronquite crônica-enfisema pulmonar, como está referido naquele capítulo.

Fatores desencadeantes

A bronquite aguda pode ser ocasionada pelos seguintes agentes:

Infecção: vírus, micoplasma, bactérias.
Fatores químicos.
Fatores alérgicos.

Os agentes infecciosos são os mais importantes sendo representados pelos vírus (rinovírus, adenovírus, vírus da influenza, vírus da parainfluenza, vírus respiratório sincicial, vírus coxsackie), micoplasma, bactérias Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, como os mais comuns). Com muita freqüência, na bronquite aguda observa-se a associação de vírus ou micoplasma com bactérias.

Dentre os agentes químicos destacam-se substâncias irritantes inaladas (fosgênio, dióxido de enxofre, poeiras, fumaças), aspiração de irritantes (secreção da faringe, secreção gástrica, água do mar).

A atopia é um fator comum na bronquite aguda recorrente, particularmente nas crianças e nos adolescentes.

As manifestações da bronquite aguda são representadas por tosse intensa, de início seca, depois mucopurulenta ou purulenta, desconforto retro-esternal, febre e mal-estar geral. Quando a laringe e a traquéia estão comprometidas ocorre rouquidão ou mesmo afonia. Em muitos casos, devido ao edema da mucosa e acúmulo de secreções, os pacientes queixam-se de chiado e falta de ar.

Tratamento

Medidas de ordem geral

Proibir o uso do fumo, do álcool e dos gelados. Evitar a exposição ao frio e à umidade. Fornecer suprimento líquido adequado para facilitar a fluidificação das secreções, e também com a mesma finalidade prescrever nebulizações com vapor de água.

Medicamentos broncodilatadores

Na vigência de dificuldade respiratória impõem-se o uso de broncodilatadores, do tipo da aminofilina e drogas beta 2-estimulantes (salbutamol, terbutalina e fenoterol). As doses recomendadas dessas drogas estão referidas nos temas asma brônquica e complexo bronquite crônica-enfisema pulmonar.

Corticosteróides

Não se conseguindo bons resultados com a medicação broncodilatadora no alívio da dificuldade respiratória, ou na vigência de bronquite aguda ocasionada por agentes químicos ou na evidência de fator alérgico, deve ser prescrito o uso de corticosteróides, cujas doses e maneira de aplicação estão referidas nos capítulos sobre asma brônquica e complexo bronquite crônica-enfisema pulmonar.

Mucolíticos

Quando há muita secreção podem ser usados, como por exemplo, o ambroxol, na dose de 30 mg por 5 ml, 3 vezes ao dia ou acetilcisteína, 100-200 mg, 2 a 3 vezes ao dia.

Antibióticos

Na presença de expectoração muco-purulenta ou purulenta, torna-se necessário o seu uso.

a. Amoxicilina - é atualmente o mais utilizado, com nível de 90% de absorção por via oral, dose 500 mg de 8/8 h.
b. Ampicilina - via oral ou parenteral, dose de 2 a 6 g ao dia.
c. Penicilina V - (Pen-Ve-Oral), via oral, 500.000 a 1.000.000 U, cada 6 h.
d. Penicilina G Procaína, 300.000 a 600.000 U, 12/12 h, via intramuscular.
e. Amoxicilina associada ao ácido clavulânico, comprimidos de 500 mg, um cada 8 h ou suspensão de 250 mg por 5 ml, duas medidas cada 8 h.
f. Eritromicina - tem ação sobre a maioria das bactérias Gram +, sendo droga de escolha contra o micoplasma.
g.
Em casos mais rebeldes, poderão ser usados cefalosporinas de 1ª , 2ª ou 3ª geração, ou ainda quinolonas, de acordo com o que está referido no Capítulo Atualização em Antimicrobianos.
h.
A associação de uma sulfonamida (sulfametoxazol) e um outro quimioterápico (trimetropim), ou de outra sulfonamida (sulfadiazina) e trimetropim, são usadas também, particularmente no tratamento da bronquite aguda da criança.

Sedativos da tosse

Só devem ser usados no período de tosse seca ou raramente quando há secreção, quando a tosse é por demais incomodativa, mormente à noite. Prescrevem-se béquicos à base de codeína, dionina, citrato de butamirato ou cloridrato de clobutinol.

Antitérmicos

Usam-se habitualmente preparações à base de ácido acetilsalicílico ou metilmelubrina nas doses de todos conhecidas.

Oxigenoterapia

Nos casos de bronquite aguda muito graves observados em crianças de tenra idade, idosos ou pulmonares crônicos com processo de reagudização, rapidamente instala-se hipoxemia sendo recomendada a oxigenoterapia.

Fonte: www.geocities.com

Bronquite Aguda

A bronquite é um processo inflamatório da mucosa brônquica, geralmente precedida por uma infecção das vias aéreas superiores, por exemplo, o nariz.

Ela é mais comum no inverno e muitas vezes é causada pelos mesmos vírus dos resfriados.

Entre as causas mais comuns estão os agentes químicos que penetram no pulmão, como por exemplo, poeira, fumo, tinta, focos de infecções nas amigdalas, nos seios paranasais (sinusite) e junto às raízes dos dentes.

Os vírus mais comuns são: Adenovírus, Influenza, Coronavírus, Rrinovírus.

Já as bactérias: Chlamydia pneumoniae, Bortella pertussis, Mycoplasma pneumoniae. Secundariamente, o Pneumococos também pode invadir a árvore brônquica.

A bronquite aguda raramente é causada por fungos.

A bronquite aguda caracteriza-se por tosse seca irritativa, com sensação de desconforto retroesternal. No início da doença não se acompanha de sinais físicos.

Desde que o processo se estenda além da traquéia, atingindo os brônquios, pode-se ouvir roncos e sibilos difusos. Quando houver infecção , numa fase mais avançada, surgem escarros de inicio mucoso e depois mucopurulentos. Nessa ocasião, o doente apresenta manifestações gerais de infecção respiratória.

O diagnóstico é feito baseado na auscuta pulmonar, na qual o médico poderá notar roncos e outras alterações; nos relatos do paciente e pela radiografia do tórax, que serve para afastar possibilidade de pneumonia. Algumas vezes o médico pode solicitar exame do muco para detectar o germe causador da doença.

O tratamento geralmente é sintomático e visa o alívio da febre, dores no corpo e a fluidificação da secreção para facilitar a eliminação. O antibiótico poderá ser usado quando a infecção for bacteriana. A inalação com broncodilatadores podem aliviar a dificuldade respiratória. A fisioterapia respiratória contribui para a eliminação da secreção através de manobras de higiene brônquica; aliviam o desconforto respiratório através de técnicas que melhoram a ventilação e oxigenação, além de ensinar tosses mais efetivas e com menor gasto energético.

A prevenção se baseia em hábitos como lavar as mãos e tapar a boca e o nariz, quando tossir ou espirrar, já que a contaminação pode ocorrer através do contato entre as pessoas.

Bronquiolite

A bronquiolite é uma doença, que se caracteriza por uma obstrução inflamatória dos bronquíolos ( pequenas vias aéreas). Geralmente é causada por uma infecção viral e afeta principalmente crianças até 2 anos de idade. Assim como a bronquite, a bronquiolite também é uma doença sazonal, ocorrendo principalmente nos meses de outono e inverno.

A obstrução bronquiolar origina-se do espessamento das paredes bronquiolares e por tampões de muco e detritos celulares. A obstrução parcial dos bronquíolos pode acarretar aprisionamento de ar (hiperinsulflação) e se a obstrução for completa, atelectasia (colapso pulmonar).

Dentre as várias causas da bronquiolite estão: danos pela inalação de poeira; fogo; gases tóxicos; cocaína; tabagismo; reações induzidas por medicações; infecções respiratórias.

O vírus sincicial (VSR) é o principal responsável, embora outros, como o parainfluenza e o adenovírus possam ser ,também, causadores. O VSR pode causar infecção no nariz, garganta, traquéia, bronquíolos e pulmão, sendo que os sintomas são leves como os da gripe em adultos e crianças maiores, já nas crianças com menos de 1 ano, o VSR pode causar pneumonia ou uma infecção freqüente na infância, a bronquiolite.

O VSR é muito contagioso e se dissemina de pessoa a pessoa, por meio do contato das secreções contaminadas do doente com os olhos, nariz, boca do indivíduo sadio. O doente, ao levar sua mão à boca, nariz ou olhos, acaba contaminando as suas mãos e, ao tocar em outra pessoa, a doença se espalha.

O indivíduo sadio também pode se infectar ao respira num ambiente onde um doente, ao tossir, falar ou espirrar, deixou gotículas contaminadas com o vírus disperso no ar.

Os fatores de risco para o desenvolvimento da doença são: ter menos de 6 meses de idade; exposição a fumaça de cigarro; viver em ambientes com muitas pessoas; criança que não foi amamentada pela pela mãe ou é prematura.

Os sintomas mais comuns são: tosse intensa; febre baixa; irritabilidade; diminuição do apetite; taquicardia (freqüência cardíaca acima do normal); freqüência respiratória superior a 60, vômito ( em crianças pequenas); dor de ouvido (nas crianças); conjuntivite (olhos avermelhados); batimento da asa do nariz (abrindo e fechando) que ocorre em situações de dificuldade respiratória e cianose ( coloração azulada da pele que costuma aparecer em torno da boca e na ponta dos dedos).

O diagnóstico é feito através do exame do paciente, dos sintomas referidos por ele ou pelos pais. A radiografia do tórax poderá ajudar. Existe um exame da secreção do nariz ou dos pulmões, que pode confirmar o VSR. O hemograma não trás contribuição para o diagnóstico, a não ser que ocorra infecção bacteriana secundária.

O tratamento

A advertência de Reynolds é permitida: "Em conseqüência da dificuldade em distinguir-se nitidamente a bronquiolite de outras doenças, como a broncopneumonia e asma, não é permitido ser dogmático a respeito do tratamento"

A administração de oxigênio é necessária, exceto em casos muito leves.

É bastante controvertido o uso de antibióticos, uma vez que se trata de uma doença causada principalmente por vírus. Por outro lado, como a broncopneumonia confunde-se facilmente com a bronquiolite, alguns autores aconselham antibióticos de largo espectro.

Broncodilatadores (adrenalina, isoproterenol, aminofilina, salbutamol e outros) podem facilitar a entrada e saída de ar nos pulmões.

Corticoesteróides (antiinflamatórios) embora muito empregado por alguns, não mostram vantagens em alguns estudos feitos. Em casos graves seu uso é admitido.

Nos casos graves em que a criança faz apneia (parada respiratória), é possível superá-la mantendo-a com ventilação mecânica, através de tubos endotraquela por algum tempo. Essa é uma das funções do fisioterapeuta, que também poderá fazer manobras de higiene brônquica (exceto tapotagens, pois pode aumentar a obstrução das vias aéreas) para ajudar a fluidificar e eliminar secreções, ensinar e fazer técnicas para melhorar a ventilação e eliminação de secreções, quando o paciente não for criança.

Normalmente, os sintomas da doença desaparecem dentro de uma semana e a dificuldade em respirar melhora no terceiro dia.

Contudo, um grande número de crianças, depois de uma provável crise de bronquiolite por VSR, continuam com chiado no peito intermitentemente assim como ocorre na asma. Esta é chamada de sibilância recorrente pós bronquiolite. È uma situação problemática que necessita do manejo criterioso do médico.

A prevenção baseia- se em; evitar contato com as pessoas doentes e lavar as mãos freqüentemente são importantes.

As crianças que freqüentam creches possuem maior risco devido ao contato com outras crianças.

Fonte: www2.prudente.unesp.br

Bronquite Aguda

É a inflamação profunda dos brônquios, entre a traquéia e o pulmão, por onde passa o ar. Pode ser causada por vírus ou bactérias. Muitas vezes, ocorre após gripe ou inalação de poeira e gases nocivos.

Os sintomas são:

Tosse com catarro amarelado ou esverdeado
Dores no peito
Falta de ar
Febre
Calafrios
Dor de cabeça
Dor muscular

Os exames radiológicos são uma forma de identificar a doença. Mas, diminui a possibilidade de contrair bronquite aguda a pessoa que não fuma, tem uma alimentação saudável, exercita-se e lava as mãos freqüentemente, já que a doença pode ser transmitida pelo contato.

Se o doente fuma, tem problema de coração ou pulmão, vive em área muito poluída ou sofre de algum outro problema de saúde, o tratamento pode ultrapassar o prazo de 2 a 4 dias, que normalmente é suficiente para a recuperação.

Como é geralmente causada por vírus, a bronquite aguda não cessa com uso de antibióticos. Normalmente, adota-se um mucolítico para o alívio da tosse.

Fonte: www.boehringer-ingelheim.com.br

Bronquite Aguda

O que é a bronquite aguda

Bronquite é a inflamação da árvore brônquica (canais, chamados de brônquios, pelos quais o ar chega até os alvéolos), que produz aumento de secreção e determina o aparecimento de tosse e expectoração. Esse território toma-se propício à proliferação de bactérias, havendo assim infecção, o que agrava o quadro inflamatório. A inflamação, por sua vez, reduz o calibre das vias aéreas, ocasionando o aparecimento de chiado no peito e falta de ar.

A bronquite aguda, em geral conseqüência de resfriado ou gripe, não deve demorar mais de 2 ou 3 semanas para ser curada.

Há pessoas com predisposição a crises de bronquite aguda, provavelmente porque possuem uma fonte permanente de infecção, como os seios paranasais e as amígdalas, ou ainda, por serem sensíveis a determinados agentes alergênicos. A sintomatologia mais freqüente é representada por tosse, expectoração, chiado no peito e falta de ar.

A conseqüência mais freqüente, caso a bronquite aguda e suas causas não sejam tratadas adequadamente, é a sua cronificação, ou aparecimento de surtos infecciosos repetitivos, podendo facilitar o aparecimento de pneumonia. A bronquite pode se associar, em decorrência do tabagismo, ao câncer e ao enfisema.

Pessoas com predisposição a crises de bronquite devem evitar áreas poluídas, doentes com quadros infecciosos das vias aéreas superiores e, sobretudo, devem se abster de fumar.

Trata-se de uma ocorrência mais comum em crianças, por estarem em formação e serem mais sensíveis. O quadro de bronquite pode regredir parcial ou totalmente, se o paciente for adequadamente tratado.

O tratamento fundamenta-se na administração de antibióticos, nos casos de infecção bacteriana, associados a medicamentos broncodilatadores e, em alguns casos, os corticóides.

Quais são os sintomas

1. Tosse: A tosse é uma contração espasmósdica, repentina e freqüentemente repetitiva da cavidade torácica, resultando em uma violenta liberação de ar dos pulmões, e geralmente acompanhada por um som característico.
2. Expectoração:
Expectoração é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traquéia, brônquios e pulmões. Pode ser predominantemente purulento, mucoso ou sanguinolento.
3. Falta de ar:
Dispnéia ou falta de ar é um sintoma no qual a pessoa tem desconforto para respirar, normalmente com a sensação de respiração incompleta. É um sintoma comum a um grande número de doenças, em especial na área da cardiologia e pneumologia.
4. Sibilância:
É um ruído característico da asma brônquica, semelhante a um miado de gato.
5. Cianose:
Cianose é um sinal ou um sintoma marcado pela coloração azul-arroxeada da pele, leitos ungueais ou das mucosas. Ocorre devido ao aumento da hemoglobina reduzida (desoxi-hemoglobina) acima de 5g/dL ou de pigmentos hemoglobínicos anormais.
6. Inchaço ( nas extremidades do corpo graças à piora do trabalho cardíaco )
7. Febre ( quando estiver associada à uma infecção respiratória ):
Febre ou pirexia, é uma reação orgânica de multiplas aplicações contra um mal comum, interpretada pelo meio médico como um simples sintoma, a reação descrita como um aumento na temperatura corporal nos seres humanos para níveis até 37,5 graus (Celsius) chama-se estado febril, ao passar dessa temperatura já pode ser caracterizado como Febre e é um mecanismo adaptativo próprio dos seres vivos.
8. Fadiga:
A palavra fadiga é usada cotidianamente para descrever uma série de males, que vão desde um estado genérico de letargia até uma sensação específica de calor nos músculos provocada pelo trabalho intenso. Fisiologicamente, "fadiga" descreve a incapacidade de continuar funcionando ao nível normal da capacidade pessoal devido a uma percepção ampliada do esforço.

Qual é o tratamento

Para começar o tratamento, é importante eliminar o cigarro (obviamente quando o doente é tabagista), e repousar para evitar respirar em ambientes de gás tóxico e poluição. Para quem já tem a doença há um tempo considerável, deixar o fumo não vai fazer com que a doença regrida, mas desacelerará o seu avanço.

Agentes Mucolíticos e Fluidificantes diminuem a viscosidade do catarro e assim evitam que com a secagem da secreção forme obstruções nos brônquios. Com a diminuição da viscosidade da secreção, as vias respiratórias ficam menos congestionadas, e assim há uma melhora significante da respiração.

Exercícios da terapia de reabilitação fazem com que o paciente seja capaz de utilizar a sua energia melhor ou de uma forma em que haja menor gasto de oxigênio.

A oxigenoterapia (uso de oxigênio em casa), quando necessária, também pode melhorar os sintomas, além de aumentar a expectativa de vida.

Corticóides (medicamentos utilizados para controlar a inflamação crônica dos brônquios) minimizam os sintomas.

Além disso, antibióticos ajudam muito nos casos de exacerbação da doença, quando resultam de uma infecção bacteriana nos brônquios.

Broncodilatadores

Os broncodilatadores melhoram o fluxo de ar nesta doença, aliviando a falta de ar e a sibilância. Podem ser utilizados através de nebulizações, nebulímetros (semelhantes à "bombinha" da Asma), cápsulas de inalar, comprimidos, xaropes, etc. O meio mais prático é o uso dos nebulímetros pois estes podem ser utilizados tanto em casa quanto fora, além de apresentarem menor freqüência de efeitos indesejáveis (como por exemplo o que um comprimido pode causar ao estômago).

Prognóstico | Prevenção

Na bronquite crônica, é importante a vacinação anual contra o vírus causador da gripe, uma vez que esta pode piorar a doença. Com este mesmo objetivo, é indicado também o uso da vacina contra o pneumococo, que é a principal bactéria causadora de infecções respiratórias, entre elas a pneumonia, e é claro, a própria bronquite crônica. A vacinação deve ser feita uma única vez e, em casos específicos, pode ser repetida depois de cinco anos.

Tabaco

Uma das principais medidas preventivas a serem tomadas é não fumar. O médico pode oferecer ao seu paciente auxílio neste sentido, podendo indicar medicações auxiliares. A reposição de nicotina por gomas, adesivos ou outros recursos podem ser utilizados.

Também pode ser indicado o uso de bupropiona, um medicamento que tem o efeito de diminuir os sintomas de abstinência ao fumo.

Fonte: www.bronquite.com

Bronquite Aguda

Tosse, dor torácica, desconfortos ao respirar, fadiga e até febre são os sintomas desta doença que atinge crianças e adultos

No início, parece um leve resfriado. Logo depois o quadro se agrava, com falta de ar, chiados no peito e expectoração mucosa. São esses os sintomas das pessoas que sofrem de bronquite. A respiração se torna ruidosa, o nariz entope, surgindo a coriza. Mas a tosse é a marca registrada dessa doença.

A bronquite é uma inflamação que ocorre nos brônquios - geralmente, associada com uma infecção respiratória generalizada - quando seus minúsculos cílios param de eliminar o muco que está nas vias respiratórias. Os brônquios são tubos que estão presentes na árvore brônquica e carregam o ar para dentro dos pulmões. O acúmulo de secreção nos brônquios faz com que fiquem permanentemente inflamados e contraídos. Isto pode tornar a respiração difícil.

A bronquite pode atingir adultos ou crianças, que são mais suscetíveis.

A doença pode ser encontrada de duas formas: bronquite crônica e aguda.

A diferença entre estes dois tipos está na duração e no agravamento das crises.

Na bronquite aguda as crises são mais curtas, e podem durar uma ou duas semanas. A doença pode tornar a árvore brônquica mais sensível ao frio e a poluentes. Na bronquite crônica os sintomas não desaparecem e pioram no período da manhã e em determinadas épocas do ano.

O número de ocorrências da bronquite é maior no período do inverno e início da primavera, mas não se deve subestimar a probabilidade da doença no verão.

A bronquite aguda é quase sempre causada por vírus. Na maioria das vezes, as mesmas viroses que causam resfriados, causam a doença. Bactérias como Hemophilus influenzae e Pneumococo podem também invadir, secundariamente, a árvore brônquica. A forma crônica instala-se como extensão da bronquite aguda e pode ser provocada pela fumaça do cigarro. Ela é conhecida por "tosse dos fumantes" e raramente acontece em quem não fuma.

A tosse, principal sintoma, pode durar várias semanas ou até meses. Se não desaparece, pode ser sinal de um outro problema como asma ou pneumonia. No início da bronquite aguda, a tosse é seca (não-produtiva) e no decorrer da doença pode se tornar produtiva, com secreção densa. Na bronquite crônica, a tosse é sempre produtiva com expectoração espessa.

A tosse pode vir acompanhada de outros sintomas entre eles: dor torácica, desconforto ao respirar, fadiga e até febre.

“Para que a pessoa possa ter certeza de que está com bronquite, faz-se necessário um exame clínico”, recomenda José Maurício. O médico, na ausculta do tórax, poderá identificar roncos e outros tipos de alterações. Mas esses tipos de sintomas também podem ocorrer em pacientes com pneumonia. Para afastar a possibilidade dessa doença, o médico recomenda uma radiografia de tórax. Outro exame pedido é o do escarro. O procedimento é utilizado para identificar o tipo de germe envolvido na bronquite.

As bronquites agudas, na maioria dos casos, em poucos dias ou em uma semana acabam por si próprias. Como, geralmente, se trata de uma doença causada por vírus, normalmente, os antibióticos não são recomendados, pois não ajudam. O melhor a fazer é adotar meios que aliviem a tosse. “Para o tratamento, costuma-se receitar tratamentos sintomáticos, mucolíticos - medicamentos que ajudam a expectoração do muco produzido pela doença- e descongestionante. Mas, se no exame for detectado infecção secundária por bactérias, o uso do antibiótico é instituído.

Um dos primeiros passos para o tratamento e a prevenção da bronquite, nos adultos, é abolir o cigarro. O fumo torna a mucosa dos brônquios mais sensível à ação dos vírus. Evitar, também, dividir espaços com fumantes. Poeiras, poluentes ambientais, e químicos pioram o quadro do paciente. “Repouso, permanecer em lugares arejados e não fazer esforços que provoquem o desconforto respiratório são recomendados para aliviar e curar a doença.

Renata Freitas

Fonte: www.hebron.com.br

Bronquite Aguda

É uma reação inflamatória dos brônquios.

Causas

Pode ser causada por uma infecção (gripe, sarampo) ou por microorganismos (bactérias, vírus, fungos, parasitas) que invadem o corpo por via aerógena.

Também pode ser ativada por substâncias tóxicas (fumo, gases, vapores, substâncias químicas), fatores do meio ambiente (frio, molhadelas, neblinas, frentes atmosféricas, etc.) e alergias, respiração bucal, má-formações, ou inflamações em outras regiões respiratórias, tais como sinusite e otite.

Sintomas

Manifesta-se com catarro, tosse seca. Posteriormente, com escarros, dor retroesternal, fadiga, mal-estar geral e febre.

Diagnóstico

Por exame médico e raio X de tórax.

Tratamento

É necessário fazer repouso (de preferência em ambiente arejado, quente, úmido), ter uma alimentação sadia e ingerir alimentos com vitamina C. Não se deve fumar ou permanecer em atmosferas poluídas. Para o tratamento, são ministrados analgésicos ou antiinflamatórios e antibióticos diante da presença de uma infecção.

Fonte: www.saudesaude.com.br

Bronquite Aguda

Bronquite aguda é uma inflamação intensa da mucosa que reveste toda a árvore bronquial. Em geral, esta doença tende a ser auto-limitada, sendo que a cura pode ser completa com a recuperação da função pulmonar.

Na maioria dos casos a doença é de causa infecciosa, embora também resulte da inalação de substâncias tóxicas como o fumo dos ácidos fortes, amoníaco, ácido sulfídrico, bióxido de enxofre ou bromo, os irritantes ambientais como ozônio e bióxido de nitrogênio, e também o tabaco, que irritam as vias aéreas.

Crianças, idosos e fumantes são afetados com maior freqüência, sobretudo no inverno.

Entre as causas infecciosas, os vírus são os responsáveis mais freqüentes das bronquites agudas. Entre as causas bacterianas, o Mycoplasma pneumoniae, Bordetella pertusis e Chlamydia pneumoniae também causam bronquite infecciosa aguda, especialmente em pessoas jovens.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

A bronquite infecciosa aguda nos adultos tende a começar com catarro nas vias respiratórias superiores, com mal-estar geral, calafrios, discreto aumento da temperatura corporal (38 - 38,5 graus centígrados), dores nos músculos e na garganta.

Posteriormente, aparece uma tosse que tende a indicar o início de uma bronquite. Esta tosse é seca e não produtiva nas fases iniciais, mas em poucos dias se começa a eliminar uma expectoração viscosa em pequenas quantidades, que vai se tornando mais abundante, acompanhada de escarro no caso de existir uma infecção bacteriana agregada. Algumas pessoas manifestam uma dor ardosa no peito, que aumenta com a tosse.

Devido a obstrução das vias aéreas, uma dificuldade respiratória pode aparecer. Entre as complicações que podem surgir, a pneumonia é a mais severa.

TRATAMENTO

Nas pessoas que não apresentam outra enfermidade de base, o tratamento da bronquite aguda busca aliviar os sintomas. Medicamentos analgésicos e antipiréticos podem ser administrados, e antitussígenos para o alívio da tosse. É preciso abandonar o hábito do fumo, e é imprescindível a ingestão de grande quantidade de líquidos durante o período febril.

Os antibióticos são indicados quando a bronquite for bacteriana.

Fonte: www.homeandhealthbrasil.com

Bronquite Aguda

Que é bronquite aguda?

A bronquite é inchamento e irritação nas passagens de ar que conetam a traqueia com os pulmões. Com bronquite aguda você tem geralmente uma tosse que produza o phlegm, e a dor atrás do esterno quando você respira profundamente ou tosse.

Como ocorre?

A bronquite ocorre frequentemente com infeções virais do intervalo respiratório, tais como frios e gripe. A bronquite pode igualmente ser causada por infeções baterianas. Pode ocorrer com doenças de infância tais como o sarampo e gritar - tosse.

Os ataques são os mais freqüentes durante o inverno ou quando o nível de poluição do ar for elevado.

Os infantes, as crianças novas, uns adultos mais velhos, os fumadores, e os povos com pulmão ou doença cardíaca são mais provável começ a bronquite aguda.

Que são os sintomas?

Os sintomas podem incluir:

Uma tosse profunda que produza o fleuma amarelado ou esverdeado
Dor atrás do esterno quando você respirar profundamente ou tossir
Chiado
Pequena sensação de respiração
Febre
Frios
Dor de cabeça
Músculos doridos.

Como se diagnostica?

Seu fornecedor de serviços de saúde examiná-lo-á e inquiri-lo-á sobre seus sintomas.

Você pode ter testes, como:

Um teste do phlegm para procurar as bactérias
Raio X de caixa
Análises de sangue.

Como é tratado?

A bronquite aguda frequentemente não exige o tratamento médico. Descansar em casa e abundância bebendo dos líquidos para manter o muco frouxo pode ser tudo que você precisa de fazer para começ melhor em alguns dias. Se seus sintomas são severos ou você tem outros problemas de saúde (tais como o coração ou a doença ou o diabetes de pulmão), você pode precisar de tomar antibióticos.

Quanto tempo os efeitos duram?

Na maioria das vezes a bronquite aguda esclarece em alguns dias. Sua tosse pode lentamente começ melhor em 1 a 2 semanas.

Pode tomá-lo mais por muito tempo para recuperar se:

Você é um fumador.
Você vive em uma área onde a poluição do ar seja um problema.
Você tem uma doença do coração ou de pulmão.

Você tem todos os outros problemas de saúde de continuação.

Como posso eu tomar de mim mesmo?

Você pode ajudar-se perto:

Depois do tratamento cheio seu fornecedor de serviços de saúde recomenda
Usando um vaporizer, um humidificador, ou um vapor da água quente para adicionar a umidade ao ar
Abundância bebendo dos líquidos
Tomando a medicina da tosse se recomendado por seu fornecedor de serviços de saúde
Descanso na cama
Tomando aspirin ou o acetaminophen para reduzir a febre e aliviar a dor de cabeça e a dor de músculo (ninguém 18 anos de idade e abaixo devem tomar aspirin por causa do risco de síndrome de Reye)

Comendo refeições saudáveis.

Chamar seu fornecedor de serviços de saúde se:

Você tem problema para respirar.
Você tem uma febre acima de 101°F (38.3°C).
Você não começa a sentir melhor após 3 dias.

Como posso eu ajudar a impedir a bronquite aguda?

Para reduzir seu risco de começo uma infeção respiratória:

Não fumar.
Lavar suas mãos frequentemente.
Começar a praticar exercício regularmente.
Comer alimentos saudáveis.

Fonte: www.iconocast.com

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