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Colesterol

 

 

O Colesterol é produzido no fígado a partir de gorduras saturadas na comida. É uma substância cerosa encontrada em todo o organismo, sendo essencial para a produção dos hormônios sexuais, assim como para a reconstituição das membranas celulares.

Para circular pelo organismo, o colesterol se conjuga com proteínas especiais para formar as ‘lipoproteínas’, as quais são transportadas no sangue.

Há dois tipos de lipoproteínas: lipoproteínas de baixa densidade (LDL), que transportam o colesterol do fígado para as células, e as lipoproteínas de alta densidade (HDL), que retornam o exesso de colesterol para o fígado. Muitas vezes, o colesterol poderá ser descrito como ‘bom’ ou ‘ruim’.

O HDL ou colesterol ‘bom’ limpa o colesterol das artérias levando-o para o fígado, onde este é removido do organismo. O LDL ou colesterol ‘ruim’ está associado com o endurecimento das artérias (aterosclerose). Isso pode levar à angina, ataque cardíaco e derrame cerebral.

As substâncias gordurosas no sangue, como o colesterol LDL e o HDL estão freqüentemente agrupadas com os triglicerídeos, denominados lipídios do sangue.

Os triglicerídeos são um dos blocos de construção através dos quais as gorduras são formadas. Anteriormente à introdução do HAART [terapia altamente potente ou “coquetel”], anormalidades dos lipídios eram observadas em pessoas HIV-positivas. Indivíduos com AIDS freqüentemente apresentavam o LDL-colesterol elevado e o HDL-colesterol em declínio.

Tem-se mostrado que pessoas em tratamento com inibidor de protease apresentam níveis mais altos de colesterol total do que aquelas sem inibidores de protease.

Medindo o colesterol

O colesterol pode ser medido de duas maneiras: ou o sangue retirado de uma veia é examinado em um laboratório ou uma amostra de sangue de uma picada no dedo é examinada em um computador de mesa.

As gorduras do sangue são medidas em unidades chamadas milimol por litro de sangue, abreviado como mmol/l.

Como ocorre com a carga viral do HIV, os níveis estão sujeitos a variações, de dia para dia e durante todo o dia. Raramente um único exame fornecerá informação suficiente que auxilie na tomada de decisões sobre intervenção; será necessária uma série de exames para conseguir um quadro mais claro.

A alimentação faz uma grande diferença para os lipídios do sangue, então o melhor é medi-los após uma noite em jejum.

O nível médio de colesterol no sangue da população geral no Reino Unido é de 5,8mmol/l. O nível ideal é considerado ser menos do que 5,2mmol/l.

Dieta

Ao ajustar sua dieta, pode ser possível abaixar os níveis de colesterol para entre 5% e 10%. Aumente a ingestão de alimentos com amido, como pão, massa, arroz e cereais. Tente reduzir a ingestão de gordura e substitua as gorduras saturadas por gorduras insaturadas. Por exemplo, coma menos manteiga e queijos duros. Aumente a ingestão de gorduras poliinsaturadas, as quais ajudam a abaixar o LDL-colesterol, mas também abaixam o HDL-colesterol.

Como exemplos podemos citar os óleos de milho, girassol e algumas margarinas. Aumente a ingestão de gorduras monoinsaturadas como as encontradas no azeite de oliva ou no abacate. Estas abaixam o LDL-colesterol, mas não abaixam o HDL-colesterol. Para ajudar na prevenção de coagulação do sangue e reduzir os níveis de triglicerídeos, aumente a ingestão de um tipo de gordura poliinsaturada chamada gordura ômega-3, as quais são encontradas em peixes oleosos, como cavala, arenque, salmão e sardinhas.

Exercício

Atividades regulares diárias, como natação, ciclismo ou caminhada rápida podem aumentar os níveis de HDL-colesterol, o que não implica na diminuição dos níveis de LDL-colesterol.

Medicação

O tratamento com medicamentos que diminuem os níveis de colesterol elevados começa geralmente quando as mudanças na dieta e exercícios não mostram efeito significativo.

Medicamentos para abaixar o colesterol têm sido testados e autorizados, baseados em resultados de testes em pessoas HIV-negativas. Eles comprovaram uma redução do LDL-colesterol em mais de 20%.

As estatinas são a principal classe de medicamentos usados para baixar o colesterol, mas não são apropriadas para pessoas com doenças no fígado ou para grávidas ou mulheres amamentando. A pravastatina parece ser a estatina mais segura para ser utilizada junto com um inibidor de protease. Outros medicamentos usados para tratar dos níveis de colesterol elevados são aqueles que se unem ao ácido da bile e os fibratos.

Os primeiros, que precisam ser tomados durante as refeições, são apresentados na forma de pó e devem ser misturados em água ou suco de fruta. Além disso, podem ser usados por mulheres grávidas, visto que não são absorvidos pelo organismo. Já os fibratos são comprimidos que abaixam os triglicerídeos e provocam um efeito menor no colesterol.

Risco de doenças cardíacas

O risco de ataque cardíaco é aumentado se você e fumante, diabético ou tem pressão alta, e se apresenta uma debilidade cardíaca. Idade e sexo (feminino ou masculino) também influenciam. O risco de doenças coronárias em homens ocorre dez anos mais cedo do que em mulheres. Um médico avaliará seu risco de ataque cardíaco observando o seu nível de colesterol e levando em consideração os seus fatores adicionais de risco.

Inibidores de protease

Alguns estudos mostraram engrossamento e danificação das artérias em pessoas tomando inibidores de protease. Sugere-se que pessoas tomando inibidores de protease podem apresentar um risco maior de desenvolver doenças cardíacas, embora esses medicamentos não estejam em uso por um período suficientemente longo para se saber quais os riscos a longo prazo. No entanto, está claro que os fatores adicionais de risco acima descritos representam um importante função.

Fonte: www.aidsmap.com

Colesterol

Sabia que uma em cada cinco pessoas tem colesterol elevado?

Qualquer pessoa poderá tê-lo, seja ativa ou magra, nova ou velha.

FATO

O colesterol elevado é um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas.

A verdade é que os níveis de colesterol elevado podem conduzir ao aparecimento de doenças cardiovasculares, das quais são exemplo os ataques cardíacos e as tromboses cerebrais (AVC), responsáveis por uma morte cada 33 segundos. Essa é a razão pela qual se torna fundamental que conheça a sua situação. Saber quais são os seus níveis de colesterol ajudá-lo-á a lidar melhor com os riscos envolvidos.

O que é o colesterol?

O colesterol é uma substância semelhante à gordura que é transportada pelo sangue para todas as células do organismo. O organismo necessita de colesterol para o desenvolvimento das paredes celulares, bem como para o desempenho de outras das suas funções importantes.

O colesterol provém de duas fontes: do seu organismo e dos alimentos que ingere. No organismo, o colesterol é produzido pelo fígado.

É este órgão que produz a maioria do colesterol de que o organismo necessita. Alguns dos alimentos que consome fornecem quantidades adicionais de colesterol.

O colesterol proveniente da sua alimentação encontra-se em produtos de origem animal, tais como, as carnes, o leite gordo, o queijo, a manteiga e os ovos.

Colesterol

Assim, enquanto que certas quantidades de colesterol no sangue são essenciais para a saúde, quantidades demasiado elevadas poderão ser-lhe prejudiciais.

Com o tempo, o colesterol em excesso pode depositar-se nas paredes das artérias, fazendo com que as placas assim formadas provoquem o estreitamento das artérias e diminuam o afluxo de sangue ao coração. Daí advém o risco de ataque cardíaco.

Se o seu nível de colesterol é superior a 190, significa que tem um risco maior de doença cardíaca.

Há muitas razões para os níveis elevados de colesterol, estando entre estas a dieta alimentar e os antecedentes familiares. A obesidade e outras doenças como a diabetes poderão igualmente contribuir para níveis elevados de colesterol.

Causas para o colesterol elevado

Existem muitos mitos associados ao colesterol elevado.

Já deve ter ouvido algumas pessoas afirmarem "Apenas as pessoas com excesso de peso é que têm o colesterol elevado" ou "Eu como alimentos saudáveis, por isso não preciso de me preocupar com o colesterol." Ora bem, chegou a altura de saber a verdade.

Qualquer pessoa pode ter o colesterol elevado mesmo que seja uma pessoa ativa ou magra, jovem ou idosa. E dado que o colesterol elevado pode fazer parte do seu código genético, mesmo que tenha uma alimentação correta e pratique exercício, poderá necessitar de ajuda para o controlar.

Alimentação

Evite os alimentos que contêm gorduras saturadas (gorduras frequentemente encontradas em produtos de origem animal) e colesterol, que se encontra apenas em produtos de origem animal. Assim, antes de ir às compras à mercearia, clique aqui para saber quais os alimentos aos quais deverá dar preferência e quais deverá evitar.

Peso

O excesso de peso tende a provocar o aumento dos seus níveis de colesterol. Peça ao seu médico que lhe indique qual é o seu peso ideal.

Exercício

Uma atividade física regular pode ajudar a diminuir os níveis de LDL-colesterol, o chamado "mau" colesterol e a aumentar os níveis de HDL-colesterol, o chamado "bom" colesterol. Deverá sempre consultar o seu médico antes de iniciar a prática de exercício. Não se preocupe, pois o começo será mais fácil do que julga.

Hereditariedade

Os seus genes podem determinar a quantidade de colesterol que é produzida pelo organismo, podendo o colesterol elevado ser uma herança de família.

Idade e Sexo

Por volta dos 20 anos, os níveis de colesterol total começam a aumentar, tanto nas mulheres como nos homens. Antes de atingirem a idade da menopausa (45-55 anos) as mulheres apresentam níveis de colesterol inferiores aos de homens com a mesma idade. Após a menopausa, os níveis de colesterol das mulheres tendem a aumentar.

Se pertence a qualquer um destes grupos, pode estar em risco de desenvolver doença cardíaca.

"Bom" vs. "Mau"

O colesterol e o sangue não se dão bem.

Assim, para que o colesterol seja transportado no sangue encontra-se revestido por uma camada de proteínas que forma a lipoproteína. Duas lipoproteínas de que talvez já tenha ouvido falar são a lipoproteína de alta densidade, ou o HDL-colesterol, e a lipoproteína de baixa densidade, ou o LDL-colesterol.

HDL-colesterol - colesterol "bom"

A lipoproteína de alta densidade, ou HDL-colesterol, é o chamado " colesterol bom", por se acreditar que elimina o colesterol do sangue. Ter níveis elevados de HDL-colesterol poderá ajudá-lo a minorar os riscos de doença coronária. Por outro lado, os níveis baixos podem aumentar o risco de doença cardíaca.

LDL-Colesterol - colesterol "mau"

A lipoproteína de baixa densidade, ou LDL-colesterol, é conhecido como sendo o " colesterol mau." O LDL-colesterol em excesso deposita-se nas artérias e pode estar na origem de doença cardíacas.

Quanto maior for o nível de LDL, maior será o risco de doença cardíaca.

Assim, ao diminuir os níveis de LDL-colesterol está a reduzir os riscos de vir a ter um ataque cardíaco.

Conselho útil:

Eis uma forma fácil de se lembrar dos valores, sempre que fizer análises ao colesterol:

O que se pretende é que o HDL - colesterol seja "elevado" e o LDL-colesterol seja "baixo".
Então o que é que se consideram níveis "elevados" ou "baixos" de colesterol?

E quanto aos triglicéridos?

Clique no link seguinte para saber mais sobre uma outra forma de gordura transportada na corrente sanguínea.

Os triglicéridos são um outro tipo de gorduras também presentes no sangue. A maioria do tecido adiposo do seu corpo é composto por triglicéridos, que são armazenados para serem utilizados sob a forma de energia. Os triglicéridos provêm basicamente das gorduras contidas nos alimentos. Níveis elevados de triglicéridos podem aumentar o risco de vir a sofrer de doença cardíaca.

É provável que o seu médico queira verificar os seus níveis de triglicéridos, para além dos níveis de colesterol, a fim de melhor poder avaliar qual o seu risco de desenvolver doença cardíaca.

Conheça os seus valores

Se tem o colesterol elevado, então não está sozinho. Qualquer um o pode ter.

De fato, uma em cada cinco pessoas tem colesterol elevado, o que significa que existem maiores riscos de desenvolver doença cardíaca. E uma vez que tanto afeta os mais jovens como os mais velhos, é importante que sejam feitos exames de diagnóstico.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, todas as pessoas com mais de 20 anos devem fazer análises ao colesterol, pelo menos, cada três a cinco anos. Dependendo do risco de doença cardíaca, o médico poderá recomendar-lhe que faça um controlo mais regular. Não se preocupe, os exames são fáceis de fazer. Basta uma simples análise ao sangue pedida pelo seu médico, para que fique a saber qual é exatamente o seu nível de colesterol total e de que forma está relacionado com o seu estado de saúde em geral.

Fatores de risco

O que é que se considera colesterol elevado?

A Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (SPA) adaptou à nossa realidade um conjunto de diretivas relativas à detecção e tratamento do colesterol elevado nos adultos, com base nas recomendações da Sociedade Europeia de Aterosclerose.

Cada um de nós tem diferentes riscos de ter colesterol elevado. Uma vez que estes valores servem apenas para orientação geral, é importante que consulte o seu médico acerca dos valores aconselháveis para o seu caso particular. E porque os valores elevados podem não depender da sua vontade, é normal que necessite de uma ajuda complementar para os fazer descer.

Diretivas da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose

Idealmente, devem ser aceites como favoráveis e objetivos terapêuticos a prosseguir, os seguintes valores lipídicos:

Colesterol total < 190 mg/dl
LDL-C < 115 mg/dl
Triglicéridos < 180 mg/dl (com excepção dos diabéticos e dos obesos, em que se pretendem valores < 150 mg/dl)
HDL-C > 45 mg/dl
Colesterol total/HDL-C (índice aterogénico) < 5

A valorização do perfil lipídico deve basear-se no cálculo do perfil global de risco, dando primazia ao cálculo do risco absoluto aos 10 anos.<

Os indivíduos com doença aterosclerótica em qualquer território vascular e os indivíduos assintomáticos com risco absoluto global ³ 20% devem ser abordados de forma mais intensiva para que, com a dieta e fármacos hipolipemiantes, se atinjam os objetivos definidos como os mais adequados (COL < 190 mg/dl e LDL-C < 115 mg/dl).

Os indivíduos com risco absoluto < 20% podem ser abordados de uma forma menos agressiva, pondo-se ênfase na implementação de normas dietéticas cujo objetivo último é também atingir os valores considerados desejáveis.

O que é o índice aterogénico?

O índice aterogénico = Colesterol total
                                          HDL-colesterol

Ao receber os resultados da análise ao colesterol, o médico poderá indicar-lhe o seu índice aterogénico, que pode ser calculado se dividirmos o colesterol total pelo HDL-colesterol; o valor, idealmente, é < 5.

Apesar de ser interessante saber qual é o índice, a American Heart Association recomenda vivamente que cada valor seja conhecido separadamente.

Certifique-se de que solicita ao seu médico os valores de colesterol total, LDL e HDL, individualmente, sempre que tiver de fazer análises ao colesterol.

Fonte: www.pfizer.pt

Colesterol

O que é colesterol ?

Colesterol é um tipo de gordura produzido por seu fígado. Ele também está contido em certos alimentos que você come, tais como ovos, carnes e derivados do leite. Quando você come estes alimentos freqüentemente, a taxa de colesterol em seu sangue aumenta. Alimentos ricos em gorduras saturadas podem também elevar a taxa de colesterol no sangue, porque seu fígado transforma as gorduras saturadas em colesterol.

O colesterol é transportado no sangue em diferentes tipos de pacotes chamados de lipoproteínas. A porção do colesterol LDL (low density lipoprotein - lipoproteína de baixa densidade, na língua inglesa), transporta o colesterol para o organismo. A porção do colesterol HDL (high density lipoprotein - lipoproteína de alta densidade, na língua inglesa), remove o colesterol da corrente sangüínea.

Como pode a alta taxa de colesterol afetar minha saúde ?

O excesso de colesterol no seu sangue pode aumentar o risco de um ataque cardíaco, ou de um derrame. O colesterol a mais pode ser depositado nas suas artérias (grandes vasos sangüíneos), e pode fazer com que estes mesmos vasos se tornem estreitos.

A quantidade de colesterol nas paredes de uma artéria pode ser tão grande, que a artéria fica entupida e o sangue não pode passar por ela. Se uma artéria que supre sangue para seu coração ficar entupida, você pode ter um ataque do coração. Se uma artéria que supre sangue para seu cérebro ficar entupida, você pode ter um derrame.

Quando eu deveria começar a checar meus níveis de colesterol ?

Em geral, você deveria começar a medir seu colesterol a partir dos 20 anos. A partir daí, esta checagem deveria ser feita pelo menos a cada 05 anos.

Dependendo em que nível está seu colesterol, e se você tem outros fatores de risco de doença cardíaca, será preciso checar seu colesterol mais freqüentemente.

Fale com seu médico sobre a freqüência que você precisa dosá-lo. As crianças também devem ter seus níveis de colesterol dosado, se um parente próximo como um avô, tiver doença cardíaca antes dos 55 anos, ou se parente próximo tiver altas taxas de colesterol ( igual ou maior que 240).

Como deveria ser meu nível de colesterol ?

O melhor nível do colesterol total é abaixo de 200. Se estiver entre 200 e 239, significa que você tem algum risco para ter um ataque do coração, ou um derrame. Já os níveis de 240, ou superiores significam o aumento de risco de doença cardíaca. Os níveis das lipoproteínas (HDL e LDL) são também importantes. Seu médico pode querer pesquisar seu níveis de HDL e LDL, se você tem história de doença cardíaca de alguém na família antes dos 50 anos, ou se você tem altas taxas de colesterol. Se seu colesterol total é alto por causa da alta taxa de LDL, você tem maior risco quanto a doença cardíaca e derrame.

Se a taxa total é alta por causa de HDL alto, você provavelmente não tem seu risco de doença cardíaca aumentada. O colesterol LDL menor que 130 é o melhor. Um nível de LDL de 160 ou maior, significa que você tem seu risco de doença cardíaca aumentado. O colesterol HDL menor que 35 coloca você em maior risco, enquanto um nível de HDL de 60 ou acima, reduz seu risco.

O que posso fazer para reduzir meu nível de colesterol ?

Comendo comida saudável você pode ajudar a reduzir sua taxa de colesterol LDL, e isto vai protegê-lo dos efeitos danosos do colesterol. Você pode elevar seu colesterol HDL com exercícios, parando de fumar (se você fuma), e perdendo peso (se você tiver a mais). Ingerindo comida saudável geralmente reduzimos os níveis de colesterol.

Eis aqui algumas dicas de como comer de forma inteligente:

Coma mais frutas e vegetais.
Coma mais peixe grelhado ou assado, frango sem pele, e menos carnes fritas.
Escolha cortes magros (pedaços de carne contendo pouca gordura visível), quando for comer carne de vaca, porco e cordeiro. Também reduza a quantidade de carne que você come.
Coma uma variedade de alimentos ricos em fibras, como aveia, pães integrais e maçãs. As fibras ajudam a reduzir as taxas de colesterol. Os alimentos fibrosos também ajudam quando você quiser perder peso, porque eles fazem você se sentir saciado.
Limite a ingestão de gorduras saturadas, como gordura de derivados de leite (nos sorvetes e manteiga). Leia os rótulos dos produtos. Eles podem dizer que o alimento é pobre em colesterol, mas o produto pode ainda conter altas taxas de gorduras saturadas. Quando você ler nas embalagens - gordura de coco, óleo parcialmente saturado, e gordura vegetal hidrogenada - você saberá que estes produtos são ricos em gorduras saturadas.
Limite os alimentos ricos em colesterol, como gema de ovo e fígado. Não coma mais que quatro gemas por semana.
Utilize derivados de leite pobres em gordura - leite desnatado, yogourt desnatado e sorvetes light.
Evite frituras.

O que fazer se o exercício físico e alimentação saudável não reduzir meu colesterol?

Se comendo corretamente, exercitando e fazendo outras mudanças em sua vida (tal como parar de fumar), não reduzir as taxas de colesterol após 06 meses, seu médico homeopata poderá querer discutir sobre o uso de medicamentos para abaixar estes níveis. Se isto ocorrer, o tratamento deverá ser por toda a vida, mas isto só deverá ser pensado, caso os hábitos sadios não funcionem.

Obs: Estas informações fornecem a visão geral para reduzir as taxas de colesterol, e pode ser que não se aplique a todos. Para saber se estas explicações se aplicam a você, e conseguir mais informações sobre este assunto, fale com seu médico homeopata.

Porção do Colesterol Ideal Suspeito Alto risco
Colesterol Total menor que 200 mg % entre 201 a 239 mg% maior que 240 mg %
HDL maior que 60 mg % entre 35 a 60 mg % menor que 35 mg %
LDL menor que 130 mg % entre 130 a 160 mg % maior que 160 mg %

Fonte: www.vestibular1.com.br

Colesterol

O que fazer quando se descobre que o nível de colesterol sangüineo está alto?

Uma vez confirmado o diagnóstico do aumento do colesterol sangüineo, devem ser verificados os hábitos de vida, para que mudanças possam ser estabelecidas.

Dessa forma, os primeiros passos devem envolver modificações na direção de um conjunto de atitudes voltadas para uma vida saudável.

O cigarro influência no nível de colesterol?

Além dos vários efeitos nocivos que tem sobre o aparelho cardiocirculatório, o cigarro leva à modificação do perfil lipídico, com a modificação do HDL-colesterol e aumento discreto dos triglicérides e do LDL-colesterol

E o exercício fisíco, é importante?

O nível de atividade fisíca também deve ser avaliado, já que o exercício fisíco regular, principalmente o aeróbico, leva à melhoria do perfil lipídico. Normalmente, após alguns meses do início de uma atividade fisíca, já se percebe a diminuição dos triglicérides, aumento do HDL-colesterol e diminuição do LDL-colesterol (principalmente quando há perda de peso). No entanto, o efeito do exercício sobre o metabolismo dependem mais da sua regularidade e do tempo em que é realizado, do que da sua intensidade.

Existe relação entre o estresse e o colesterol?

O estresse emocional é, sabidamente, fator de risco para a doença das coronárias. Assim, programas para a diminuição desse problema podem ser implantados, fazendo com que as pessoas tolerem melhor as frustações e as ansiedades do dia a dia.

Quais os cuidados que devemos ter para manter o colesterol sobre controle?

Primeiro, deve se restringir o consumo total de gorduras (menos de 30% do valor calórico total do dia). Se ingerirmos gorduras saturadas (encontradas geralmente nos produtos de origem animal), teremos um estímulo alimentar maior para o aumento da LDL-colesterol. Sendo assim, elas devem ter sua digestão restrita a não mais que 7% do valor calórico total.

Como o colestorol alimentar influência no colesterol sangüíneo?

Existe uma variação individual na resposta do colesterol sangüíneo ao colesterol alimentar, fazendo com que alguns indivíduos aumentem mais que outros seu colesterol do sangue, quando consomem alimentos ricos em colesterol.

Quais alimentos são ricos em gordura saturada?

Principalmente os de origem animal, como as carnes e seus derivados (embutidos em geral), o leite e seus derivados (nata de leite, manteiga, iorgute creme de leite, requeijão), e também alguns de origem vegetal, como o óleo de palma (dênde) e a banha de coco.

Quais alimentos são ricos em colesterol?

São sempre de origem animal (carnes, leite, ovos e seus derivados), uma vez que não é encontrado nos de origem vegetal. Alguns alimentos contém teor mais alto de colesterol, como os frutos do mar (camarão, polvo, lula, marisco, caranguejo, ostra) e as vísceras (míolo, fígado, miúdos - rins, costela, coração).

Quais são os níveis diários de consumo de colesterol?

A Sociedade brasileira de Cardiologia recomenda que sejam consumidas no máximo 200 mg por dia de colesterol na alimentação, quantia que está contida, aproximadamente, em uma gema de ovo.

O que é preciso para ter uma vida saudável?

É importante mudar não apenas a qualidade dos alimentos, mas também a quantidade, ajustando as necessidades calóricas e nutricionais para cada situação.

Conhecer a composição dos produtos que consumimos é fundamental para que possamos fazer uma alimentação saudável. A prática de atividade física e regular, a abstenção do fumo, o controle do peso e do estresse emocional, também complementam o estilo de vida adequado para a prevenção ou controle da doença arterosclerótica

Fonte: www.astrazeneca.com.br

Colesterol

O que é Colesterol?

Desvendar o colesterol pode ser um negócio confuso. O que é? Pode até ser bom para você? Quais alimentos são altos em colesterol? Quão alto ou baixo deve estar seu colesterol? E existe alguma coisa que você possa fazer a respeito? Nós preparamos um guia direto sobre colesterol, tanto o bom quanto o ruim – sim, é verdade, algum colesterol pode ser bom para você! – e como você pode assegurar que mantém o seu em um nível saudável.

O colesterol é uma substância branca e mole que é encontrada naturalmente no corpo e é chave para manter toda parede celular funcionando bem. O colesterol também produz químicas vitais, tais como vitamina D e alguns hormônios.?

A maior parte do colesterol é feita no fígado e uma pequena quantidade vem de sua dieta. Gordura saturada (gordura ruim) em excesso pode aumentar o colesterol no sangue.?

O colesterol somente se torna um problema quando o nível em seu sangue é demasiado – se você tiver mais colesterol do que seu corpo necessitar, isso pode causar o aumento de depósitos gordurosos em suas artérias e levar a problemas cardíacos.

Colesterol e a saúde cardíaca

Colesterol elevado é ruim para sua saúde cardíaca. Pode causar o aumento de depósitos gordurosos em suas artérias e causar-lhes estreitamento, tornando mais difícil para seu coração bombear sangue pelo corpo.

Outros fatores de risco que afetam sua saúde cardíaca são:

Idade e sexo
Se você fuma
Pressão sanguínea
Diabetes
Se você tem histórico familiar de problemas cardíacos prematuros
Etnia

Contudo, a boa notícia é que 80% das doenças cardíacas podem ser prevenidas através de escolhas de dieta e estilo de vida, então existem passos simples que você pode dar para ajudar a reduzir seu risco.

Colesterol Bom e Ruim

Existem dois tipos de colesterol:

Colesterol LDL (“ruim”)
Colesterol HDL (“bom”)

Quando você tiver seu colesterol checado, certifique-se de encontrar ambos esses níveis.

Colesterol bom ou lipoproteína de alta densidade (HDL – high-density lipoprotein) leva embora o colesterol de suas artérias para o fígado para ser eliminado, o que significa que um alto nível de colesterol bom (HDL) é considerado saudável para o coração.

Colesterol ruim, lipoproteína de baixa densidade (LDL – low-density lipoprotein), leva o colesterol de seu fígado para os tecidos corporais. Se existir um alto nível de colesterol ruim (LDL) no sangue, isso pode aumentar as paredes de seus vasos sangüíneos, causando-lhes estreitamento.

Para manter seu coração saudável é importante que seu colesterol ruim (LDL) permaneça baixo e seu (HDL) colesterol bom fique alto.

Conhecendo seus níveis de Colesterol

A única maneira de descobrir seu nível de colesterol é tendo-o testado por seu médico.

Como o colesterol é medido

O colesterol é medido em unidades chamadas miligramas por decilitro de sangue, geralmente abreviado para mg/dl.

Em que nível deve estar seu colesterol?

  Desejável Limítrofe Aumentado
Colesterol total <200 mg/dl 200-239 mg/dl >240 mg/dl
LDL-C <130 mg/dl 130-159 mg/dl <160 mg/dl
HDL-C: Proteção Padrão Normal Risco
Homem 55 mg/dll 35-54 mg/dll <35 mg/dll
Mulher 65 mg/dll 45-64 mg/dll <35 mg/dll

O que causa altos níveis de colesterol?

Existem inúmeros fatores que podem contribuir para um alto nível de colesterol; contudo, a causa mais comum é comer demasiada gordura e, em particular, muita gordura saturada. Comer gordura saturada em excesso, como manteiga, pode aumentar os níveis de colesterol ruim (LDL).

Outros fatores, tais como histórico familiar de colesterol alto, envelhecimento, não fazer exercício suficiente, estar acima do peso, glândula tireóide subativa, diabetes ou problemas renais podem todos ter efeitos negativos sobre seus níveis de colesterol no sangue.

Reduzindo seu Colesterol

Existe muito a fazer para desacelerar e até reverter os efeitos do alto colesterol. Na verdade, pesquisas mostram que 80% de nossos riscos de doenças coronarianas podem ser reduzidos através de simples mudanças de estilo de vida, como ter uma dieta mais saudável, fazer mais exercício, parar de fumar e relaxar mais. Além de diminuir gordura, você também pode utilizar a linha de produtos Becel pro-activ para ajudar a reduzir seu colesterol. Becel pro-activ contém esteróis de plantas naturais, comprovadas redutoras da absorção do colesterol pelo intestino.

A Becel está comprometida em melhorar a saúde cardíaca do mundo. Com mais de 40 anos de experiência em redução de colesterol e desenvolvimento de produtos para um coração saudável, nós entendemos a importância de um nível de colesterol saudável em adultos; então, se você souber que possui colesterol alto, agora é a hora de dar alguns passos simples em direção à redução dele, por um coração saudável.

Se você tiver quaisquer preocupações a cerca de seu colesterol ou qualquer aspecto de sua saúde cardíaca, deve consultar seu clínico geral, enfermeiro ou farmacêutico de costume.

O que é colesterol alto?

Abaixo, verifique os valores das taxas sangüíneas de colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL e triglicérides:

Taxa sanguínea de colesterol total

Desejada: menor de 200 mg/dL
Limite: de 200 a 239 mg/dL
Elevada: 240 mg/dL ou mais

Taxa de colesterol LDL (ruim)

Ótima: menor do que 100 mg/dL
Próxima da ótima: de 100 a 129 mg/dL
Limite: de 130 a 159 mg/dL
Alta: de 160 a 189 mg/dL
Muito alta: 190 mg/dL ou mais

Taxa de colesterol HDL (bom)

Desejável: 60 mg/dL ou mais

Taxa de triglicérides

Normal: menor de 150 mg/dL
Limite: 150 a 199 mg/dL
Alta: 200 a 499 mg/dL
Muito alta: 500 mg/dL ou mais

Fonte: www.becel.com.br

Colesterol

A arte da medicina consiste em distrair o paciente enquanto a Natureza cuida da doença. (Voltaire)

No nosso mundo moderno, colesterol tornou-se quase um palavrão. Graças aos defensores da hipótese alimentos-coração, qualquer um "sabe" que o colesterol é "mau" e precisa ser combatido por todos os meios. Se você acreditar no que diz a mídia, vai achar que simplesmente não existe um nível de colesterol que seja suficientemente baixo.

E se você tiver uma certa idade, provavelmente fará exames para ver quanto colesterol tem no sangue. Se tiver mais que uns 200 mg/100 ml (5,1 mol/1), talvez lhe receitem uma "pílula para colesterol". Milhões de pessoas pelo mundo afora tomam essas pílulas, pensando que assim estão cuidando bem da saúde. O que essas pessoas não sabem é como isso está longe de ser verdadeiro. A verdade é que nós, humanos, não podemos viver sem colesterol. Vejamos por quê.

Nosso organismo é formado por bilhões de células. Praticamente todas as células produzem colesterol continuamente, durante toda a nossa vida. Por quê? Por que cada célula, de cada órgão, tem colesterol como parte da sua estrutura. O colesterol é parte integral e muito importante da membrana celular, a membrana que envolve nossas células, e também das membranas das organelas, no interior das células. O que faz o colesterol lá? Faz várias coisas.

Integridade Estrutural

Em primeiro lugar, as gorduras saturadas e o colesterol tornam firmes as membranas das células.

Sem eles as células se tornariam flácidas e fluidas. Se o seres humanos não tivessem colesterol e gordura saturada nas membranas das suas células, eles pareceriam vermes ou lesmas gigantes.

E não estamos falando de algumas moléculas de colesterol, aqui e ali. Em muitas células, quase a metade da membrana celular é formada por colesterol.

Diferentes espécies de células no nosso organismo precisam de diferentes quantidades de colesterol, dependendo de suas funções e finalidades. Se a célula for parte duma barreira protetora, por exemplo, ela conterá muito colesterol, para torná-la robusta e resistente a qualquer invasão. Caso a célula, ou organela dentro da célula, precise ser macia e fluida, ela conterá menos colesterol na sua estrutura.

Essa propriedade do colesterol e das gorduras saturadas de enrijecer e reforçar os tecidos é utilizada pelos nosso vasos sangüíneos, principalmente por aqueles vasos que precisam resistir à alta pressão e à turbulência do fluxo sangüíneo. São geralmente artérias de tamanho médio ou grande, em locais onde elas se dividem ou se curvam.

O fluxo de sangue, batendo dentro dessas artérias, as força a incorporar uma camada de colesterol e gordura saturada nas membranas, o que as torna mais fortes, mais resistentes e mais firmes. Essas camadas de gordura e colesterol são chamadas estrias gordurosas. Elas são totalmente normais e se formam em todos nós, desde que nascemos, ou até mesmo antes. Diversas populações aborígines pelo mundo afora, que nunca tiveram doenças cardíacas, apresentam grande quantidade de estrias gordurosas em seus vasos sangüíneos em velhos e jovens, inclusive crianças. As estrias gordurosas não são indícios da doença chamada aterosclerose.

Os Lipídios Salvadores

Todas as células do nosso organismo precisam comunicar-se entre si. Para fazer isso, elas utilizam proteínas incrustadas nas membranas das células. Mas como é que essas proteínas são fixadas às membranas? Com ajuda do colesterol e das gorduras saturadas! O colesterol e os rijos ácidos graxos saturados formam as chamadas balsas lipídicas, que formam pequenos abrigos para cada proteína da membrana e assim lhe possibilita desempenhar sua função. Sem colesterol e gorduras saturadas nossas células não conseguiriam se comunicar, nem transportar diversos tipos de moléculas para dentro e para fora das células. A conseqüência disso é que o nosso organismo não funcionaria do jeito que funciona.

O cérebro humano é particularmente rico em colesterol – cerca de 25% de todo o colesterol do nosso organismo se encontra no cérebro. Cada célula e cada estrutura do cérebro e do resto do nosso sistema nervoso precisa do colesterol, não apenas para sua própria constituição mas também para realizar suas múltiplas funções.

O desenvolvimento do cérebro e dos olhos do feto e do recém-nascido requer grande quantidade de colesterol. Se o feto não receber colesterol suficiente durante o seu desenvolvimento, a criança pode nascer com uma anomalia congênita, chamada ciclopia1 [desenvolvimento de apenas um olho].

O leite materno fornece muito colesterol. Não apenas isso – o leite materno contém uma enzima específica que capacita o aparelho digestivo do bebê a absorver quase 100% desse colesterol, pois o desenvolvimento do cérebro e olhos da criança demanda enorme quantidade de colesterol. A criança que for privada do colesterol durante a infância poderá ficar com a visão e as funções cerebrais prejudicadas. Os fabricantes de fórmulas para mamadeiras estão cientes desse fato, porém, seguindo o dogma anti-colesterol, produzem essas fórmulas com praticamente nada dessa substância.

Matéria Cerebral Vital

Uma das matérias mais abundantes no cérebro e no restante do nosso sistema nervoso é uma substância graxa chamada mielina. A mielina recobre cada célula nervosa e cada fibra nervosa como se fosse um revestimento isolante num condutor elétrico. Além de isolar, ela dá alimento e proteção para todas as minúsculas estruturas do nosso cérebro e o restante do sistema nervoso.

A pessoa que começa a perder sua mielina desenvolve uma doença chamada esclerose múltipla.

Pois bem, 20% da mielina é colesterol. Se começamos a interferir na capacidade do organismo de produzir colesterol, pomos em risco a própria estrutura do cérebro e restante do sistema nervoso.

A síntese da mielina no cérebro está intimamente ligada à síntese do colesterol. Na minha experiência clínica, alimentos com alto teor de colesterol e gordura animal são remédios essenciais para pessoas com esclerose múltipla.

Uma das faculdades mais importantes com que o ser humano foi abençoado é a capacidade de lembrar coisas – a nossa memória. Como se forma a memória?

Pelo estabelecimento de conexão entre as células do cérebro, a chamada sinapse. Quanto mais saudável for a sinapse que o cérebro produz, mais capacitada mentalmente e mais inteligente será a pessoa.

Os cientistas descobriram que a formação da sinapse é quase totalmente dependente do colesterol (na forma chamada "apolipoproteína E") produzido por células cerebrais. Sem a presença desse fator não poderíamos formar sinapses e, portanto, não conseguiríamos aprender ou lembrar nada. Aliás, a perda de memória é um dos efeitos colaterais dos medicamentos usados para baixar o colesterol.

Na minha clínica, tenho visto um crescente número de pessoas que tomam pílulas para baixar colesterol apresentando perda de memória. O médico Duane Graveline, ex-cientista e astronauta da NASA, sofreu esse tipo de perda de memória quando tomava sua pílula para controle do colesterol.

Ele conseguiu salvar sua memória parando de tomar a pílula e ingerindo grandes quantidades de alimentos ricos em colesterol. Ele descreve sua experiência no livro Liptor: Thief of Memory – Statin Drugs and the Misguided War on Cholesterol ["Liptor: Ladrão de Memória - As Estatinas e a Equivocada Guerra Contra o Colesterol."]

Em estudos científicos, o colesterol contido em ovos frescos e outros tipos de alimentos ricos nessa substância tem demonstrado que melhora a memória de idosos. Na minha experiência clínica, qualquer pessoa com perda de memória ou dificuldade de aprendizagem precisa ingerir esses alimentos em abundância para se recuperar.

Um Produto (Necessário) do Próprio Organismo

Esses alimentos dão "uma mãozinha" ao fornecerem colesterol, pois assim o organismo não precisa trabalhar tanto para fabricá-lo. O que muita gente não se dá conta é de que a maior parte do colesterol no organismo não provém dos alimentos! Nosso corpo produz o colesterol que ele precisa.

Pesquisas científicas têm demonstrado, de forma definitiva, que o colesterol dos alimentos não tem qualquer efeito sobre os níveis de colesterol no nosso sangue.

Por quê? Por que o colesterol é uma parte tão essencial à nossa fisiologia humana que o organismo dispõe de mecanismos muito eficientes para manter o colesterol do sangue a um certo nível.

Quando ingerimos mais colesterol, o organismo produz menos. Quando ingerimos menos colesterol, o organismo produz mais. Como matéria-prima para produzir colesterol, o organismo pode usar carboidratos, proteínas e gorduras, o que significa que o macarrão e o pão que você come podem ser utilizados para fabricar colesterol no seu corpo.

Estima-se que, numa pessoa mediana, cerca de 85% do colesterol sangüíneo é produzido pelo organismo, enquanto apenas 15% provém dos alimentos.

Portanto, mesmo que você siga religiosamente uma dieta alimentar totalmente sem colesterol, você ainda terá uma grande quantidade de colesterol em seu organismo. Porém, os medicamentos para baixar o colesterol são uma questão completamente diferente! Eles interferem na capacidade do organismo de produzir colesterol, e assim reduzem a quantidade disponível para uso do nosso corpo.

Os Perigos do Colesterol Baixo

Se não estamos tomando drogas para baixar o colesterol, a maioria não precisa se preocupar com ele. Porém, há pessoas cujos organismos não conseguem produzir colesterol em quantidade suficiente, por alguma razão.

Essas pessoas são propensas a ter instabilidade emocional e problemas comportamentais. Níveis baixos de colesterol no sangue têm sido rotineiramente documentados em criminosos que cometeram assassinatos e outros crimes violentos, em pessoas com personalidades agressivas e violentas, em pessoas com tendências suicidas, bem como em indivíduos com comportamento social agressivo e baixo autocontrole.

Gostaria de repetir aqui o que o falecido professor de Oxford, David Horrobin, nos alertou: "A redução do colesterol na população em larga escala pode ocasionar uma mudança generalizada para padrões de comportamentos mais violentos. A maior parte desse aumento de violência não resultaria em mortes, e sim em mais agressão no trabalho e na família, mais violência contra crianças, mais espancamento de esposas, e mais infelicidade em geral."

As pessoas cujos organismos são incapazes de produzir colesterol em quantidade suficiente precisam realmente ingerir bastante alimentos ricos em colesterol, a fim de fornecer a seus órgãos essa substância essencial à vida.

E para que mais nosso organismo precisa de tanto colesterol?

Sistema Endócrino

Depois do cérebro, os órgãos mais ávidos por colesterol são as nossas glândulas endócrinas: as supra-renais e as glândulas sexuais.

Elas produzem os hormônios esteróides.

Os hormônios esteróides do organismo são produzidos a partir do colesterol: testosterona, progesterona, pregnenolona, androsterona, estrona, estradiol, corticosterona, aldosterona e outros. Esses hormônios realizam uma gama de funções no corpo humano, desde a regulagem do nosso metabolismo, produção de energia, assimilação de minerais, a formação do cérebro, músculos e ossos, até nosso comportamento, emoções e reprodução.

Na nossa vida moderna e estressada, consumimos uma grande quantidade desses hormônios, podendo chegar a uma condição clínica chamada "esgotamento adrenal". Essa doença é freqüentemente diagnosticada por naturopatas e outros profissionais da saúde. Existem muitos medicamentos à base de plantas no mercado para esgotamento adrenal. Mas a medida terapêutica mais importante é fornecer às suas glândulas supra-renais bastante colesterol via alimentos.

Sem colesterol não poderíamos ter filhos, pois cada hormônio sexual em nosso organismo é feito a partir do colesterol. Um percentual razoável da atual epidemia de infertilidade pode ser atribuído à hipótese alimentos-coração. Quanto mais entusiasmados ficamos na luta contra as gorduras animais e o colesterol, mais problemas começamos a enfrentar com desenvolvimento sexual normal, fertilidade e reprodução. Aproximadamente um terço dos homens e das mulheres ocidentais são inférteis. E aumenta o número de jovens que estão crescendo com anomalias nos seus hormônios sexuais. Essas anomalias acarretam diversos problemas físicos.

Uma pesquisa recente "descobriu" que a ingestão de produtos lácteos integrais cura a infertilidade nas mulheres.2 Os pesquisadores constataram que as mulheres que tomam leite integral e ingerem produtos lácteos ricos em gordura são mais férteis do que as mulheres que permanecem usando produtos com pouca gordura.

O líder da pesquisa, Dr. Jorge Chavarro, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade Harvard, enfatizou: "A mulher que quiser engravidar deve examinar sua dieta alimentar. Ela deve considerar uma mudança dos produtos lácteos com baixo teor de gordura para produtos ricos em gordura, substituindo, por exemplo, leite desnatado por leite integral e passando a ingerir creme de leite (nata), em vez de iogurte com baixa gordura."

Fontes de Colesterol nos Alimentos

1. Caviar é a fonte mais rica, com 588 mg de colesterol para cada 100 gramas. Mas, obviamente, este não é um alimento muito comum para a maioria de nós...
2.
O óleo de fígado de bacalhau está logo atrás, com 570 mg de colesterol para cada 100 gramas. Não há dúvida de que o elemento colesterol no óleo de fígado de bacalhau desempenha importante papel nos já bem conhecidos benefícios desse alimento saudável e consagrado pelo tempo.
3.
A gema de ovo fresco vêm em terceiro lugar, 424 mg de colesterol para cada 100 gramas. Vou repetir: gema de ovo fresco, e não ovos desidratados (que contêm colesterol quimicamente mutilado).
4.
A manteiga propicia 218 mg de colesterol para cada 100 gramas. Estamos falando de manteiga natural, e não substitutos de manteiga.
5.
Peixes de água fria, como marisco, salmão, cavala, sardinha e camarão fornecem boas quantidades de colesterol, variando entre 173 a 81 mg por 100 gramas. Os defensores da dieta alimentar com baixo colesterol recomendam substituir as carnes por peixe. Obviamente, eles não se deram conta de que o peixe é quase duas vezes mais rico em colesterol que a carne.
6.
A banha de porco fornece 94 mg de colesterol para cada 100 gramas. Seguem, em ordem decrescente, outras gorduras animais.

O Fígado e a Regulagem das Vitaminas

Um dos órgãos mais ativos do nosso organismo, em termos de produção de colesterol, é o fígado, que regula o seu nível no sangue. O fígado também coloca muito colesterol na produção da bile.

Sim, a bile é feita de colesterol. Sem a bile, não conseguiríamos digerir e absorver as gorduras nem as vitaminas lipossolúveis. A bile emulsifica as gorduras. Ou seja, ela as mistura com água, para que as enzimas digestivas possam chegar até elas. Após completar sua missão, a maior parte da bile é reabsorvida no sistema digestivo e levada de volta ao fígado para ser reciclada. Na verdade, 95% da nossa bile é reciclada, pois as substâncias que a constituem (uma das quais é o colesterol) são por demais preciosas para que o organismo as desperdice. A Natureza não faz nada sem ter uma boa razão. Esse exemplo da cuidadosa reciclagem do colesterol por si só já nos deveria dar uma boa idéia sobre a sua importância para o organismo!

A bile é essencial para a absorção de vitaminas lipossolúveis (solúveis em gordura) – Vitamina A, vitamina D, vitamina K e vitamina E. Sem essas vitaminas nós não conseguimos viver. Além de garantir que as vitaminas lipossolúveis sejam digeridas e absorvidas adequadamente, o colesterol é o principal elemento constituinte de uma delas – a vitamina D. Ela é produzida a partir do colesterol da nossa pele, quando exposto à luz do sol.

Nos períodos do ano em que não há muita luz solar, podemos obter essa vitamina dos alimentos ricos em colesterol – óleo de fígado de bacalhau, peixes, mariscos, manteiga, banha de porco e gema de ovo. Nossos recentes e equivocados medos do sol e dos alimentos ricos em colesterol ocasionaram uma epidemia de deficiência de vitamina D no mundo ocidental.

Infelizmente, tirando-se a luz do sol e os alimentos ricos em colesterol, não existe outra maneira adequada de se obter vitamina D. Naturalmente, tem os suplementos, porém a maioria deles contém vitamina D2, que é obtida pela irradiação de cogumelos e outras plantas. Essa vitamina não é a mesma coisa que a vitamina D natural. Ela não funciona tão eficazmente e um nível de toxicidade é facilmente alcançado com ela.

Na verdade, quase todos os casos de toxicidade por vitamina D já registrados foram casos em que essa vitamina D2 tinha sido utilizada. A toxicidade é praticamente impossível de ocorrer com a vitamina D natural, obtida através da exposição à luz do sol ou de alimentos ricos em colesterol, pois o organismo sabe como lidar com algum excesso de substâncias naturais. Uma coisa com a qual o organismo não saber lidar é um excesso de vitamina D2, sintética.

A vitamina D foi projetada para trabalhar em conjunto com outra lipossolúvel, a vitamina A. É por isso que alimentos ricos em uma delas tendem a conter muito também da outra vitamina. Assim, ao ingerir óleo de fígado de bacalhau, por exemplo, vamos obter as duas vitaminas ao mesmo tempo. À medida que envelhecemos, diminui consideravelmente a nossa capacidade de produzir vitamina D na pele mediante exposição à luz do sol. Por essa razão, a ingestão de alimentos ricos em vitamina D torna-se particularmente importante para os idosos. Para as demais pessoas, uma exposição sensata à luz solar é uma forma saudável e agradável de se obter um bom suprimento de vitamina D.

O câncer de pele, atribuído aos raios solares, não é causado pelo sol. Ele é causado pelas gorduras trans dos óleos vegetais e margarinas, e outras toxinas acumuladas na pele. Além disso, alguns protetores solares contêm produtos químicos que, comprovadamente, causam câncer de pele.

Saúde do Sistema Imunológico

O colesterol é essencial para que o nosso sistema imunológico funcione adequadamente.

Experimentos com animais e estudos com humanos têm demonstrado que as células do sistema imune dependem do colesterol para combater infecções e se auto-regenerar após a batalha.

Além disso, o colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade), o chamado "mau colesterol", liga-se diretamente e desativa toxinas bacterianas perigosas, evitando que elas causem danos ao organismo. Uma das toxinas mais letais é produzida por uma bactéria amplamente disseminada, o Staphylococcus aureus, que é responsável pela MRSA (estafilococos resistentes à meticilina), uma infecção hospitalar bem comum.

Essa toxina pode literalmente dissolver os glóbulos vermelhos do sangue. Porém, ela não age quando em presença do colesterol LDL. Quem se torna vítima dessa toxina apresenta baixo nível de colesterol no sangue. Está documentado que pessoas com altos níveis de colesterol são protegidas contra infecções – elas apresentam 4 vezes menos chance de contrair AIDS, raramente pegam um resfriado e se recuperam de infecções mais rapidamente que pessoas com níveis sangüíneos "normais" de colesterol.

Indivíduos com baixo colesterol no sangue ficam propensos a diversas infecções, sofrem mais tempo com elas, e têm mais chance de morrer disso. Uma dieta alimentar rica em colesterol tem demonstrado melhorar a capacidade dessas pessoas de se recuperar de infecções. Assim, quem estiver sofrendo de infecção aguda ou crônica deve ingerir alimentos ricos em colesterol para se recuperar. O óleo de fígado de bacalhau, a maior fonte de colesterol (depois do caviar), há muito empo vem sendo louvado como melhor remédio para o sistema imune. Quem conhece a iteratura médica mais antiga sabe que, até a descoberta do antibiótico, um tratamento usual para a tuberculose era tomar diariamente uma mistura de ovo cru com creme de leite fresco..

Variação dos Níveis de Colesterol no Sangue

As perguntas são: Por que algumas pessoas têm mais colesterol no sangue que outras, e por que uma mesma pessoa pode apresentar diferentes níveis de colesterol em diferentes horários num mesmo dia? Por que os nossos níveis de colesterol são diferentes nas diferentes estações do ano?

No inverno, o colesterol sobe; no verão ele baixa. Por que o colesterol duma pessoa vai para as nuvens após uma cirurgia? Por que o colesterol do sangue sobe quando temos uma infecção? Por que ele sobe após um tratamento dentário? Por que ele sobre quando estamos estressados? E por que ele se torna normal quando estamos calmos e nos sentindo bem?

A resposta para todas essas perguntas é a seguinte: O colesterol é um agente reparador do corpo humano. Quando o nosso organismo tem algum reparo a fazer, ele produz colesterol e o envia para o local do estrago. Dependendo do horário do dia, do clima da estação do ano e da nossa exposição a vários agentes ambientais, os danos causados aos diversos tecidos do corpo humano podem variar. Conseqüentemente, a produção de colesterol no organismo também varia.

Como o colesterol é normalmente discutido no contexto de doenças e aterosclerose, vamos dar uma olhada nos vasos sangüíneos. As suas paredes internas são recobertas por uma camada de células chamada "endotélio". Qualquer agente prejudicial a que estejamos expostos vai acabar no nosso sangue, seja um produto químico tóxico, um organismo que cause infecção, um radical livre, ou qualquer outra coisa. Uma vez na corrente sangüínea, o que esse agente vai atacar primeiro? O endotélio, é claro. Então o endotélio imediatamente envia uma mensagem ao fígado.

Sempre que o nosso fígado recebe um sinal de que houve um ferimento no endotélio em qualquer parte do sistema vascular, ele entra em ação e manda colesterol para o local do estrago, num veículo chamado Colesterol LDL. Como esse colesterol se desloca do fígado para o local do estrago na forma de LDL (lipoproteína de baixa densidade), a nossa "ciência", em sua grande sabedoria, o chama de "mau" colesterol...

Quando o ferimento sara e o colesterol é removido, ele viaja de volta ao fígado na forma de Colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade). Como esse colesterol se desloca da artéria de volta ao fígado, a nossa equivocada "ciência" o chama de "bom" colesterol...

Isso seria o mesmo que chamar a ambulância que se desloca do hospital para o paciente de "má ambulância", e a que se desloca do paciente de volta ao hospital de "boa ambulância"....

Mas a situação tornou-se ainda mais ridícula. A mais recente "descoberta" da nossa ciência é que nem todo o colesterol LDL é tão mau. Na verdade, praticamente todo ele é bom. Por isso, agora nos dizem que devemos chamar parte do LDL de "bom mau colesterol", e o resto dele de "mau mau colesterol"...

Agente Reparador Maravilhoso

Por que o fígado envia colesterol para o local de ferimento? Por que o organismo não consegue limpar a infecção, remover os elementos tóxicos ou curar a ferida sem ajuda do colesterol e de gorduras.

Toda a cura implica nascimento, crescimento e funcionamento de milhares de células: células do sistema imunológico, do endotélio, e muitas outras.

Como essas células, em boa parte, são feitas de colesterol e gorduras, elas não se formam nem crescem sem dispor de um bom suprimento dessas substâncias.

Quando as células são danificadas, elas necessitam de colesterol e gorduras para sua auto-regeneração. É um fato científico que todo o tecido de ferida no organismo contém boa quantidade de colesterol.3

Outro fato científico é que o colesterol atua como antioxidante no organismo, tratando dos danos causados pelo radicais livres.4 Qualquer ferimento no organismo contém uma profusão de radicais livres, pois as células do sistema imune utilizam essas moléculas altamente reativas para destruir micróbios e toxinas.

Os excessos de radicais livres precisam ser neutralizados, e o colesterol é uma das substâncias naturais que realizam essa função.

Quando passamos por uma cirurgia, nossos tecidos são cortados e muitas pequenas artérias, veias e capilares são avariados. O fígado recebe um sinal muito forte desse estrago, então ele inunda o organismo com colesterol LDL para limpar e reparar todos os ferimentos dos vasos sangüíneos. É por essa razão que o colesterol fica elevado depois de qualquer procedimento cirúrgico. Após um tratamento dentário, além dos danos causados aos tecidos, grande quantidade de bactérias dos dentes e das gengivas acaba na corrente sangüínea, atacando as paredes internas dos nossos vasos. Mais uma vez, o fígado recebe um forte sinal da área afetada e produz uma abundância de colesterol reparador para cuidar do problema, então o colesterol do sangue se torna elevado.

A mesma coisa acontece quando temos uma infecção – o colesterol LDL se eleva para poder cuidar do ataque bacteriano ou viral.

Os nossos hormônios do stress são feitos do colesterol no organismo. As situações estressantes aumentam nossos níveis de colesterol no sangue, pois o colesterol está sendo enviado às glândulas supra-renais para produção dos hormônios do stress. Além disso, quando estamos sob stress, uma tempestade de radicais livres e outras reações bioquímicas prejudiciais ocorrem no sangue. Aí o fígado trabalha muito para produzir e enviar a maior quantidade possível de colesterol para enfrentar o ataque de radicais livres. Em situações como essa, a medição do colesterol no seu sangue será alta.

Em resumo, quando temos um alto nível de colesterol no sangue, isso significa que o organismo está lidando com algum tipo de estrago. A última coisa que devemos fazer é interferir nesse processo! Quando o estrago tiver sido reparado, o nível de colesterol no sangue irá baixar naturalmente.

Se estivermos com uma doença que produza danos constantemente, os níveis de colesterol estarão permanentemente elevados. Assim, quando um médico encontra o colesterol elevado num paciente, o que esse médico deveria fazer era procurar a causa. O médico deveria perguntar "O que estará causando estragos no organismo e fazendo com que o fígado tenha que produzir toda essa quantidade de colesterol para lidar com esses estragos?" Infelizmente, em vez desse procedimento sensato, nossos médicos são ensinados a atacar o colesterol.

Muitas ervas e plantas naturais, antioxidantes e vitaminas possuem a capacidade de reduzir o colesterol no sangue. Como fazem isso? Ajudando o organismo a remover os agentes agressores, sejam eles radicais livres, bactérias, vírus ou toxinas. Assim o fígado não precisa produzir tanto colesterol para cuidar do problema.

Ao mesmo tempo, vitaminas, minerais, antioxidantes, ervas e outros remédios naturais ajudam a curar o ferimento. Quando a ferida se cura, não há mais necessidade de altos níveis de colesterol, então o organismo o remove na forma de HDL, o chamado "bom" colesterol. É por isso que ervas, vitaminas, antioxidantes e outros remédios naturais aumentam os níveis de colesterol HDL no sangue.

Conclusão

O colesterol é uma das substâncias mais importantes do organismo. Não podemos viver sem ele, e muito menos funcionar bem sem ele. A perniciosa hipótese alimentos-coração difamou essa substância essencial. Infelizmente, essa hipótese tem servido extremamente bem a muitos interesses comerciais e políticos, de forma a garantir sua longa sobrevivência. Porém, a vida da hipótese alimentos-coração está chegando ao fim, à medida que nos conscientizamos de que o colesterol tem sido equivocadamente julgado culpado apenas por ter sido encontrado na cena do crime.

Natasha Campbell

Referências

1. Strauss, E. One-eyed animals implicate cholesterol in development. Science. 1998 Junho 5; 280(5639):1528-9.
2. Chavarro, J. I. e outros. A prospective study of dairy foods intake and anovulatory infertility. Human Reproduction, Edição 28, Fev 2007.
3. Pfohl, M. e outros. Upregulation of cholesterol synthesis after acute myocardial infarction – is cholesterol a positive acute phase reactant? Atherosclerosis. 1999 Fev; 142(2):389-93.4. Enig, M.G. Know your fats: The complete primer for understanding the nutrition of fats, oils and cholesterol. Bethesda Press, Silver Spring, MD, 2000.

Fonte: www.melnex.net

Colesterol

A manteiga, como todo alimento de origem animal (como o queijo e o leite), é rica em gordura saturada, que eleva o mau colesterol (LDL).

Sabe aquela gordurinha branca e firme quese forma sobre a carne guardada na geladeira?

É gordura saturada.

Retire-a antes de aquecer o alimento e emagreça seu prato.

A ciência comprovou

Salmão, atum, arenque e sardinha são excelentes remédios contra as doenças coronarianas, por serem ricos em ácidos graxos, como o ômega 3 (um tipo especial de gordura). Eles ajudam a manter as artérias limpas e evitam em até 50% os riscos de uma nova obstrução.

A ingestão de proteína de soja reduz as taxas de LDL. Assim, a introdução de pequena quantidade de proteína de soja na dieta diária (cerca de 20g, que equivalem a 50g de grãos), é suficiente para deixar seu sangue e seu coração em forma.

Atenção!

Combata já o colesterol ruim (LDL), pois, em alto níveis, ele é responsável pelas doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e arteriosclerose.

Mude o cardápio diário

Consuma carnes vermelhas como complementos de outros alimentos e, não, como “prato principal”
Dê preferência às carnes brancas magras, aves (sem pele) e peixes: consuma no mínimo, 3 a 4 vezes por semana
Consuma mais feijões, lentilha, ervilha, grão-de-bico, frutas, verduras, legumes e cereais integrais, pois são importantes fontes de fibras alimentares
Use pouco óleo no preparo de alimentos; prefira grelhados, assados, ensopados, em vez de frituras
Se comer fora de casa, não deixe de obedecer a sua dieta
Faça, pelo menos, 3 refeições por dia, não esquecendo de consumir leite ou iogurte desnatados
Consuma, no máximo, 2 gemas de ovo por semana
Evite sobremesas gordurosas, bolos e doces com chocolate
A atividade física regular ajuda a manter seu peso e os níveis de colesterol baixos
Os especialistas recomendam pelo menos 30 minutos de atividade física (caminhar, correr, nadar ou praticar esportes) 4 ou 5 dias na semana.

O organismo precisa do colesterol – tanto que o fabrica.

Ele exerce funções importantes como a produção de hormônios sexuais e de vitamina D. Contudo, quando em demasia, provoca doenças como a arteriosclerose, o entupimento das artérias.

Os triglicerídeos são gorduras que transitam no sangue e são transformadas m energia pelas células.

Também, nesse caso, o problema ocorre quando há um excesso deles na circulação, o que pode ser sinal de diabetes ou alguma disfunção no fígado. Há, ainda, a possibilidade do desenvolvimento de doenças cardíacas.

O que é colesterol?

É uma gordura que não se dissolve no sangue.

Para ser transportado até os tecidos e órgãos, precisa se ligar a outras substâncias, formando partículas maiores, chamadas lipoproteínas.

Os tipos de colesterol mais comuns são o HDL, também chamado de bom colesterol, que tem a função de conduzir o colesterol para fora das artérias até o fígado, onde será metabolizado.

O LDL (mau colesterol) transporta o colesterol por todo o organismo, favorecendo o seu depósito nas artérias. Ou seja, quanto mais HDL no organismo, melhor.

E, quanto menos LDL, melhor ainda.

O grande vilão

Recentemente, um novo estudo americano descobriu que, além das placas duras de gordura que se G o r d u ra acumulam nas artérias, há a formação de placas moles, Artéria que não causam sintomas e são imperceptíveis nos exames convencionais, como o ecocardiograma, o cateterismo ou o teste de esforço.

A pessoa não sente nada, até o momento em que é surpreendida pelo ataque cardíaco. O principal ingrediente dessa placa mole é o LDL. Esse mesmo estudo defende que o nível desejado de LDL esteja abaixo de 100 miligramas por decilitro de sangue, entre 60 e 70 dl.

O que são triglicerídeos?

São substâncias originárias do que comemos ou sintetizadas pelo fígado, e, depois, separadas em partes. Uma delas o organismo queima para gerar energia. O que sobra é remontado e armazenado como tecido adiposo – as gordurinhas do corpo.

Como detectar excesso de colesterol e triglicerídeos?

Por meio de exames de sangue. Eles devem ser feitos a cada 5 anos, a partir dos 20 anos de idade e, anualmente, após os 40 anos. Se há casos de colesterol e triglicerídeos altos na família, o controle deve começar na infância.

Lembre-se!

Colesterol e triglicerídeos altos nem sempre provocam sintomas e podem estar presentes em gordos e magros. Daí a importância dos exames de rotina.

E se meu HDL estiver baixo?

Faça exercícios! A prática regular de atividades físicas ajuda a elevar as taxas do bom colesterol, HDL, no sangue. Para isso, são necessários 40 minutos de exercícios aeróbicos todos os dias.

Estudos comprovam que o azeite de oliva, o salmão, as frutas oleaginosas (nozes e castanhas) e a linhaça podem aumentar o nível de HDL.

E para diminuir o LDL?

Para diminuir o mau colesterol, o LDL, e melhorar o sistema circulatório, evite gorduras saturadas e aumente o consumo de fibras.

Fonte: www.unimed-rio.com.br

Colesterol

As gorduras do bem

Devemos evitar as gorduras, certo ?

Bem... Não totalmente... Alguns tipos especiais de gorduras, como ômega-3 e ômega-6, são saudáveis e cruciais para um sistema imunológico forte e uma pele saudável.

A maioria dos alimentos possui mais de um tipo de gordura. Alguns, como nozes, possuem gordura mono-insaturada, ômega-6 e um pouco de ômega-3. Uma ótima combinação.

Outros possuem uma combinação prejudicial à saúde de gordura trans-saturada e saturada.

Tipos de gorduras

Trans-saturadas: Presentes em batata-frita, margarina e biscoitos amanteigados. Não trás nenhum benefício e aumenta o colesterol e risco de doença cardíaca. Evite-os.
Gorduras Saturadas:
Presentes em carnes gordas, laticínios e coco. Alguns tipos de gordura saturada encontradas em bife e manteiga podem entupir suas artérias. Limite-as a menos de 10% do total de sua ingestão de calorias.
Ômega 6
: Presente em óleos vegetais, sementes e nozes. Pode reduzir o LDL e o colesterol total, mas o alto consumo pode abaixar o do benéfico colesterol HDL. Limite a 10% do total de sua ingestão de calorias.
Ômega 3:
Presente em peixes gordurosos, óleos vegetais e nozes. Abaixa o nível de triglicérides e o colesterol total, mas o alto consumo pode retardar a coagulação sangüínea.
Gorduras Mono-insaturadas:
Presentes em azeite de oliva, abacate, amendoim. Abaixa o LDL e o colesterol total. Ingira a maior parte de gorduras desse tipo.

Frutos do mar como fonte de Ômega-3

Frutos do mar são uma excelente fonte de ômega-3. Esta gordura essencial, além de abaixar o nível de triglicerídeos e o colesterol total, ajudam a regular a coagulação, menstruação e outros processos no organismo.

Além de serem fonte de ômega-3, frutos do mar fornecem proteína, zinco, ferro e cobre, que ajudam os corredores a recuperar a musculatura após os treinos.

Um estudo do Jornal of the American Medical Association concluiu que comer peixe uma vez por semana pode reduzir pela metade o risco de ataque cardíaco súbito.

Abaixo uma tabela que mostra as melhores fontes de ômega-3 entre os frutos do mar:

Tabela de Ômega-3:

Quantidade de ômega-3

Boa

Ótima

Excelente

Bacalhau

Atum

Anchovas

Linguado

Ostra

Carpa

Hadoque

Tubarão

Arenque

Lula

.

Cavala

Camarão

.

Salmão

.

.

Sardinha

.

.

Esturjão

Gorduras como fonte de energia?

Gordura é uma fonte concentrada de energia. Enquanto cada grama de gordura contém 9 kcal, um grama de carboidratos contém em torno de 4 kcal. Além disso, nossas reservas de energias provenientes de gordura são muito mais abundantes. Em média um corredor tem mais de 60 mil calorias estocadas na forma de gordura contra menos de 2 mil de carboidratos. Sendo assim, gorduras são essenciais quando se está exercitando por longos períodos de tempo.

Exercícios de baixa intensidade utilizam gordura como pelo menos metade da fonte de energia. Isto porque, para usar gordura como energia, é preciso muito mais oxigênio do que o necessário na utilização de carboidratos. Assim, em exercícios de baixa intensidade nos quais há farto oxigênio, gordura é a principal fonte de energia. Como você pode verificar no gráfico abaixo, a utilização de gordura diminui à medida em que a intensidade do exercício aumenta.

Outro fator na utilização de gordura como fonte de energia é a duração da atividade física. Durante exercícios longos (mais de 90 minutos) de intensidade moderada (55-75% VO2 máximo), há um progressivo aumento da proporção de utilização de ácidos graxos em relação aos carboidratos como fonte de energia.

Atletas bem treinados utilizam mais gordura como fonte de energia. Sendo assim, eles economizam as reservas de glicogênio (reserva de carboidratos) conseguindo assim se exercitar por mais tempo. Um estudo mostrou que atletas de longa distância ao se exercitar a 80% do Vo2 max utilizavam apenas 65% da energia de carboidratos. Já os "não atletas" utilizavam 86% da energia de carboidratos ao se exercitarem na mesma intensidade.

Fonte: www.vivaplenamente.com

Colesterol

O que é colesterol: é um elemento do grupo dos lipídeos (gorduras) presente no nosso organismo. Ele é essencial para a vida, pois é utilizado na produção de hormônios, ácidos biliares e membrana celular. O nosso organismo sintetiza 70% do colesterol e apenas 30% provêm da alimentação. Apesar de ser importante para o organismo, em excesso, o  colesterol pode acumular nas paredes das artérias causando problemas cardiovasculares.

O excesso de colesterol, na maioria das vezes, ocorre por causa de uma alimetação desequilibrada (rica em gordura satarada) e pela falta de atividade física. O colesterol elevado pode ocorrer também por causas genéticas. Nesse caso, é mais difícil o controle somente através de uma alimentação balanceada, sendo necessário, muitas vezes, o uso de medicação (sempre com orientação médica).

Pessoas com LDL (“colesterol ruim”) alto e HDL (“colesterol bom”) baixo apresentam maiores riscos de desenvolver doenças cardiovasculares.

Valores de referencia dos lipídeos para indivíduos > 20 anos de idade
Lipídeos Valores Categoria
Colesterol total < 200 Ótimo
200-239 Limítrofe
=240 Alto
LDL-colesterol <100 Ótimo
100-129 Desejável
130-159 Limítrofe
160-180 Alto
=190 Muito alto
HDL-colesterol < 40 Baixo
> 60 Alto
Triglicerídeos <150 Ótimo
150-200 Limítrofe
201-499 Alto
=500 Muito alto

Para o controle do colesterol:

Elimine da sua dieta ou consuma com moderação:

Alimentos ricos em gordura saturada: restrição na ingestão de gordura animal (carnes gordurosas, leite e derivados) polpa de côco e de alguns óleos vegetais (dendê e côco) no preparo dos alimentos;
Alimentos ricos em gordura trans:
margarinas, óleos e gorduras hidrogenadas, e shor-tenings, estes definidos como gorduras industriais presentes em sorvetes, chocolates, pães recheados, molhos para salada, maionese, cremes para sobremesas e óleos para fritura industrial.
Alimentos ricos em colesterol:
vísceras (fígado, miolo, miúdos), leite integral e seus derivados (queijo, manteiga, creme de leite), biscoitos amanteigados, croissants, folhados,

Alimentos recomendados:

Frango sem pele, peru, peixes sem pele, carnes magras, proteína texturizada de soja (“carne de soja”.
Leite desnatado, queijo magros, iogurte desnatados.
Alimentos integrais (farinha integral, pães integrais, cereais integrais, etc), farelo de aveia, linhaça.
Clara de ovo.
Alho, cebola, verduras cruas, frutas com casca e com bagaço.
Azeite (com moderação).
Chá de ervas.
Feijão, soja e outras leguminosas.

Á Pacientes com níveis aumentados de colesterol, devem consumir café somente filtrado, para evitar a ingestão de substâncias presentes nos grãos que contribuem para a elevação do colesterol.

Fonte: www.acmbrasilia.com.br

Colesterol

Colesterol
Colesterol

Níveis elevados de colesterol estão associados com aterosclerose e doenças coronarianas. As recomendações dietéticas habituais são para uma ingestão diária de colesterol inferior a 300 mg, quantidade que representa cerca de 50% da quantidade ingerida pelos norte-americanos.

O colesterol, popularmente chamado de gordura do sangue, é uma substância gordurosa, esbranquiçada e sem odor. Não existe nos vegetais, apenas no organismo dos animais. Em pequenas quantidades, é necessário para algumas funções do organismo; em excesso, causa problemas.

Encontrado em todas as células do organismo, é utilizado para a produção de muitas substâncias importantes, incluindo alguns hormônios e ácidos biliares.

O aumento do colesterol

Muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida, porém, um dos fatores mais comuns é a dieta.

A dieta rica em colesterol inclui grandes quantidades de alimentos de origem animal: óleos, leite não-desnatado e ovos. As gorduras, sobretudo as saturadas, contribuem para o problema do colesterol elevado.

A gordura saturada é um tipo de gordura que, quando ingerida, aumenta a quantidade de colesterol no organismo. Está presente principalmente em alimentos de origem animal. A carne vermelha, mesmo quando aparentemente "magra", possui moléculas de colesterol entre suas fibras e deve ser evitada. As margarinas light ou diet devem ser as escolhidas em substituição à manteiga.

As gorduras insaturadas estão presentes principalmente em alimentos de origem vegetal. Elas são essenciais ao organismo, mas o corpo humano não tem condição de produzi-las, sendo utilizado o processo alimentar. A substituição de gorduras saturadas por insaturadas na dieta pode auxiliar a reduzir o colesterol no sangue. Por isso, quando quiser deixar o pão mais saboroso, prefira a margarina light ou diet à manteiga.

O bom e o mau colesterol

Podemos dizer que existem vários tipos de colesterol circulando no sangue. O total da soma de todos eles chama-se "Colesterol Total".

Como já vimos, colesterol é uma espécie de "gordura do sangue", e como gorduras não se misturam com líquidos, o colesterol é insolúvel no sangue.

Por isso, o colesterol precisa da "carona" de certas proteínas para cumprir as suas funções. A associação dá origem às chamadas lipoproteínas, essas sim, são aptas a viajar por todo o organismo via corrente sangüínea.

As lipoproteínas - ou apenas colesterol - assume algumas formas, sendo divididas em "bom colesterol" (HDL - high density, ou alta densidade) e "mau colesterol" ( LDL - low density ou baixa densidade). Pesquisas provaram que o bom colesterol (HDL), retira o colesterol das células e facilita sua eliminação do organismo.

Por isso é benéfico ao organismo.

Já o mau colesterol (LDL), faz o inverso: ajuda o colesterol a entrar nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias sob a forma de placas de gordura. Justamente por isso traz diversos malefícios.

Os níveis de colesterol

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:

Colesterol Total - abaixo de 200mg/dL de sangue;
Bom Colesterol (HDL) -
acima de 35mg/dL de sangue;
Mau Colesterol (LDL) -
abaixo de 130mg/dL de sangue.

O que fazer para diminuir o nível do mau colesterol

Além de uma alimentação equilibrada, há outras maneiras de evitar o aumento do colesterol e até mesmo diminuí-lo:

Fazer exercícios físicos - a atividade física pode ajudá-lo a emagrecer e a diminuir suas tensões. Controlando o peso, fazendo exercício ou praticando esporte, você se sente melhor e diminui o risco de infarto;
Não fumar -
o cigarro é um fator de risco para doença coronária. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos;
Evitar o estresse -
uma vida com menos estresse também, diminui o risco de infarto. Procure transformar suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação;
Fazer uma dieta com baixos níveis de gordura e colesterol -
seja rigoroso no controle da alimentação. Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal têm colesterol.

Portanto, dê preferência a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos.

Alimentos que ajudam a diminuir e a aumentar o colesterol

Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados.

Para isso, preste atenção nas duas listas abaixo:

Alimentos ricos em colesterol

Bacon
Chantilly
Ovas de peixes
Biscoitos amanteigados
Doces cremosos
Peles de aves
Camarão
Queijos amarelos
Carnes vermelhas "gordas"
Gema de ovos
Sorvetes cremosos
Creme de leite
Lagosta
Vísceras

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol

Aipo
Couve-de-bruxelas
Bagaço da laranja
Ameixa preta
Ameixa preta
Couve-flor
Mamão
Amora
Damasco
Mandioca
Azeite de oliva
Ervilha
Pão integral
Aveia
Farelo de aveia
Pêra
Cenoura
Farelo de trigo
Pêssego
Cereais integrais
Feijão
Quiabo
Cevada
Figo
Vegetais folhosos

Pronto, você já sabe o que é o colesterol e como evitá-lo. Na próxima vez que for fazer suas compras, opte por alimentos que ajudem a diminuir o colesterol e pense duas vezes antes de faltar à academia. Seu corpo agradece duplamente!

Fonte: www.hgjaf.se.gov.br

Colesterol

Quando você faz um exame de colesterol, os resultados dão o valor do colesterol total e os de três frações: HDL, LDL e VLDL.

Muitos chamam o HDL de colesterol "bom" e o LDL de "ruim".

O mecanismo central da arteriosclerose é a deposição de colesterol na parede das artérias.

Nesse processo, estão envolvidas praticamente todas as lipoproteínas, entre as quais as citadas acima: HDL, LDL e VLDL.

Nas pessoas saudáveis, essas lipoproteínas distribuem e reciclam o colesterol. A deposição do colesterol na parede das artérias envolve as frações LDL e VLDL. Ao contrário, sua retirada da parede arterial é executada pela fração HDL.

Nosso objetivo, no momento, é ajudá-lo a controlar os níveis de colesterol como prevenção das doenças cardiovasculares, principal causa de morte nas sociedades industrializadas.

Para isso é fundamental caracterizar dois parâmetros: os fatores de risco e os limites para os valores do colesterol.

Fatores de risco

Como as heranças patrimoniais, a genética não prima pela imparcialidade. Tive um doente de 64 anos que ingeria uma dúzia de ovos cozidos todos os dias, desde os 18 anos, e tinha colesterol total sempre abaixo de 150. Outros não podem sequer olhar para um vidro de maionese. Os genes que herdamos de nossos antepassados trazem com eles fatores de risco variáveis para doença cardiovascular.

De acordo com o National Cholesterol Education Program, os principais fatores de risco são os da tabela 1:

1 - IDADE
      - Homens: 45 anos
      - Mulheres:Depois da menopausa
2 - FUMO
3 - HIPERTENSÃO
      Mesmo quando tratada
4 - DIABETES
5 - HISTÓRIA DE DOENÇA CARDIOVASCULAR EM PARENTES DE PRIMEIRO GRAU
      Doenças instaladas em parentes masculinos
      antes dos 55 anos de idade ou em parentes
      femininos com menos de 65 anos.
6 - NÍVEIS DE HDL ABAIXO DE 35 MG POR DL

Pela tabela, um homem aos 50 anos, cujo pai teve infarto do miocárdio aos 53 anos, tem dois fatores de risco: idade e parentesco. Se ele for fumante e tiver HDL = 30, passa para quatro fatores e dobra o risco, embora possa considerar-se gozando de saúde perfeita.

Para manter adequados os níveis de colesterol e reduzir o risco de ataques cardíacos ou de outras enfermidades circulatórias, há duas medidas universais: controle do peso corpóreo e prática de atividade física. Quando estas falham, os médicos aconselham reduzir a quantidade de gordura na alimentação e, eventualmente, prescrevem medicamentos.

A tabela 2 estabelece a estratégia para indicar restrição de gordura na dieta e o momento em que o tratamento medicamentoso deve ser introduzido:

Número de
fatores
de risco
Limiar para
início
de dieta
Limiar para
início de
medicamenteos
colesterol*
colesterol*
Total
LDL
Total
LDL
Zero a 1 240
160
275
190
Igual ou maior que 2
200
130
240
160
Portador de doença cardiovascular
160
100
200
130

A combinação das duas tabelas mostra que não há valores fixos para orientar o controle do colesterol. Um homem de 50 anos (ou mulher na menopausa), com colesterol total = 220 e LDL = 140, não precisa restringir gordura na dieta nem tomar medicamentos, desde que não tenha outro fator de risco.

Se for fumante, por exemplo, terá dois fatores de risco e cairá na faixa dos que necessitam de restrições dietéticas. Se for portador de doença cardiovascular, o mesmo homem de 50 anos (ou mulher na menopausa) irá para o grupo dos que devem tomar remédio.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

Colesterol

Colesterol e triglicérides: quais são os seus riscos?

Você não pode olhar por dentro de suas artérias e verificar se o caminho que o sangue circula constantemente se encontra livre, limpo e saudável, como deve ser.

Um exame de seu sangue serve, literalmente, como uma "olho" dentro das artérias, procurando agentes causadores de problemas que possam oferecer ao médico a medida exata quanto você já caminhou em direção a um ataque cardíaco.

Para isso, os testes de colesterol e triglicérides se encontram amplamente disponíveis.

Outro três testes, chamados de testes promissores (Homocisteína, Lipoproteína-a e Padrão LDL), ainda precisarão de alguns anos até que se transformem em exames de rotina.

Colesterol

É uma sustância que existe em todas as partes de seu corpo: cérebro, músculo, ossos e coração. É o "bom" colesterol. E o corpo necessita somente de um pouco dele para funcionar normalmente.

O colesterol adicional, proveniente de mal funcionamento do organismo ou de má alimentação, faz com que a gordura se acumule nas paredes os vasos sanguíneos, obstruindo as artérias e impedindo que o sangue flua através delas. Se não for tratado a tempo pode ocasionar ataques do coração e derrames cerebrais.

Colesterol Bom e Ruim

Há três espécies de colesterol (também chamados lipoproteínas) em seu sangue: o colesterol de alta densidade (HDL), o colesterol de baixa densidade (LDL) e o colesterol de muito baixa densidade (VLDL).

O HDL é o chamado de "bom colesterol", porque ele impede que o colesterol se acumule nas artérias.

O LDL é o "mau colesterol", pois em altos níveis pode aumentar seu risco de um ataque cardíaco ou derrame. Hoje, os especialistas costumam dizer que o risco não se deve aos índices de colesterol total, e sim à alta proporção de colesterol "ruim" em relação ao "bom" colesterol.

Diagnóstico do Colesterol

Se você tem mais de vinte anos, o diagnostico se faz por meio de exames regulares de sangue, solicitados pelo seu medico. Com os resultados, ele avaliará sua taxa de colesterol.

Níveis perigosos de LDL: acima de 160.
Limite:
130-160.
Meta para pessoas de alto risco:
abaixo de 95.

Triglicérides

A inatividade, o excesso de peso e uma dieta rica em carbohidratos refinados (álcool, doces, massas, pão branco) podem fazer disparar a taxa de triglicérides do seu sangue.

Para baixar os níveis sem precisar fazer uso de medicação, policie o que come, faça exercícios e livre-se da flacidez, especialmente da que se localiza em volta da cintura.

Níveis perigosos: acima de 200.
Níveis desejáveis: abaixo de 200.
Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 70.

Lembre-se!

Colesterol e triglicérides não apresentam sintomas. Sem o exame de sangue você não saberá se tem taxa alta de gordura, até que tenha um ataque cardíaco ou um derrame.

Homocisteína

A quantidade desse aminoácido modificado em seu sangue eleva-se após a ingestão de uma refeição rica em proteínas. Altas concentrações dessa substancia parecem gerar problemas para as artérias.

Níveis perigosos: acima de 14.
Limite:
10-14.
Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 15

Lopoproteína-a

Essa forma particular de LDL parece impedir que os coágulos se dissolvam e estimular o sobrecrescimento de células da musculatura lisa dentro das paredes das artérias.

Níveis perigosos: acima de 25.
Limite: 15-25.
Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 15.

Recomendações:

Seu nível de colesterol está alto, você deverá seguir recomendações médicas que poderão incluir:

Exercícios: ajudam a aumentar a taxa de "bom colesterol", que auxilia o organismo a eliminar o colesterol desnecessário. Você também baixará de peso, o que é ótimo.
Medicamentos: quando a dieta não ajudar a baixar a taxa de colesterol, seu médico lhe indicará medicamentos para isso.
Dieta: alimentos pobres em gordura, como leite desnatado, carnes magras, frango sem pele, peixes, frutas, vegetais, arroz e feijão. Todos cozidos com pouco ou nenhum óleo. Evite frituras e gemas de ovos.
Fumo: fumar, ter colesterol alto e ingerir álcool em excesso podem causar sérios danos aos seus vasos sangüíneos.
É melhor evitar, totalmente, álcool e fumo!

Atenção!

A pressão e o colesterol altos são as causas principais dos ataques cardíacos. Quanto maior for a taxa de colesterol, maior probabilidade de se ter pressão alta.

Fonte: www.webmedicos.com.br

Colesterol

Colesterol: o bom, o mau e a média

De uma forma geral, o colesterol está relacionado com uma conotação negativa, e de certo modo merece-a, uma vez que um elevado nível sanguíneo, constitui um fator de elevado risco nas patologias cardíacas. Uma dieta equilibrada e um estilo de vida saudável podem reduzir este risco. Contudo, o colesterol também tem um papel importante na manutenção de um organismo saudável.

O que é o Colesterol?

O colesterol é uma substância de consistência similar às ceras que, juntamente com as gorduras e os óleos, pertence à família dos lípidos. O colesterol é essencial para todas as células do nosso organismo e desempenha um papel de especial importância na formação das células cerebrais, das células nervosas e de certas hormonas. Apesar de alguns alimentos serem um veículo de colesterol, a maior parte do colesterol do nosso organismo é fabricado no próprio fígado.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, na população europeia, os níveis médios de colesterol total variam, no caso dos homens, entre os 4,5 mmol/L (milimoles por litro) na Turquia e os 6,2 mmol/L na Servia e Montenegro; e, no caso das mulheres, entre os 4,6 mmol/L na Turquia e os 6,1 mmol/L na Noruega.

O nível total de colesterol recomendado para a população em geral é <5,0 mmol/L, no entanto, para as pessoas com problemas cardíacos, o nível recomendado é <4,5 mmol/L2.

O Colesterol e a Saúde

Os níveis elevados de colesterol no sangue (hipercolesterolémia) constituem um fator de elevado risco para o desenvolvimento de doença coronária, o que pode conduzir a enfartes e ataques cardíacos, e que, no seu conjunto são as principais causas de morte na Europa3.

Existem dois tipos principais de colesterol: O colesterol HDL (lipoproteína de elevada densidade) e o colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade).

O colesterol LDL, popularmente conhecido como “mau” colesterol, transporta a gordura pelo organismo. É grande, esponjoso e pegajoso, e, se as circunstâncias forem favoráveis, este pode ficar preso nas paredes das artérias e acumular-se, fazendo com que estas fiquem mais estreitas ou constringidas (processo a que se chama artereoesclerose). Esta alteração, em última análise, pode fazer com que o sangue tenha tendência em coagular. Caso se forme um coágulo (trombo), este pode bloquear a artéria que se encontra constringida (trombose), podendo provocar ataques cardíacos ou enfartes cerebrais. Apesar do colesterol LDL ser produzido naturalmente pelo organismo, existem algumas pessoas que o produzem em excesso, e também a dieta pode influenciar as suas quantidades circulantes.

O colesterol HDL, também chamado de “bom” colesterol, recolhe a gordura e devolve-a ao fígado. Ao possuir um elevado nível de colesterol HDL, diminui a probabilidade da gordura se depositar nas artérias.

A existência de uma proporção elevada de HDL: LDL no organismo (que significa ter um nível elevado de colesterol HDL relativamente ao nível de colesterol LDL), protege-o contra patologias cardíacas.

O fato de uma pessoa ser fisicamente ativa, assim como o consumo de gorduras saudáveis, contribui para o aumento do nível de colesterol HDL.

Alimentação, Estilo de Vida e Colesterol

Existem vários fatores que influenciam os níveis de colesterol no sangue, sendo que entre eles uma alimentação equilibrada, um peso saudável e a atividade física, que contribuem para a manutenção dos níveis normais de colesterol.

O Colesterol presente nos Alimentos

Alguns alimentos (ovos, fígado, rins e gambas) contêm colesterol de forma natural (colesterol alimentar). Na maioria dos casos, o colesterol presente nos alimentos não influencia os níveis de colesterol no sangue da mesma forma que a quantidade e o tipo de gorduras consumidas na alimentação, no entanto, algumas pessoas podem ser mais sensíveis ao consumo elevado de colesterol alimentar.

As Gorduras presentes nos Alimentos

As gorduras alimentares são normalmente divididas em saturadas e insaturadas. De uma forma geral, a maioria das gorduras saturadas elevam os níveis totais de colesterol e de colesterol LDL. Este tipo de gorduras pode ser encontrado nas manteigas e banha (assim como alimentos produzidos a partir destes, incluindo os produtos de pastelaria), produtos cárneos (paio, salsichas, pastéis de carne), natas, queijos e alimentos com óleo de coco ou palma. Algumas gorduras insaturadas podem ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL, e, de uma forma geral, será benéfico substituir as gorduras saturadas pelas insaturadas. Entre os alimentos que contêm gorduras insaturadas na sua constituição estão as gorduras de origem vegetal e similares (azeite, óleo de colza), o peixe gordo (como a cavala, o salmão e o arenque), os frutos secos e o abacate.

Outro tipo de gorduras, as gorduras trans, podem ser encontradas em alimentos que contêm gorduras parcialmente hidrogenadas (por exemplo, alguns produtos de pastelaria ou bolachas), ainda que, mesmo assim, muitas empresas europeias tenham reduzido o nível de gorduras trans a um mínimo. As gorduras trans podem elevar o nível de colesterol LDL (“mau”colesterol). Ao contrário das gorduras saturadas, as gorduras trans conduzem a uma diminuição no nível de colesterol HDL (“bom” colesterol) bem como um aumento do nível de triglicéridos no sangue, sendo que ambas estão associadas ao elevado risco de doença coronária. Estes efeitos negativos podem ocorrer com um consumo, a longo prazo, na ordem dos 5-10 g de gorduras trans por dia.

Para além de consumir as gorduras adequadas, é também aconselhável tentar reduzir, globalmente, a quantidade de gorduras utilizada na confecção dos alimentos, assando, grelhando, cozendo, escalfando ou cozinhando a vapor, em vez de fritar, e reduzir o consumo de alimentos ricos em gorduras. Tome atenção à informação nutricional nos rótulos dos alimentos, de forma a comparar os níveis e tipos de gorduras nos produtos, em especial as gorduras saturadas4,5.

Uma boa escolha de alimentos

Do mesmo modo que o controlo sobre as gorduras que ingerimos ajuda, existem outros alimentos que podem também contribuir para manter níveis saudáveis de colesterol.

Comer bastantes frutas e vegetais, alimentos contendo fibra solúvel (por exemplo, aveia, lentilhas, feijões e ervilhas), frutos secos (como as amêndoas) bem como a soja, pode ser benéfico.

Devemos ter em atenção que os produtos que temos no mercado que contêm adição de estanóis de origem vegetal são pensados para pessoas que apresentam elevados níveis de colesterol, não sendo desenvolvidas para pessoas com níveis saudáveis deste. Os cientistas descobriram que manter uma dieta saudável e equilibrada, de baixo consumo de gorduras, incluindo um “portfolio” dos alimentos supra mencionados, pode reduzir os níveis de colesterol em 20%6.

Referências

1. WHO (2006). WHO global infobase online. Disponível em: http://www.who.int/infobase/report.aspx?rid=112&ind=CHO
2. Policy Analysis Centre (2007). European Cholesterol Guidelines Report. Disponível em: http://www.policy-centre.com/downloads/European-Cholesterol-Guidelines07.pdf
3. European cardiovascular disease statistics; 2008 edition. European Heart Network, Bruxelas, 2008. Disponível em: http://www.ehnheart.org/ files/EU%20stats%202008%20final-155843A.pdf
4. Hunter JE. (2006). Dietary trans fatty acids: review of recent human studies and food industry responses. Lipids 41(11):967-92
5. Stender S, Dyerberg J, Astrup A. (2006). High levels of trans fat in popular fast foods. New England Journal of Medicine 354:1650-1652
6. Jenkins DJA, Kendall CWC, Marchie A, Faulkner DA, Wong JMW, de Souza R, Emam A, Parker TL, Vidgen E, Trautwein EA, Lapsley KG, Josse RG, Leiter LA, Singer W, Connelli PW. (2005). Direct comparison of a dietary portfolio of cholesterol lowering foods with a statin in hypercholesterolemic participants. American Journal of Clinical Nutrition 81:380-7

Fonte: www.eufic.org

Colesterol

Quando e quem deve fazer um check-up?

De uma maneira geral, homens acima dos 35 anos e mulheres acima dos 40 anos deveriam fazer um exame inicial que compreenderia:

Consulta médica
Eletrocardiograma de repouso
Dosagens de glicose e colesterol

Deveriam fazer mais cedo as pessoas que tem fatores de risco para doenças do coração que são:

Fumo
Diabetes
Pressão alta
Herança genética (Pais ou irmãos com doença do coração ou circulação)
Sedentarismo

Colesterol alto

Nestes casos os exames deveriam começar mais cedo e ter um acompanhamento mais freqüente.

O que é colesterol?

O colesterol é uma substância fundamental para o funcionamento do nosso organismo e seu nível ideal no sangue é abaixo de 200mg/l.

O colesterol no sangue é a soma de dois componentes:

HDL

Fração protetora (colesterol bom) que quanto mais alta melhor para a pessoa. Diminui com o cigarro e o sedentarismo. Aumenta com a prática de exercícios, ingestão de peixe e doses pequenas de vinho.

LDL

Fração Aterogênica (colesterol ruim) que penetra na parede dos vasos e que após alguns anos provoca o entupimento das artérias prejudicando a circulação nos órgãos mais afetados (cérebro, coração e rins).

O que aumenta o colesterol?

Existem fatores genéticos que inclusive explicam porque a doença cardíaca pode ser hereditária, e também da dieta.

Basicamente é a ingestão de alimentos de origem animal que irá influenciar no aumento de colesterol, como exemplos mais comuns temos: ovos, carnes vermelhas, chocolate, nata, manteiga, creme de leite, queijos amarelos e os alimentos fritos contêm valores altos de colesterol. O controle dos hábitos alimentares são fundamentais para um controle adequado nos níveis de colesterol.

O que eu posso comer ou devo evitar?

Devemos evitar, em princípio, qualquer tipo de gordura animal, e também verificar a forma de preparo das refeições.

Portanto é fundamental reduzir o consumo das carnes vermelhas, abolir a gema de ovo e aumentar carnes brancas e peixes.

Deveríamos abolir as frituras, preparando os alimentos assados ao forno, cozidos, ou grelhados. Os óleos recomendados seriam os vegetais, em especial o de milho, de girassol ou de canola, sendo discutidos os efeitos do óleo de oliva.

Recomenda-se aumentar a ingestão de fibras como aveia, ceriais, leite e iogurte desnatados e, sem dúvida nenhuma, complementar com a prática freqüente de exercícios.

Fonte: www.pucrs.br

Colesterol

O QUE É COLESTEROL?

O colesterol é uma gordura essencial para o organismo. Está presente nos alimentos e também é formado em vários tecidos orgânicos, incluindo o fígado.

Nosso organismo fabrica todo o colesterol que precisamos. Portanto, uma alimentação rica em gordura saturada e colesterol podem causar elevação nos níveis de colesterol em nosso sangue.

O colesterol total é uma combinação de níveis de HDL, LDL e triglicérides.

LDL (lipoproteína de baixa densidade): o colesterol “ruim” pode aderir às paredes das artérias, dificultando a passagem do sangue. Quanto mais elevado for o seu nível no sangue, mais elevado é o risco de doença cardíaca.

HDL (lipoproteína de alta densidade): o colesterol “bom” ajuda a remover o excesso de colesterol do sangue. Quanto mais elevadas suas taxas de HDL, melhor pra sua saúde. O ideal é que elas sejam superiores a 35mg/dL.

Triglicérides: são gorduras presentes na circulação sanguínea, que se elevam após a ingestão de alimentos gordurosos. Níveis altos de triglicérides, somados a elevados níveis de LDL, também podem aumentar o risco de doença coronariana.

COMO CONTROLAR SEU COLESTEROL?

Controle seu peso moderando o consumo de doces concentrados, massas em geral, refrigerantes, pães, bolos, tortas, biscoitos.
Pratique exercícios:
a atividade física é fundamental!
Fracione suas refeições, faça de 5 a 6 refeições ao dia e com pequeno volume.
Consulte o rótulo dos alimentos industrializados que você utiliza. Dê preferência aos que tiverem menos gordura e colesterol.
Prefira frutas cruas com casca, vegetais crus e cozidos, pois há maior quantidade de fibras que ajudam a diminuir o colesterol.
Prefira leite desnatado, queijos brancos, margarinas cremosas (lights/halvarinas), peixes sem couro, aves sem pele e cortes magros de carne de boi.
Prefira óleos vegetais insaturados:
canola, girassol, soja, milho e azeite de oliva.
Dê preferência s preparações assadas, cozidas, ensopadas ou grelhadas.
Inclua também na dieta:
feijão, lentilha, grão de bico, soja, ervilha, feijão branco, milho verde.
Prefira o consumo de alimentos integrais, como:
pães integrais, cereais, aveia, pois possuem mais fibras.

FIQUE ATENTO!

Alimentos Ricos em Colesterol ou que Podem Aumentar o Colesterol:

Carnes gordurosas em geral.
Porco (banha, carne, toucinho, bacon, torresmo).
Frituras com qualquer tipo de gordura.
Frutos do mar (camarão, mexilhão, ostras).
Vísceras em geral (fígado, moela, miolo, rim, dobradinha, coração).
Lingüiça, salame, mortadela, presunto, salsicha.
Leite integral, creme de leite, manteiga, nata, maionese.
Queijos amarelos tipo parmesão, prato, mussarela ou provolone.
Pele de frango, couro de peixe, caldo de mocotó, rabada.
Quitandas preparadas com banha.
Chocolates e derivados, biscoitos amanteigados, croissants...

ATENÇÃO!!!!!

Alimentos que ajudam no controle do colesterol:

Além da dieta com pouca gordura, existem alguns alimentos que possuem funções que vão além de nutrir o organismo.
A comunidade científica está estudando vários alimentos, para que se possa realmente afirmar quais fazem bem à saúde e ajudam a diminuir o colesterol.

Conheça alguns deles:

Aveia: As fibras presentes na aveia possuem propriedades importantes na redução do colesterol. O farelo da farinha tem efeito significativo na queda do colesterol total e do LDL. Recomenda-se o consumo de 40 gramas de farelo de aveia ou 60 gramas de farinha de aveia para obter efeitos positivos sobre a diminuição do colesterol.
Linhaça:
A linhaça é um alimento vegetal único que oferece benefícios para a saúde do coração. Há estudo que comprova que o consumo de bolinhos e pães contendo 38 gramas dessa fibra ou de sementes de girassol por seis semanas foi suficiente para reduzir de forma significativa o colesterol total e o LDL. Existem dois tipos de linhaça, a marrom e a dourada. A marrom é cultivada em regiões de clima quente e úmido como o Brasil, a dourada é plantada em regiões frias como o norte dos Estados Unidos e o Canadá e mostra-se superior na redução do colesterol.
Nozes:
Reduzem o colesterol total e LDL, trazendo saúde ao coração. Amêndoas, castanha-do-pará, pistache, avelã, assim como nozes, são ótimos no combate ao colesterol. Mas é preciso ter cuidado com as calorias, já que esses alimentos são oleosos e por isso, bastante calóricos.
Soja:
Estudos científicos comprovam a eficácia desse alimento na diminuição do colesterol. Pacientes que tiveram dietas com proteína da soja em substituição proteína animal obtiveram redução significativa de colesterol total, LDL e triglicérides. Recomenda-se o consume de 25 gramas por dia pra a obter a redução do colesterol. O mercado oferece diversos alimentos à base de soja, na forma de queijo (tofu), óleo, leite ou extrato, carne (ou proteína texturizada), grão, soja torrada, entre outros.
Fitoesteróis:
São componentes naturais presentes apenas em alimentos de origem vegetal que possuem capacidade de diminuir a absorção do colesterol no intestino, consequentemente reduzem as taxas de colesterol total e LDL.
Pro bióticos:
São organismos vivos que atuam no equilíbrio das bactérias intestinais, diminuindo o colesterol plasmático e o risco de câncer e diarréias. Podem ser encontrados em alimentos industrializados, como os leites fermentados ou na forma de cápsulas ou pó.

SAIBA QUAIS SÃO OS “LIMITES” DE COLESTEROL!!

Colesterol total Colesterol ruim (LDL) Colesterol bom

(HDL)

Alto Acima de 240 Acima de 160 Quanto maior o nível, melhor
Limítrofe De 200 a 239 De 130 a159 Quanto maior o nível, melhor
Desejável Abaixo de 200 Abaixo de 130 Acima de 35

Fonte: www.cardiologiagrandini.com.br

Colesterol

Um dos males mais comentados e condenados nos últimos tempos: o colesterol!

De fato, o colesterol LDL ou “mau colesterol”, vem chamando atenção pelos altos níveis que grande parte da população apresenta e o pior, sendo que a maioria nem suspeita pela ausência de sintomas. Estudos, pesquisas, testes e análises confirmam a cada momento que o LDL colesterol alto é a conseqüência não só de fatores genéticos, mas também de hábitos alimentares inadequados, sedentarismo, obesidade e estresse.

E diante de tantos resultados obtidos durante décadas de estudos sobre este mal foram confirmadas as seguintes premissas.

Altos níveis de colesterol causam :

Doenças cardiovasculares: infartos, ateromas,derrames
Esteatose hepática
Hipertensão
Alguns tipos de câncer
Levam até à depressão.

Por todos esses males é que o colesterol vem sido fortemente combatido através da evolução dos medicamentos, das terapias alternativas, da prática de bons hábitos alimentares e atividades físicas.

Porém vale lembrar que o colesterol em quantidades adequadas é essencial para a saúde, uma vez que é parte integrante de todas as células do nosso organismo formando as membranas e tornando-as mais fluidas, o que perimite mais facilmente a entrada e saída de substâncias. Os neurônios são formados por ele, permitindo a transmissão dos impulsos nervosos mais eficiente. É matéria prima na formação de vários hormônios como o cortisol, testosterona, progesterona e aldosterona . Devido a tantas funções essenciais a sábia natureza delegou 70 % da fabricação do colesterol de responsabilidade endógena, ou seja, o fígado é o principalmente orgão que o fabrica mediante a necessidade. Os 30 % restantes são de responsabilidade alimentar.

O colesterol é transportado por lipoproteínas para cada parte do corpo enquanto é metabolizado. Essas lipoproteínas transportadoras do colesterol são o HDL, LDL, VLDL. Cada uma destas possui uma porcentagem de colesterol, sendo que a LDL é a lipoproteína que, quando analisada e verificada que está em grande concentração na corrente sanguínea, preocupa os médicos, pois ela é a responsável por formar as placas de gorduras nas artérias. Assim, quanto menor for sua concentração, melhor para a saúde do indivíduo.Porém a HDL é responsável em levar o colesterol que esta sobrando na circulação para o fígado, garantindo assim níveis normais.

Portanto, o desafio é tentar manter níveis adequados de LDL (abaixo de 100 mg/dl) para que os riscos à saúde também diminuam e altos níveis de HDL (acima de 40 para homens e 60 mg/dl para mulheres). Os fatores que podem cada vez mais diminuir as concentrações de LDL no sangue é a prática de uma alimentação saudável com baixo teor de gorduras saturadas e carboidratos simples, rica em fibras através de vegetais, cereais integrais e frutas, gorduras boas e atividade física regular, a qual tem forte responsabilidade de aumentar o HDL. Assim, as chances de desenvolver qualquer patologia cardiovascular será cada vez menor.

A cada momento descobre-se substâncias bioativas em alimentos como frutas, cereais, verduras, grãos, que agem efetivamente em nosso organismo. Um dos motivos que se analisam os poderes dos alimentos é que estes são de fácil acesso à todos e bem menos custoso financeiramente que muitos medicamentos, sem contar que são saborosos!

Para nosso coração cada vez mais tornar-se saudável, portanto, o segredo é muito simples: alimentação saudável + exercícios físicos + estilo de vida.

Tem-se que 40% dos brasileiros hoje se encontram no chamado grupo de risco mediano. É aquele pessoal que está com vários quilos a mais, fuma e tem a pressão um tanto elevada. Quem está no grupo de risco mediano tem de 10% a 20% de probabilidade de se tornar refém de males cardiovasculares no intervalo de uma década.

Mas o que grande parte da população NÃO sabe é que ter o colesterol em níveis adequados é fundamental !!

Altos níveis de HDL na corrente sanguínea promovem:

Menos riscos de complicações coronarianas
Protege o coração
Melhora a memória
É antioxidante
É antiinflamatório

Para alcançarmos este equilíbrio seguem alguns alimentos com as respectivas quantidade de colesterol.

ALIMENTO QUANTIDADE DE COLESTEROL
1 bife de fígado (100 g) 389 mg
1 ovo 274 mg
1 pires de camarão refogado (100 g) 195 mg
1 porção de moela de frango (100 g) 194 mg
1 bife de picanha (100 g) 100 mg
1 bife de filé mignon (100 g) 95 mg
4 fatias de pizza de mussarela 92 mg
1 lagosta cozida 72 mg
1 Big Mac* 54 mg
1 bife de frango (100 g) 52 mg
1 copo de leite integral (200 ml) 28 mg
1 hot-dog (1 salsicha) 18 mg
1 fatia de mussarela (20 g) 16 mg
1 fatia de ricota (30 g) 9,3 mg
1 colher de sopa de maionese 8,4 mg
1 bola de sorvete 6,5 mg
1 fatia de presunto 4 mg
1 copo de leite desnatado (200 ml) 4 mg

Fonte: www.equilibrionutricional.com.b

Colesterol

Colesterol é mais que o vilão do coração

Entender o que é o colesterol, conhecer suas funções e os níveis recomendados dessa substância pode ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares. Um dos componentes da membrana que envolve as células do organismo de mamíferos, encontrado naturalmente no corpo humano, o colesterol é importante para a produção de ácidos biliares – que ajudam na digestão de gorduras – e a síntese de vitaminas e de hormônios sexuais.

Alimentação responde por 30% das taxas

A maior parte do colesterol (70%) é produzida no próprio organismo pela síntese celular – colesterol endógeno. Os outros 30% vêm da dieta alimentar – colesterol exógeno. Importante para o metabolismo das vitaminas A, D, E e K, o colesterol também atua na síntese de hormônios esteroides e sexuais (progesterona, estrógeno e testosterona).

O excesso de colesterol no sangue – hipercolesterolemia – leva ao desenvolvimento da aterosclerose, que é o entupimento de artérias, com consequente diminuição do fluxo sanguíneo. A aterosclerose é causa de ataques cardíacos, intervenções cirúrgicas, como pontes de safena, além de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), os chamados derrames. A aterosclerose pode ser resultado de uma alimentação rica em gorduras saturadas, geralmente de origem animal.

Mas há também casos de alterações genéticas que levam o colesterol a não ser metabolizado adequadamente pelo corpo.

Os homens têm maior risco de apresentar colesterol elevado que as mulheres, mas, após a menopausa, o colesterol LDL (veja ao lado) da mulher aumenta, e o HDL diminui. Os níveis aumentam com a idade. Nos homens, a partir dos 45, e nas mulheres, a partir dos 55 anos.

Em entrevista ao site do médico Dráuzio Varella, o cardiologista Protásio Lemos da Luz, do Instituto do Coração de São Paulo (InCor), afirma que crianças e adolescentes que pertencem a grupos de risco, com familiares que já apresentaram alguma doença cardíaca, devem fazer exames de sangue para medir os níveis de colesterol. Se a pessoa não apresenta nenhum fator de risco, o recomendável é que a avaliação seja feita a partir dos 30 anos, pelo menos a cada cinco anos.

A alteração do colesterol não apresenta sintomas ou eles só aparecem quando já existe uma doença estabelecida. Nesse caso, os sintomas vão depender do órgão que a artéria obstruída irrigava. Além dos exames, a prevenção das doenças cardiovasculares pode ser feita, em conjunto e indicada por cardiologista, pelo controle da dieta, exercícios físicos e uso de medicamentos.

Qual é mocinho e qual é bandido

Quimicamente um álcool, o colesterol é considerado uma das principais substâncias que compõem, juntamente com os triglicerídeos, as gorduras do sistema sanguíneo – os lipídios –, porque somente ligado a moléculas chamadas lipoproteínas é que ele consegue ser transportado através da corrente sanguínea.

Os dois componentes mais importantes do colesterol são o LDL (lipoproteínas de baixa densidade – do inglês low density lipoprotein), chamado de "colesterol ruim", e o HDL (lipoproteína de alta densidade – do inglês high density lipoprotein), considerado o "bom colesterol".

O colesterol LDL transporta o colesterol do fígado – local de sua síntese – até as células de outros tecidos. É responsável pelo depósito de gordura nas paredes das artérias e corresponde a 75% do total do colesterol em circulação no corpo. Esse tipo tem baixos níveis proteicos.

Já o colesterol HDL apresenta elevadas quantidades de proteínas e transporta o excesso de colesterol das células para o fígado, eliminando-o pela bile e pelas fezes.

O médico cardiologista Protásio Lemos da Luz afirma que vários estudos demonstram menor ocorrência de doenças cardiovasculares nas pessoas com colesterol HDL aumentado, ou nas faixas superiores do que é considerado normal.

Com exames de sangue para medir os níveis de colesterol, obtêm-se o valor total e as frações de LDL e HDL. Para cada um desses tipos, há um nível ideal em que o colesterol deve se manter para prevenir doenças cardiovasculares.

A Associação Médica Americana recomenda que o nível total seja mantido abaixo de 200 mg/dl (miligramas por decilitro) e que o colesterol HDL esteja acima de 35 mg/dl.

Níveis dos tipos de colesterol

  Desejável Limítrofe Aumentado
Colesterol total <200 mg/dl 200-239 mg/dl >240 mg/dl
LDL-C <130 mg/dl 130-159 mg/dl >160 mg/dl
HDL-C: Proteção Padrão normal Risco
     Homem 55 mg/dl 35-54 mg/dl <35 mg/dl
     Mulher 65 mg/dl 45-64 mg/dl <35 mg/dl

Limites de Colesterol, LDL e HDL (em mg/dL)

Colesterol LDL HDL  
Alto Acima de 240 Acima de 160 Quanto maior o nível melhor
Limítrofe De 200 a 239 De 130 a 159 Quanto maior o nível melhor
Desejável Abaixo de 200 Abaixo de 130 Acima de 40

Tabela de Limites de Colesterol

Colesterol Total Colesterol Ruim (LDL) Colesterol Bom (HDL)
Alto (Acima de 240) Acima de 160 Quanto maior o nível, melhor
Limítrofe (de 200 a 239) De 100 a 130 Quanto maior o nível, melhor
Desejável (Abaixo de 200) Abaixo de 100 Acima de 40

Tabela de Triglicerides

Ideal 150
Limite 150 a 199
Elevado 200 a 499
Muito Elevado Superior a 499

Como reduzir os riscos de doença cardiovascular

Dieta: evite alimentação com excesso de gordura saturada, que reduz o nível de colesterol bom e aumenta o LDL. Dê preferência a alimentos ricos em gordura insaturada, que ajuda a diminuir o colesterol sanguíneo.

Mas, por serem muito calóricos, esses alimentos devem ser consumidos com moderação:

São alimentos ricos em gordura saturada: carnes, frutos do mar, gema de ovo, leite e derivados, bolos, biscoitos, chocolates, tortas, sorvetes, coco e azeite-de-dendê.

São ricos em gordura insaturada: óleos vegetais (oliva, canola, soja, milho, girassol), nozes, avelãs e abacate.

Peso: o excesso de peso tende a aumentar o seu nível de colesterol LDL. A perda de peso pode ajudar a elevar os níveis do HDL.

Atividade física: exercícios aeróbicos recomendados a partir de avaliação médica ajudam a aumentar o colesterol HDL, perder peso e controlar a pressão arterial.

Fonte: www.senado.gov.br

Colesterol

Colesterol

Todo mundo sabe que o colesterol é um dos maiores inimigos do coração, mas você sabe o que é colesterol?

O colesterol é um tipo de gordura, encontrada principalmente em produtos animais. Apesar de ser considerado muitas vezes como um veneno para o corpo, o colesterol é essencial para a vida porque faz parte das células, além de ser usado na síntese de hormônios importantes para o ser humano.

O BOM COLESTEROL E O MAL COLESTEROL

Quando se fala que o colesterol faz mal para o coração está-se falando do excesso dessa gordura no sangue. Como a gordura e a água não se misturam, o colesterol é transportado principalmente por duas proteínas, a HDL e a LDL. A primeira pega o colesterol dos tecidos e órgãos e o leva para o fígado, onde ele é eliminado.

Esse é o chamado "colesterol bom", porque a HDL retira o excesso do corpo.

A proteína LDL faz o caminho oposto, ela leva o colesterol para os tecidos onde ele é utilizado na constituição das células e armazenado. Entretanto, quando há colesterol demais sendo carregado por essa proteína, ele acaba sendo depositado nos tecidos, entre eles as artérias.

"Esse depósito de colesterol na artéria não é normal, é uma doença", alerta Raul Santos, médico da Unidade Clínica de Lípides do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor). Essa gordura depositada, o "colesterol mau", cria placas de gorduras nas artérias e pode levar à arteriosclerose, que se manifesta principalmente através do enfarto, da angina e do derrame, sérios problemas de saúde que podem ocasionar a morte.

Colesterol

A probabilidade de problemas no coração aumenta quando se associam ao quadro outros fatores de risco como a hipertensão, obesidade, diabetes e o fumo.

"Esses indivíduos que possuem níveis mais altos de colesterol associados a esses fatores têm uma chance muito maior do colesterol se depositar nas artérias", explica Santos.

Além disso, o fator genético também precisa ser considerado. "Existe a história familiar, se o meu pai enfartou antes dos 55 anos ou se minha mãe teve que colocar ponte de safena antes dos 65, eu tenho antecedentes de doença do coração precoce na família."

O CORAÇÃO DA CRIANÇA

As doenças cardiovasculares normalmente são associadas com o envelhecimento, entretanto "os problemas cardiológicos não começam na idade adulta, eles começam na infância", alerta o doutor Abel Pereira do Incor. Ele foi responsável por um estudo realizado em Itapetininga, no interior de São Paulo, que analisou 2 mil crianças entre as idades de 12 e 19 anos.

"Nós constatamos que cerca de 12% das crianças, de zona rural e urbana, estavam com colesterol acima dos níveis ideais", comenta Pereira. Ele também diz que uma em cada cinco crianças estava acima do peso. "As crianças acima do peso têm duas vezes mais possibilidade de ter colesterol elevado e quatro vezes mais possibilidade de ter pressão alta", afirma.

A obesidade infantil agregada a outros fatores, como uma alimentação inadequada e o sedentarismo, leva as crianças a serem portadoras da síndrome plurimetabólica, um conjunto de fatores de risco propícios para o desenvolvimento da arteriosclerose em idades precoces. "Se essa situação for deixada a evoluir por si só, a criança poderia ser uma séria candidata a doenças cardiocirculatórias, entre elas o enfarto", diz Pereira. "Eu penso que é uma obrigação dos cardiologistas, em especial dos pediatras, de saber identificar essas crianças que têm risco maior, verificar o peso delas e ver o que elas comem."

O INCOR BUSCA A VIDA

Segundo Pereira, o problema tem de ser combatido com a reeducação alimentar, mais atividade física e a conscientização da necessidade de um estilo de vida saudável. "Nós temos de evitar os fatores de risco que são passíveis de ser evitados."

O Instituto do Coração idealizou o programa Busca Vida. Ele consiste em passar para as crianças, de uma forma lúdica, mensagens preventivas que abordam o redirecionamento alimentar, prevenção de hábitos nocivos e outros temas importantes. "O evento consiste de um acampamento que dura um dia, das 8h às 18h", explica Pereira. "Através de jogos, competições, palestras, todos de uma forma bastante motivadora, as crianças aprendem. Paralelamente também trabalhamos com os pais."

O Busca Vida tem apoio do Sesi (Serviço Social da Indústria)

O primeiro acampamento foi realizado em Itapetininga, o mesmo local do estudo, e outros estão sendo programados. "Estamos nos aperfeiçoando para que se formate um padrão que se estenderá, em parceria com o Sesi, a todas as unidades do mesmo no Estado de São Paulo.

E, provavelmente com essa mesma parceria, a todos os Estados do Brasil ", diz Pereira. Ele ainda afirma que após alguns acampamentos, a equipe do Busca Vida irá se propor a treinar equipes para coordenar acampamentos desse tipo.

"No Brasil essa é uma iniciativa pioneira e pretendemos que ela seja encampada pelo Ministério da Saúde, a fim de que se transforme em um programa preventivo de massas, com obrigatoriedade para todas as unidades escolares do País."

Fonte: www.usp.br

Colesterol

O colesterol pode ser considerado um tipo de lipídio (gordura) produzido em nosso organismo. Ele está presente em alimentos de origem animal (carne, leite integral, ovos, etc). Em nosso organismo, desempenha funções essenciais como produção de hormônio, vitamina D, entre outras. No entanto, o excesso de colesterol no sangue é prejudicial e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Em nosso sangue existem dois tipos de colesterol:

LDL colesterol: conhecido como “ruim”, ele pode se depositar nas artérias e provocar seu entupimento
HDL colesterol:
conhecido como “bom”, retira o excesso de colesterol para fora das artérias, impedindo o seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.

O que é aterosclerose?

É o endurecimento das paredes dos vasos causado pela deposição de gordura em suas paredes. Existe uma predisposição genética que, combinada com o fumo, o estresse, a vida sedentária e a pressão alta, pode levar à doença.

Tratamento

Existem remédios para controlar o colesterol alto, mas a aterosclerose só melhora com uma mudança mais significativa no estilo de vida. Reduzir o estresse, praticar exercícios físicos, manter a pressão arterial estável e o peso sob controle, são fundamentais. As pessoas que tem diabetes devem ficar mais atentas.

Sintomas

O colesterol alto não apresenta sintomas, por isso, quem tem história de morte na família por infarto, aterosclerose, tem obesidade, é sedentário e alimenta-se com ingestão exagerada de gorduras saturadas, tem mais chances de ter colesterol alto. A aterosclerose não produz qualquer tipo de sintoma até que ocorra a obstrução de uma ou mais artérias.

Prevenção

Quem tem predisposição deve seguir as mesmas recomendações descritas no tratamento: manter hábitos de vida saudáveis, evitando o fumo, controlando o colesterol e a pressão arterial.

Coma mais frutas e vegetais.
Coma mais peixe grelhado ou assado e menos carnes fritas.
Coma uma variedade de alimentos ricos em fibras, como aveia, pães integrais e maçãs. As fibras ajudam a reduzir as taxas de colesterol.
Limite a ingestão de gorduras saturadas, como gordura de derivados de leite.
Limite os alimentos ricos em colesterol, como gema de ovo e fígado.
Utilize derivados de leite pobres em gordura, leite desnatado, iogurte desnatado e sorvetes light.
Evite frituras.

Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados com pessoas diabéticas, devido apresentarem riscos de manifestações da aterosclerose de três a quatro vezes maior, que as pessoas não-diabéticas.

IMPORTANTE

Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis aqui possuem apenas caráter educativo.

Fonte: bvsms.saude.gov.br

Colesterol

O que é ?

O Colesterol é uma é substância química (Lipídeo Esteróide) necessária para o organismo.

Existem dois tipos de colesterol: um que se encontra em todos os alimentos de origem animal, e o outro que é produzido metabolicamente pelo nosso organismo, principalmente pelo fígado e intestino.

O colesterol é sintetizado a partir do Acetil CoA, que pode ser derivado de carboidratos, de aminoácidos ou de ácidos graxos.

Além disso o colesterol é sintetizado em glândulas que produzem hormônios esteróides, por exemplo, o córtex adrenal, os testículos e os ovários.

Colesterol é uma substância achada em toda célula viva no corpo. É feito em quantias necessárias pelo corpo e é armazenado no corpo. Está especialmente concentrado no fígado, rim, glândula supra-renal e o cérebro.

O colesterol é requerido para a estrutura de paredes de célula, deve estar disponível para o corpo produzir vitamina D, é essencial à produção de sucos digestivos, isola fibras nervosas e é a base para produção de hormônios. Em outra palavra, colesterol é essencial para vida.

Seu corpo produz todo o colesterol do que precisa. Muito do colesterol encontrado no sangue e tecidos vêm desta síntese interna (2/3 do colesterol do corpo).

Porém, excessos dietéticos —muitas calorias, muita gordura e muita gordura saturada e alta entrada de colesterol—fazem aumentar o nível no sangue. Gordura saturada tem a maior influência em elevar colesterol de sangue.

Colesterol dietético, achado em todas as comidas de animais, não eleva níveis de colesterol de sangue automaticamente. Geralmente o corpo compensa para dieta de colesterol sintetizando quantias menores no fígado, excretando mais ou absorvendo menos.

As principais gorduras sanguíneas são:

HDL: é uma das partículas do colesterol. Promove a saúde, pois remove o colesterol da corrente sanguínea, evitando o seu depósito nas artérias.
LDL e VDL:
são as partículas que prejudicam a saúde, transportam o colesterol para o organismo, depositando-o nas artérias.
Triglicerídeos:
presdipõem a camada interna das artérias à penetração de partículas do colesterol.
Lipoproteína:
quando em excesso, acelera o endurecimento das paredes das artérias.

Quais os fatores que interferem nos níveis de Colesterol?

"Stress" - deve ser controlado, pois aumenta a freqüência cardíaca e a necessidade de oxigênio do coração, tendo um efeito prejudicial, podendo desencadear um infarto do miocárdio;
Hábito de fumar -
o fumo diminui o calibre dos vasos sanguíneos e causa hipertensão;
Pressão alta -
aumenta o risco de apresentar doenças do coração. A hipertensão se controla com diminuição de peso, controle de sal na dieta e aumento da atividade física;
Atividade física -
reduz o risco de doenças do coração, pois eleva o colesterol HDL ("bom") e diminui o colesterol LDL ("ruim"). Além de proporcionar mais energia, ajuda no controle do "stress", melhora sua auto-imagem, auxilia na perda de peso e também ajuda seu coração e pulmões a trabalharem mais eficientemente.
Excesso de peso -
pode estar acompanhado de hipertensão e aumento do colesterol.
Hereditário -
lamentavelmente, em 20-25% da população mundial, devido a desvios metabólicos associados à hereditariedade ocorre um depósito anormal de colesterol nos tecidos e na corrente sanguínea.

Fonte: www.nucleoestudo.ufla.br

Colesterol

O que é Colesterol?

Colesterol é um tipo de gordura produzida pelo fígado.

É encontrada em ovos, carnes, derivados de leite e alimentos ricos em gorduras saturadas (frituras).

As gorduras do sangue (ou lipídeos) são compostos principalmente pelo Colesterol (o HDL , chamado de o bom colesterol, e o LDL, chamado de o mau colesterol) e pelos Triglicerídios.

Complicações

Evite

Batata frita, Sonhos e Biscoitos, Salgadinhos de pacote, Pastel, Folhados, Pães recheados, Biscoitos amanteigados e recheados, Lingüiça, Salsicha, Hambúrguer, Presunto, Mortadela, Salame, Copa, Salsichão e Patês enlatados.

Combater o mau colesterol é lutar por uma ótima qualidade de vida.
Não desista!

Cuidar da saúde faz a diferença no seu dia-a-dia. A Golden Cross sabe disso e dá as dicas.

Conseqüências

Você sabe as conseqüências do COLESTEROL ALTO e como pode afetar a sua saúde?

Com o colesterol em níveis elevados, ocorre o depósito de gordura nas paredes dos vasos que conduzem o sangue, onde há a formação de placas.

Com isto, os vasos correm sério risco de entupimento (obstrução).

As placas podem obstruir total ou parcialmente uma artéria, impedindo ou diminuindo a passagem de sangue.

Quando isso acontece no coração, temos o ataque cardíaco ou o enfarto do miocárdio; quando no cérebro, provoca o derrame cerebral.

Na perna, se a obstrução for total pode ocorrer a gangrena.

Existem sintomas?

A não ser que o quadro clínico esteja muito grave, o colesterol alto não apresenta qualquer sintoma.

Por isso, exames de laboratório são mais do que necessários para medir a taxa de colesterol total (do LDL e do HDL) e dos triglicerídios.

Medicina de Controle

Quando chega a hora de medir o COLESTEROL?

Geralmente, os níveis de colesterol são checados a partir dos 20 anos.

Dependendo do nível de colesterol no seu sangue ou se você já tem pessoas da família com altas taxas de colesterol, é importante realizar os exames com maior freqüência.

Seu médico lhe orientará qual a freqüência necessária para a repetição dos exames e em que momento será necessário iniciar um tratamento.

Tratamento e prevenção

Veja como reduzir os níveis de colesterol ou mantê-lo em níveis normais:

Além de uma alimentação saudável, rica em legumes, frutas, cereais e verduras, praticar exercícios físicos regulares ajuda muito a reduzir as taxas do LDL (o mau colesterol).

Evite os alimentos com gordura saturada, que também são chamados de gordura vegetal hidrogenada.

Para leites e seus derivados, prefira os desnatados ou light.

Evitar o cigarro e o álcool também é fundamental, pois eles aumentam os efeitos do mau colesterol.

Consumir alimentos saudáveis é o primeiro passo para o COLESTEROL em níveis normais.

Alimentos saudáveis

Clara de ovos
Camarão cozido
Frutos do mar cozidos
Sopas com verduras
Frango grelhado sem pele
Batata cozida
Molhos de vinagre
Pudim de chocolate sem gordura
Pêras em vinho

Alimentação Saudável

A cada fase da vida, nosso organismo passa por transformações e, portanto, necessita de nutrientes em proporções diferentes.

Infância

Até os oito anos, a alimentação é tão importante que determina a formação de todo o organismo, inclusive do cérebro.

Adolescência

É necessário um cuidado especial, porque é a fase onde se começa com as dietas da moda e com o hábito de comer fora de casa. As meninas, com início da menstruação, necessitam de maior quantidade de ferro, podendo adquirí-lo ingerindo espinafre, fígado, beterraba, melado e feijões.

Fase adulta

As necessidades nutricionais nessa fase são somente para a manutenção e reprodução, pois o crescimento e o desenvolvimento já terminaram, mas há a imposição de uma alimentação variada.

Fase idosa

Nesta fase as necessidades nutricionais dependem de vários fatores: estado geral de saúde, grau de atividade física, hábitos alimentares, alterações da capacidade de mastigar, capacidade de digerir e absorver alimentos, estado emocional e saúde mental.

Fonte: www.goldencross.com.br

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