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Doenças Sexualmente Transmissíveis

 

DST são doenças que são transmitidas de uma pessoa para outra durante o contato físico íntimo, geralmente a relação sexual.

DSTs são generalizados e graves problemas de saúde. As maiores taxas de infecção são encontrados entre mulheres de 15 a 19 anos e homens de 20 a 24 anos.

Você deve sempre lembrar que Aids ameaça a sua vida, mas lembre-se não significa que os perigos de outras doenças sexualmente transmissíveis. Alguns, como a hepatite B pode causar doença crônica e até mesmo a morte.

As mulheres são particularmente vulneráveis às DSTs e suas complicações. As implicações são, infelizmente, muito mais pesado para eles.

Muitas doenças sexualmente transmissíveis são mais facilmente transmitido de homens para mulheres do que vice-versa (por exemplo, AIDS).

Algumas DST causar bloqueios de trompas de Falópio, que são a origem da dor pélvica durante muitos anos, o risco de gravidez ectópica (fora do útero) ou até mesmo infertilidade.

Algumas mulheres desenvolvem câncer de colo uterino, como resultado de uma DST.

Infecções também pode ser transmitido para bebês durante a gravidez ou no nascimento, e causam defeitos de nascimento ou morte.

Doenças Sexualmente Transmissíveis
DST

Como posso me proteger?

A única maneira segura de evitar doenças sexualmente transmissíveis é abster-se de relações sexuais.

Para tornar a intimidade sexual mais agradável e segura possível, nós temos que saber o que o contato íntimo com as DSTs são transmitidas diversas.

Proteger-se é a adoção de práticas de sexo seguro e uso correto de barreiras de látex a cada vez para evitar doenças sexualmente transmissíveis. Esta é a regra de ouro para as mulheres e homens também.

Não é necessário ter vários parceiros para as DSTs. O risco de infecção aumenta com o risco que você corre, independentemente do número de parceiros.

Tome precauções sempre que tiver relações sexuais.

O que é

DST ou doenças sexualmente transmissíveis são infecções que podem ser contraídas através de relações sexuais com uma pessoa através do contato casual ou sexo através do que é chamado de sexo oral (por exemplo, herpes labial em um parceiro que se torna genital no outro parceiro).

Doenças sexualmente transmissíveis podem causar dor física, mas também psicológica. Se a infecção é diagnosticada eo médico disse que ele deve informar o parceiro (s), é vital para o fazer, mesmo que nem sempre é fácil falar sobre essas coisas. Caso contrário, ele (s) ou o que podiam (têm) reinfectado e infectar outras pessoas.

Além da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e herpes, a maioria das DSTs pode ser curada completamente se a terapia está devidamente monitorada e que as visitas de acompanhamento são regulares.

DST

Doenças sexualmente transmissíveis (DST) são doenças que são principalmente passados de uma pessoa para outra durante o sexo. Há pelo menos 25 diferentes doenças sexualmente transmitidas com uma gama de sintomas diferentes. Estas doenças podem se espalhar através da boca e do aparelho genital feminino.

A maioria das doenças sexualmente transmissíveis afetará somente se você tiver contato sexual com alguém que tem uma DST. No entanto, existem algumas infecções, como por exemplo, a sarna, que são referidas como doenças sexualmente transmissíveis, porque eles são mais comumente transmitida sexualmente, mas que também pode ser transmitida de outros modos.

O que são doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)?

Doença sexualmente transmissível (DST) é outro nome para a doença sexualmente transmissível (DST). O STI nome é muitas vezes preferido porque existem poucos DST, tais como a clamídia, que podem infectar uma pessoa sem causar qualquer doença real (isto é, sintomas desagradáveis). Alguém sem sintomas podem não pensam em si mesmos como tendo uma doença, mas eles ainda podem ter uma infecção que precisa de tratamento.

Como você pode dizer se você tem uma doença sexualmente transmissível?

Você pode tornar-se consciente de que tem uma doença sexualmente transmissível por causa dos sintomas, ou pode ser que um parceiro sexual lhe disser que tem uma DST que eles poderiam ter passado para você. Algumas doenças sexualmente transmissíveis podem ser transmitidas por uma pessoa infectada, mesmo que eles não têm quaisquer sintomas. Certas DST também podem ser transmitidas de uma mulher grávida para o feto.

Se você acha que pode ter sido exposto a uma DST, então você deve ir ver um médico. Muitas doenças sexualmente transmissíveis podem ser facilmente curada, mas se não for tratada, pode causar sintomas desagradáveis e pode levar a danos a longo prazo, tais como infertilidade. É importante que qualquer pessoa diagnosticada com uma doença sexualmente transmissível informa a todos que eles tiveram relações sexuais com menos de um ano (ou todos seguindo o parceiro que acreditam pode ter infectado eles).

Infecção transmitida sexualmente

Uma doença sexualmente transmissível (DST) é uma infecção que se transmite entre os parceiros durante várias formas de relação sexual: contato genital ou de sangue, através do sexo (membranas mucosas e fluidos corporais). O Grande Dicionário terminologia trata separadamente de infecção sexualmente transmissível (DST) e da infecção sexualmente transmissível e sangue (STI). Esta infecção pode levar a doenças infecciosas , uma vez chamada de doença venérea, o nome de Vênus , deusa do amor.

Todas as práticas sexuais que envolvem o contato com outra pessoa (sem proteção), ou fluidos genitais com o contato direto com o sangue de outra pessoa, são considerados como tendo um risco de transmissão de DSTs. Cada DST tem um risco e uma gravidade diferente.

DSTs podem ser transmitidas de uma pessoa para outra através do sangue ou certas atividades sexuais do que os outros, mas também por outros meios (dependendo da doença). As bactérias , os fungos ou vírus ainda são "causador" os agentes. Não é uma DST de uma pessoa que não é portadora da doença.

Ao mesmo tempo, uma pessoa com uma DST contraiu pelo contato sexual ou por contato com fluidos corporais (incluindo sangue e genital) com alguém com esta doença. A infecção pode ser múltiplo (vários agentes infecciosos de uma só vez). É frequentemente recorrente a curto prazo.

O risco de infecção pode ser reduzido pelo uso de medidas de segurança apropriadas, incluindo preservativos (normalmente látex , mas também poli-isopreno por pessoas alérgicas ao látex), preservativo feminino em poliuretano para o modelo antigo e nitrilo para o novo látex folha e do modelo (para cunnilingus , por exemplo).

Terminologia

Até os anos 1990 , o termo DST ou IST (de "doença sexualmente transmissível") era comum.

Desde 1999, o STI termo é gradualmente substituído pelo IST , porque o termo " infecção "em vez de" doença "leva mais em conta o fato de que algumas infecções são assintomáticas.

Além disso, o termo também é STI tendo em conta que estas infecções são também transmitidos por contato com o sangue, como é o caso da hepatite B , a hepatite C e SIDA.

No entanto, "e sangue", é muito duvidoso, dado que só uma DST poucos são transmitidos pelo sangue, e porque a maioria das infecções transmissíveis pelo sangue não são IST, de modo que não é realmente uma característica deste grupo doenças.

Além disso, algumas DSTs também pode ser transmitida por outra coisa como a Aids leite.

A infecção termo também significa doenças genéticas que podem ser transmitidas de pai para filho.

Fonte: www.britannica.com

Doenças Sexualmente Transmissíveis

O que são as DSTs?

DSTs são infecções provocadas por bactérias, vírus ou outros organismos. Algumas infecções causada por bactérias ou vírus podem ser curadas com antibióticos.

Como são Transmitida as DSTs ?

As DSTs são geralmente transmitida através do contato sexual, incluindo sexo vaginal, oral e sexo anal. Os vírus e bactérias que causam as doenças sexualmente transmissíveis são normalmente realizadas no sêmen, fluidos vaginais ou sangue. Eles entram no corpo através de pequenos rasgos ou cortes na boca, orifício retal ou genitais.

As DSTs podem também ser transmitidas de pessoa para pessoa, mesmo sem ter relações sexuais. Por exemplo, alguém pode contrair herpes ou verrugas genitais através do contato pele-a-pele com uma ferida ou área infectada.

Como pode ser prevenida DSTs?

Se você é sexualmente ativo, pode reduzir a sua chance de conseguir uma DST, evitando comportamentos de alto risco, como sexo desprotegido, e sexo com múltiplos parceiros. A camisinha deve ser sempre usada quando se tem sexo.

Algumas DSTs comum:

HIV / AIDS
Vaginose bacteriana
Chlamydia ( Clamídia)
Citomegalovírus
Gonorréia
Vírus da Hepatite B
Herpes
Vírus Herpes Simplex
Vírus da Imunodeficiência Humana
Vírus do Papiloma Humano
Molusco contagioso
Piolhos pubianos
Sífilis
Tricomoníase

Fonte: www.med.nyu.edu

Doenças Sexualmente Transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis (DST ou doenças venéreas) são infecções que são freqüentemente, se não sempre, transmitidas de pessoa a pessoa através do contato sexual. Como a atividade sexual provê uma oportunidade fácil para os microrganismos encontrarem novos hospedeiros, uma grande variedade de microrganismos infecciosos pode ser disseminada através do contato sexual. Eles variam desde vírus microscópicos (p.ex., o vírus da imunodeficiência humana) até insetos macroscópicos (p.ex., o piolho pubiano ou chato).

A transmissão de algumas doenças sexualmente transmissíveis não depende de penetração genital. Embora essas doenças normalmente sejam decorrentes da prática do sexo vaginal, oral ou retal com um parceiro infectado, elas algumas vezes podem ser transmitidas através do beijo ou do contato corpóreo íntimo.

Os agentes de determinadas doenças sexualmente transmissíveis podem ser transmitidos através da água, dos alimentos, de transfusões de sangue, de instrumentos médicos contaminados ou de agulhas utilizadas por usuários de drogas injetáveis.

Incidência

As doenças sexualmente transmissíveis encontram- se entre as infecções mais comuns do mundo. Nos países ocidentais, o número de indivíduos com essas doenças aumentou continuamente a partir da década de 1950 até a década de 1970, mas acabou se estabilizando na década de 1980. Contudo, no fim da década de 1990, o número de indivíduos afetados por doenças sexualmente transmissíveis começou novamente a aumentar em muitos países, inclusive nos Estados Unidos, sobretudo pela sífilis e pela blenorragia (gonorréia). Anualmente, mais de 250 milhões de indivíduos em todo o mundo (quase 3 milhões nos Estados Unidos) são infectados pela gonorréia. Em relação à sífilis, os números são de 50 milhões em todo o mundo e de 400 mil nos Estados Unidos.

Outras doenças sexualmente transmissíveis, como a tricomoníase e o herpes genital, são provavelmente mais comuns, mas, como elas não são de notificação obrigatória, os números disponíveis são menos confiáveis. Atualmente, os tratamentos podem curar rapidamente a maioria das doenças sexualmente transmissíveis, impedindo que elas se disseminem. Entretanto, um número de novas variedades ou de variedades antigas resistentes aos medicamentos disseminou-se rapidamente, em parte devido ao transporte aéreo. Esta mobilidade foi parcialmente responsável pela rápida disseminação do vírus da imunodeficiência humana (HIV), o qual é o causador da AIDS.

O controle das doenças sexualmente transmissíveis depende da promoção de práticas de sexo seguro e da oferta de condições médicas de boa qualidade para seu diagnóstico e tratamento. É fundamental a educação da população sobre como evitar a disseminação deste tipo de doença, especialmente pelo incentivo ao uso da camisinha. Um outro aspecto do controle de algumas doenças é o rastreamento dos contatos. Os profissionais da saúde tentam rastrear e tratar todos os contatos sexuais de um indivíduo infectado. Os indivíduos tratados são reexaminados para se assegurar que eles foram curados.

Classificação

Tradicionalmente, cinco doenças foram classificadas como sexualmente transmissíveis: a sífilis, a blenorragia (gonorréia), o cancróide, o linfogranuloma venéreo e o granuloma inguinal. No entanto, muitas outras doenças são transmitidas sexualmente, incluindo o herpes genital, a hepatite, o molusco contagioso, os piolhos pubianos, a escabiose e a infecção pelo HIV, a qual causa a AIDS. Outras infecções, incluindo a salmonelose e a amebíase, são algumas vezes transmitidas durante a atividade sexual, mas não são normalmente consideradas como transmitidas sexualmente.

Algumas vezes, as doenças sexualmente transmissíveis são agrupadas de acordo com os sinais e sintomas que elas produzem. A sífilis, o herpes genital e o cancróide causam úlceras na pele ou nas membranas que revestem o órgão genital feminino ou a boca. Tanto a blenorragia (gonorréia) quanto as infecções por Chlamydia causam uretrite (inflamação e secreção uretral) nos homens; cervicite (inflamação e secreção do colo uterino) em mulheres; infecções pélvicas em mulheres; e infecções oculares em neonatos.

Doenças Que Podem Ser Transmitidas Sexualmente

Primeiras doenças sexualmente transmissíveis reconhecidas:

Cancróide
Blenorragia (gonorréia)
Granuloma inguinal
Linfogranuloma venéreo
Sífilis

Doenças sexualmente transmissíveis mais recentemente reconhecidas:

Cervicite por Chlamydia
Pediculose (chato, piolho pubiano)
Candidíase genital (geralmente não transmitida sexualmente)
Herpes genital
Verrugas genitais
Infecção pelo HIV e AIDS
Molusco contagioso
Uretrite não gonocócica (freqüentemente uma infecção por Chlamydia ou por micoplasma)
Escabiose
Tricomoníase

Doenças eventualmente transmitidas através do contato sexual:

Amebíase
Campilobacteriose
Infecção por citomegalovírus
Giardíase
Hepatite A e B
Salmonelose
Shigelose

Fonte: www.msd-brazil.com

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Doenças sexualmente transmitidas ou DSTs, são doenças infecciosas que podem ser disseminadas através do contato sexual. Algumas podem também ser transmitidas por vias não sexuais, porém formas não-sexuais de transmissão são menos frequentes. Estima-se que de 10 a 15 milhões de americanos tenham doenças sexualmente transmitidas, muitos dos casos são epidêmicos, incluindo gonorréia, inflexão da uretra não causada pela gonorréia, herpes genital, candiloma, scabics (mites) e infecções na uretra e no órgão genital feminino causadas pela bactéria Chlamydia trachomatis, pelo protozoário Trichomas e pelo fungo monilia. Vários estudos mostram que as doenças sexualmente transmitidas afetam pessoas de ambos os sexos, de todas as raças e de todos os níveis sociais nos Estados Unidos.

Um grande número de infecções são transmitidas predominantemente ou exclusivamente por contato sexual. Além das doenças epidêmicas que foram citadas acima, podemos incluir a sífilis, o chato (pediculosis pubis), infecção vaginal causada pela bactéria Hemophilus e muitas outras. DSTs podem ser causadas por uma grande variedade de organismos, tais como o protozoário Trichomonas, a levedura causadora de moniliasis, bactérias causadoras da gonorréia e da sífilis e o vírus que causa a herpes genital.

Transmissão

A transmissão de todas estas doenças só ocorre através do contato íntimo com a pessoa infectada, porque todos os organismos causadores morrem rapidamente se forem removidos do corpo humano. Apesar da área de contato ser normalmente as genitais, a prática de relação retal e oral pode também causar infecções.

Gonorréia, sífilis e infecção clamidial podem ser transmitidas de um portadora grávida ao filho que está sendo gerado, tanto através do útero como através do parto.

Apesar das doenças venéreas se manifestarem na genitália externa, elas podem atingir a próstata, o útero, os testículos e outros órgãos internos. Algumas dessas infecções causam apenas uma irritação local, coceira e uma leve dor, porém a gonorréia e clamídia podem causar infertilidade em mulheres.

Controle

A natureza epidêmica das doenças sexualmente transmitidas as torna de difícil controle. Algumas autoridades em saúde pública atribuem o aumento no número de casos destas doenças ao aumento de atividade sexual. Outro fator que também contribui significativamente é a substituição do uso de camisinha (condom) - que oferece alguma proteção - por pílulas e diafragmas com métodos anticonceptivos. Os padrões das doenças sexualmente transmitidas são bastante variáveis.

Enquanto a sífilis e a gonorréia eram ambas epidêmicas, o uso intensivo de penicilina fez com que a freqüência da sífilis caísse para um nível razoavelmente controlado; a atenção voltou-se então ao controle da gonorréia, foi quando a freqüência da sífilis aumentou novamente. Os casos de herpes genital e clamídia também aumentaram durante a década de 70 e durante o início da década de 80.

O tratamento de doenças sexualmente transmissíveis é feito basicamente com antibióticos. A penicilina tem sido uma droga eficiente contra a sífilis e a gonorréia, porém muitos dos organismos causadores da gonorréia são hoje resistentes à penicilina; usa-se nestes casos o ceftriaxone ou a spectinomicine. A tetraciclina é usada para tratar o linfogranuloma venéreo, o granuloma inguinale e a uterite clamidial. Existem tratamentos específicos para a maioria das doenças sexualmente transmitidas, com exceção do molluscum contagiosum. A droga antivirus aciclovir tem se mostrado útil no tratamento da herpes.

A única forma de se prevenir a dispersão das doenças sexualmente transmitidas é através da localização dos indivíduos que tiveram contato sexual com pessoas infectadas e determinar se estes também necessitam tratamento. Localizar a todos, entretanto, é bastante difícil, especialmente porque nem todos os casos são reportados.

AIDS (SIDA) e a hepatite B são transmitidas através do contato sexual, porém estas doenças podem também ser transmitidas de outras formas.

Condiloma (HPV)

Condiloma é a designação genérica do Papilomavírus Humano. Outros denominações como condilomatose, Doenças Sexualmente Transmissíveis e crista de galo também podem ser usadas. A exemplo do herpes, o condiloma tem períodos de latência (remissão) variáveis de um indivíduo para o outro. Causam lesões verrugosas, a princípio microscópicas e de difícil visualização a olho desarmado, que vão lentamente crescendo como lesões sobrepostas umas às outras, formando a designação popular de crista de galo. Podem chegar, em indivíduos com higiene precária, a lesões coalescentes e grandes como a palma da mão de um adulto. Seu contágio é quase que exclusivamente sexual (gênito-genital, oro-genital ou gênito-retal) e sua manifestação depende da imunidade do contaminado.

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Condilomas acuminados em sulco balanoprepucial e na glande peniana

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Condilomas acuminados e infecção subclínica no corpo órgão genital masculino (penoscopia)

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Doenças Sexualmente Transmissíveis vaginal (lesão em tapete)

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Doenças Sexualmente Transmissíveis, orifício retal |(reto)

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Região retal

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Região retal

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Região vulvar/periana

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Lesões condilomatosas clássicas

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Falo com lesão HPV

Doenças Sexualmente Transmissíveis
HPV na uretra

O diagnóstico faz-se por penoscopia direta (coloração especial que tinge as lesões condilomatosas quando presentes) e sempre que possível, biópsia para confirmar-se a suspeita clínica.

Uma vez diagnosticado o condiloma, o tratamento é quase sempre é cirúrgico por uma destas modalidades: eletrocauterização ou eletrofulguração, que consiste em queimar as lesões ou a exerése das lesões que serão mandadas para exame anatomopatológico, fazendo-se assim a biópsia e o tratamento ao mesmo tempo.

Muitas vezes os dois métodos são utilizados em conjunto, nas lesões extensas. A cauterização química com ácidos orgânicos que também queimam as lesões, têm uma série de contra-indicações e complicações que me levaram a quase descartá-lo para uso rotineiro.

O cliente com condilomatose deve ser alertado para a possibilidade de recidivas após os tratamentos, como se lesões latentes esperassem a hora certa para aparecer. Não raro estes clientes terão repetidas sessões de terapia. Também é importante salientar que no homem o condiloma é apenas uma lesão esteticamente feia, mas na mulher é precursor do câncer de colo do útero, uma doença grave. Portanto, tratar o homem é prevenir uma complicação séria para a mulher. Nestes casos, frequentemente recebemos o homem para penoscopia por solicitação do ginecologista da esposa, que diagnosticou displasia do colo de útero e suspeita de condiloma como agente causador.

Herpes

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Herpes

Os vírus herpes simples (VHS) tipo 1 e tipo 2 são ambos da família herpesvirus humanos, a qual ainda inclui o citomegalovírus, o Epstein-Barr vírus, varicela zoster vírus e herpesvirus humanos específicos (Kaposi). A principal característica dos herpesvírus é a de produzir infecções latentes, potencialmente recorrentes.

A latência se desenvolve a partir da sobrevivência do material genético do vírus dentro de células hospedeiras, sem produção de partículas infectantes.

A infecção genital pelo VHS é adquirida a partir do contato de superfícies cutâneas (pele) ou mucosas genitais com os vírus infectantes. Sendo um parasita celular obrigatório (é desativado pela perda de umidade à temperatura ambiente), é pouco provável que se transmita por aerossol (gotas microscópicas) ou fômites (peças de vestuário íntimo, assento do vaso sanitário, papel higiênico, etc.), sendo o contato sexual, orogenital ou genito-retal e gênito-genital, o modo habitual de transmissão.

Acredita-se, a exemplo de outras infecções genitais, que o VHS penetre no corpo humano por pequenas escoriações (raspados) ou fissuras na pele ou mucosas, resultante do ato sexual. Após sua infecção, o VHS é transportado através dos neurônios (nervos), com isto podendo variar seus locais de recidiva. Na infecção inicial a gravidade das lesões será diretamente proporcional à imunidade da pessoa, disto também dependerá a freqüência e gravidade das recidivas. A pessoa que teve infecção anterior pelo VHS oral poderá ter uma infecção pelo VHS genital atenuada (menos grave) pela presença de anticorpos cruzados.

Não existe até o presente momento, cura para qualquer tipo de herpes. Todo o tratamento proposto visa aumentar os períodos de latência em meses e até anos.

A partir de diagnóstico clínico e laboratorial, medidas higiênicas devem ser tomadas para o indivíduo e sua/seus parceiros sexuais. Em mulheres grávidas, maiores cuidados em relação ao feto devem ser adotados, mesmo que o diagnóstico não tenha sido na gestante e sim no seu parceiro sexual. Este, infectado, deve evitar o coito durante a gravidez ou fazê-lo de modo seguro.

Como adquiri isto ?

Pergunta freqüente de consultório, sempre implicando em "infidelidade". Esta pode estar presente, sem dúvida, mas grande parte dos infectados é assintomático até sua primeira crise herpética, num intervalo que pode ser de muito tempo e depois de vários relacionamentos amorosos.

Lembro aqui que o perigo maior de contágio está nas lesões por recorrência quando então o indivíduo deve se proteger para não transmitir durante a atividade sexual.

Fatores que baixam a imunidade, como gripes ou resfriados e o stress podem contribuir para tornar as recidivas mais freqüentes. Por isto pacientes aidéticos podem ser cronicamente molestados por esta doença. Não há evidências médicas de relação do herpes com qualquer tipo de câncer humano.

Uretrites

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Secreção uretral na uretrite

É a designação genérica para processos inflamatórios ou infecciosos da uretra (cretal que conduz a urina da bexiga para o meio externo, ao urinarmos) masculina e feminina.

Os sintomas da uretrite compreendem: a descarga uretral (secreção) que varia de acordo com o agente etiológico, desconforto urinário sob forma de ardência e/ou dor para urinar e às vezes sensação de "coceira" na parte terminal da uretra (perto do meato urinário na glande peniana). Estes três principais sintomas podem variar de intensidade de acordo com a doença.

As uretrites inflamatórias (sem a participação de germes), em grande parte, são originadas pelo trauma externo, como por exemplo o hábito de ordenhar a a uretra após urinar, ou hábito masturbatório, lembrando aqui que a uretra é uma estrutura bastante superficial e sensível. O trauma interno, como aquele que ocorre após manipulação com instrumentos ou sondas, também pode originar uma uretrite inflamatória, que deverá receber tratamento sintomático adequado.

As uretrites infecciosas são doenças sexualmente transmissíveis (DST), que é o nome atualmente aceito para as antigas doenças venéreas, termo este empregado no passado, quando blenorragia (gonorréia) e sífilis dominavam o cenário das DST. Ainda deste conceito temos a classificação das uretrites infecciosas, como uretrite gonocócica e não-gonocócica.

A gonocócica, como diz o termo, é a causada pelo gonococo (N. gonorrhoeae) e as não-gonocócicas são mais comumente causadas por um dos germes a seguir: clamidia, micoplasma e ureaplasma. A uretrite gonocócica produz extremo desconforto uretral, com dor, ardor, urgência urinária e secreção abundante, esverdeada, que suja a roupa íntima do(a) portador(a). Já as demais uretrites, podem ter sintomatologia escassa, com pouca ou nenhuma secreção no início da doença. Um dos sintomas mais comuns, é o misto de ardência para urinar com coceira após urinar. Na suspeita deste tipo de uretrite, devem ser realizados exames laboratoriais para se tentar descobrir o germe responsável. Uma história detalhada e um exame físico minucioso devem ser realizados.

Muitas uretrites inadequadamente tratadas podem evoluir para complicações mais sérias, como uma cervicite e doença inflamatória pélvica na mulher ou orquite, epididimite ou prostatite no homem. Na maior parte das vezes o urologista vai preferir tratar o casal, mesmo que o(a) parceiro(a) não apresente sintomas importantes. Como sequelas das complicações das uretrites mal conduzidas, podemos citar infertilidade e as estenoses de uretra.

Candidíase

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Falo com balanopostite

É a infecção causada pela Cândida albicans, e não é obrigatoriamente uma DST. No homem, balanopostite ou postite por cândida e na mulher, vaginite ou cervicite por cândida. É um fungo que habita normalmente nosso organismo, tendo a função de saprófita (alimenta-se de restos celulares) no aparelho genital.

Como qualquer outra micose, gosta de ambientes quentes e úmidos, como a genitália e o prepúcio. No homem, o microtraumatismo órgão genital masculino que resulta de uma relação sexual pode ser o suficiente para desencadear o processo de instalação de uma balanopostite por cândida, que com certeza vai incomodar seu portador. Surge já nas primeira horas uma ardência ao contato com secreção vaginal ou à própria urina, bem como a pele torna-se avermelhada, brilhante e friável (descama com facilidade ao toque) com um prurido (coceira) intensa.

Na mulher, o sintoma mais importante é o prurido vaginal ou dos lábios da vulva, seguido ou não por secreção vaginal (corrimento) branco. No período menstrual, como há intensa descamação do endométrio e perda de sangue (células mortas), há um aumento da população da cândida ( e outros saprófitas), pois há uma quantidade maior de restos celulares a serem removidos do organismo. Também, o uso prolongado de antibióticos, que não agem sobre os fungos, pode fazer uma seleção destes, aumentando sua população no organismo (por exemplo, sapinho). O contato sexual nestes dias pode resultar em candidíase em ambos os sexos. A excessiva população de cândida acidifica ainda mais o ph vaginal, que é o que causa a dor e a ardência genital em ambos os sexos.

Doenças Sexualmente Transmissíveis
Candidose peniana

A queixa pode surgir de qualquer dos sexos e como dito acima, é a cândida uma habitante normal de nosso organismo, desde que não nos agrida. Portanto, não há a menor possibilidade de erradicá-la definitivamente, uma vez que a adquiriremos novamente horas após, pela dieta, pelo ambiente, convívio social, sexual, etc.

O tratamento visa principalmente alívio para os sintomas e diminuir a população do fungo a uma quantidade que não agrida nosso organismo. O tratamento do casal é imperativo e medidas higiênicas adequadas devem ser adotadas para seu controle efetivo.

Em alguns homens portadores de diabetes, pode ser necessária a remoção cirúrgica do prepúcio (circuncisão), como uma medida profilática à balanopostite por cândida. Ainda, o uso inadequado de absorventes ou duchas vaginais possuem papel importante na recidiva da candidíase da mulher.

Cancro

Também conhecido por cancróide, é uma DST aguda e contagiosa, que se caracteriza por lesões genitais ulceradas e dolorosas que evoluem com a supuração (saída de pus) dos linfonodos (gânglios) inguinais.

É causada pelo Hemophilus ducreyi e o período de incubação é de 3 a 7 dias após o contato sexual suspeito. Pequenas lesões avermelhadas e elevadas (pápulas) se rompem e tornam-se úlceras rasas, com as bordas macias e com anel avermelhado ao redor. Tais úlceras variam de tamanho e podem se agrupar (coalescentes), formando uma lesão maior, intensamente dolorosa.

Os linfonodos inguinais se tornam dolorosos, aumentados de tamanho e agrupados (bubão), sendo facilmente palpáveis. Forma-se aí o abscesso que pode drenar através da pele da virilha.

Sífilis

Doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum e normalmente transmitida através do contato sexual ou pelo beijo. A infecção através de objetos contaminados é bastante rara, pois a bactéria morre em contato com o ar. Um feto carregado por uma portadora de sífilis pode contrair a doença, condição denominada de sífilis congênita.

Histórico

Acredita-se que a sífilis foi introduzida na Europa em 1493 por um grupo de marinheiros retornando da primeira expedição de Cristovão Colombo à America. Já no século XVI, a sífilis tornou-se a maior epidemia pública. O aspirilo, responsável pela doença, foi descoberto somente em 1905, pelo zoologista alemão Fritz Schaudinn. Em 1906 o bacteriologista alemão August vom Wassermann desenvolveu o primeiro exame de sangue para diagnosticar a doença. Em 1909 outro bacteriologista alemão, Paul Ehrlich, desenvolveu o primeiro tratamento efetivo. Em 1943 a penicilina mostrou-se bastante efetiva no combate à sífilis e até hoje continua sendo o medicamento preferido para o tratamento dessa doença.

Intensos programas de saúde pública reduziram o número de casos reportados nos Estados Unidos de 160.000 (1947) para 25.000 (1975), porém o número cresceu para mais de 39.000 em 1988. Durante a década de 70, a maioria dos casos de sífilis em homens ocorreu em homossexuais, entretanto o aumento no número de casos durante a década de 80 aparenta ser em indivíduos heterossexuais. Este fato aumenta a incidência da sífilis congênita, que causa um grande índice de mortalidade infantil. Pessoas portadoras de AIDS (SIDA) têm maiores chances de desenvolver sérias formas de sífilis e a sofrerem recaídas após tratamentos que normalmente curam a doença.

Estágios e Sintomas

O primeiro estágio da sífilis é caracterizado por uma pequena lesão, que aparece na região de contágio, de três a seis semanas após a contração. Os fluidos oriundos dessa lesão são extremamente infecciosos. Em um segundo estágio, que manifesta-se cerca de seis semanas mais tarde, ocorre um repentino aparecimento de lesões. Úlceras doloridas desenvolvem-se na boca, assim como em várias regiões do corpo; lesões em forma de pequenas protuberâncias, também altamente infecciosas, podem aparecer na região genital; dores de cabeça, febre e inchamento das glândulas linfáticas são, algumas vezes, observados. Estes sintomas normalmente desaparecem de 3 a 12 semanas.

A doença entra então em um estágio latente não apresentando sintomas externos, porém as inflamações podem instalar-se em órgãos internos. Este estágio latente pode durar de 20 à 30 dias.

Em 75% dos casos não ocorrem outros sintomas além dos já mencionados; entretanto, quando o estágio final ocorre (sífilis terceira), nódulos enrijecidos podem se desenvolver em tecidos sob a pele, nos tecidos mucosos e nos órgãos internos. Os ossos são freqüentemente afetados, assim como o fígado, os rins e outros órgãos viscerais. Infecção do coração e dos principais vasos sanguíneos ocorrem em casos terminais. Em aproximadamente 15% dos casos de sífilis terceira ocorre o que é chamado neurosífilis, representado pela perda do controle urinário, degeneração dos reflexos e perda da coordenação muscular, que pode levar à paralisia. Durante este estágio, infecções no trato urinário podem, em uma gravidez, levar ao aborto ou ao nascimento de uma criança portadora de sífilis congênita.

Crianças afetadas normalmente apresentam sinais típicos como: testa grande, nariz seliforme e dentes mal formados. Perto da segunda década da vida, tais crianças podem apresentar deterioração no sistema nervoso central.

A sífilis é detectada através dos sintomas de um dos vários testes de sangue ou de fluido da coluna espinhal. A droga mais usada no tratamento é a penicilina benzatina que é ministrada em duas injeções separadas por uma semana de intervalo. Quando se trata de neurosífilis, o antibiótico é ministrado três vezes por semana.

O controle da sífilis inclui localizar as pessoas que tiveram contato sexual com portadores e tratar aquelas cujo contato se deu durante o período de contaminação. O uso da camisinha oferece alguma proteção contra a sífilis.

AIDS (SIDA)

Síndrome da deficiência imunológica adquirida é uma condição que resulta na supressão do sistema imune relacionada à infecção pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). Uma pessoa infectada com o vírus HIV perde gradativamente a função imune de algumas células imunológicas denominadas CD4 linfócitos-T ou CD4 células-T, tornando a pessoa infectada vulnerável à pneumonia, infecções fúngicas e outras enfermidades comuns. Com a perda da função imune, uma síndrome clínica (um grupo de várias enfermidades que, em conjunto, caracterizam a doença) se desenvolve com o passar do tempo e eventualmente pode causar a morte devido a uma infecção oportunista (infecções por organismos que normalmente não causam mal algum, exceto em pessoas que estão com o sistema imunológico bastante enfraquecido) ou um câncer.

Histórico

Durante o início dos anos 80 se observou um grande número de mortes causadas por infecções oportunistas em homens homossexuais que, apesar de tal infecção, eram pessoas saudáveis. Até então estas infecções oportunistas causavam morte normalmente em pacientes que receberam órgãos transplantados e estavam recebendo medicamento para suprimir a resposta imune.

Em 1983, Luc Montaigner, um francês especialista em câncer, juntamente com outros cientistas do Instituto Pasteur em Paris, isolaram o que parecia ser um novo retrovírus humano (um tipo especial de vírus que se reproduz de maneira diferente) de uma glândula (nódulo) linfática de um homem sob risco de AIDS.

Simultaneamente cientistas norte americanos liderados por Robert Gallo, trabalhando no Instituto Nacional do Câncer em Bethesda (Maryland) e o grupo liderado pelo virologista norte americano Jay Levy de San Francisco isolaram o retrovírus de pessoas com AIDS e também daquelas que tinham contato com portadores da doença. Os três grupos de cientistas isolaram o que hoje se conhece como vírus da imunodeficiência humana (HIV), o vírus que causa a AIDS. A infecção por este vírus não significa necessariamente que a pessoa tenha AIDS, porém erroneamente costuma-se dizer que a pessoa HIV-positiva tem AIDS. De fato, um indivíduo HIV-positivo pode permanecer por mais de 10 anos sem desenvolver nenhum dos sintomas clínicos que diagnosticam a doença.

Em 1996 estimou-se que 22,6 milhões de pessoas no mundo estavam vivendo com o HIV ou com a AIDS, dos quais 21,8 milhões eram adultos e 380.000 crianças. A Organização Mundial da Saúde estimou que no período entre 1981, quando o primeiro caso de AIDS foi diagnosticado, e em 1996 mais de 8,4 milhões de adultos e crianças desenvolveram a doença. Estimou-se também que no mesmo período 6,4 milhões de mortes foram causadas pelo vírus HIV.

Infestações

Termo que significa a existência de parasitas na pele (ou derme) e que podem ser transmitidos pela atividade sexual, embora não obrigatoriamente. Destacamos aqui a infestação por piolhos (Phthirus pubis), pela sarna (Sarcoptes scabeis) e pelos carrapatos (ou chatos). Tais ectoparasitas (parasitas externos) infestam principalmente as regiões cobertas por cabelos como a região púbica (pêlos púbicos) de ambos os sexos. Obviamente tais parasitas podem também ser adquiridos de roupa de cama ou de banho (toalhas), roupas íntimas, animais, etc...Seu principal sintoma será o prurido (coceira) e vermelhidão devido aos minúsculos túneis sob a derme que podem ser estar infectados por bactérias oportunistas. Se não tratadas, tais infecções secundárias por bactérias, podem, associadas ao ato de coçar o local, disseminar pelo resto do corpo tais infestações e ainda levar a complicações mais sérias, como abscessos (coleção de pus). Resta claro neste parágrafo, que os portadores de infestações devem ser orientados quanto aos seus hábitos de higiene. O tratamento é feito de acordo com o parasita e medidas profiláticas devem ser adotadas no ambiente onde vive o indivíduo.

Linfogranuloma Venéreo

Etiologia: É causado pela Chlamydia trachomatis;
Patogênese: A doença é contraída, exclusivamente, via transmissão sexual:
sua incidência é baixa, com maior prevalência no grupo etário de 15 a 30 anos. O período de incubação varia de 1 a 3 semanas;
Sintomatologia:
Manifesta-se com lesão inicial de tipo pustuloso, freqüentemente despercebida. Em seguida, surge adenopatia inguinal, conhecida como bubão, unilateral, que pode passar à fase supurativa. Nas mulheres, pode faltar a adenite inguinal, mas é freqüente o acometimento dos gânglios pararretais. Pode haver manifestações sistêmicas tais como mal-estar, febre, anorexia, dor pélvica, etc.;
Diagnóstico laboratorial:
Por bacterioscopia direta (coloração de Giemsa), cultura, sorologia, imunofluorescência, intradermo-reação de Frei;
Tratamento da adenite:
repouso e calor local. Quando a adenite for maior que 5 cm, aspirar com agulha de grosso calibre; pode ser feita lavagem com antibiótico.

Vaginose Bacteriana e Vulvovaginites

Etiologia: Pode ser classificada em infecciosa e não infecciosa (causa hormonal, agentes físicos e químicos, de contato, etc.) Na infecciosa os agentes mais comuns são: Trichomonas vaginalis, Candida albicans, G. vaginalis, C. trachomatis, N. gonorrhoeae;
Patogênese:
Em cada faixa etária, tende a aparecer um tipo específico de Vulvovaginite. As vulvovaginites de causa hormonal aparecem principalmente na infância, senescência e em usuárias de pílulas; as infecciosas são mais freqüentes dos 15 aos 35 anos;
Sintomatologia:
Secreção abundante, com ou sem odor característico, de consistência e cor variadas, prurido, edema, disúria;
Diagnóstico laboratorial:
Medidas gerais tais como abstinência sexual, higiene genital, restauração do pH vaginal, uso de anti-inflamatórios por via sistêmica e local. Conforme o agente atiológico, se usa terapia específica (trichomonas: nitroimidazólicos; herpes vírus: antivirais; fungos: antifúngicos, por via oral ou tópica);

Salpingite Aguda

Etiologia: É causada pela disseminação ascendente, não relacionada a ciclo gravídico-puerperal ou cirurgias, de microorganismo que, partindo da genitália, acomete órgãos genitais superiores e/ou estruturas adjacentes (OMS,1986).

Conforme a localização, usa-se a seguinte terminologia:

Salpingite: A mais freqüente e preocupante por suas seqüelas: endometrite, parametrite, salpigoforite, abscesso pélvico (tubo-ovariano);

Do ponto de vista etiológico, as Salpingites podem-se dividir em:

Infecção por germes causadores de DST (gonococo, clamídias, micoplasmas).
Infecções por organismos presentes na flora vaginal (estreptococos, estafilococos, hemófilos, E.coli, anaeróbicos).
Infecções de etiologia desconhecida.

Patogênese: A manifestação da salpingite aguda está relacionada com a atividade sexual, particularmente com o número de parceiros sexuais;
Sintomatologia:
Dor pélvica, freqüentemente relacionada com o início do ciclo menstrual, disfunção menstrual, dispareunia, anorexia, náusea e vômito, dor à palpação e mobilização do útero;
Tratamento:
Deve ser eficaz tanto contra os agentes das DSTs, como contra as demais bactérias envolvidas, principalmente as anaeróbicas.

Fonte: www.uro.com.br

Doenças Sexualmente Transmissíveis

O que são as DST's?

São doenças que podem ser transmitidas (passadas) através do contato sexual.

Como se pega?

Através do contato sexual com um/a parceiro/a contaminado/a.

Quem pode pegar?

Qualquer pessoa que tenha atividade sexual pode se contaminar com uma DST, incluindo o HIV-Aids. No entanto, o risco é muito maior nas pessoas que trocam freqüentemente de parceiros/as sexuais e/ou que não usam camisinha, masculina ou feminina, em todas as relações sexuais.

VULNERABILIDADE

VOCÊ SABIA?

Que há algum tempo as pessoas achavam que só os chamados grupos de risco, formados por homossexuais, usuários/as de drogas injetáveis, hemofílicos/as e trabalhadores/as do sexo, contraíam (pegavam) doenças como DST/HIV- Aids?

Mas, ficou claro que não é bem assim. Sabe-se agora que todas as pessoas estão em risco de contrair uma DST/HIV-Aids. A grande diferença é o quanto cada pessoa está vulnerável a contrair uma DST/HIV-Aids.

Mas o que é Vulnerabilidade?

É o conjunto de fatores que pode aumentar ou diminuir o risco a que estamos expostos em todas as situações de nossa vida. Isto é usado também para avaliar as chances que cada pessoa tem de pegar uma DST/HIV-Aids. Essa chance pode variar por diversos motivos, como por exemplo ser rico ou pobre, homem ou mulher, criança, adolescente ou adulto, lugar onde mora, nível de escolaridade, condições sociais, auto-estima, conhecimentos, projeto de vida etc.

A chance que cada pessoa tem de contrair uma DST/HIV-Aids pode aumentar ou diminuir dependendo de três fatores:

Individual: refere-se à capacidade de cada pessoa em adotar comportamentos seguros, que a torne menos vulnerável, assim como a capacidade de tomar decisões próprias.
Social:
diz respeito à qualidade de vida das pessoas, como estas se relacionam com os/as outros/as e quanto seus direitos e suas necessidades são atendidas.
Programático:
são as ações que o governo e/ou instituições desenvolvem para aumentar o acesso da população à informação, serviço de saúde, camisinhas, seringas, remédios, teste HIV etc.

Aumentar ou diminuir essa vulnerabilidade depende de cada um/a de nós enquanto pessoas e cidadãos/cidadãs.

Como elas podem ser percebidas? (Sintomas)

Corrimento uretral
Corrimento vaginal
Verrugas nos genitais
Úlceras (feridas, bolhas) nos genitais
Irritação (queimação)
Tumorações (caroços, ínguas)
Assintomáticos (Às vezes não aparece sintoma externo, ou seja, por fora. Por isso é muito importante procurar um serviço de saúde no caso de uma suspeita, mesmo sem ter qualquer um desses sinais)

O QUE DEVO FAZER NA SUSPEITA DE UMA DST?

Evite as relações sexuais!

Se você suspeitar que está com alguma DST porque surgiu um corrimento, uma ferida ou qualquer coisa anormal (diferente), a primeira coisa a fazer é parar de ter relações sexuais até saber o que é.

Sempre procure um/a médico/a!

Não pense duas vezes!!! Procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo para receber atenção de um/a profissional/médico/a. Não deixe de relatar ao/à médico/a todos os sintomas existentes, mesmo aqueles que você não considere importante. Conte também se você teve alguma relação sexual suspeita nas últimas semanas. Não tenha vergonha, toda informação é muito valiosa.

Importante

Yoda mulher que já teve ou está tendo relação sexual precisa fazer o exame chamado de prevenção do câncer de colo de útero (Papanicolau ou Citologia Oncótica) regularmente, MESMO NÃO SENTINDO ABSOLUTAMENTE NADA.

Este exame permite achar lesões antes que fiquem mais sérias, facilitando o tratamento.

Tratamento por conta própria NUNCA ! ! !

Jamais faça tratamentos por conta própria, ouvindo orientação de parentes, vizinhos/as, amigos/as ou mesmo balconista da farmácia. Mesmo que você já tenha utilizado algum medicamento antes, não recorra a ele, pois nem sempre será a solução para o seu problema atual. Faça todos os exames solicitados e siga corretamente o tratamento e as orientações indicadas pelo/a médico/a.

Converse com seu/sua parceiro/a!

Não deixe de conversar com seu(s)/sua(s) parceiro/a ou parceiros/as sexual/sexuais. Eles/as precisam ser informados/as do problema para também procurarem um/a médico/a, pois mesmo sem os sintomas, ele(s)/ela(s) já podem estar contaminado(s)/contaminada(s). Além do risco de contrairem (pegarem) a doença e sofrerem suas conseqüências, podem estar transmitindo para outras pessoas, mesmo sem saberem. Se ele(s)/ela(s) não se tratar/em, até você poderá se infectar novamente numa próxima relação sexual.

Previna-se sempre!

Após o tratamento e cura, não dê nova chance a qualquer DST, prevenindo-se em todas as relações sexuais, sempre com o uso correto da camisinha, seja ela masculina ou feminina.

Que conseqüências podem causar?

Se não forem tratadas logo e corretamente, as DST podem deixar seqüelas (conseqüências) graves, como por exemplo o comprometimento da capacidade de ter filhos no futuro e da qualidade das relações sexuais.

Fonte: www.adolescencia.org.br

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