Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Cogumelos  Voltar

Cogumelos

Cogumelos Alucinógenos

Os cogumelos, muito conhecidos no ambiente da gastronomia e parte do imaginário infantil, são também parte do grupo de drogas alucinógenas que agem no cérebro e afeta os sentidos, causando alucinações (ver, ouvir, cheirar, sentir ou tocar coisas que não existem).

Existem vários tipos de cogumelos psilocibinos, nome científico atribuído aos cogumelos que contêm Psilocibina e Psilocina, com alcalóides ativos. A psilocibina é quimicamente semelhante ao LSD. Os cogumelos psicoativos são todos aqueles que contêm estes ou outro tipo de alcalóides capazes que afetar o Sistema Nervoso Central.

Os cogumelos são ingeridos crus, secos, cozidos ou em forma de chá, forma que é mais utilizada. Depois de consumidos, os alcalóides dos cogumelos chegam ao cérebro e bloqueiam os efeitos da serotonina. Não foi encontrada informação sobre a utilização terapêutica dos cogumelos.

Cogumelos
Cogumelo

Origem da droga

As primeiras referências ao consumo dos cogumelos são encontradas em livros datados de 1502, nos quais era mencionado o uso de cogumelos em rituais nas festas de coroação de Moctezuma, o último imperador Asteca.

Os conquistadores espanhóis, não preparados para os efeitos da droga, assustaram-se e proibiram o uso e a religião nativa. Foram também encontrados registros do médico do rei espanhol a relatar a ingestão de cogumelos pelos indígenas, por forma a induzir visões de todo o tipo, sendo estes muito apreciados em festas e banquetes.

Após a conquista, o consumo de cogumelos com fins rituais e terapêuticos. Os cogumelos alucinógenos eram usados no México, Guatemala e Amazonas em rituais religiosos e por curandeiros.

Efeitos

Os efeitos dos cogumelos parecem estar associados às condições psicológicas e emocionais do consumidor, assim como ao contexto em que esse consumo se verifica. São semelhantes ao LSD, mas menos intensos e duradouros.

As primeiras reações começam por ser de caráter físico: náuseas, dilatação das pupilas, aumento do pulso, da pressão sanguínea e da temperatura.

Se ocorrer ansiedade e vertigens, estas deverão desaparecer no período de uma hora. Para, além disso, o consumidor poderá sentir um aumento da sensibilidade perceptiva (cores mais intensas, percepção de detalhes) com distorções visuais e sinestesia ou mistura de sensações (os sons têm cor e as cores têm sons), acompanhadas de euforia, sensação de bem-estar, aumento da autoconfiança, grande desinibição e aumento do desejo sexual.

Os efeitos alucinógenos podem acarretar alguma desorientação, ligeira falta de coordenação motora, reações paranóicas, inabilidade para distinguir entre fantasia e realidade, pânico e depressão. Os efeitos começam a surgir cerca de 25 a 30 minutos após a ingestão e podem durar até 6 horas.

Riscos do uso

Provoca dores no estômago, diarréia, náuseas e vômitos. Pode também piorar problemas no nível de doenças mentais. Uma outra conseqüência desta droga poderão ser acidentes originados pela interpretação incorreta da realidade.

Existem cogumelos venenosos que podem ser muito tóxicos ou até letais. A Amanita é uma droga muito perigosa, sendo, atualmente, responsável por 90% dos casos fatais de envenenamento por fungos. O uso prolongado desta espécie poderá levar à debilidade mental.

Doses excessivas podem provocar delírios, convulsões, coma profundo e morte devido à paragem cardíaca.

Fonte: clinicadetratamento.com.br

Cogumelos

Cogumelos ou fungos são plantas que não contém clorofila, a substância verde que faz com que os vegetais superiores possam processar a luz solar para produzir nutrientes (açúcares).

A ausência de clorofila impede os cogumelos de se alimentarem utilizando energia solar, o que impele a espécie a desenvolver outros métodos de vida, atuando como parasitas em outros animais e plantas ou habitando matéria em decomposição.

Os fungos também agem quimicamente no ar, de forma diferente das plantas clorofiladas - eles absorvem o oxigênio e exalam ácido carbônico, agindo nesse ponto da mesma forma que os animais, aos quais se assemelham em composição química.

Fungos alucinógenos têm desempenhado papel importante em várias cerimônias religiosas. Os maias que habitavam a Guatemala há 3500 anos utilizavam um fungo conhecido na língua nahuátl como "teonanácatl", a "carne de deus".

Esse cogumelo provavelmente pertence ao gênero Psilocybe, embora também possa ser relacionada a duas outras variedades: Conocybe ou Stropharia.

O primeiro registro histórico do consumo de cogumelo Psilocybe data de 1502, durante a coroação do Imperador Montezuma. Despreparados e assustados pelos efeitos da droga, os conquistadores espanhóis tomaram a decisão de proibir a religião nativa e o uso de fungos alucinógenos. Albert Hofmann, o químico suiço descobridor do LSD, foi o primeiro a extrair psilocibina e psilocina dos cogumelos mágicos das espécies Psilocybe mexicana e Psilocybe cubensis.

A psilocibina é uma substância relativamente instável, sendo convertida pelo organismo humano em psilocina, a verdadeira responsável pelos efeitos alucinógenos da planta. A psilocibina assemelha-se quimicamente ao LSD e é conhecida cientificamente como orthophosphoryl-4-hydroxy-n-dimethyltryptamine.

Os cogumelos secos têm ação mais forte que os cogumelos frescos.

Alguns pesquisadores acreditam que a psilocibina abre uma porta para o subconsciente, permitindo que o mundo consciente seja encarado de uma perspectiva diferente. A substância é classificada como alucinógena, embora seus efeitos sejam provavelmente mais ilusórios do que alucinatórios.

Experiências em laboratório revelaram que a ação da psilocibina é determinada pelas condições emocionais e psicológicas do usuário, e também pelo ambiente em que se desenrola a experiência.

As reações iniciais são basicamente físicas: náuseas, dilatação das pupilas, aumento do pulso, da pressão sangüínea e da temperatura.

Ansiedades e vertigens também podem ocorrer, sintomas esses que desaparecem uma hora depois de ingerido o cogumelo.

Começa então um período de percepção sensorial ampliada: as cores se destacam, detalhes minúsculos dos objetos são revelados e estruturas coloridas cruzam o campo de visão.

O efeito pode degenerar em desorientação, reações paranóicas, inabilidade para distinguir entre fantasia e realidade, pânico e depressão. Ainda no continente americano, um outro gênero de cogumelo alucinógeno tem sido utilizado - o Stropharia cubensis -, que nasce sobre o estrume de boi. O autor brasileiro Sangirardi Jr. diz que essa espécie de fungo tem sido empregada na América Central desde muito antes dos espanhóis que trouxeram o gado bovino.

Para Sangirardi, os cogumelos Stropharia cubensis poderiam proliferar no estrume do búfalo americano e do gamo, animais considerados sagrados pelos maias.

A ingestão desse fungo é seguida inicialmente por náuseas, substituídas logo depois de uma hora pelo aumento da sensibilidade visual e auditiva; a percepção de formas é alterada e distorções visuais podem ser comuns. O corpo relaxa e sobrevem uma ligeira perda de coordenação motora.

O efeito dura cerca de quatro horas e o usuário está sujeito a momentos de ansiedade e até mesmo pânico. Outro cogumelo alucinógeno famoso é o Amanita muscaria, considerado por alguns estudiosos como sendo o cogumelo citado por Lewis Carroll no livro Alice no Pais das Maravilhas.

O Amanita muscaria tem sido empregado há mais de 6000 anos, apesar do risco de ser confundido com variedades semelhantes de efeito letal. Acidentes com Amanita são responsáveis por 90% dos casos fatais de envenenamento por fungos. É uma droga extremamente perigosa, por isso seu uso implica graves riscos.

A Amanita muscaria contém diversas substâncias alucinógenas como muscazon, ácido ibotênico, muscimelk e bufotenina. Como esses elementos permanecem intactos em sua passagem pelo organismo, povos primitivos da Sibéria costumavam armazenar a urina de usuários de Amanita, que era assim utilizada como droga alucinógena.

Os efeitos começam entre quinze e vinte minutos após o fungo ser ingerido, e duram por seis a oito horas. As sensações iniciais incluem vertigens, confusão, secura da boca, respiração acelerada, náusea, vômito e diarréia.

Depois disso, o usuário é induzido a um sono leve de cerca de duas horas, experimentando visões e sensações semelhantes a sonhos. Sintomas de paranóia e agressividade exagerada também são registrados, e o usuário está sujeito a quedas e acidentes causados pelas distorções sensoriais.

O uso prolongado da droga pode levar à debilidade mental e à loucura. Doses excessivas resultam em delírios, convulsões, coma profundo e morte em conseqüência de parada cardíaca.

Fonte: Retirado da Revista Planeta de julho de 86

Cogumelos

Cogumelos
Cogumelo

Os cogumelos não são considerados plantas pela ciência, não têm clorofila. Porém na visão xamânica "de tudo o que está plantado" sim. Os cogumelos enteógenos, têm sido de grande importância em várias cerimônias religiosas.

O texto abaixo é extraído do livro Retorno à Cultura Arcaica (Nova Era)de Terence Mckenna, um xamã e botãnico, que viveu no Hawai, onde reproduzia o cogumelo em seu laborátorio de plantas de poder :

" Há talvez dezenas de milhares de anos, os seres humanos vêm utilizando cogumelos para fins de adivinhação e indução do êxtase xamanista. Pretendo demonstrar que a interação entre homens e os cogumelos não é uma relação simbiótica estática, e sim dinâmica, através da qual pelo menos uma das partes consegue atingir níveis culturais mais elevados.

O impacto das plantas psicoativas sobre o aparecimento e a evolução dos seres humanos é um fenômeno que até agora não foi examinado, mas que promete esclarecer não só a evolução dos primatas, mas também o surgimento das formas culturais peculiares ao Homo Sapiens. '

Há um fator oculto na evolução dos seres humanos que não é nem o elo perdido nem a finalidade imposta pelos céus. Minha teoria é que esse fator oculto na evolução dos seres humanos e que teve à tona a consciência humana em um primata bípede dotado de visão binocular tem a ver com um laço de realimentação com alucinógenos vegetais.

Trata-se de uma noção que ainda não foi amplamente explorada, em bora uma forma muito conservadora dela apareça em Soma: de R. Gordon Wasson. Ainda que ainda não comente o surgimento da natureza humana nos primatas, Wasson sugere que os cogumelos alucinógenos foram o agente causal do aparecimento de seres humanos espiritualmente conscientes e da gênese da religião. "

Composição

A ausência de clorofila impede os cogumelos de se alimentarem utilizando a energiaa solar, o que impele a espécie a desenvolver outros métodos de vida, atuando como parasitas em outros animais e plantas ou habitando materia em decomposição. Os fungos também agem quimicamente no ar, de forma diferente das plantas com clorofila, eles aborvem o oxigênio e exalam ácido carbônico, agindo nesse ponro da mesma forma que os animais, aos quais se assemelham em composição química.

Cogumelos
Cogumelo

No continente americano há o Stropharia Cubensis; que nasce no estrume do zebu. Segundo Sangirardi Jr, essa espécie de fungo tem sido empregada na América Central desde muito antes da chegada dos espanhóis que trouxeram o gado bovino. Para ele, poderiam proliferar no estrume do búfalo americano e do gamo, animais considerados sagrados pelos maias.

Este Cogumelo é muito conhecido aqui no Brasil, notamente em regiões de pasto de gado.Seu princípio ativo é a psilocibina, a parte inferior do chápéu é escura e sua cor é um tom dourado escuro

Terence Mackenna, um xamã e botânico que morava no Hawai, em seu livro: " Aluninações Reais", conta como consegue reproduzir o cogumelo, no seu laboratório de plantas de poder, afirmou :

A psilocibina está intimamente ligada com a serotonina. A serotonina torna possívei ao cogumelo as funções cerebrais do universo mental.

O mais interessante é como nasce o cogumelo. Imagine agora um zebu pastando. As plantas ingeridas vão para aquela bio-máquina, que é o seu processo digestivo, e vira depois estrume. Depositado o estume na terra, fica por conta do Universo. Vem a chuva irrigando o estrume, e em seguida o Sol com seus raios dourados, energizando.Desta alquimia natural, nasce o cogumelo.

Numa das vezes que ingerí o cogumelo, dentro de um ritual xamânico, estabelecí contato com um ser, que intuí ser o elemental . Tive a visão de um elemental bastante gordo, cheio de barrigas, bonachão, bastante sorridente, passando-me que possuia os registros da Mãe-Terra e das manifestações da natureza.

Sentí uma profunda conexão com a natureza, podia observar as mais sutís formas de vegetação, e tive a compreensão que esta planta não pode ser ingerida em centros urbanos. Dizem os erveiros que os cogumelos não devem ser tomados de forma sistemática. Eles dizem que o cogumelo aparece em seu caminho, quando é necessário. Quando você quer procurá-lo, mas não é para ser, você não o encontra.

Um mateiro explicou-me a utilização da seguinte maneira:

" Tá vendo aquele cogumelo lá ? ( referindo a um cogumelo de outra espécie). Aquele a gente não come, porque faz mal. Aquele outro às vezes a gente usa prá botar numa salada. E este ( referindo-se ao stropharya), este é o seguinte : As vezes a gente tá com a cabeça cheia de problemas, e não consegue arrumar as idéias. Então, a gente come este que é prá entendê como resolvê ".

Alguns que estudam botânica mágica, acreditam que este cogumelo veio de Órion. Se o cogumelo veio de outro planeta, não posso afirmar, porém parece que ao ingerí-lo estabelecí uma conexão com algo que não era deste planeta.

Suas visões são bastantes fortes, não sentí o tempo passar, não sentí fome. Quando tocava maracás, eu via labaredas de fogo, saindo dos mesmos. A acuidade auditiva e visual, foi bem amplificada, e nessa vivência, recebí um insigth, que proporcionou uma grande transformação em minha vida.

AMANITA MUSCARIA

Cogumelos
Cogumelo

Outro famoso é o Amanita Muscária, que tem sido empregado há mais de 6.000 anos, por xamãs siberianos, um cogumelo vermelho com manchas brancas. É o sacramento de seus trabalhos espirituais.

A Amanita muscária é um cogumelo enteógeno, que proporciona visões e introvisões de profundo significado. Alguns pesquisadores acreditam que ele é o soma, dos Vedas (a mais antiga literatura sagrada da humanidade).

Essa planta contém elementos que permanecem intactos em sua passagem pelo organismo, por isso os xamãs siberianos guardavam e consumiam a própria urina para ser bebida no inverno, quando não havia o cogumelo.

Nas biografias legendárias de alguns adeptos do budismo, há alguns indícios que podem ser interpretados para revelar que eles consumiam o cogumelo Amanita muscaria para conseguir a iluminação.

Eles mantinham o voto de manter o segredo dessas práticas, tanto que sua identidade foi escondida atrás de um jogo de símbolos.

Alguns pesquisadores afirmam que ele é o próprio Soma, dos Vedas.

Soma era mais do que uma planta, e seu sumo expressa um deus. Sugere-se o deus Agni, deus do fogo.

O soma é simbolizado pelo touro, o símbolo do rig veda (hino aos deuses) da força.

Nas pesquisas, o uso do amanita aparece também em tradições da Ásia do Norte e do Sul, nas tradições germânicas ligadas a Odhin, em usos xamânicos mais adiantados nas florestas da Eurásia do Norte. Visto também, por muitos anos, no distrito de Kanto, no Japão; no Norte da Europa; Índia; e na América Central por muitos anos.

Também identificado como o Haoma, dos Persas. Esses cogumelos sagrados foram utilizados por xamãs para a cura espiritual; era a entrada para incorporar o reino dos deuses.

O cogumelo sagrado Amanita Muscaria, segundo alguns pesquisadores, é o mesmo citado por Lewis Carroll em "Alice no País das Maravilhas" Teria Lewis ingerido o enteógeno para escrever seu livro ?

Relata-se também efeitos analgésicos significativos, para curar males da garganta, feridas cancerígenas, artrites.

A amanita contém os princípios ativos muscazon, ácido ibotênico, muscimelk e bufoteína. Os efeitos começam entre 20 e 30 minutos após a ingestão e duram de 6 a 8 horas.

Geralmente, o usuário experimenta visões semelhantes aos sonhos.

O Amanita muscaria, em suma, é um dos cogumelos mais bonitos, com um encanto misterioso.

UMA HISTÓRIA DE NATAL

Natal sempre marca o solstício de inverno (hemisfério norte). É nesse período que os xamãs, até hoje, realizam rituais de passagem para um novo ciclo anual.

Muitos povos xamânicos também comemoravam a cerimônia da árvore, representando a "Árvore do Mundo". Será por isso que levamos uma para dentro de nossas casas e a enfeitamos? Partimos da crença de que a lenda do Papai Noel nasceu na Sibéria. Existia uma tribo na antiga Sibéria chamada O Povo das Renas.

As renas eram para os siberianos o que o búfalo representa para os nativos americanos; eram também consideradas a manifestação do Grande Espírito Rena, invocado pelos xamãs para resolver os problemas do povo. Nas suas jornadas xamânicas, ele viajava, em transe, em um trenó de renas voadoras.

Não eram só os xamãs que usavam amanita, as renas também comiam. Eles até conseguiam atrair renas com a urina, que chegavam a brigar para tomá-la e as laçavam enquanto bebiam. Alguns caçadores davam pedaços de amanita para as renas para aumentar a sua força e resistência física, e assim suportarem melhor as longas distâncias. Se as renas fossem abatidas por alguém nesse momento, quando estavam na manifestação do enteógeno, os efeitos passariam para quem comesse a sua carne.

Caçadores, ao se alimentarem de renas que haviam ingerido amanita, tiveram uma visão coletiva de um homem vestido de vermelho e branco (cor do cogumelo), um xamã que levava presentes para a população. Eles viram o xamã voando em um trenó de renas.

Daí, conta-se que Papai Noel foi uma visão de homens que se alimentaram das renas que consumiram amanita.

A roupa do Papai Noel, por sinal, é de origem lapônica.

Tradicionalmente, os xamãs siberianos eram conduzidos em suas viagens estáticas (jornadas xamânicas) aos mundos profundos (transe) por um trenó de renas.

Isso explica a origem de Papai Noel viajando por um trenó de renas

Os habitantes sentiam que os xamãs sempre lhe traziam presentes espirituais. Além disso, a fumaça do fogo onde faziam seu trabalhos saía por uma abertura nas casas (chaminés ), e era por ali que entravam e saiam os espíritos, o que também explica a origem de Papai Noel entrando pela chaminé.

O que quero dizer, na verdade, é que nosso doce e querido Papai Noel nasceu na Sibéria e tem sua origem no xamanismo. O que acham ? Coincidência?

Uma Lenda Siberiana

Uma lenda do koryak (Sibéria) conta que o herói da cultura:

Grande Corvo, numa passagem , ele capturou uma baleia, que estava à sua frente, e queria soltá-la para traz no mar, mas era incapaz de devolvê-lo ao mar por ser tão pesado.

O deus Vahiyinin (existência) disse-lhe que deveria comer espíritos do wapaq para ter a força.

Vahiyinin cuspiu em cima da terra e as plantas brancas pequenas - os espíritos do wapaq - apareceram: tinham chapéus vermelhos, e o cuspe de Vahiyinin congelado como os flocos brancos de neve.

Ao comer o wapaq, Grande Corvo tornou-se excepcionalmente forte e conseguiu atirá-la ao mar.

A partir daí o cogumelo crescerá para sempre na Terra, e os povos podem aprender o que ele ensina.

Wapaq é a mosca Agarica, um presente diretamente de Vahiyinin - plantas dos deuses.

TEONANÁCATL

Cogumelos
Cogumelo

Os Maias usavam o Teonanácatl ou “Carne de Deus” (Psilocybe Mexicana).

O primeiro registro do consumo do cogumelo Psilocybe, data de 1502, durante a coração do imperador Montezuma.

Pesquisadores da psilocibina, acreditam que ela abre uma porta para o subconsciente, permitindo que o mundo consciente seja encarado de uma perspectiva diferente.

Conhecido como a " Carne De Deus " é o cogumelo milenar dos índios mexicanos.

Os Cogumelos Sagrados do México, têm como princípio ativo a psilocibina e a psilocina.

Fonte: www.xamanismo.com.br

Cogumelos

Aspectos históricos e culturais

Seu uso ritual é bastante antigo no México, onde ficou famoso, sendo utilizado pelos nativos daquela região desde antes de Cristo. Sabe-se que o "cogumelo sagrado" atualmente ainda é utilizado por bruxos, em seus rituais, e por alguns pajés. É chamado pelos índios astecas do México de "carne dos deuses", sendo considerado sagrado por certas tribos.

Tem o nome científico de "Psylocybe mexicana" e dele pode-se extrair uma substância com forte poder alucinógeno: a psilocibina.

No Brasil, temos pelo menos duas outras espécies de cogumelos alucinógenos: o "Psylocibe cubensis" e a espécie do gênero "Paneoulus".

Um caso real conta: "Um jovem arquiteto coleta vários cogumelos. Prepara-os num liquidificador, com leite e leite condensado. Guarda essa mistura na geladeira de sua casa. Mais tarde, com grande sentimento de culpa, depara com sua avó, que bebera a mistura pensando tratar-se de batida de frutas ou vitamina, meio aterrorizada na sala de visitas, com a TV ligada, e discutindo amargamente com os personagens da novela - que haviam 'saído' do écran e estavam pela sala."

Efeitos físicos e psíquicos

Os sintomas físicos são poucos salientes. Podem aparecer dilatação das pupilas, suor excessivo, taquicardia, náuseas e vômitos. Não há desenvolvimento de tolerância. Também não induzem dependência e não ocorre síndrome de abstinência.

Produzem alucinações e delírios. Estes efeitos são maleáveis e dependem de várias condições, como personalidade e sensibilidade do indivíduo. As alucinações podem ser agradáveis. Em outras ocasiões, os fenômenos mentais podem ser desagradáveis (visões terrificantes, sensações de deformação do próprio corpo).

Pode também provocar hilaridade e euforia.

Um dos problemas preocupantes deste alucinógeno, bem como da Datura, Daime, Peyote e o LSD-25, é a possibilidade, felizmente rara, da pessoa ser tomada de um delírio persecutório, delírio de grandeza ou acesso de pânico e, em virtude disto, tomar atitudes prejudiciais a si e aos outros.

Nomes populares: chá, cogú.

Uso terapêutico: não reconhecido

Fonte: www.imesc.sp.gov.br

Cogumelos

Os cogumelos ou fungos, uma vez que não possuem clorofila, não se alimentam de luz solar como as outras plantas. Em alternativa, funcionam como parasitas de outras plantas e animais ou instalam-se em meios com matéria em decomposição.

Existem várias espécies diferentes de cogumelos psilocibinos, nome científico atribuído aos cogumelos que contêm Psilocibina e Psilocina (alcalóides ativos).

A psilocibina é quimicamente semelhante ao LSD e tem a denominação científica de orthophosphoryl-4-hydroxy-n-dimethyltryptamine.

No que se refere a cogumelos psilocibinos encontramos espécies como Psilocybe mexicana, Psilocybe caerulescens, Psilocybe (ou Stropharia) cubensis, Pscilocybe wassoni, Stroparia cubensis, entre outras.

Os cogumelos psicoativos são todos aqueles que contêm estes ou outro tipo de alcalóides capazes que afetar o Sistema Nervoso Central. Por exemplo, as espécies Amanita muscaria e Amanita pantherina são cogumelos psicoativos mas não psilocibinos.

Os cogumelos mágicos, nome pelo qual é mais comummente conhecido este tipo de droga, são substâncias alucinogéneos ou psicadélicas. São geralmente ingeridos crus, secos, cozinhados ou em forma de chá (“Shroon Brew”), sendo que os mais consumidos são os Liberty Cad Mushroom. São uma droga sazonal dado que aparecem sobretudo no Outono, contudo podem ser secos e armazenados, sendo inclusivamente os cogumelos secos aqueles que têm efeitos mais intensos.

Após consumidos, os alcalóides dos cogumelos chegam ao cérebro e bloqueiam os efeitos da serotonina.

Não foi encontrada informação sobre a utilização terapêutica dos cogumelos.

Origem

Os cogumelos alucinógenos eram usados no México, Guatemala e Amazonas em rituais religiosos e por curandeiros.

Os Maias utilizavam um fungo ao qual chamavam, na língua nahuátl, teonanácatl (a "carne de deus") há já 3500 anos. No seu território foram encontradas figuras de pedra com representações de cogumelos datadas de 1000 a.C. e 500 d.C. Em Oaxaca eram também chamados de nti-si-tho, sendo que nti é um diminuitivo de respeito e carinho e si-tho significa "o que brota".

As primeiras referências ao seu consumo foram encontradas em livros (1502), nos quais era mencionado o uso de cogumelos em rituais nas festas de coroação de Moctezuma, o último imperador Azteca.

Os conquistadores espanhóis, não preparados para os efeitos da droga, assustaram-se e proibiram o uso de fungos alucinogéneos e a religião nativa.

Foram também encontrados registos do médico do rei espanhol a relatar a ingestão de cogumelos pelos indígenas, por forma a induzir visões de todo o tipo, sendo estes muito apreciados em festas e banquetes.

Após a conquista, o consumo de cogumelos com fins rituais e terapêuticos sobreviveu apenas na Serra de Oaxaca.

Provavelmente, o cogumelo alucinogéneo mais popular é o Amanita muscaria, descrito por Lewis Carroll no livro Alice no Pais das Maravilhas. Este cogumelo é usado há mais de 6000 anos, sendo, por vezes, confundido com variedades muito semelhantes mas letais.

Os povos primitivos da Sibéria tinham o hábito de armazenar a urina de consumidores de Amanita, usando-a como droga alucinogénea. Isto verificava-se porque as substâncias alucinogéneas deste cogumelo permanecem intactas após a sua passagem pelo organismo.

Durante os anos 70, os cogumelos aparecem também na Europa, sendo inicialmente utilizados em sopa instantânea. Os genuínos cogumelos psilocibina secos só surgiram mais tarde.

O químico suiço Albert Hofmann que descobriu o LSD, foi também o primeiro a extrair psilocibina e psilocina dos cogumelos mágicos. A psilocibina, que é convertida em psilocina pelo organismo humano, é a responsável pelos efeitos alucinógenos da planta.

Efeitos

Os efeitos dos cogumelos parecem estar associados às condições psicológicas e emocionais do consumidor, assim como ao contexto em que esse consumo se verifica. São semelhantes ao LSD mas menos intensos e duradouros.

As primeiras reações começam por ser de carácter físico: náuseas, dilatação das pupilas, aumento do pulso, da pressão sanguínea e da temperatura. Se ocorrer ansiedade e vertigens, estas deverão desaparecer no período de uma hora. Para além disso, o consumidor poderá sentir um aumento da sensibilidade perceptiva (cores mais intensas, percepção de detalhes) com distorções visuais e sinestesia ou mistura de sensações (os sons têm cor e as cores têm sons), acompanhadas de euforia, sensação de bem-estar, aumento da autoconfiança, grande desinibição e aumento do desejo sexual. Os efeitos alucinogéneos podem acarretar alguma desorientação, ligeira descoordenação motora, reações paranóicas (bad trips), inabilidade para distinguir entre fantasia e realidade, pânico e depressão.

Os efeitos começam a surgir cerca de 25 a 30 minutos após a ingestão e podem durar até 6 horas.

Riscos

O consumo de cogumelos pode provocar dores no estômago, diarreia, náuseas e vómitos. Pode também piorar problemas a nível de doenças mentais ou mesmo despoletá-las.

Uma outra consequência desta droga poderão ser acidentes originados pela interpretação incorreta da realidade.

Existem cogumelos venenosos que podem ser muito tóxicos ou até letais. A Amanita é uma droga muito perigosa, sendo atualmente responsável por 90% dos casos fatais de envenenamento por fungos.

O uso prolongado desta espécie poderá levar à debilidade mental. Doses excessivas podem provocar delírios, convulsões, coma profundo e morte devido à paragem cardíaca.

Tolerância e Dependência

Os cogumelos não originam tolerância se os consumos forem espaçados (pelo menos 3 dias). Não provocam igualmente dependência física e o potencial de dependência psicológica é reduzido.

Fonte: www.psicologia.com.pt

Cogumelos

Cogumelos
Cogumelo

Definição e histórico

A palavra alucinação significa, em linguagem médica, percepção sem objeto; isto é, a pessoa que está em processo de alucinação percebe coisas sem que elas existam. Assim, quando uma pessoa ouve sons imaginários ou vê objetos que não existem ela está tendo uma alucinação auditiva ou uma alucinação visual.

As alucinações podem aparecer espontaneamente no ser humano em casos de psicoses, sendo que destas a mais comum é a doença mental chamada esquizofrenia. Também podem ocorrer em pessoas normais (que não têm doença mental) que tomam determinadas substâncias ou drogas alucinógenas, isto é, que "geram" alucinações. Estas drogas são também chamadas de psicoticomiméticas por "imitarem"ou "mimetizarem" um dos mais evidentes sintomas das psicoses - as alucinações. Alguns autores também as chamam de psicodélicas. A palavra psicodélica vem do grego (psico = mente e delos = expansão), e é utilizada quando a pessoa apresenta alucinações e delírios em certas doenças mentais ou por ação de drogas. É óbvio que estas alterações não significam expansão da mente.

Isto porque a alucinação e o delírio nada têm de aumento da atividade ou da capacidade mental; ao contrário são aberrações, perturbações do perfeito funcionamento do cérebro, tanto que são característicos das doenças chamadas psicoses.

Grande número de drogas alucinógenas vêm da natureza, principalmente de plantas. Estas foram "descobertas" pelos seres humanos do passado que, ao sentirem os efeitos mentais das mesmas, passaram a considerá-las como "plantas divinas", isto é, que faziam com que quem as ingerisse recebesse mensagens divinas, dos deuses. Assim, até hoje em culturas indígenas de vários países o uso destas plantas alucinógenas tem este significado religioso.

Com o processo da ciência várias substâncias foram sintetizadas em laboratório e desta maneira, além dos alucinógenos naturais hoje em dia têm importância também os alucinógenos sintéticos, dos quais o LSD-25 é o mais representativo. Estes últimos serão objetos de outro folheto.

Há ainda a considerar que alguns destes alucinógenos agem em doses muito pequenas e praticamente só atingem o cérebro e, portanto, quase não alteram qualquer outra função do corpo da pessoa: são os alucinógenos propriamente ditos ou alucinógenos primários. O THC (tetrahidrocanabiol) da maconha, por exemplo, é um alucinógeno primário e será analisado em folheto próximo.

Mas existem outras drogas que também são capazes de atuar no cérebro produzindo efeitos mentais, mas somente em doses que afetam de maneira importante várias outras funções: são os alucinógenos secundários. Entre estes últimos podemos citar uma planta, a Datura, conhecida no Brasil sob vários nomes populares e o remédio ArtaneÒ (sintético). Estas substâncias farão parte de um outro folheto.

Os vegetais alucinógenos que ocorrem no Brasil

O nosso país, principalmente através de sua imensa riqueza natural, tem várias plantas alucinógenas. Os mais conhecidos estão citados a seguir.

Cogumelos

O uso de cogumelos ficou famoso no México, onde desde antes de Cristo já era usado pelos nativos daquela região. Ainda hoje, sabe-se que o "cogumelo sagrado" é usado por alguns pajés.

Ele recebe o nome científico Psilocybe mexicana e dele pode ser extraído uma substância de poderosa alucinógena: a psilocibina. No Brasil ocorrem pelo menos duas espécies de cogumelos alucinógenos, em deles é o Psilocybe cubensis e o outro é espécie do gênero Paneoulus.

Jurema

O vinho de Jurema, preparado à base de planta brasileira Mimosa hostilis, chamado popularmente de Jurema, é usado pelos remanescentes índios e caboclos do Brasil. Os efeitos do vinho são muito bem descritos por José de Alencar no romance Iracema. Além de conhecido pelo interior do Brasil, só é utilizado nas cidades em rituais de candomblé por ocasião de passagem de ano, por exemplo. A Jurema sintetiza uma potente substância alucinógena, a dimetiltriptamina ou DMT, responsável pelos efeitos.

Mescal ou Peyot

Trata-se de um cacto, também utilizado desde remotos tempos na América Central, em rituais religiosos. Trata-se de um cacto o qual produz a substância alucinógena mescalina. Não existe no Brasil.

Caapi e Chacrona

São duas plantas alucinógenas que são utilizadas conjuntamente sob forma de uma bebida que é ingerida no ritual Santo Daime ou Culto da União Vegetal e várias outras seitas. Este ritual está bastante difundido no Brasil (existe nos Estados no Norte, São Paulo, Rio de Janeiro, etc.) tendo o seu uso na nossa sociedade vindo dos índios da América do Sul. No Peru a bebida preparada com as duas plantas é chamada pelos índios quéchas de Ayahuasca que quer dizer "vinho da vida". As alucinações produzidas pela bebida são chamadas de mirações e os guias desta religião procuram "conduzi-las" para dimensões espirituais da vida.

Uma das substâncias sintetizadas pelas plantas é a DMT já comentada em relação à Jurema.

Efeitos no cérebro

Já foi acentuado que os cogumelos e as plantas analisadas acima são alucinógenas, isto é, induzem alucinações e delírios. É interessante ressaltar que estes efeitos são muito maleáveis, isto é, dependem de várias condições, como sensibilidade e personalidade do indivíduo, expectativa que a pessoa tem sobre os efeitos, ambiente, presença de outras pessoas, etc., como a bebida do Santo Daime.

As reações psíquicas são ricas e variáveis. Às vezes são agradáveis ("boa viagem") e a pessoa se sente recompensada pelos sons incomuns, cores brilhantes e pelas alucinações. Em outras ocasiões os fenômenos mentais são de natureza desagradável, visões terrificantes, sensações de deformação do próprio corpo, certeza de morte iminente, etc. São as "más viagens".

"Tanto as "boas" como as "más" viagens podem ser conduzidas pelo ambiente, pelas preocupações anteriores (o experimentador costumaz sabe quando não está de "cabeça boa" para tomar o alucinógeno) ou por outra pessoa. Esse é o papel do "guia" ou "sacerdote" nos vários rituais religiosos folclóricos, que, juntamente com o ambiente do templo, os cânticos, etc., são capazes de conduzir os efeitos mentais para o fim desejado".

Efeitos no resto do corpo

Os sintomas físicos são pouco salientes, pois são alucinógenos primários. Pode aparecer dilatação das pupilas, suor excessivo, taquicardia e náuseas/vômitos, estes últimos mais comuns com a bebida do Santo Daime.

Aspectos Gerais

Como ocorre com quase todas as substâncias alucinógenas, praticamente não há desenvolvimento de tolerância; também comumente não induzem dependência e não ocorre síndrome de abstinência com o cessar de uso. Assim, a repetição do uso dessas substâncias tem outras causas que não o evitar os sintomas de abstinência. Um dos problemas preocupantes com o uso desses alucinógenos é a possibilidade, felizmente rara, da pessoa ser tomada de um delírio persecutório, delírio de grandeza ou acesso de pânico e, em virtude disto, tomar atitudes prejudiciais a si e aos outros.

Fonte: www.unifesp.br

Cogumelos

Os cogumelos mágicos ou cogumelos psicoativos, são considerados cogumelos alucinogénicos ou psicadélicos.

Contêm Psilocibina e Psilocina que são alcalóides ativos.

A psilocibina é quimicamente semelhante ao LSD e tem a denominação científica de orthophosphoryl-4-hydroxy-n-dimethyltryptamine.

São geralmente ingeridos crus, secos, cozinhados ou em forma de chá, desde há muito usados no México, Guatemala e Amazonas em rituais religiosos e em rituais de cura por curandeiros. As primeiras referências ao seu consumo estão documentadas a partir de 1502, sendo feita referência ao uso de cogumelos em rituais nas festas de coroação de Moctezuma, o último imperador Azteca.

Provavelmente, o cogumelo alucinogénico mais popular é o Amanita Muscaria, descrito por Lewis Carroll no livro Alice no Pais das Maravilhas.

Usado desde há mais de 6000 anos, é, por vezes confundido com variedades muito semelhantes mas letais. É também sabido que os povos primitivos da Sibéria tinham o hábito de armazenar a urina de consumidores de Amanita, usando-a como droga alucinogénea.

Os efeitos dos cogumelos mágicos ou Alucinogénicos parecem estar associados às condições psicológicas e emocionais do consumidor, assim como ao contexto em que esse consumo se verifica, são semelhantes ao LSD mas menos intensos e duradouros.

Os efeitos começam a surgir cerca de 25 a 30 minutos após a ingestão e podem durar até 6 horas.

Os cogumelos psicoativos não originam tolerância se os consumos forem espaçados em pelo menos 3 dias. Não provocam igualmente dependência física e o potencial de dependência psicológica é reduzido.

Fonte: www.saude.rs.gov.br

Cogumelos

Cogumelos
Psylocibe Cubensis. Um tipo de cogumelo alucinógeno

Origem: São plantas que podem ser cultivadas ou nativas.

Classificação: Ilícitas e alucinógenas.

Como se apresenta: Cogumelos propriamente ditos. Existem várias espécies sendo algumas de suas propriedades diferentes entre si como por exemplo, a eficácia, quantidade de psilocibina que determina uma planta ser mais forte do que outra.

Possíveis efeitos: (variam conforme o ambiente onde se toma a droga) Visões, alucinações.

Pode causar: Náusea, vômito, pânico, delírio.

Outras considerações

Têm-se confundido tipos de cogumelos venenosos com aqueles que realmente possuem a psilocibina e quando de sua ingestão, alguns cogumelos venenosos, podem causar a morte ou ainda comprometer o fígado do usuário para sempre logo após a dose consumida.

Fonte: www.diganaoasdrogas.com.br

Cogumelos

Outros nomes

Chá de cogumelo.

Aparência

Os cogumelos capazes de produzir viagens alucinógenas são de difícil identificação.

Há quadro gêneros: Psilocibe, Panaeolus, Copelandia e Amanita. Os dois primeiros gêneros são encontrados no Brasil.

Cogumelos
FIGURA 1: Os cogumelos do gênero Psilocibe. As propriedades alucinógenas do cogumelo Psilocibe mexicana [primeiro à esquerda] eram conhecidas pelos maias e astecas há pelo menos 3000 anos. Eles eram considerados sagrados e chamados de pequenas flores dos deuses. Há psilocibes em diversos países, inclusive no Brasil. O princípio ativo desses cogumelos é a psilocibina, um alcalóide cuja molécula é bastante semelhante ao LSD

Efeitos

As substâncias contidas nos cogumelos são alucinógenas.

O efeito é semelhante ao LSD, geralmente mais brandos e de duração mais curta. Há alterações na percepção, principalmente de caráter visual e auditivo, além de aceleração e desorganização do pensamento (idéias soltas e perda do foco do pensamento).

O humor torna-se lábil, isto é, pode variar de situações de grande euforia a quadros de extremo mal-estar, marcados por tristeza e medo.

Falhas na avaliação da realidade por vezes podem produzir sintomas paranóides (idéias de perseguição), usualmente momentâneos e restritos ao período da intoxicação.

Apesar da denominação, os alucinógenos raramente produzem alucinações (imagem sem objeto), mas sim ilusões (distorções perceptivas de um objeto real).

Tais ilusões (visuais, auditivas, táteis,...) tendem a se misturar, num fenômeno denominado sinestesia (mistura de sensações).

Cogumelos
FIGURA 2: Os cogumelos do gênero Amanita, em especial o Amanita muscaria, são os mais conhecidos. Eles possuem um aspecto colorido e psicodélico bastante característico. É o mais relacionado aos cogumelos alucinógenos pelo público em geral

Cogumelos
FIGURA 3: Panaeolus subbalteatus

Cogumelos
FIGURA 4: Copelandia cyanescens

Riscos à saúde

Náuseas, vômitos e dor de estômago.
Podem acontecer 'viagens de horror' (bad trips), marcadas por pânico e paranóia.
Interpretações incorretas da realidade podem levar a acidentes, muitas vezes fatais.
Podem desencadear quadros psicóticos permanentes em pessoas predispostas a essas doenças.
A ingestão de cogumelos errados pode causar intoxicações graves e até mesmo fatais.

Fonte: www.einstein.br

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal