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Escarlatina

A cada 100 casos de dor de garganta causados por bactéria, 10 são escarlatina. Os sintomas iniciais se parecem com os da rubéola ou sarampo.

O QUE É

Enfermidade aguda, infecciosa e contagiosa, provocada pela bactéria Streptococus scarlatina. Caracterizada pelo aparecimento de feridas, inflamação da garganta, febre, pulso acelerado e descamação da pele. Atinge crianças entre os cinco e dez anos (mais freqüente em meninos) e suas epidemias são mais comuns no outono e na primavera.

CONTÁGIO

Ocorre pelo contato com as secreções da boca e nariz. Mais freqüente nas fases iniciais da doença. Uma pessoa doente, ao tossir, pode disseminar a bactéria.

INCUBAÇÃO

Pode variar desde poucas horas até 10 dias. Normalmente, dura de três a quatro dias.

SINTOMAS

Febre Dor de garganta (fica avermelhada) Vômitos Pulso acelerado (120 a 150 pulsações por minuto) Dores no corpo Abatimento Falta de apetite Sede

EVOLUÇÃO DA DOENÇA

Na última fase, ocorre a descamação, que pode durar semanas. Nesta fase, é importante um cuidado maior para evitar complicações.

Mais tarde, a língua apresenta aspecto avermelhado, chamada popularmente de língua moranguinho. As papilas gustativas ficam salientes e se parecem com a fruta.

Surgem feridas vermelhas que aparecem no pescoço, parte superior do peito, virilha e cotovelo. Depois, espalha-se pelo corpo todo. A pele lisa se torna enrugada.

COMPLICAÇÕES

Se a escarlatina não for tratada adequadamente, podem surgir problemas como:

Hemorragias no estômago, intestino, baço Dores fortes nos gânglios Inflamação nos rins Convulsões Dores nas articulações Infecção nos tímpanos

TRATAMENTO

Penicilina: é muito eficaz para combater a bactéria. Deve-se aplicar injeção e depois, tomar a droga por via oral, durante 10 dias, no mínimo.

Antibióticos: quando o paciente não puder tomar penicilina, pode-se dar outros medicamentos do gênero.

CUIDADOS COM O DOENTE

Dar banho diariamente com esponja. Secar cada uma das partes do corpo cuidadosamente Para coceira da pele, pode-se passar uma solução de bicarbonato de sódio ou dar um banho de amido Na fase de descamação, pode-se aplicar vaselina ou algum óleo esterilizado Examinar os ouvidos e a urina para detectar algum tipo de complicação

DICA IMPORTANTE

Durante os primeiros dias, o doente, devido aos problemas de garganta, tem dificuldade para engolir os alimentos. Para ajudar, dê preferência aos alimentos macios, como frutas, cereais, leites e derivados, assim como líquidos.

Fonte: www.santalucia.com.br

Escarlatina

Doença típica da infância, exantemática, que provoca infecção da garganta.

Causa

Bactéria Streptococos pyogenes, a mesma responsável pela amigdalite.

Transmissão

É uma doença contagiosa, que assim como a catapora, é transmitida pelo contato direto com o doente.

Principais sinais e sintomas

Um dos sinais são os exantemas, manchas vermelhas na pele(vermelho vivo chamado de escarlate), ocasionadas por uma toxina liberada pela bactéria.

A textura das manchas é um modo de identificar a doença, pois, em geral, deixa a pele áspera, com aspecto de uma lixa. Os principais sintomas são febre, garganta inflamada e posteriormente manchas vermelhas, principalmente no tórax e no abdome. Dias depois, a pele descama e a língua fica vermelha e áspera.

Complicações

Se não for combatida, a doença pode causar problemas muito mais graves como a inflamação dos rins (nefrite) e a febre reumática.

Tratamento

A escarlatina pode ser facilmente controlada com antibióticos. A bactéria causadora é altamente sensível à penicilina.

Prevenção

Não há vacinação contra essa doença. Por isso, a melhor forma de prevenção é evitar o contato com pessoas infectadas.

Fonte: www.unimed.com.br

Escarlatina

O que é a escarlatina?

A escarlatina é uma doença infecciosa aguda, causada por uma bactéria chamada estreptococo beta hemolítico do grupo A. Os estreptococos são também agentes causadores de infecções da garganta (amigdalites) e da pele (impétigo, erisipela).

O aparecimento da escarlatina não depende de uma acção direta do estreptococo, mas de uma reacçao de hipersensibilidade (alergia) a substâncias que a bactéria produz (toxinas). Assim, a mesma bactéria pode provocar doenças diferentes em cada indíviduo que infecta.

Qual é a idade mais habitual de aparecimento da escarlatina?

A escarlatina é uma doença que afeta principalmente crianças em idade escolar.

A escarlatina é uma doença contagiosa?

Sim. A transmissão da escarlatina faz-se de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva ou secreções infectadas, que podem provir de doentes ou de pessoas sãs que transportam a bactéria na garganta ou no nariz sem apresentarem sintomas (portadores sãos).

Ao fim de quanto tempo após o contato com um doente ou um portador se manifesta a doença, se houver contágio?

O tempo que decorre entre o contato com um indivíduo infectado e o aparecimento de sintomas (período de incubação) é em geral de dois a quatro dias, podendo, no entanto, variar de um a sete.

Quais são as manifestações da escarlatina?

A escarlatina é uma doença em que aparecem associadas uma infecção na garganta, febre e uma erupção típica na pele. O seu início é súbito com febre, mal estar, dores de garganta, por vezes vómitos, dor de barriga e prostração. A febre, elevada nos dois ou três primeiros dias, diminui progressivamente a partir daí, mas pode manter- se durante uma semana.

A erupção da escarlatina aparece por volta do segundo dia de doença, com início no pescoço e no tronco, progredindo em direcção à face e membros. É constituída por pequenas manchas do tamanho de uma cabeça de alfinete, cor vermelho vivo e que são mais intensas na face, nas axilas e nas virilhas, poupando a região à volta da boca que se apresenta pálida, e as palmas das mãos e plantas dos pés.

Estas alterações atingem também a língua, que se apresenta branca e saburrosa no início, ficando depois com aspecto de framboesa (língua em framboesa), devido ao aumento das papilas que adquirem um tom vermelho arroxeado nos bordos e na ponta da língua.

A erupção da escarlatina, que confere à pele um toque áspero, desaparece ao fim de seis dias, acompanhando-se de uma descamação fina durante alguns dias.

Nas mãos e nos pés a descamação pode ser em lâminas.

A escarlatina é uma doença benigna?

A escarlatina, como qualquer infecção estreptocóccica, cede facilmente ao tratamento e as complicações são raras, embora possam ser graves.

Que complicações pode ter a escarlatina?

A escarlatina pode ter complicações precoces, durante a fase aguda da doença, e complicações tardias, que surgem semanas após o seu desaparecimento.

As complicações na fase aguda da doença resultam da disseminação da infecção estreptocóccica a outros locais do organismo, causando, por exemplo, otite, sinusite, laringite, meningite, etc.

As infecções tardias surgem após a cura da doença e são a febre reumática (lesão das válvulas do coração) e a glomerulonefrite (lesão do rim que pode evoluir para insuficiência renal). Estas complicações são potencialmente graves e para diminuir a sua ocorrência é importante o tratamento adequado das infeccões estreptocóccicas.

São necessárias análises para o diagnóstico da escarlatina?

Embora o diagnóstico de escarlatina seja feito com base na observação clínica (associação de febre, inflamação da garganta e erupção punctiforme de cor vermelho vivo e distribuição típica), deve ser confirmado através da pesquisa do estreptococo num esfregaço colhido por zaragatoa da garganta e nariz do doente (exsudado naso faríngeo). A confirmação da doença também pode ser feita após a cura através de exames de sangue (testes serológicos).

A escarlatina obriga a afastamento escolar?

Sim. Além de ser necessário a criança estar em casa por uma questão de comodidade, devido à febre, dor de garaganta e prostração, a doença tem um contágio fácil, o que obriga ao afastamento escolar para protecção das outras crianças. A criança pode voltar à escola quarenta e oito horas depois de iniciar tratamento antibiótico adequado, se estiver sem sintomas.

Porque é que se pedem exames à garganta de crianças sem queixas quando há casos de escarlatina na escola?

"Se surgem vários casos de escarlatina numa escola podemos estar perante a exsistência de um portador são (indivíduo que tem estreptococos na garganta ou no nariz, sem ter sintomas de doença), que espalha a infecção entre as crianças.

Se surge esta suspeita, todas as pessoas com contato intímo com os doentes devem fazer uma pesquisa de estreptococo no nariz e na garganta, para identificar e tratar o possível portador são.

Quando há um surto de escarlatina (vários casos em simultâneo), os doentes devem também fazer um exsudado naso faríngeo para confirmar a erradicação do estreptococo após o tratamento."

Qual é o tratamento da escarlatina?

O tratamento de escolha para a escarlatina é a penicilina que elimina os estreptococos, evita as complicações da fase aguda, previne a febre reumática e diminui a possibilidade de aparecimento de glomerulonefrite (lesão renal). Nos doentes alérgicos à penicilina o medicamento habitualmente utilizado é a eritromocina.

Fonte: www.medicoassistente.com

Escarlatina

A escarlatina é uma doença aguda de natureza infecto-contagiosa. Manifesta-se por febre, dores de garganta e no corpo, bem como por um aspecto típico da pele, que se apresenta de cor vermelha.

O que é A escarlatina é uma doença febril aguda de natureza infecto-contagiosa. Os aspectos clínicos mais importantes são febre, faringite (infecção na garganta), inflamação dos gânglios linfáticos do pescoço e o característico eritema com aspecto picotado da pele de cor vermelha, que dá a sensação de lixa ao toque.

A escarlatina é provocada pela infecção por um tipo de Estreptococo beta-hemolítico do grupo A, que produz uma toxina específica. As toxinas podem ser do grupo A, B ou C, sendo as do grupo A as mais agressivas.

Quais as causas

A escarlatina é provocada pela infecção por Estreptococos beta-hemolítico do grupo A produtores de toxinas.

A maior parte dos casos ocorre durante os primeiros anos de vida escolar, entre os 3 e os 15 anos de vida.

A doença é mais frequente no Outono, no Inverno e na Primavera.

O período de incubação é de 24 a 48 horas.

Quais os sintomas

A escarlatina começa habitualmente de forma súbita, com febre elevada (40ºC), dor de garganta, dores de cabeça, podendo ocorrer náuseas, vómitos, dor de barriga e dores nas costas e nos membros.

Um dos aspectos mais típicos da doença é o eritema, que se caracteriza pelo aspecto rugoso da pele e a cor vermelha. O eritema inicia-se no tronco 12 a 48 horas após o aparecimento da febre e espalha-se por todo o corpo em horas ou dias. Classicamente, verifica-se palidez em redor da boca. O eritema perde a cor vermelha quando se pressiona a pele e verifica-se descamação 7 a 21 dias após o início da doença.

A língua mostra-se tipicamente com uma cor muito avermelhada e aspecto inchado e com as papilas vermelhas a que se dá o nome de "língua em framboesa".

A faringe e as amígdalas estão muito vermelhas e cobertas de pus.

Os gânglios linfáticos anteriores do pescoço estão aumentados de volume e dolorosos.

Como se diagnostica

O diagnóstico é feito pelo aspecto típico clínico da doença e confirmado pela identificação do estreptococo no exame cultural do exsudado da faringe.

Como se desenvolve

A febre e os diversos sintomas melhoram muito 24 a 48 horas após o início do tratamento antibiótico.

Quando a doença não é tratada corretamente, podem surgir complicações muito importantes, como a febre reumática (que pode surgir em média cerca de 18 dias após a escarlatina) e a glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica (que pode ocorrer em média 10 dias depois).

Podem ocorrer formas mais ligeiras da infecção que necessitam igualmente de tratamento antibiótico para prevenir as complicações.

Formas de tratamento

A escarlatina deve ser tratada com antibióticos, como a penicilina em injecção intramuscular ou a eritromicina oral.

Existem outros antibióticos também eficazes como a claritromicina, a azitromicina, a amoxicilina e as cefalosporinas.

Formas de prevenção

A melhor forma de prevenir a escarlatina é diagnosticar e tratar corretamente todos os casos de doença.

As crianças doentes devem permanecer em casa e podem regressar à escola depois de medicadas e com pelo menos 24 horas sem febre.

Doenças comuns como diferenciar

A escarlatina pode confundir-se de algum modo com outras doenças que também provocam febre e manchas vermelhas no corpo, como o sarampo, a rubéola e o eritema infeccioso.

Outras designações

A escarlatina pode confundir-se de algum modo com outras doenças que também provocam febre e manchas vermelhas no corpo, como o sarampo, a rubéola e o eritema infeccioso.

Quando consultar o médico especialista A escarlatina deve ser sempre tratada por um médico.

Pessoas mais predispostas

A escarlatina confere imunidade parcial, pois o indivíduo doente adquire anticorpos específicos para o tipo de estreptococo que o infectou. As pessoas mais predispostas são as crianças nos primeiros anos de frequência da escola.

Outros Aspectos

A escarlatina confere imunidade parcial, pois o indivíduo doente adquire anticorpos específicos para o tipo de estreptococo que o infectou. As pessoas mais predispostas são as crianças nos primeiros anos de frequência da escola.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Escarlatina

A escarlatina é uma doença infectocontagiosa que atinge crianças e adolescentes, consistindo em uma infecção de garganta acompanhada de manchas na pele vermelho vivo, escarlate – daí seu nome.

A reação de muitas pessoas diante de um diagnóstico de escarlatina é de susto porque, de fato, a doença era considerada perigosa num passado distante porque não havia medicamentos capazes de eliminar a bactéria causadora do quadro. Com o advento da penicilina, no entanto, tudo mudou.

A infecção pode ser combatida com facilidade e só evolui para forma mais grave se não for adequadamente tratada, causando sobretudo nefrite e febre reumática.

Causas e Sintomas

A doença começa com febre alta e calafrios, dores pelo corpo, queda do estado geral e dor de garganta. Quase sempre no segundo dia de doença, a criança passa a apresentar manchas vermelhas por todo corpo, que aparecem primeiro no tórax, daí se estendendo de forma rápida ao restante do tronco e aos membros, poupando as palmas das mãos, a planta dos pés e em volta da boca.

Nas dobras de pele das articulações (punhos, axilas, pregas dos cotovelos, quadris e região atrás do joelho) verifica-se a presença de faixas mais escuras, bordôs.

A língua fica vermelha e áspera (“língua em framboesa”).

As manchas espalham-se rapidamente e alcançam maior intensidade cerca de 24 horas depois do seu aparecimento. Nos casos tratados de forma apropriada, vão esmaecendo depressa, com a cura do processo infeccioso. Na última fase da escarlatina a pele descama, a princípio sob a forma de pequenas escamas no tronco e rosto, tornando-se depois generalizada, intensa e característica.

A escarlatina decorre de infecção pela bactéria Streptococcus pyogenes, a mesma responsável pela amigdalite. A diferença é que, nessa doença, uma toxina produzida pelo estreptococo produz as manchas vermelhas na pele.

A transmissão do agente infeccioso ocorre na fase inicial da escarlatina, por meio do contato direto com a pessoa contaminada, mais precisamente pela inalação de secreções respiratórias, como gotículas de tosse. Daí a facilidade de a infecção se disseminar no ambiente escolar, por exemplo.

Exames e Diagnósticos

O diagnóstico costuma ser feito clinicamente, ou seja, por meio do exame físico e das queixas da criança, mas é comum que os médicos peçam um exame de sangue simples – o hemograma – para verificar o comportamento dos glóbulos brancos, que, afinal, respondem pelo combate a infecções.

Dentre os exames específicos para identificação do estreptococo, existe a cultura e o teste rápido para a pesquisa da bactéria na garganta da criança. A vantagem do teste rápido é que o resultado fica pronto em cerca de meia hora.

Convém ressaltar que um teste rápido com resultado negativo não exclui a infecção, razão pela qual o tratamento é iniciado da mesma forma se houver um quadro compatível com o de escarlatina.

Tratamento e Prevenções

O tratamento utiliza antibióticos à base de penicilina, aos quais o estreptococo é muito sensível, e antitérmicos para baixar a febre.

Caso a criança seja alérgica a esses  antimicrobianos, outras drogas também podem ser usadas com sucesso.

É importante manter a criança em casa, em repouso relativo, e oferecer-lhe bastante líquido e alimentação fácil de engolir, já que a dor de garganta provocada pela infecção é intensa.

A melhor forma de prevenir a escarlatina é evitar o contato com pessoas infectadas. 

Em se tratando da população pediátrica, porém, isso pode parecer difícil, pois, na escola, tem sempre alguém doente. Assim, o ideal é manter a criança que está com febre em casa até que o diagnóstico seja esclarecido.

Muitas vezes, os pais pensam que se trata apenas de uma gripe, mandam o filho para a aula e acabam espalhando o estreptococo na turma.

De qualquer forma, é sempre interessante avisar a escola que um aluno contraiu escarlatina para possibilitar o diagnóstico precoce nos colegas.

Para crianças que têm convivência muito próxima com alguém infectado, os pediatras muitas vezes recomendam o tratamento preventivo com antibiótico.

Fonte: www.fleury.com.br

Escarlatina

Segundo o Ministério da Saúde a Escarlatina é uma doença contagiosa e atinge geralmente crianças de cinco a doze anos é causada por bactérias do tipo estreptococos hemolítica e precisa de cuidados médicos. É uma doença que fica incubada uns três dias e depois disso se desenvolve em três etapas.

Primeiro provoca calafrios, dor de cabeça, náuseas, vômitos, febre alta, convulsões, dores na garganta e muitos outros sintomas que deixam a pessoa muito abatida.

Depois surgem erupções em todos os membros e a pele torna-se avermelhada, as mãos, pernas e pés ficam inchados e a febre e inflamação na garganta continuam. No terceiro estagio da doença a pele começa e descamar e a febre e inflamação na garganta diminui.

Pode haver algumas complicações na doença escarlatina como abscesso cerebral, meningite, reumatismo e outras complicações e por isso é preciso cuidar da saúde da criança para que não de doenças perigosas como essa.

Muitas pessoas não se importam com a saúde e o conceito de saúde para elas está longe de ser seguido, pois nem se preocupam com as doenças que podem atingir as crianças e também aos adultos que não estão livres de doenças.

Os adultos também ficam muito doentes da mesma forma que as crianças precisam de cuidados médicos da secretária de saúde de sua cidades para melhorar desta doença.

Escarlatina
Escarlatina

Sintomas

A escarlatina é uma doença contagiosa igual a difteria e por isso todos os objetos de uso pessoal e também as roupas da pessoa infectada precisa ser separado dos da família para que não passe para ninguém a doença.

Nesses objetos e roupas é preciso ser feita uma assepsia e tudo isso é informado pelo médico. Se alguém da família usar, por exemplo, os talheres do paciente pega a doença por isso é necessário que fique tudo separado.

Quando for lavar as roupas do paciente também é importante que seja lavada separada das outras roupas da casa e tudo isso são precauções para proteger as outras pessoas da casa.

Sempre que sentir sintomas de doenças perigosas ou mesmo qualquer outro sintoma mesmo que seja uma febre procure um médico, pois não se deve descuidar da saúde nem um segundo porque uma doença grave se não descoberta rapidamente pode levar ao óbito.

Hoje em dia existem os melhores planos de saúde que se pode ter e assim os cuidados com o corpo podem ser feitos sem problemas com dinheiro, pois muitas pessoas não conseguem pagar um consulta particular por ser muito cara, mas com um plano de saúde tudo pode ser resolvido.

Procure médicos competentes e que tenham uma boa conduta para fazer suas consultas e nunca deixe de procurar um médico no caso de sintomas de escarlatina, pois é uma doença que precisa de cuidados.

Deixar de ir ao médico é na verdade uma grande besteira, pois as doenças precisam ser descobertas no inicio e não depois que já estão muito ruins.

Fonte: www.meioambiente.biz

Escarlatina

A escarlatina é uma doença infecciosa aguda, causada por uma bactéria chamada estreptococo beta hemolítico do grupo A.

Os estreptococos são também agentes causadores de infecções da garganta (amigdalites) e da pele (impétigo, erisipela).

O aparecimento da escarlatina não depende de uma acção direta do estreptococo, mas de uma reacçao de hipersensibilidade (alergia) a substâncias que a bactéria produz (toxinas).

Assim, a mesma bactéria pode provocar doenças diferentes em cada indíviduo que infecta.

Qual é a idade mais habitual de aparecimento da escarlatina?

A escarlatina é uma doença que afeta principalmente crianças em idade escolar.

A escarlatina é uma doença contagiosa?

Sim. A transmissão da escarlatina faz-se de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva ou secreções infectadas, que podem provir de doentes ou de pessoas sãs que transportam a bactéria na garganta ou no nariz sem apresentarem sintomas (portadores sãos).

Ao fim de quanto tempo após o contato com um doente ou um portador se manifesta a doença, se houver contágio?

O tempo que decorre entre o contato com um indivíduo infectado e o aparecimento de sintomas (período de incubação) é em geral de dois a quatro dias, podendo, no entanto, variar de um a sete.

Quais são as manifestações da escarlatina?

A escarlatina é uma doença em que aparecem associadas uma infecção na garganta, febre e uma erupção típica na pele.

O seu início é súbito com febre, mal estar, dores de garganta, por vezes vómitos, dor de barriga e prostração.

A febre, elevada nos dois ou três primeiros dias, diminui progressivamente a partir daí, mas pode manter-se durante uma semana.

A erupção da escarlatina aparece por volta do segundo dia de doença, com início no pescoço e no tronco, progredindo em direção à face e membros.

É constituída por pequenas manchas do tamanho de uma cabeça de alfinete, cor vermelho vivo e que são mais intensas na face, nas axilas e nas virilhas, poupando a região à volta da boca que se apresenta pálida, e as palmas das mãos e plantas dos pés.

Estas alterações atingem também a língua, que se apresenta branca e saburrosa no início, ficando depois com aspecto de framboesa (língua em framboesa), devido ao aumento das papilas que adquirem um tom vermelho arroxeado nos bordos e na ponta da língua.

A erupção da escarlatina, que confere à pele um toque áspero, desaparece ao fim de seis dias , acompanhando-se de uma descamação fina durante alguns dias.

Nas mãos e nos pés a descamação pode ser em lâminas.

A escarlatina é uma doença benigna?

A escarlatina, como qualquer infecção estreptocóccica, cede facilmente ao tratamento e as complicações são raras, embora possam ser graves.

Que complicações pode ter a escarlatina?

A escarlatina pode ter complicações precoces, durante a fase aguda da doença, e complicações tardias, que surgem semanas após o seu desaparecimento.

As complicações na fase aguda da doença resultam da disseminação da infecção estreptocóccica a outros locais do organismo, causando, por exemplo, otite, sinusite, laringite, meningite, etc.

As infecções tardias surgem após a cura da doença e são a febre reumática (lesão das válvulas do coração) e a glomerulonefrite (lesão do rim que pode evoluir para insuficiência renal).

Estas complicações são potencialmente graves e para diminuir a sua ocorrência é importante o tratamento adequado das infeccões estreptocóccicas.

São necessárias análises para o diagnóstico da escarlatina?

Embora o diagnóstico de escarlatina seja feito com base na observação clínica (associação de febre, inflamação da garganta e erupção punctiforme de cor vermelho vivo e distribuição típica), deve ser confirmado através da pesquisa do estreptococo num esfregaço colhido por zaragatoa da garganta e nariz do doente (exsudado naso faríngeo).

A confirmação da doença também pode ser feita após a cura através de exames de sangue (testes serológicos.

A escarlatina obriga a afastamento escolar?

Sim. Além de ser necessário a criança estar em casa por uma questão de comodidade, devido à febre, dor de garaganta e prostração, a doença tem um contágio fácil, o que obriga ao afastamento escolar para protecção das outras crianças.

A criança pode voltar à escola quarenta e oito horas depois de iniciar tratamento antibiótico adequado, se estiver sem sintomas.

Porque é que se pedem exames à garganta de crianças sem queixas quando há casos de escarlatina na escola?

Se surgem vários casos de escarlatina numa escola podemos estar perante a exsistência de um portador são (indivíduo que tem estreptococos na garganta ou no nariz, sem ter sintomas de doença), que espalha a infecção entre as crianças.

Se surge esta suspeita, todas as pessoas com contato íntimo com os doentes devem fazer uma pesquisa de estreptococo no nariz e na garganta, para identificar e tratar o possível portador são.

Quando há um surto de escarlatina (vários casos em simultâneo), os doentes devem também fazer um exsudado naso faríngeo para confirmar a erradicação do estreptococo após o tratamento.

Qual é o tratamento da escarlatina?

O tratamento de escolha para a escarlatina é a penicilina que elimina os estreptococos, evita as complicações da fase aguda, previne a febre reumática e diminui a possibilidade de aparecimento de glomerulonefrite (lesão renal). Nos doentes alérgicos à penicilina o medicamento habitualmente utilizado é a eritromocina.

Fonte: www.pharmecum.com.br

Escarlatina

A escarlatina é uma doença infecciosa aguda, causada por uma bactéria chamada estreptococo beta hemolítico do grupo A. Os estreptococos são também agentes causadores de infecções da garganta (amigdalites) e da pele (impétigo, erisipela).

O aparecimento da escarlatina não depende de uma acção direta do estreptococo, mas de uma reacçao de hipersensibilidade (alergia) a substâncias que a bactéria produz (toxinas). Assim, a mesma bactéria pode provocar doenças diferentes em cada indíviduo que infecta.

Qual é a idade mais habitual de aparecimento da escarlatina?

A escarlatina é uma doença que afeta principalmente crianças em idade escolar.

A escarlatina é uma doença contagiosa?

Sim. A transmissão da escarlatina faz-se de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva ou secreções infectadas, que podem provir de doentes ou de pessoas sãs que transportam a bactéria na garganta ou no nariz sem apresentarem sintomas (portadores sãos).

Ao fim de quanto tempo após o contato com um doente ou um portador se manifesta a doença, se houver contágio?

O tempo que decorre entre o contato com um indivíduo infectado e o aparecimento de sintomas (período de incubação) é em geral de dois a quatro dias, podendo, no entanto, variar de um a sete.

Quais são as manifestações da escarlatina?

A escarlatina é uma doença em que aparecem associadas uma infecção na garganta, febre e uma erupção típica na pele. O seu início é súbito com febre, mal estar, dores de garganta, por vezes vómitos, dor de barriga e prostração. A febre, elevada nos dois ou três primeiros dias, diminui progressivamente a partir daí, mas pode manter- se durante uma semana.

A erupção da escarlatina aparece por volta do segundo dia de doença, com início no pescoço e no tronco, progredindo em direcção à face e membros. É constituída por pequenas manchas do tamanho de uma cabeça de alfinete, cor vermelho vivo e que são mais intensas na face, nas axilas e nas virilhas, poupando a região à volta da boca que se apresenta pálida, e as palmas das mãos e plantas dos pés.

Estas alterações atingem também a língua, que se apresenta branca e saburrosa no início, ficando depois com aspeto de framboesa (língua em framboesa), devido ao aumento das papilas que adquirem um tom vermelho arroxeado nos bordos e na ponta da língua.

A erupção da escarlatina, que confere à pele um toque áspero, desaparece ao fim de seis dias , acompanhando-se de uma descamação fina durante alguns dias.

Nas mãos e nos pés a descamação pode ser em lâminas.

A escarlatina é uma doença benigna?

A escarlatina, como qualquer infecção estreptocóccica, cede facilmente ao tratamento e as complicações são raras, embora possam ser graves.

Que complicações pode ter a escarlatina?

A escarlatina pode ter complicações precoces, durante a fase aguda da doença, e complicações tardias,que surgem semanas após o seu desaparecimento.

As complicações na fase aguda da doença resultam da disseminação da infecção estreptocóccica a outros locais do organismo, causando, por exemplo, otite, sinusite, laringite, meningite, etc.

As infecções tardias surgem após a cura da doença e são a febre reumática (lesão das válvulas do coração) e a glomerulonefrite (lesão do rim que pode evoluir para insuficiência renal). Estas complicações são potencialmente graves e para diminuir a sua ocorrência é importante o tratamento adequado das infeccões estreptocóccicas.

São necessárias análises para o diagnóstico da escarlatina?

Embora o diagnóstico de escarlatina seja feito com base na observação clínica (associação de febre, inflamação da garganta e erupção punctiforme de cor vermelho vivo e distribuição típica), deve ser confirmado através da pesquisa do estreptococo num esfregaço colhido por zaragatoa da garganta e nariz do doente (exsudado naso faríngeo). A confirmação da doença também pode ser feita após a cura através de exames de sangue (testes serológicos.

A escarlatina obriga a afastamento escolar?

Sim. Além de ser necessário a criança estar em casa por uma questão de comodidade, devido à febre, dor de garaganta e prostração, a doença tem um contágio fácil, o que obriga ao afastamento escolar para protecção das outras crianças. A criança pode voltar à escola quarenta e oito horas depois de iniciar tratamento antibiótico adequado, se estiver sem sintomas.

Porque é que se pedem exames à garganta de crianças sem queixas quando há casos de escarlatina na escola?

Se surgem vários casos de escarlatina numa escola podemos estar perante a exsistência de um portador são (indivíduo que tem estreptococos na garganta ou no nariz, sem ter sintomas de doença), que espalha a infecção entre as crianças.

Se surge esta suspeita, todas as pessoas com contato intímo com os doentes devem fazer uma pesquisa de estreptococo no nariz e na garganta, para identificar e tratar o possível portador são.

Quando há um surto de escarlatina (vários casos em simultâneo), os doentes devem também fazer um exsudado naso faríngeo para confirmar a erradicação do estreptococo após o tratamento.

Qual é o tratamento da escarlatina?

O tratamento de escolha para a escarlatina é a penicilina que elimina os estreptococos, evita as complicações da fase aguda, previne a febre reumática e diminui a possibilidade de aparecimento de glomerulonefrite (lesão renal). Nos doentes alérgicos à penicilina o medicamento habitualmente utilizado é a eritromocina e Azitromicina.

Fonte: www.juarezfurtado.com

Escarlatina

A escarlatina é uma doença infecciosa, provocada pela bactéria estreptococo beta hemolítico do grupo A. As toxinas libertadas pela bactéria desencadeiam uma reacção (erupção) na pele.

Esta bactéria também é causadora de infecções de garganta como a faringite, e da pele como a erisipela e o impetigo, pelo que pode estar na origem de diferentes doenças na mesma pessoa. A escarlatina pode surgir 2 dias após uma faringite, devido a ser a mesma bactéria a causar as duas doenças.

Sinais e sintomas

Febre
Dor de garganta e corpo
Pele com erupção típica (pontos vermelhos), áspera ao toque
Inflamação dos gânglios linfáticos do pescoço
Língua esbranquiçada, ficando depois ao seu redor com a cor e aspecto esterno de uma framboesa
Cor branca na região à volta dos lábios
Falta de apetite
Prurido (comichão)
Raramente vómitos e dor de barriga
Na fase final da doença a pele fica descamativa.

A erupção surge normalmente no pescoço e tronco, espalhando-se para a face e membros. Desaparece por volta do 6º dia, altura em que há descamação da pele, que pode levar semanas.

Em geral, atinge as crianças em idade escolar e transmite-se facilmente através da saliva ou das secreções ao tossir e espirrar. Também é transmitida pelo contato com objetos e roupas contaminadas. As crianças têm que ficar em casa devido ao seu mau estar e contágio aos outros. Podem retornar 48 horas após iniciar o antibiótico, se os sintomas desaparecerem.

Após o contato com uma pessoa doente, os primeiros sintomas (período de incubação) surgem entre o 2º e o 4º dia.

Apesar de ser uma doença benigna, podem surgir complicações devido à bactéria se espalhar por outros lugares do organismo originando otite (infecção no ouvido), meningite, febre reumática e glomerulonefrite (infecção nos rins) e insuficiência renal.

Diagnóstico

O médico pode fazer o diagnóstico através do exame físico do doente, ao observar as características das manchas da pele, infecção da garganta, presença de febre, e restantes sinais e sintomas.

O médico pode optar por pedir uma biópsia das manchas, colheita de secreções nasais (zaragatoa) para fazer um esfregaço ou análises ao sangue, para identificar a bactéria e confirmar o diagnóstico.

Pode haver crianças com a bactéria no nariz e garganta, sem sintomas da doença. São os chamados portadores sãos, que transmitem a doença entre as crianças.

Se numa escola surgirem vários casos, deve-se fazer zaragatoa nasal para identificar e tratar os portadores sãos.

O médico pode pedir zaragatoa aos familiares que habitam com a criança para verificar se algum é portador são.

Tratamento

Geralmente são usados antibióticos, como por exemplo a penicilina, para combater este tipo de bactéria, de forma a evitar complicações durante e após a doença. Aos doentes alérgicos à penicilina, o médico pode prescrever outros, como a eritromicina.

O médico pode considerar passar um tratamento para o prurido.

Estes doentes podem tomar banho diário, mas devem secar muito bem toda a pele e aplicar óleo hidratante.

Devido à dor de garganta, a criança pode tolerar melhor os líquidos e alimentos macios.

Se os sintomas não melhorarem ao fim de 48 horas, ou se surgirem novos sintomas, deve ser consultado de imediato o médico.

Os objetos de uso pessoal devem ser desinfectados enquanto permanecerem os principais sintomas.

Esta doença não tem vacina, mas é curável através dos antibióticos.

Fonte: www.conhecersaude.com

Escarlatina

Escarlatina é uma doença infectocontagiosa aguda, provocada pela bactéria Estreptococo beta hemolítico do grupo A, que acomete especialmente as crianças em idade escolar, durante a primavera. 

Essa bactéria é a mesma que causa amidalite, artrite, pneumonia, endocardite e algumas infecções cutâneas. A diferença é que, na escarlatina, ela libera toxinas que provocam pequenas manchas vermelhas e confluentes na pele.

A transmissão ocorre pelo contato direto com a saliva ou a secreção nasal de pessoas doentes ou portadoras da bactéria que não apresentam sinais da enfermidade.

O período de incubação pode variar de um a dez dias.

Sintomas

Os principais sintomas da escarlatina são:

Febre alta nos primeiros dias, que vai baixando aos poucos nos dias subsequentes até desaparecer;

Dor na garganta, que adquire coloração avermelhada;

Erupção cutânea (exantemas): pequenas manchas vermelho-escarlate de textura áspera na pele que aparecem inicialmente no tronco, depois tomam a face, o pescoço, os membros, axilas e virilha, mas poupam as palmas das mãos, as plantas dos pés e ao redor da boca, e descamam com a evolução do quadro;

Língua adquire o aspecto de framboesa, porque as papilas incham e ficam arroxeadas;

Mal-estar;

Inapetência;

Dor no corpo, de barriga e de cabeça;

Náuseas e vômitos.

Diagnóstico

O diagnóstico é basicamente clínico, mas alguns exames laboratoriais, como o de cultura e o teste rápido de pesquisa do estreptococo na garganta, ajudam a identificar a bactéria e estabelecer o diagnóstico diferencial, porque há outras doenças com sintomas semelhantes.

Diagnóstico precoce e início imediato do tratamento são fundamentais para evitar complicações graves da doença, entre outras, a meningite, o reumatismo infeccioso e a glomerulonefrite.

Prevenção e tratamento

A melhor forma de prevenir a doença é evitar o contato com pessoas infectadas. Sempre é bom lembrar que portadores assintomáticos do estreptococo podem transmitir a bactéria.

Penicilina é o medicamento indicado para o tratamento da escarlatina. Pacientes alérgicos a essa droga podem recorrer a antibióticos, especialmente à eritromicina.

Analgésicos e antitérmicos são úteis para alívio dos sintomas.

Recomendações

Leve a criança ao médico para esclarecer o diagnóstico sempre que apresentar mal-estar, dor de garganta e febre;

Mantenha o doente em casa, em repouso enquanto o quadro não regredir completamente;

Ofereça-lhe alimentos leves, fáceis de engolir e muito líquido;

Fique atento: criança com escarlatina que não for tratada adequadamente está sujeita a complicações graves que se manifestam quando a doença parece curada.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

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