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Faringite

 

A faringite é uma doença inflamatória da mucosa que reveste a faringe e que se manifesta por avermelhamento e inchação da mesma.

Esta afecção freqüentemente se estende também às amígdalas, denominando-se faringoamigdalite.

Em geral, é uma infecção viral que começa o ataque, predispondo a colonização e infecção por bactérias.

Os vírus implicados com maior freqüência são os rinovírus, coronavírus, adenovírus, influenza e parainfluenza.

Entre as bactérias destacam-se o estreptococo beta-hemolítico, o pneumococcus, o mycoplasma pneumoniae, o staphylococcus aureus e o haemophilus influenzae.

A porta de entrada é a oral, pela veiculação dos agentes causadores através das gotinhas de flügge, isto é, salpicos de saliva que as pessoas eliminam ao falar, tossir ou espirrar.

A faringoamigdalite é uma das infecções mais comuns em crianças entre os 4 e os 15 anos de idade, sobretudo nos primeiros anos escolares.

QUADRO CLÍNICO

As faringites de origem viral predominam no outono e no inverno. Chamadas habitualmente de angina vermelha, começam com um quadro febril, mal-estar geral, ardor na garganta e dor ao engolir. Ao inspecionar a boca, observa-se sua parte posterior congestionada e de cor vermelha intensa.

Nas de origem bacteriana, o quadro começa subitamente com irritação na garganta, dor e dificuldade para engolir, febre de 38,5 a 39,5 graus centígrados, náuseas e vômitos, dores de cabeça e, em alguns casos, dor abdominal.

A observação da faringe mostra uma congestão acompanhada de uma secreção branco-cinzenta.

A febre desaparece em 3 a 5 dias, e os demais sintomas em uma semana.

TRATAMENTO

Para alívio da dor e diminuição da febre, são indicados medicamentos analgésicos e antipiréticos, como a aspirina ou o paracetamol.

A necessidade do repouso, seja absoluto ou relativo, depende do estado geral.

Em caso de faringite de origem bacteriana, deve-se ministrar um tratamento à base de antibióticos para erradicar o microorganismo causador e evitar complicações. Os mais utilizados são as penicilinas, os macrolídeos e as cefalosporinas.Em caso de alergia às penicilinas pode-se utilizar a eritromicina ou a clindamicina. Esta última deve ser usada com precaução, devido aos efeitos secundários que podem aparecer.

O tratamento com antibióticos é muito eficaz para a prevenção da febre reumática, complicação do estreptococo beta-hemolítico do grupo A.

Fonte: www.homeandhealthbrasil.com

Faringite

A faringite é uma inflamação do faringe, a área situada entre as amígdalas e o laringe (onde se forma a voz). Normalmente é chamado de garganta.

A faringite é um outro nome para dor de garganta (ou garganta arranhada).

Como ocorre?

A faringite que acontece subitamente, a faringite aguda, pode ser causada por bactérias, virus, ou ambos. A faringite que dura um longo tempo,a faringite crônica, ocorre quando uma infecção respiratória, sinusal (dos seios da face) ou da boca se "espalha" para o faringe. A faringite pode ser o primeiro sintoma de uma doença simples como a gripe ou o resfriado, ou de um problema mais grave como a mononucleose ou a escarlatina.

O cigarro, o consumo grande de álcool, a inalação de ar muito poluído ou contendo fumaças industriais ou vapores químicos, ou o fato de engolir substâncias que queimam, corroem ou arranham a mucosa que reveste a garganta, todos podem causar faringite.

Quais são os sintomas?

Os sintomas incluem:

Garganta avermelhada, com sensação de arranhado, que torna a respiração, a deglutição e a fala dolorosas

Febre

Pus na sua garganta

Dor de ouvido

Gânglios do pescoço aumentados e dolorosos à palpação.

Como é diagnosticada?

Seu médico examinará sua garganta e perguntar que tipo de dor e sintomas você está sentindo. Seu médico também vai examiná-lo para ver sinais de outras doenças como infecções dos seios da face, dos ouvidos ou no tórax.

Apenas olhando sua garganta fica difícil para seu médico decidir se sua faringite é causada por infecção bacteriana ou viral. Seu médico pode solicitar uma cultura de material retirado da garganta caso ele suspeite de uma infecção estreptocócica.

Qual é o tratamento?

Não há necessidade de qualquer tratamento específico se você tem uma faringite por vírus. Ela geralmente melhora sozinha em 5 a 7 dias.

Para uma faringite bacteriana aguda, seu médico poderá prescrever um antibiótico, provavelmente por via oral. Os antibióticos não ajudam no caso de uma faringite viral. Para a faringite crônica, seu médico tentará descobrir e tratar a fonte primária da infecção.

Quanto tempo duram os efeitos de uma faringite?

A faringite viral desaparece em cerca de 5 a 7 dias.

Se você tem uma faringite bacteriana, você se sentirá melhor após cerca de 24 hs do início dos antibióticos. Você deve, no entanto, ainda usar esses antibióticos pelo tempo prescrito pelo médico, senão sua faringite poderá voltar.

Como posso me cuidar?

Você não deve fumar e precisa de repouso. Você também pode fazer sua garganta "descansar", ingerindo uma dieta líquida ou pastosa por um ou dois dias.

Pastilhas e lavagens bucais podem ajudar a diminuir o desconforto. O gargarejo com água morna e a ingestão de líquidos mornos também podem ajudar. Um analgésico comum também pode melhorar as dores (evite aqueles aos quais você seja alérgico).

Se sua dor de garganta durar mais que alguns dias, vá ao médico.

Como posso me prevenir de uma faringite?

As sugestões são as seguintes:

Não compartilhe talheres ou copos com outros.

Não deixe que seu nariz ou boca toquem telefones ou bebebouros públicos.

Evite contato próximo de pessoas que estejam com dor de garganta.

Fique em ambientes fechados em dias de muita poluição.

Não beba álcool em demasia.

Não fique em locais onde haja muita fumaça de cigarro.

Se o ar estiver muito seco, umidifique o ar.

Fonte: www.alergias.med.br

Faringite

O que é faringite?

Faringite é uma inflamação da faringe, área da garganta situada entre as amídalas e a laringe. O ar seco, devido à baixa umidade do ar, a poluição, a falta de chuva e o calor, favorecem a proliferação de doenças respiratórias.

A faringite aguda é causada geralmente por uma infecção bacteriana virótica e deixa a garganta bastante dolorida. A porta de entrada para a doença é a oral, por meio de secreções invisíveis que as pessoas eliminam ao falar, tossir ou espirrar.

Quais os sintomas?

A fumaça do cigarro, o consumo elevado de álcool, a inalação de ar muito poluído (com fumaças industriais ou vapores químicos), corroem ou arranham a mucosa que reveste a garganta, causando a faringite.

Entre os sintomas da doença estão:

Garganta avermelhada, com sensação de arranhado
Pus na garganta
Dor de ouvido
Dificuldade para engolir
Respiração difícil
Mal-estar
Febre.

Tratamento

Geralmente, a faringite viral melhora dentro de cinco a sete dias. No caso de faringite de origem bacteriana, o médico poderá prescrever antibióticos. Para prevenir a doença é preciso não fumar (ou ficar próximo a fumantes) e evitar ambientes poluídos. Também não divida copos e talheres, pois a doença pode evoluir para infecções mais graves.

Para alívio da dor e diminuição da febre, o médico poderá indicar:

Analgésicos
Pastilhas
Antitérmicos
Antibióticos (faringite de origem bacteriana).

Fonte: www.nycomed.com.br

Faringite

A faringite é uma inflamação da garganta (faringe) normalmente causada por um vírus, mas também comumente causada por bactérias.

A faringite pode ocorrer em infecções virais (p.ex., resfriado comum, gripe e mononucleose infecciosa) e em infecções bacterianas (p.ex., faringite estreptocócica) e por doenças sexu-almente transmissíveis (p.ex., blenorragia [gonorréia]).

Os sintomas, que incluem a dor de garganta e a dor à deglutição, são semelhantes tanto na faringite viral quanto na bacteriana. Em ambas, a membrana mucosa que reveste a faringe pode estar discreta ou intensamente inflamada e recoberta por uma membrana esbranquiçada ou uma secreção purulenta. A febre, o aumento dos linfonodos do pescoço e o aumento da contagem de leucócitos no sangue caracterizam tanto a faringite viral quanto a bacteriana, mas podem ser mais prondunciados na forma bacteriana.

Tratamento

Os analgésicos comuns, as pastilhas para a garganta ou o gargarejo com água morna e sal podem aliviar o desconforto da garganta, mas a aspirina não deve ser utilizada em crianças e adolescentes com menos de 18 anos devido ao risco da síndrome de Reye. Os antibióticos não são úteis quando a infecção é viral, mas podem ser prescritos quando o médico suspeita fortemente que a infecção é de origem bacteriana.

Caso contrário, nenhum antibiótico é administrado até os exames laboratoriais confirmarem um diagnóstico de faringite bacteriana. Quando os exames indicam que a faringite é causada por uma infecção estreptocócica (faringite estreptocócica), o médico prescreve a penicilina, normalmente sob a forma de comprimidos, para erradicar a infecção e prevenir complicações como a moléstia reumática (febre reumática). Os indivíduos alérgicos à penicilina devem utilizar a eritromicina ou um outro antibiótico.

Dois Tipos de Faringite

Faringite Viral
Faringite Bacteriana
Usualmente, não há secreção purulenta na garganta Secreção purulenta na garganta muito comum
Febre baixa ou ausência de febre Febre leve a moderada
Contagem de leucócitos normal ou discretamente elevada Contagem de leucócitos no sangue discreta a moderadamente elevada
Linfonodos normais ou discretamente aumentados Linfonodos discretamente a moderadamente aumentados
Exame do swab da garganta negativo Exame do swab da garganta positivo para a faringite estreptocócica
Ausência de crescimento de bactérias na cultura laboratorial Crescimento bacteriano na cultura laboratorial

Fonte: www.msd-brazil.com

Faringite

A faringite é geralmente causada por diferentes microrganismos: os vírus ou as bactérias. Manifesta-se com dor na deglutição (de saliva ou alimentos), acompanhado de inchaço, vermelhidão, placas, possíveis úlceras na faringe ou na amígdala, e inflamação nos gânglios do pescoço.

Pode haver comprometimento do estado geral e sintomas como febre, cansaço e vômitos.

O contágio, que ocorre através de secreções invisíveis que fluem pelas vias aéreas de um paciente infectado, é mais freqüente entre pessoas que convivem ou que estão em contato direto durante várias horas por semana, como acontece com os colegas de escola ou do trabalho.

O cigarro, o consumo grande de álcool, a inalação de ar muito poluído ou contendo fumaças industriais ou vapores químicos, ou o fato de engolir substâncias que queimam, corroem ou arranham a mucosa que reveste a garganta, todos podem causar faringite. Pode ocorrer também uma faringite de caráter irritativo.

Como ocorre?

A faringite que acontece subitamente, a faringite aguda, pode ser causada por bactérias, virus, ou ambos. A faringite que dura um longo tempo, a faringite crônica, ocorre quando uma infecção respiratória, sinusal (dos seios da face) ou da boca se "espalha" para a faringe. A faringite pode ser o primeiro sintoma de uma doença simples como a gripe ou o resfriado, ou de um problema mais grave como a mononucleose ou a escarlatina.

Quais são os sinais e sintomas?

Em geral, incluem:

Garganta avermelhada, com sensação de arranhado, que torna a respiração, a deglutição e a fala dolorosas
Febre
Pus na garganta
Dor de ouvido
Ggânglios do pescoço aumentados e dolorosos à palpação.

Como é diagnosticada?

Seu médico examinará sua garganta e perguntará que tipo de dor e sintomas você está sentindo. Seu médico também vai examiná-lo para ver sinais de outras doenças como infecções dos seios da face, dos ouvidos ou no tórax.

Apenas olhando sua garganta fica difícil para seu médico decidir se sua faringite é causada por infecção bacteriana ou viral. Seu médico pode solicitar uma cultura de material retirado da garganta caso ele suspeite de uma infecção estreptocócica.

Qual é o tratamento?

Não há necessidade de qualquer tratamento específico se você tem uma faringite por vírus. Ela geralmente melhora sozinha em 5 a 7 dias.

Quanto tempo duram os efeitos de uma faringite?

A faringite viral desaparece em cerca de 5 a 7 dias.

Como posso me cuidar?

Você não deve fumar e precisa de repouso. Você também pode fazer sua garganta "descansar", ingerindo uma dieta líquida ou pastosa por um ou dois dias.

Pastilhas do tipo BENALET® e lavagens bucais podem ajudar a diminuir o desconforto. O gargarejo com água morna e a ingestão de líquidos mornos também podem ajudar.

Se sua dor de garganta durar mais que alguns dias, vá ao médico.

Como posso me prevenir de uma faringite?

As sugestões são as seguintes:

Não compartilhe talheres ou copos com outros.
Não deixe que seu nariz ou boca toquem telefones ou bebebouros públicos.
Evite contato próximo de pessoas que estejam com dor de garganta.
Fique em ambientes fechados em dias de muita poluição.
Não beba álcool em demasia.
Não fique em locais onde haja muita fumaça de cigarro.
Se o ar estiver muito seco, umidifique o ar.
Pode-se utilizar pastilhas BENALET® desde os primeiros sintomas de dor ou desconforto na garganta.
Evite o cigarro.

Fonte: www.benalet.com.br

Faringite

Inflamação da faringe (região da garganta entre as amígdalas e a laringe) que causa dor de garganta.

Causas, incidência e fatores de risco:

A faringite é geralmente causada por infecção viral (95%) ou bacteriana (5%).

A infecção causada por estreptococo do grupo A é denominada de infecção de garganta por estreptococos.

A forma crônica pode ser causada por infecções prolongadas dos seios nasais, pulmões e boca e pela irritação prolongada da mucosa por tabagismo, inalação de ar altamente poluído e consumo de bebidas alcoólicas ou de substâncias que podem escaldar, corroer ou escoriar a garganta.

Fonte: www.espacorealmedico.com.br

Faringite

DOR DE GARGANTA - FARINGITE E AMIGDALITE

Faringite é o termo dado a inflamação da faringe, enquanto que, amigdalite é a inflamação das amígdalas. Ambas se manifestam como dor de garganta e como normalmente ocorrem simultâneamente, denominamos esse quadro como faringoamigdalite. Apesar de inflamarem juntas, algumas pessoas tem predominantemente amigdalite, enquanto outras, faringites.

Antes de continuarmos, estudem o desenho abaixo para saberem de que estruturas vou falar a seguir. Todas elas podem ser vistas ao abrirmos a boca em frente a um espelho.

A faringoamigdalite ou dor de garganta, pode ser causada por infecções bacterianas ou virais. A maioria dos casos é de origem viral, causada por vários tipos diferentes de vírus. A presença de dor de garganta é inclusive um dos critérios para se diferenciar gripe de resfriado

As faringites virais são processos benignos que se resolvem espontâneamente, ao contrário das faringites ou amigdalites bacterianas que devem ser tratadas com antibióticos e podem levar a complicações como abscessos e febre reumática.

Então como distinguir uma amigdalite viral de uma bacteriana?

O modo mais correto é através da coleta de material da garganta por swab ou Zaragatoa, uma vareta com algodão na ponta, onde se colhe material da área inflamada para avaliação laboratorial.

O problema do swab é que a identificação do agente infeccioso demora pelo menos 48h. Já existem testes mais rápidos para se identificar bactérias, mas nem sempre há facilidade para se colher e enviar o material para análise. Deste modo, é importante a avaliação clínica para se iniciar tratamento o mais rápido possível.

O quadro clínico típico das faringoamigdalites é:

Dor de garganta
Febre
Dores pelo corpo
Dor de cabeça
Prostração

Todos os sintomas acima são comuns às infecções virais e bacterianas. Porém, alguns outros podem indicar se o patógeno é de origem viral ou bacteriana.

Normalmente as faringites virais são acompanhadas de outros sinais de infecção respiratória alta, como tosse, espirros, constipação nasal, conjuntivite e rouquidão.

Já as amigdalites bacterianas, além de não causarem os sintomas descritos acima, costumam apresentar pontos de pus nas amígdalas e aumento dos linfonodos do pescoço (inguas). A febre da infecção bacteriana costuma ser mais alta, mas isso não é uma regra. A faringite bacteriana também pode causar edema da úvula e petéquias no palato (pontos hemorrágicos).

Faringite
Faringite viral - Inflamação sem edema de úvula, sem pus ou petéquias

Faringite
Amigdalite bacteriana - Reparem nos pontos de pus nas amígdalas e no inchaço da úvula

Faringite
Amigdalite bacteriana - petéquias no palato

A presença de pus e linfonodos aumentados fala fortemente a favor de uma faringite bacteriana, porém, pode ocorrer em algumas infecções virais, nomeadamente na mononucleose infecciosa. A mononucleose é causada pelo Epstein-Barr vírus e se apresenta com febre, amigdalite purulenta, aumento de lifonodos na região posterior do pescoço (ao contrário da amigdalite bacteriana que apresenta aumento dos linfonodos da região anterior do pescoço), aumento do baço, perda de peso, cansaço extremo e sinais de hepatite. A prescrição de antibióticos como amoxacilina em doentes com mononucleose pode levar ao aparecimento de um rash cutâneo (manchas vermelhas espalhadas pelo corpo).

Se houver suspeita de faringite viral, o tratamento é repouso, hidratação e sintomáticos. Se o quadro sugerir faringite bacteriana, devemos iniciar antibióticos visando não só acelerar o processo de cura, mas também, a prevenção das complicações e a transmissão para outras pessoas da família. A transmissão só ocorre para pessoas com contato íntimo e prolongado. É mais comum entre crianças na creche ou na escola.

Entre as complicações das faringites bacterianas, a principal é a febre reumática. Causada pela bactéria Streptococcus, ocorre principalmente em jovens e crianças.

Outro tipo de faringite causada por bactérias é a Escarlatina, Apresenta-se como rash difuso e também pode levar a febre reumática.

A glomerulonefrite pós estreptocócica é uma lesão renal também causada pela mesma bactéria Streptococcus, que costuma cursar com hipertensão, hematúria e insuficiência renal aguda.

Tratamento da amigdalite / faringite

Para se evitar as complicações acima, o tratamento com antibiótico deve ser feito até o final do tempo prescrito, mesmo que haja desaparecimento dos sintomas já nos primeiros dias. O tratamento se feito com derivados da penicilina deve ser feito por 10 dias. Nos pacientes alérgicos a penicilina, uma opção é Azitromicina por 5 dias.

Naqueles doentes com intenso edema da faringe que não conseguem engolir comprimidos, ou naqueles que não desejam ficar tomando remédio por vários dias, uma opção é a injeção de penicilina Benzatina, o famoso Benzetacil, administrado em dose única.

Tratamentos alternativos:

Mel

Não há nenhum trabalho que tenha conseguido demonstrar benefício do mel

Própolis

Apresenta efeito antiinflamatório pequeno. Funciona muito menos que qualquer antiiflamatório comum.

Papaína

Além de não melhorar, em grandes quantidades pode piorar a inflamação

Não há trabalhos que provem a eficácia da homeopatia ou fitoterapia no tratamento das faringites. O tempo de doença e a incidência de complicações é igual ao placebo.

Quem quiser alívio sintomático sem tomar muitos remédios, o ideal é realizar vários gargarejos diários com água morna e uma pitada de sal.

A retirada das amígdalas (amigdalectomia) é uma opção nas crianças que apresentam mais de 6 episódios de faringite estreptocócica por ano. Como a incidência das complicações é muito menor em adultos, neste grupo a indicação de amigdalectomia é mais controversa. Existe ainda a possibilidade de não haver melhora pois as amigdalites passam a ser faringites, o que no final, dá no mesmo.

Em pacientes com infecções de garganta de repetição, podem-se formar criptas (pequenos buracos) nas amígdalas. Estas acumulam cáseo (ou caseum), uma substância amarelada, parecida com pus, que é na verdade restos celulares de processos inflamatórios antigos. O cáseo é a causa do mau hálito em pessoas com amigdalite/faringite crônica.

Fonte: www.mdsaude.com

Faringite

Faringo - Amigdalite

Os doentes com faringite apresentam tosse, odinofagia (dores de garganta), sensação de “garganta a arranhar” e febre. A faringite é uma das infecções pediátricas mais comuns.

A inflamação confinada apenas à faringe não é usual, mas quando o envolvimento das amígdalas é proeminente, usa-se o termo Amigdalite.

A faringite em crianças com menos de 2 anos de idade é geralmente viral; os estreptococos do grupo A são mais comuns em crianças com mais de 5 anos de idade e o Mycoplasma, gonococo e Arcanobacterium haemolyticum são mais comuns entre adolescentes.

Os agentes patogénicos virais são o rhinovirus, coronavirus, adenovirus, enterovirus, Ebstein-Barr vírus, Citomegalovirus e herpes Simplex vírus.

Manifestações clínicas

A observação da orofaringe revela:

Eritema (coloração avermelhada da garganta);
Exsudado (presença de um corrimento);
Petéquias do palato (”pintas” vermelho-arroxeadas no céu da boca);
Hipertrofia das amígdalas (aumento do volume das amígdalas);
Linfadenopatia cervical anterior (aumento do volume dos gânglios do pescoço)

Faringite

Complicações

São raras as complicações que ocorrem nas faringites: extensão aos espaços orofaríngeo e retrofaríngeo, abcessos periamigdalinos e tromboflebite da veia jugular interna (Síndrome Lemierre).

Tratamento

O tratamento de escolha para faringites estreptocócicas do grupo A é a penicilina. A eritromicina, claritromicina ou azitromicina são alternativas aceitáveis.

Quando a terapêutica falha na erradicação dos estreptocos do grupo A por colonização de anaeróbios produtores de beta-lactamases que destroem localmente a penicilina, a administração de clindamicina ou amoxicilina com ácido clavulânico são uma solução.

Os abcessos periamigdalinos podem ser tratados inicialmente com penicilina em altas doses e aspiração.

Em alguns casos em que há faringites de repetição, a amigdalectomia (remoção cirúrgica das amígdalas) é uma solução.

Fonte: www.hospitata.com

Faringite

É uma doença habitual da garganta, que ocorre pelo contágio por outra pessoa infectada e tem um período de incubação de dois a sete dias. Todos os seus sintomas ficam localizados, principalmente, na faringe e no pescoço. Esta é uma inflamação que, via de regra, acomete a amígdala.

A faringite é causada por diferentes microorganismos: os vírus e as bactérias.

Manifesta-se com dor na deglutição (de saliva ou alimentos), acompanhado de inchação, vermelhidão, placas, possíveis úlceras na faringe ou na amígdala (tonsila), e inflamação nos gânglios do pescoço. Pode haver comprometimento do estado geral e sintomas como febre, cansaço e vômitos.

O contágio, que ocorre através de secreções invisíveis, que fluem pelas vias aéreas de um paciente infectado, é mais freqüente entre pessoas que convivem ou que estão em contato direto durante várias horas por semana, como acontece com os colegas de escola ou do trabalho.

A maioria dos episódios de faringite é provocada por vírus; entretanto, certa porcentagem corresponde a uma bactéria: estreptococo beta-hemolítico do grupo A.

Somente um teste laboratorial, feito com uma amostra da secreção da amígdala obtida com cotonete ou suabe, permite identificar esse estreptococo. Esse exame pode ser realizado com métodos rápidos (teste do látex) ou com culturas que demoram de 24 a 48 horas para obter o resultado.

O tratamento será escolhido dependendo dos resultados laboratoriais.

Somente quando a presença do estreptococo beta-hemolítico do grupo A for identificada, serão ministrados antibióticos; quando a faringite for viral, será indicado um tratamento sintomático, com analgésicos e antitérmicos. O tratamento antibiótico clássico, e eficaz, é a penicilina por via oral durante dez dias.

Atualmente, existem outras opções antibióticas com regimes mais curtos. Todos esses fatores são considerados pelo médico no momento de prescrever o tratamento, além de ser realizado o controle da evolução de cada episódio.

Essa doença não produz imunidade. No caso da faringite estreptocócica, podem ocorrer novos episódios, principalmente até os 12 anos de idade.

Ainda não existe uma vacina para a prevenção da faringite estreptocócica

Características das faringites

  Estreptocócicas Virais
Estação Inverno tardio e primavera Todo o ano
Idade acometida Principalmente 5-11 anos Qualquer idade
Período de
incubação
2 a 5 dias Variável (de 2 a 7 dias)
Sintomas Instalação aguda Instalação aguda ou
crônica
Sinais Inflamação na faringe
e no pescoço
Os mesmos, além de
tosse, resfriado,
conjuntivite, disfonia
e diarréia
Diagnóstico Cultura e/ou teste
do látex positivo
para estreptococo
beta-hemolítico do grupo
A da secreção da tonsila.
Cultura e/ou teste do
látex.
Contágio Até duas semanas.
Deixa de contagiar a
partir das 24 horas de
iniciado o tratamento
com antibiótico.
Primeiros dias dos
sintomas

Fonte: www.saudenarede.com.br

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