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Hepatite B

 

.A Hepatite B é a mais contagiosa das hepatites virais.

É uma doença viral (HBV - vírus da Hepatite B) inflamatória que compromete as funções do fígado. Caso não seja diagnosticada precocemente e tratada adequadamente, a Hepatite B pode levar a graves conseqüências, como cirrose e câncer hepático. Muitos desses pacientes esperam por um transplante de fígado.

Como se dá a contaminação?

Atualmente, o uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos entre usuários de drogas, assim como relações sexuais sem preservativo (camisinha) são as formas mais preocupantes de contaminação na população. As transfusões de sangue foram a principal via de transmissão da doença, circunstância que se tornou rara com a obrigatória testagem laboratorial dos doadores. O contato acidental de sangue ou secreções corporais, contaminadas pelo vírus, com mucosa ou pele com lesões, também transmite a doença. Gestantes (grávidas) contaminadas podem transmitir a doença para os bebês durante o parto - normal ou cesariana - o que pode ser minimizado com o tratamento adequado.

Quais são os sintomas? Como se desenvolve?

Muitas vezes, os pacientes são assintomáticos ao adquirirem a doença, e podem ou não apresentar os sintomas em fase avançada. Os sintomas são semelhantes aos das demais hepatites, iniciando-se com: mal-estar generalizado, dores de cabeça e no corpo, cansaço fácil, falta de apetite e febre. Logo após, surgem tipicamente coloração amarelada das mucosas e da pele (icterícia), coceira no corpo, urina escura e fezes claras. Ao final de 10 a 15 dias, os sintomas gerais diminuem muito, mesmo na vigência da icterícia, que tende a desaparecer de 6 a 8 semanas em média, sugerindo a cura em mais de 95% das pessoas. Após a fase aguda, que pode passar despercebida, 5% a 10% dos pacientes não se curam da infecção e desenvolvem o tipo crônico da doença. Desses, 25% a 40% podem desenvolver cirrose e câncer de fígado ao longo de anos ou décadas, o que pode ser evitado com o tratamento. O risco da Hepatite B crônica se tornar ativa e progredir é maior em quem consome bebidas alcoólicas e em pessoas com baixa imunidade (pacientes com AIDS ou pacientes em quimioterapia ou radioterapia, por exemplo). Existe uma forma clínica chamada hepatite fulminante, que embora rara, pode levar à morte em 60% dos casos.

Quanto tempo os sintomas demoram a aparecer?

Aproximadamente entre 45 e 180 dias. Porém, em alguns casos, os sintomas podem não aparecer. Mesmo sem os sintomas, os portadores do vírus da Hepatite B (HBV) pode transmití-lo a outras pessoas.

Como o médico faz o diagnóstico?

A confirmação do diagnóstico é feita por exames de sangue, onde são detectados anticorpos ou partículas do vírus da Hepatite B (HBV). Certos casos só são descobertos na fase crônica ou na investigação da causa de cirrose e câncer de fígado em uma pessoa que não sabia ser portadora do vírus da Hepatite B (HBV).

Como é o tratamento?

Hepatite B Aguda

A Hepatite B aguda não requer tratamento medicamentoso específico. São utilizados remédios para náuseas, vômitos e coceira. Ocasionalmente é necessário medicação intravenosa. O consumo de álcool em qualquer quantidade é proibida. O uso de qualquer medicamento deve ser avaliado por um médico especialista (hepatologista).

Hepatite B Crônica

Casos de Hepatite B crônica podem ser tratados com três tipos diferentes de medicamentos: o Adefovir dipivoxil, o Interferon (Convencional ou Peguilado) ou a Lamivudina.

A Hepatite B tem cura?

A Hepatite B crônica não tem cura. O tratamento contínuo é necessário para o controle da doença, evitando sua progressão para a forma crônica da doença e permitindo uma vida praticamente normal.

Há risco de cirrose? E de câncer hepático?

Caso não seja tratada, a Hepatite B crônica pode avançar para uma cirrose ou até mesmo câncer.

Quais os efeitos adversos (colaterais) do tratamento?

No tratamento com Adefovir dipivoxil e Lamivudina não se descrevem, freqüentemente, efeitos colaterais. Na terapia com Interferon (Convencional ou Peguilado) é comum a sensação de cansaço, febre, dores articulares e musculares.

Existe vacina para Hepatite B?

A vacina para Hepatite B deve ser feita em todos os recém-nascidos, iniciando o esquema vacinal já no primeiro mês de vida.

Adultos não vacinados e que não tiveram a doença também podem tomar a vacina, que é especialmente recomendada para: pessoas que cuidam de pacientes, profissionais da área da saúde, portadores do vírus C, alcoolistas e indivíduos com outras doenças hepáticas.

Deve-se usar luvas, máscara e óculos de proteção quando houver possibilidade de contato com sangue ou secreções corporais.

Pessoas que tiveram exposição conhecida ao vírus (relação sexual com indivíduo contaminado ou acidente com agulha) devem receber uma espécie de soro (gamaglobulina) nos primeiros dias após o contato, o que pode diminuir a chance ou, pelo menos, a intensidade da doença.

Recém-nascidos e mães com Hepatite B devem receber gamaglobulina específica e vacina imediatamente após o parto para diminuir o risco do bebê desenvolver a doença.

Eu deveria me vacinar?

O primeiro passo é fazer o teste para detectar se é ou não portador do vírus da Hepatite B (HBV). Caso seja, é necessário o tratamento com um médico especialista (hepatologista). Caso não seja portador, vacine-se.

A Hepatite B mata?

Sim, é possível que uma pessoa morra pela doença ou por suas conseqüências. No Brasil, a Hepatite B mata quatro vezes mais que a AIDS. A Hepatite B pode comprometer gravemente o fígado e causar câncer.

Fonte: www.hepab.com.br

Hepatite B

O que é

A Hepatite B é definida como inflamação do fígado causada por uma infecção pelo Vírus da Hepatite B (HBV), um vírus DNA, da família Hepdnaviridae.

Do ponto de vista epidemiológico a transmissão sexual de agentes infecciosos causadores de hepatite ocorre mais freqüentemente com os vírus das hepatites tipos A, B, C e Delta. Os tipos B e C podem evoluir para doença hepática crônica, e têm sido associados com carcinoma hepatocelular primário.

Dentre os fatores que influenciam o risco de infecção pelo HBV citamos: número de parceiros, freqüência das relações sexuais, tipo de prática sexual (oro-retal, oro-genital, relacionamento sexual passivo ou ativo), associação com uso comum de seringas e agulhas, concomitância de outras DST (sífilis, cancro mole, gonorréia, herpes genital e/ou oral, etc.).

No Brasil, estudos de prevalência do HBV detectaram índice de infecção médio de 8,0% na região da Amazônia legal, de 2,5% nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, de 2,0% na região Sudeste e de 1,0% na região Sul.

Quadro clínico

O período de incubação da Hepatite B aguda situa-se entre 45 e 180 dias e a transmissão é usualmente por via parenteral embora outras vias (oral, sexual e vertical) foram demonstradas.

Nos pacientes sintomáticos, a hepatite B, usualmente evolui nas seguintes fases:

fase prodrômica: sintomas inespecíficos de anorexia, náuseas e vômitos, alterações do olfato e paladar, cansaço, mal-estar, artralgia, mialgias, cefaléia e febre baixa.

Fase ictérica

Inicia-se após 5 a 10 dias da fase prodrômica, caracterizando-se pela redução na intensidade destes sintomas e a ocorrência de icterícia. Colúria precede esta fase por 2 ou 3 dias.

Fase de convalescença

A sintomatologia desaparece gradativamente, geralmente em 2 a 12 semanas.

A Hepatite B pode evoluir cronicamente, o que se demonstra pelos marcadores laboratoriais, testes de função hepática e histologia anormais, e doença persistente por mais de seis meses.

A Hepatite B crônica pode evoluir de forma:

Persistente: de bom prognóstico, em que a arquitetura do lóbulo hepático é preservada.
Ativa: caracterizada por necrose hepática, que pode evoluir para cirrose hepática ou para câncer.

Diagnóstico

Diagnóstico laboratorial

Realiza-se por meio dos marcadores sorológicos do vírus da Hepatite B:

O antígeno de superfície da Hepatite B (HBsAg) é o primeiro marcador a aparecer, geralmente precede a hepatite clinicamente evidente, e também está presente no portador crônico
O antígeno HBe (HBeAg) é detectado logo após o aparecimento do HBsAg, sua presença indica replicação viral ativa. Sua positividade por 8 a 12 semanas indica o desenvolvimento de hepatite crônica B
O anticorpo contra o antígeno central da Hepatite B tipo IgM (anti-HBc IgM) é um marcador da replicação virótica, aparece no início da hepatite clínica e pode ser o único marcador sorológico do tipo agudo presente em alguns pacientes (o paciente com Hepatite crônica B pode apresentar o anti-HBc IgM em baixa concentração no soro, não sendo detectado nestas circunstâncias, de modo que o resultado pode ser positivo na Hepatite aguda B, e negativo, na Hepatite crônica B)
O anticorpo superficial da Hepatite B (anti-HBs) pode aparecer tardiamente na fase convalescente, e sua presença indica imunidade.

Outros testes refletem a lesão hepatocelular na hepatite viral aguda:

As aminotransferases (alanina aminotransferase /ALT e a aspartato aminotransferase /AST), previamente denominadas transaminases (respectivamente, TGP e TGO) geralmente encontram-se acima de 500 U.I./L
A bilirrubina total se eleva, podendo alcançar níveis entre 5 e 20 mg %.
A fosfatase alcalina geralmente está aumentada.

Oleucograma geralmente revela neutropenia com linfocitose relativa.

Na hepatite crônica, a biópsia hepática definirá o diagnóstico histológico e permitirá avaliação da atividade da doença.

Diagnóstico diferencial

Outros agentes virais (vírus tipo A, C, D, E, Epstein Barr, Citomegalovirus).
Toxoplasmose, leptospirose.
Hepatite auto-imune.
Hepatite por drogas (agrotóxicos, álcool).
Colecistite ou coledocolitíase.

Tratamento

De modo genérico, o indivíduo com hepatite viral aguda, independentemente do tipo viral que o acometeu, deve ser acompanhado ambulatorialmente, na rede de assistência médica. Basicamente o tratamento consiste em manter repouso domiciliar relativo, até que a sensação de bem-estar retorne e os níveis das aminotransferases (transaminases) voltem aos valores normais. Em média, este período dura quatro semanas. Não há nenhuma restrição de alimentos no período de doença. É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas.

Os pacientes com hepatite causada pelo HBV poderão evoluir para estado crônico e deverão ser acompanhados com pesquisa de marcadores sorológicos (HBsAg e Anti-HBs) por um período mínimo de 6 a 12 meses. Aqueles casos definidos como portadores crônicos, pela complexidade do tratamento, deverão ser encaminhados para serviços de atendimento médico especializados.

Recomendações

Internacionalmente, com o surgimento de uma vacina contra o HBV, criou-se expectativa concreta para controlar esta doença.

No Brasil, a utilização de uma vacina contra o HBV para a população sexualmente ativa, não pode ser contemplada como prática rotineira devido ao seu alto custo, no entanto os portadores de DST e seus parceiros formam grupo altamente suscetível e que deve ser considerado prioritário nas ações de vacinação.

O esquema básico de vacinação contra o vírus da Hepatite B envolve a administração (por via intramuscular na região deltóide, ou no vasto lateral da coxa, em crianças pequenas) de três ou quatro doses, conforme orientação do fabricante. Habitualmente aplica-se 1,0 ml (20 mg) para adultos e 0,5 ml (10 mg) para neonatos, lactentes e crianças menores de 11 anos de idade. No esquema de três doses: a segunda e a terceira são dadas, respectivamente, um e seis meses após a primeira (esquema 0, 1 e 6 meses); no esquema de quatro doses: intervalos de um mês entre a primeira, a segunda, e a terceira e de doze meses entre a primeira e a quarta (esquema 0, 1, 2 e 12 meses). Este último esquema permite imunização inicialmente mais rápida.

No que se refere à prevenção da contaminação de profissionais de saúde lidando com pacientes infectados pelo HBV, recomenda-se o uso das precauções universais em relação ao sangue e aos líquidos corporais de qualquer paciente.

Caso um profissional de saúde não imunizado contra o vírus da Hepatite B seja exposto a material infectado pelo HBV, deve: receber uma dose da Gamaglobulina Hiperimune para Hepatite viral tipo B, se possível, nos primeiros sete dias de exposição e, em seguida, ser vacinado contra a Hepatite B. Esta orientação deve ser seguida para qualquer pessoa exposta ao HBV.

Fonte: www.aids.gov.br

Hepatite B

A Hepatite tipo B é uma doença freqüente, de importância clínica e que acontece no mundo inteiro. O vírus da Hepatite B pode ser transmitido através do parto, entre as pessoas, através da transfusão de sangue, de ferimentos da pele e do sexo. O vírus também pode ser transmitido através de líquidos orgânicos como a saliva, leite materno, secreção nasal, vaginal e sêmen.

O sangue infectado continua sendo o meio mais comum de transmissão. A Hepatite B pode ser transmitida de uma criança para outra através de arranhões, feridas leves, mordidas ou brinquedos, que fazem parte do dia a dia das creches e escolas. A mãe também pode transmitir a doença para o seu filho através do nascimento e da amamentação.

A gravidade da doença depende da resposta imunológica de cada paciente. As suas manifestações clinicas vão desde um quadro pseudogripal pouco importante, até uma insuficiência hepática fulminante.

A evolução natural da doença basicamente compreende três fases:

FASE PRODRÔMICA - Falta de apetite, mal estar, náuseas, vômito e febre;
FASE ICTÉRICA
- urina escura, fezes brancas e pele e olhos amarelados;
FASE DE CONVALESCENÇA
- é a fase de recuperação do paciente.

A Hepatite B pode também evoluir para formas crônicas graves como: Hepatite crônica ativa, cirrose e mais tarde câncer hepático.

Não existe cura disponível para a Hepatite B, uma vez adquirida a doençaé preciso tratar para uma recuperação que normalmente é espontânea mas, o paciente continua sendo portador. O melhor é prevenir a doenças através da vacinação.

Fonte: www.saudevidaonline.com.br

Hepatite B

O que é

A Hepatite B é uma Doença Sexualmente Transmissível que pode se tornar crônica, atacando constantemento o fígado, geranco cirrose e até câncer.

Como é Transmitida

Relação sexual (contato com órgãos sexuais ou a secreção vaginal ou sêmen na Relação vaginal, oral ou retal).
Sangue contaminado não-testado.

Como se Previnir

Tomando as 3 doses da vacina (já disponível para crianças e jovens até 20 anos e trabalhadores da saúde - que está disponível nos Postos de Saúde)
Usando camisinha masculina ou feminina nas relações sexuais vaginais e orais;
Usando camisinha masculina ou feminina e lubrificantes a base de água (KY, Preserv Gel) nas relações sexuais anais;
Recebendo apenas sangue testado.

O que Ocorre Após a Infecção - Sintomas:

Pode ficar incubada meses ou anos, surgindo depois uma infecção aguda que ataca o fígado.
A infecção costuma durar até 6 meses, caso persista, é necessário tratamento, pois a pessoa pode desenvolver a Hepatite crônica que gera cirrose, e até câncer no fígado.

Tratamento

Todas as pessoas com Hepatite devem procurar um médico para evitar o desenvolvimento e agravamento da doença. Caso a doenças persista após surgirem os sintomas, por mais de 6 meses, o tratamento deve ser intensivo para evitar hepatite crônica e cirrose.

IMPORTANTE

Todas as pessoas com DST devem evitar manter relações sexuais durante o tratamento para facilitar a cura e evitar a contaminação de parceiros, caso não seja possível, é fundamental usar a camisinha.

Fonte: www.redece.org

Hepatite B

A hepatite B é uma doença que foi descoberta em 1965, e hoje estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas foram infectadas no mundo, sendo que 400 milhões evoluíram como portadores crônicos. A forma de transmissão é o contato com sangue, ou com fluidos orgânicos que contenham o vírus como sêmen, saliva e secreção vaginal. Ainda pode ocorrer a transmissão durante a gravidez, e nestes casos o diagnóstico precoce (pré-natal) é fundamental, pois a evolução para crônica na criança pode chegar a 90%.

Prevenção

A hepatite B possui uma vacina extremamente eficaz, com excelentes resultados na prevenção da infecção. Apresenta até 95% de proteção e foi instituída no calendário vacinal há pouco tempo. É aplicada em recém-nascidos e adolescentes, e também em populações especiais, expostas ao risco. A vacina é aplicada em três doses, sendo que deve ser aplicada uma dose inicial, outra um mês depois e a última dose depois de 6 meses da dose inicial. Atualmente esta vacina está disponível em postos de saúde.

A vacina para hepatite B é indicada nos seguintes casos:

1. Pessoas com menos de 18 anos
2.
Todos profissionais da saúde
3.
Estudantes da área da saúde
4.
Pacientes com hepatite C crônica
5.
Pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise
6.
Pacientes hemofílicos, que necessitem de transfusões frequentes
7.
Usuários de drogas e profissionais do sexo
8.
Funcionários e população penitenciária
9.
Pessoas que convivem na residência de pacientes crônicos
10.
Pessoas que mantêm relação sexual com pacientes crônicos

Para gestantes, a melhor forma de prevenção é a realização de sorologia para hepatite B durante o pré-natal, que permite o diagnóstico precoce e assim, a prevenção pode ser realizada com melhor eficácia ao nascimento da criança.

Os cuidados nas relações sexuais, como uso de preservativo, também se caracteriza como uma prevenção muito eficaz, por ser uma doença sexualmente transmissível.

Diagnóstico

Para o diagnóstico da hepatite B são realizadas provas sorológicas que envolvem a detecção do antígeno e anticorpos no sangue. Antígenos são partículas do vírus encontradas no organismo e anticorpos são proteínas de defesa criadas pelo seu próprio organismo. Estes testes realizados de rotina são de difícil interpretação, portanto qualquer resultado positivo deverá ser avaliado por um médico especialista, para esclarecer o resultado, pois nem sempre um resultado positivo indica que a pessoa está infectada pelo vírus da hepatite B.

Se confirmado o diagnóstico serão realizados exames que permitem classificar o grau de evolução da doença, analisando enzimas do fígado (ALT e AST), provas de coagulação e proteínas no sangue. Também poderá ser realizada ainda a carga viral do vírus da hepatite B, que permite quantificar o número de vírus na corrente sanguínea, porém este exame está indicado somente para pacientes com doença crônica.

Sintomas

A hepatite B é uma doença que, na grande maioria dos casos, pode apresentar sintomas inespecíficos, como um quadro gripal (febre baixa, dor no corpo e mal-estar), ou não apresentar nenhum sintoma.

Quando apresenta sintomas, geralmente são mal-estar, fraqueza, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosa), coloração esbranquiçada das fezes e urina escurecida. Estes sintomas surgem na infecção aguda, ou podem indicar uma doença avançada nos casos crônicos.

Tratamento hepatite B

O tratamento da hepatite B aguda, logo após o contágio, consiste na observação e acompanhamento do médico, repouso e tratamento dos possíveis sintomas. Não há um tratamento medicamentoso específico.

No caso de hepatite B crônica existem, atualmente, uma série de tratamentos recomendados que envolvem medicações utilizadas isoladamente ou em combinação. Você deve seguir sempre a recomendação médica.

Fonte: www.portaldahepatite.com.br

Hepatite B

A hepatite B é uma doença do fígado causada pelo vírus da hepatite B (HBV). Embora seja encontrada em todo o mundo, ela afeta pelo menos 1 milhão de pessoas nos Estados Unidos.1,3

Atualmente, nos Estados Unidos, ocorrem cerca de 200.000 novas infecções a cada ano e entre 4.000 e 5.000 pessoas morrem em decorrência da doença e de suas complicações.1,4Embora a hepatite B possa ser muito grave e mesmo fatal, muitas pessoas infectadas pelo HBV não apresentam sintomas. Outras podem apresentar uma variedade de sintomas semelhantes aos da gripe, incluindo fadiga, febre baixa, dores musculares e nas articulações, dor abdominal descrita como sensação de peso e diarréia ocasional. Algumas pessoas desenvolvem icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos).

Ainda que a maior parte das pessoas e recupere da infecção por HBV, aproximadamente 10% dos indivíduos infectados podem se tornar portadores crônicos.

De modo geral, esses indivíduos não apresentam sintomas, mas correm o risco de desenvolver doenças hepáticas graves, como cirrose ou câncer primário do fígado.

VOCÊ ESTÁ CORRENDO O RISCO DE CONTRAIR A HEPATITE B?

Embora qualquer pessoa possa contrair o vírus da hepatite B, existem certos grupos que, devido a seu estilo de vida, apresentam maior probabilidade de se infectar.

Por favor, use alguns minutos do seu tempo para responder às perguntas a seguir:

Se a resposta a uma ou mais perguntas for "sim" para você ou para alguém da sua família, você e/ou essa pessoa podem estar correndo o risco de contrair hepatite B.
Você e/ou seu parceiro tiveram mais de um parceiro sexual nos últimos 6 meses?
Você e/ou seu parceiro já contraíram doenças sexualmente transmissíveis (DST) repetidas vezes ou tiveram contato com pessoa que costuma ter doenças sexualmente transmissíveis?
Você e/ou seu parceiro são homossexuais do sexo masculino ou são bissexuais?
Você e/ou seu parceiro tiveram contato sexual com prostitutas?
Você e/ou seu parceiro usaram drogas injetáveis ou tiveram contato sexual com usuários de drogas injetáveis?
Algum membro da sua família está infectado com o vírus da hepatite B?

Os Centros de Prevenção e Controle de Doenças identificaram diversas áreas onde a infecção por HBV é endêmica: África, China, República Dominicana, Haiti, Índia, México, Países do Oriente Médio, América do Sul, Sudeste Asiático e Indochina. Você planeja morar ou viajar para algumas das áreas relacionadas acima ou ter contato íntimo/sexual com alguém da população local?

Você ou seus familiares nasceram ou viveram em alguma das áreas relacionadas acima?

AVALIE SEU GRAU DE RISCO

Além do risco de contrair uma infecção pelo HBV, se você respondeu "sim" a uma ou mais destas perguntas, você também estará correndo o risco de contrair infecção por HIV.HIV é o vírus que causa a AIDS.

Se você acredita que você e/ou sua família podem estar correndo risco de uma infecção por HBV, converse com seu médico. Ao contrário do que ocorre com a AIDS, existem vacinas para prevenir a hepatite B.

Pergunte a seu médico sobre os benefícios e os riscos da vacinação contra a hepatite B e se a vacina é apropriada para você.

Hepatite B. Você pode ajudar a preveni-la.

Tal como a AIDS, o HBV é comumente transmitido por meio de contato sexual.

COMO É TRANSMITIDA A HEPATITE B?

O HBV pode ser encontrado no sangue e em outros fluidos do corpo, incluindo sêmen, secreções vaginais e saliva.

A transmissão ocorre quando o sangue ou outros fluidos corpóreos infectados contaminam os olhos, a boca, ou penetram no organismo por meio de um corte na pele ou pelo contato sexual.

Fonte: www.msd-brazil.com

Hepatite B

A hepatite B, provocada pelo Vírus da Hepatite B (VHB), descoberto em 1965, é a mais perigosa das hepatites e uma das doenças mais frequentes do mundo, estimando-se que existam 350 milhões de portadores crônicos do vírus. Estes portadores podem desenvolver doenças hepáticas graves, como a cirrose e o cancro no fígado, patologias responsáveis pela morte de um milhão de pessoas por ano em todo o planeta; contudo a prevenção contra este vírus está ao nosso alcance através da vacina da hepatite B que tem uma eficácia de 95 por cento.

O vírus transmite-se através do contato com o sangue e fluidos corporais de uma pessoa infectada, da mesma forma que o vírus da imunodeficiência humana (VIH), que provoca a Sida, só que o vírus da hepatite B é 50 a 100 vezes mais infeccioso do que o VIH.

Existe também a possibilidade de transmissão de mãe para filho, no momento do nascimento, uma forma de contágio especialmente grave, dada a grande tendência de evolução para a cronicidade e que é muito comum nas zonas hiperendémicas de países em desenvolvimento, onde a maior parte dos infectados contrai o vírus durante a infância. Nos países industrializados, esta faixa etária é a que se encontra mais «protegida» já que a vacina contra a hepatite B faz parte do programa nacional de vacinação de 116 países, Portugal incluído. No mundo ocidental, Europa e América do Norte, o vírus é transmitido, sobretudo, aos jovens adultos por via sexual e através da partilha de seringas e outro material de injeção entre os utilizadores de drogas endovenosas.

O vírus provoca hepatite aguda num terço dos atingidos, e um em cada mil infectados pode ser vítima de hepatite fulminante. Em menos de dez por cento dos casos em que a infecção ocorre na idade adulta, a doença torna-se crônica, verificando-se esta situação mais frequentemente nos homens. Em Portugal, calcula-se que existam 150 mil portadores crônicos do VHB .

O Vírus

O Vírus da Hepatite B (VHB), da família dos hepadnavírus, é composto por ácido desoxirribonucleico sendo o único vírus de hepatite a possuir ADN como material genético e tem um diâmetro de 42 nm.

A infecção pelo VHB tem um período de incubação longo, entre as seis semanas e os seis meses, e é mais prevalente na Ásia, Pacífico e África inter tropical, onde se calcula que entre cinco e 20 por cento das pessoas sejam portadoras crônicas. O vírus tem menor incidência no mundo desenvolvido, Estados Unidos da América e Europa Ocidental, mas regista-se um elevado número de casos na Europa Central e Oriental.

Sintomas

Os primeiros sintomas a surgir são febre, mal-estar, desconforto, dor abdominal, dor nas articulações e erupções na pele. Mais tarde, pode aparecer icterícia, a urina tornar-se escura e as fezes mais claras do que o habitual. A hepatite crônica pode não apresentar quaisquer sintomas específicos, mas por vezes, provoca alguma debilidade associada a cansaço.

Diagnóstico

Os marcadores que permitem diagnosticar a hepatite B surgem no sangue em tempos diferentes.

Normalmente, o primeiro a detectar-se é o antigénio HBs, que persiste um a três meses e que demonstra a presença do vírus, no organismo. Um pouco mais tarde (mas às vezes ao mesmo tempo) surge o antigénio HBe, sinônimo de que o agente infeccioso está a multiplicar-se. É nesta fase que é mais elevado o perigo de contágio.

Só depois surgem os anticorpos e o primeiro a aparecer, em geral, é o anti-HBc; em seguida, se as defesas imunitárias do organismo estiverem a funcionar corretamente, surgem o anti-HBe, como resposta ao antigénio HBe. Isto significa que houve uma seroconversão, a multiplicação do vírus diminuiu e, se nada alterar o curso normal, desaparece o antigénio HBs e surge o anticorpo anti-HBs, que permanece no organismo para o resto da vida e confere imunidade.

A presença do antigénio HBe, além das oito semanas, indica que a hepatite está a passar a uma fase crônica. A permanência do antigénio HBs, por mais de seis meses confirma a passagem ao estadio crônico.

A realização de uma biopsia hepática pode ser necessária nalguns doentes que apresentem indícios da presença do vírus no organismo por mais de seis meses para avaliar a gravidade das lesões do fígado. Como a infecção crônica pelo VHB é uma doença sexualmente transmissível, devem-se fazer análises para detectar a eventual presença do VIH nas pessoas infectadas.

Transmissão

O contato com sangue infectado e as relações sexuais desprotegidas são as duas formas principais de transmissão no mundo industrializado. Nos países em desenvolvimento, a transmissão de mãe para filho é também uma forma importante de contágio, chegando a atingir uma taxa de 90 por cento nas zonas hiperendémicas.

A hepatite B não se transmite pelo suor ou pela saliva (a menos que esta tenha estado em contato com sangue infectado), não podendo haver contágio através de um aperto de mão, abraços, beijos ou por utilizar pratos ou talheres de pessoas infectadas.

Como Prevenir?

Evitar o contato com sangue infectado ou de quem se desconheça o estado de saúde, não partilhar objetos cortantes e perfurantes, nem instrumentos usados para a preparação de drogas injetáveis, e usar sempre preservativo nas relações sexuais são as principais formas de prevenir o contágio. A realização de tatuagens, a colocação de «piercings» e de tratamentos com acupunctura só deve ser feita se os instrumentos utilizados estiverem adequadamente esterilizados.

Vacinação

Existe uma vacina contra a hepatite B que pode ser tomada por todas as pessoas, mas que não tem qualquer efeito em quem já está infectado pelo vírus. É composta por três doses que são administradas através de injecções intramusculares e regista uma eficácia de 95 por cento. Em Portugal, está incluída no Programa Nacional de Vacinação. Os bebés, filhos de mães portadoras do vírus, devem ser vacinados à nascença, após o que não existe risco de transmissão pelo aleitamento.

A vacina contra a hepatite B começou a ser testada em 1975, em França e foi comercializada a partir de 1981. As primeiras vacinas eram constituídas pelo antigénio HBs, retirado do plasma de doentes infectadas e que, ao chegar ao organismo da pessoa vacinada, desencadeava a produção de anticorpos anti-HBs, servindo assim de proteção. Atualmente, existem vacinas chamadas ?recombinantes? obtidas a partir de engenharia genética, usando células de hamsters ou de leveduras.

A vacina tem-se revelado segura, não havendo prova que possa provocar reações secundárias, nomeadamente doenças autoimunes.

A imunidade parece ser duradoura, não havendo necessidade de reforços, pelo menos nos primeiros dez anos de vacinação.

Tratamento

A hepatite B aguda é tratada com repouso e aconselha-se o doente a não consumir bebidas alcoólicas e alimentos ou medicamentos que possam ser tóxicos para o fígado.

Se a hepatite B evolui para uma doença crônica pode fazer-se o tratamento com interferão ou com medicamentos designados por análogos dos nucleósidos, que têm como objetivo interromper a multiplicação do vírus e estimular a destruição das células infectadas. O interferão peguilado, ou peginterferão, veio substituir o interferão clássico. O tratamento com peguinterferão dura, em geral, 12 meses e tem uma eficácia de 36 a 42 por cento, sendo mais alta nos doentes com transminases mais elevadas e com carga vírica mais baixa.

Em alternativa, o tratamento pode ser feito com os análogos dos nucleósidos, como a lamivudina e o adefovir, que têm um efeito antivírico potente mas que necessitam duma administração mais prolongada do que o peginterferão para se obterem taxas de resposta semelhantes.

Como com todos os medicamentos, os tratamentos para a hepatite B têm efeitos secundários, pelo que os doentes devem aconselhar-se com o seu médico.

Se a hepatite crônica conduzir à cirrose e esta evoluir para a insuficiência hepática, aconselha-se o transplante hepático. Contudo, no caso da hepatite B os riscos de recidiva são muito elevados, pois, não existem formas eficazes de evitar a infecção do novo fígado. Normalmente admistra-se imunoglobulina anti-HBs logo após ter-se retirado o fígado do corpo e antes de inserir o novo órgão, para neutralizar o vírus que se encontra no sangue. O doente deve continuar a receber imunoglobulina anti-HBs durante vários anos, para evitar o reaparecimento do antigénio HBs.

O doente que vai receber o novo fígado não deve ter mais de 65 anos nem sofrer de uma patologia grave que afete outro órgão como os rins, os pulmões e o coração.

Fonte: www.roche.pt

Hepatite B

Transmissão

O vírus da hepatite tipo B (HBV) é transmitido principalmente por meio do sangue. Usuários de drogas injetáveis e pacientes submetidos a material cirúrgico contaminado e não-descartável estão entre as maiores vítimas, daí o cuidado que se deve ter nas transfusões sangüíneas, no dentista, e em sessões de depilação ou tatuagem.

O vírus da hepatite B também pode ser passado pelo contato sexual, reforçando a necessidade do uso de camisinha. Outra forma de contágio ocorre durante o nascimento, seja parto normal ou cesáreo, onde pode haver passagem do vírus da hepatite B da mãe para o feto.

Tratamento

Freqüentemente, os sinais e sintomas da hepatite B podem não aparecer inicialmente, e grande parte dos infectados só acaba descobrindo que tem a doença após anos e, muitas vezes, por acaso, em testes realizados de rotina para esse vírus.

Ao contrário da hepatite A, a hepatite B evoluir para um quadro crônico e então para uma cirrose ou até câncer de fígado.

Os medicamentos aprovadas para o tratamento da hepatite B são o alfa-interferon e o peginterferon (ou interferon peguilado), que são drogas que reduzem a replicação do vírus e melhoram o sistema imune (sistema de defesa do organismo). Há ainda medicamentos antivirais como a lamivudina, adefovir dipivoxil, entecavir e telbivudina para o tratamento da hepatite B.

Crianças nascidas de mães infectadas com o vírus da hepatite B devem receber imunoglobulina humana antivírus da hepatite B e também a vacina para hepatite B até 12 horas após o parto, para ajudar a prevenir a infecção.

Prevenção

A prevenção da hepatite B inclui:

Controle efetivo de bancos de sangue através da triagem sorológica (exames feitos de rotina no sangue armazenado).
Vacinação contra hepatite B (disponível no SUS).
Uso de imunoglobulina humana antivírus da hepatite B (também disponível no SUS).
Uso de equipamentos de proteção individual pelos profissionais da área da saúde.
Não compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear e escovas de dente.
Não compartilhamento de seringas e agulhas para uso de drogas.
Como a hepatite B pode ser adquirida através do ato sexual, o uso de preservativos também ajuda na prevenção desta doença.

Fonte: www.bancodesaude.com.br

Hepatite B

Infecção das células hepáticas pelo HBV (Hepatitis B Virus) que se exterioriza por um espectro de síndromes que vão desde a infecção inaparente e subclínica até a rapidamente progressiva e fatal. Os sintomas são falta de apetite, febre, náuseas, vômitos, astenia, diarréia, dores articulares, icterícia (amarelamento da pele e mucosas) entre os mais comuns.

Sinônimos: Hepatite sérica.

Agente: HBV (Hepatitis B Virus), que é um vírus DNA (hepadnavirus)

Complicações/Consequências: Hepatite crônica, Cirrose hepática, Câncer do fígado (Hepatocarcinoma), além de formas agudas severas com coma hepático e óbito.

Transmissão: Pelos seguintes líquidos corpóreos : sangue e líquidos grosseiramente contaminados por sangue, sêmem e secreções vaginais e, menos comumente, a saliva.

Período de Incubação: 30 à 180 dias (em média 75 dias).

Tratamento: Não há medicamento para combater diretamente o agente da doença, trata-se apenas os sintomas e as complicações.

Prevenção: Vacina, obtida por engenharia genética, com grande eficácia no desenvolvimento de níveis protetores de anticorpos (3 doses). Recomenda-se os mesmo cuidados descritos na prevenção da AIDS, ou seja, sexo seguro e cuidados com a manipulação do sangue.

Fonte: www.dst.com.br

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