O herpes é uma infecção causada pelo Herpes simplex virus. O contato com o vírus ocorre geralmente na infância, mas muitas vezes a doença não se manifesta nesta época. O vírus atravessa a pele e, percorrendo um nervo, se instala no organismo de forma latente, até que venha a ser reativado.
A reativação do vírus pode ocorrer devido a diversos fatores desencadeantes, tais como: exposição à luz solar intensa, fadiga física e mental, estresse emocional, febre ou outras infecções que diminuam a resistência orgânica. Algumas pessoas tem maior possibilidade de apresentar os sintomas do herpes. Outras, mesmo em contato com o vírus, nunca apresentam a doença, pois sua imunidade não permite o seu desenvolvimento.
As localizações mais frequentes são os lábios e a região genital, mas o herpes pode aparecer em qualquer lugar da pele.

O tratamento deve ser orientado pelo seu médico dermatologista. É ele quem pode determinar os medicamentos mais indicados para o seu caso que, dependendo da intensidade, podem ser de uso local (na forma de cremes ou soluções) ou de uso via oral, na forma de comprimidos.
Quando as recidivas do herpes forem muito frequentes, a imunidade deve ser estimulada para combater o vírus. Os fenômenos desencadeantes devem ser evitados, procurando-se levar uma vida o mais saudável possível. A eficácia das vacinas contra o herpes são muito discutidas, mostrando bons resultados em alguns pacientes mas nenhum resultado em outros.
Fonte: www.dermatologia.net
O herpes simples é uma doença causada por vírus que atinge boa parte da população e apresenta-se sob as formas de herpes labial ou herpes genital.
Após o contágio, o vírus persiste no organismo, sendo capaz de apresentar reativações periódicas.
O herpes não tem cura. Mas pode ser controlado, se tratado corretamente.
O herpes labial é uma infecção causada por vírus, ocorrendo por vezes, em episódios periódicos.
1. O lábio arde e coça
2. Inicia-se um pequeno inchaço, formando bolhas freqüentemente dolorosas
3. As bolhas rompem-se e juntam-se ocasionando ferida com secreção; neste estágio, o vírus pode ser transmitido a outras pessoas com muita facilidade
4. A ferida seca e sara; formam-se cascas e ocorre a cicatrização
Estas lesões reaparecem com freqüência variável de indivíduo para indivíduo
O vírus pode infectar outras partes do corpo, se tocadas logo após o contato com a ferida labial. Se, por exemplo, após tocar a ferida do herpes labial, a pessoa tocar os olhos, pode provocar uma infecção grave, com a formação de úlceras na parte transparente do olho (córnea).
Durante a infecção pelo herpes labial, o beijo é um importante meio de transmissão do vírus. Se uma pessoa infectada beija outra durante episódio de infecção, a transmissão torna-se possível.
É assim que geralmente as crianças adquirem a primeira infecção pelo herpes.
Ao ser beijada pela mãe ou qualquer outra pessoa que apresenta a infecção (principalmente no 3º estágio), a criança pode contrair o vírus.
Assim, é necessário identificar corretamente o herpes, que comumente confunde-se com outras enfermidades.
Os cuidados com herpes são importantes tanto para quem o tem, quanto para as pessoas a fim de evitar a transmissão.
Ao identificar infecção, lave sempre as mãos, após tocá-la. Não toque seus olhos, não beije.
Evite furar as bolhas e arrancar as crostas das feridas.
O herpes genital é outro tipo de infecção causada pelo vírus do herpes simples e é considerado, dentre as doenças sexualmente transmissíveis, o de mais rápido crescimento numérico. Milhões de pessoas no Brasil têm herpes genital e, a cada ano, dezenas de milhares de homens e mulheres, a maioria entre 18 e 35 anos, poderão transmitir esta infecção.
A forma inicial de transmissão é através de relação sexual com pessoa que esteja com herpes genital em atividade. As manifestações são mais graves na primeira infecção e aparecem poucos dias após o contato sexual. Inicialmente costumam ocorrer também, febre e aumento de gânglios. Agravam-se por volta do terceiro dia, formando-se bolhas que se transformam-se em úlceras muito dolorosas.
A doença aguda pode durar de 2 a 4 semanas. Após esta primeira
infecção, o herpes pode reaparecer nos órgãos
genitais.
CUIDADOS
Ao suspeitar de herpes genital, na presença de lesões, não tenha contato sexual. Caso ocorra, use sempre preservativo.
Gripe quando febril, menstruação, transtorno emocional, "stress", traumatismo, mudança de altitude e exposição ao sol, principalmente no verão, são fatores desencadeantes conhecidos, variando de pessoa para pessoa.
Uma vez reativado, o vírus que estava "quieto" volta do nervo para a mucosa e para a pele, reaparecendo a infecção pelo herpes.
Fonte: www.clinicavalinhos.com.br