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Hipermetropia

Significa “vista longa”, ou seja, aquele que vê bem à distância.

A hipermetropia se deve a uma diminuição do comprimento do olho (olho curto) onde o foco se forma atrás da retina resultando numa imagem borrada e indistinta. É a anormalidade de refração mais comum e constitui um estágio no desenvolvimento normal.

Ao nascimento praticamente todos os olhos são hipermétropes num grau de 2,5 a 3 dioptrias, e com o crescimento o olho se alonga e torna-se emétrope, ou seja, sem grau nenhum. Mas em aproximadamente 50% das pessoas isto não ocorre e persiste um certo grau de hipermetropia.

O principal sintoma da hipermetropia é o borramento da visão de perto. Os sintomas de esforço ocular são freqüentes tais como dor de cabeça, cansaço e ardência ocular.

Considera-se como regra geral para o tratamento que, se o grau for pequeno, a visão boa e sem queixas de esforço ocular, torna-se desnecessário a correção.

Em crianças pequenas, com menos de seis ou sete anos, um certo grau de hipermetropia é normal, corrigindo-se apenas quando o grau é alto ou em presença de estrabismo (olho torto). Entre seis e dezesseis anos graus menores podem exigir correção. É importante lembrar que em todas as crianças a hipermetropia tende normalmente a diminuir com o crescimento e conseqüentemente aproximam-se da normalidade na adolescência. Portanto, as crianças devem ser examinadas um vez por ano, afim de fazer modificações nos óculos quando necessário.

Astigmatismo

Significa falta de nitidez nas imagens, que parecem estar fora de foco.

Quanto as causas, o astigmatismo pode ser de curvatura e tem sua origem mais freqüente na córnea e em geral é congênito. Ao nascimento a córnea é quase esférica e este tipo de astigmatismo está presente em 68% das crianças aos 4 anos e em 95% aos 7 anos de idade. O astigmatismo adquirido também se observa com freqüência. É causado por doenças da córnea que resultam em deformidade e traumatismos cirúrgicos, particularmente a cirurgia de catarata. Ocorre também por trauma no cristalino alterando a sua posição e modificações no seu índice de refração como ocorre nas cataratas mais intensas.

Quanto à classificação o astigmatismo pode ser: regular, que representa a maioria dos casos sendo passível de correção; oblíquo, que também é corrigível e o astigmatismo irregular que não permite correção adequada por óculos causando baixa visão como é o caso do ceratocone.

Quando o astigmatismo é pequeno e não causa desconforto, não requer tratamento. Quando o grau é alto, a diminuição da visão pode ser considerável e levar ao aparecimento de sintomas como dor de cabeça, cansaço ocular e irritabilidade.

O tratamento é feito com uso de óculos nos casos de baixa visão e/ou sintomas de esforço ocular e o uso de lentes de contato que tem um papel importante na correção do astigmatismo irregular. A cirurgia é reservada para os casos de astigmatismo adquirido, ou seja, aquele que surge após cirurgia de catarata ou transplante de córnea.

Se você, já usa óculos ou apresenta algum destes sintomas mesmo com os óculos, procure um oftalmologista para avaliação periódica.

Fonte: www.diarioon.com.br

Hipermetropia

A Hipermetropia é uma anomalia refracional, resultante da incongruência entre a potência das dioptrias oculares e a longitude axial do olho.

Os raios procedentes do infinito (paralelos) apresentam o seu foco atrás da retina, quando o olho está em repouso. Se um objeto situado no infinito for se aproximando pouco a pouco do olho, será visto cada vez mais embaçado, já que a imagem retiniana vai desfocando progressivamente.

Quanto mais divergentes forem os raios que incidem no olho, mais atrás se formará a imagem e mais borrada ficará, porque maior será o círculo de difusão. É a condição anatômica do olho curto 1-4.

Causas da Hipermetropia

A Hipermetropia é uma ametropia bastante freqüente, estado refrativo que acomete 55% da população.

Na maior parte dos casos, trata-se de hipermetropias inferiores a 0,45 dioptrias, assintomáticas, portanto:

1. Causa surpresa ao pesquisador a concordância da hipermetropia nos gêmeos univitelinos. Quando a hipermetropia se associa à assimetria facial, o olho mais hipermétrope corresponde ao lado da face menos desenvolvido

2. São freqüentes os casos de hipermetropia na senilidade, em que as trocas osmóticas ocorridas no cristalino desfazem a relação normal de índices entre córtex e núcleo.

Destacam-se como situações causadoras da Hipermetropia:

1. Eixo axial curto
2.
Aumento do raio de curvatura (Hipermetropia de curvatura)
3.
Diminuição da curvatura das faces do cristalino (Hipermetropia de curvatura)
4.
Diminuição do índice de refração do cristalino e humor aquoso (Hipermetropia de índice)
5
. Aumento do índice de refração do vítreo (Hipermetropia de índice)
6
. Distância excessiva entre cristalino e córnea
7
. Falta do cristalino (afacia).

Assim, a hipermetropia pode ser classificada como axial ou refrativa. A hipermetropia axial é devida ao encurtamento do eixo axial do globo ocular e a refrativa ou de índice é causada por alterações dos meios refringentes do olho, isto é, diminuição do poder dióptico da superfície anterior da córnea ou da superfície anterior do cristalino; diminuição do índice do humor aquoso ou do núcleo do cristalino; aumento do índice de refração do corpo vítreo; afacia, ou ausência congênita ou adquirida do cristalino, e luxação ou ectopia do cristalino, por exemplo, na síndrome de Marfam 1, 2, 7.

Formas clínicas da Hipermetropia

Para focalizar os raios luminosos sobre a retina e obter uma imagem clara do objeto, o hipermétrope se utiliza da acomodação. Ao realizá-la, o cristalino torna-se mais esférico e aumenta o seu poder refringente, forçando a convergência dos raios luminosos. Em conseqüência, o hipermétrope, que normalmente faz acomodação para ver com mais nitidez, apresenta hipertrofia das fibras circulares do músculo ciliar, ou tem um músculo ciliar mais desenvolvido 1, 2, 4, 7, 16.

A hipermetropia pode se apresentar sob três formas:

Manifesta
Latente
Total.

A hipermetropia manifesta é aquela que se observa sem cicloplegia, isto é, sem paralisar a acomodação.

Na hipermetropia total observa-se cicloplegia, ou a paralisação da acomodação.

Hipermetropia latente é a diferença entre a hipermetropia total e a hipermetropia manifesta 1, 2, 4.

Acomodação na Hipermetropia

A acomodação, na hipermetropia, representa um estado permanente, com conseqüências para o seu portador, levando ao estabelecimento da hiperfunção e da hipertrofia do músculo ciliar.

Através da hiperfunção do músculo ciliar, um jovem pode corrigir, perfeitamente, elevados graus de hipermetropia, logrando uma visão normal: neste caso, trata-se de hipermetropia latente. No idoso, ao contrário, diminuído o poder de acomodação, a hipermetropia deixa de ser automaticamente corrigida, caracterizando-se como hipermetropia manifesta. Entre os dois extremos, existe uma variação que depende da amplitude da capacidade de acomodação, por sua vez relacionada com a idade do paciente.

A hipermetropia latente, freqüente nos jovens, se transforma com a idade em hipermetropia manifesta, cuja soma representa a hipermetropia total 1, 2, 7.

O sintoma subjetivo mais característico da hipermetropia não corrigida é o transtorno visual, produzido pelo esforço na acomodação, que leva à astenopia acomodativa, decorrente do cansaço da musculatura ciliar, principalmente após o exercício feito na utilização da visão próxima. Pode, entretanto, apresentar-se também na busca da visão distante, em fixações prolongadas como, por exemplo, numa projeção cinematográfica. Geralmente são subjetivos os principais sintomas representados pela hipermetropia. Aumentando-se as exigências visuais, como na realização de trabalhos escolares, a sintomatologia pode se tornar mais complexa, levando o paciente a se revelar desatento, sonolento, com leitura confusa. Entretanto, mesmo com hipermetropias médias e altas, raramente o jovem chega a referir prejuízo da acuidade visual.

Em determinadas ocasiões, o impulso acomodativo pode produzir um excessivo impulso de convergência nos globos oculares, gerando uma endoforia por tendência ao estrabismo acomodativo convergente 1, 3, 8, 9, 13.

Exame de Fundo de Olho na Hipermetropia

Ao oftalmoscópio, aparecem mais nítidos os reflexos da limitante interna, visualizando-se papila hiperêmica, às vezes com bordos mal delimitados (pseudoneurite) e pouco mais elevados do que na emetropia. Os vasos retinianos são um pouco mais sinuosos, a mácula um pouco mais temporal que no emétrope, apresentando o hipermétrope um ângulo alfa maior do que o do emétrope.

As lesões de fundo de olho na hipermetropia são raras, destacando-se a pseudoneurite e as tortusidades vasculares.

A pseudoneurite óptica da hipermetropia é uma anomalia pouco freqüente manifestando-se especialmente nas hipermetropias elevadas (bilateralmente em 80% dos casos). Na pseudoneurite a papila apresenta os seus bordos borrados, particularmente do lado nasal.

O aspecto da coloração da retina é muito típico na hipermetropia, apresentando, freqüentemente, uma estriação radial que pode se estender até o equador, adquirindo um brilho muito especial, como seda molhada. Este é, provavelmente, o aspecto mais característico do fundo de olho de uma hipermetropia elevada.

É difícil o diagnóstico diferencial, do ponto de vista oftalmológico, entre as neurites verdadeiras e a pseudoneurite da Hipermetropia, sendo importantes as queixas dos sintomas subjetivos e a constante observação do paciente. Na pseudoneurite o estado permaneceria estacionário não se produzindo atrofia óptica nem se registrando lesões hemorrágicas.

As tortuosidades vasculares são anomalias que se apresentam com certa freqüência nos olhos hipermétropes, mostrando os vasos retinianos em uma série de curvas, mais ou menos pronunciadas, e afetam com mais freqüência as veias do que as artérias 1, 2, 4.

Expressão Clínica

Conjuntivites e blefaroconjuntivites crônicas são atribuídas à hipermetropia, devido à congestão do músculo ciliar, por excesso de trabalho. A conjuntiva e as pálpebras podem ser afetadas, facilitando as inflamações crônicas destes anexos oculares. São formas de bléfaro-conjuntivites muito resistentes e tratamentos normais, beneficiando-se com correção óptica adequada 2.

Correção Óptica

O paciente não tolera, inicialmente, a graduação completa da ametropia. Estando o hipermétrope de grau elevado acostumado a acomodar constantemente, seu músculo ciliar não se adapta às novas condições, que o obrigam a um estado de repouso em visão para longe, ao colocar uma graduação completa, deixando-o desconfortável 2, 7, 8.

Apesar de ser um vício de refração de grande freqüência, o aparecimento dos sintomas é que define a necessidade de correção, independentemente do valor da dioptria encontrada. Devem, entretanto, ser prescritas lentes, o mais cedo possível, para crianças estrábicas com hipermetropias, verificadas sob cicloplegia cuidadosa. Existem autores que o recomendam para o primeiro ano de vida. A intervenção precoce deve ser analisada em seu custo/benefício, a fim de inibir uma eventual emetropização ativa.

Bom número de crianças chegam à escola com certo grau de hipermetropia e, ao esforço visual, manifestam-se sintomas, nem sempre explícitos. Os mais freqüentes são dificuldade de concentração, cansaço, astenopia e sono aos esforços mais constantes 8, 9, 12, 13.

Para facilitar o estudo da correção óptica, classificam-se as hipermetropias em quatro grupos:

Fraca
Moderada
Forte
Anisometropia cujos valores dióptricos são dependentes da idade do paciente.

1. A correção na hipermetropia fraca só se justifica em presença de transtornos funcionais.
2.
A hipermetropia moderada deve ser corrigida, já que é uma ametropia capaz de dar origem a importantes transtornos funcionais. Recomenda-se a correção equivalente à metade da potência dióptrica obtida pelo exame esquiascópico com cicloplegia total.
3.
A Hipermetropia forte exige correção já que dela advêm disfunções importantes, nem sempre claras para os pacientes, principalmente para os mais jovens, como os torcicolos sem estrabismos. A Hipermetropia alta está, muitas vezes, associada a estrabismos convergentes ou a estrabismos de pequeno ângulo, quando a necessidade da correção total da ametropia é um tratamento preventivo para a ambliopia.
4.
As anisometropias hipermetrópicas refletem importante perda de funções binoculares com valores dióptricos menores que 1 dioptria 2, 8, 9, 10, 12, 13,16.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Prado D. Noções de óptica, refração ocular e adaptação de óculos, 4a. ED.Vademecum 1942.
2.Gil del Rio E. Óptica fisiológica clínica, 3a. Ed. Ediciones Toray, 1976.
3.Harley RD. Pediatric ophthalmology. Ed. W. B. Saunders Company 1975.
4.Dantas AM. Oftalmologia pediátrica. Ed. Cultura Médica 1995.
5.King B, Midelfort A, Jacobsen G. Refractive errors among young adults and university students in Norwai. Acta Ophthtalmol Scand 1998;76(6):692-5.
6.Dandona R; Dandona L; Naduvillath TJ; Snirivas M, McCarty CA, Rao GN. Refractive errors in urban population in Southern India: the Andhra Pradesh Eye Disease Study. Invest Ophthalmol Vis Sci 1999;40(12):2810-8.
7.Strang NC, Schmid KL, Carney LG. Hyperopia is predominantly axial in nature. Curr Eye Res 1998;17(4):380-3.
8.Edelman PM, Borchert MS. Visual outcome in high hypermetropia. J AAPOS 1997;1(3):147-50.
9.Brooks SE, Johnson D, Fischer N. Anisometropia and binocularity. Ophthalmology 1966;103(7):1139-43.
10.Grahan B. Judge SJ. The effects of spectacles wear in infancy on eye growth and refractive error in the marmoset (Callithrix jacchus). Vision Res 1999;
39(2):189-206.
11. Cordonnier M, Dramaix M. Screening for abnormal levels of hyperopia in children: a non-cicloplegic method with a hand held refractor. Br J Ophthalmol 1998;82(11):1260-4.
12. Wildsoet CF. Active emetropization-evidence foir its existence and ramifications for clinical practice. Ophthalmic Physiol Opt 1997;17(4):279-90.
13. Levartovsky S, Oliver M, Gottesman N, Shimshoni M. Long-term effect of hypermetropic anisometropia on the visual acuity of treated ambliopic eyes. Br J Ophtalmol 1998;82(1):55-8.
14. Katz J, Tielsch JM, Sommer A. Prevalence and risk factors for refractive errors in adult inner city population. Invest Ophthalmolol Vis Sci 1997; 38(2):334-40.
15. Yamashita T, Watanabe S, Ohba N. A longitudinal study of cycloplegic refraction in a cohort of 350 japanese school children Anisometropia. Ophthalmic Physiol Opt 1999;19(1):30-3.
16. Havertape AS, Cruz AO. Abnormal head posture associated with high hyperopia. J AAOPOS 1998;2(1):12-6.

Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CÓRNEA E LENTES DE CONTATO

Hipermetropia

O hipermétrope tem mais dificuldade para ver de perto do que de longe.

O funcionamento do olho

Quando o olho não apresenta nenhuma deficiencia visual, a imagem dos objetos, próximos ou distantes, forma-se sobre a retina.

O cristalino muda sua forma em função das distâncias, a fim de reproduzir uma imagem nítida: é o chamado poder de acomodação.

A acomodação funciona desde uma distância de alguns centímetros até aproximadamente 6m. Quando a imagem não se forma sobre a retina, a visão é desfocada.

Olho normal

Hipermetropia
A imagem se forma atrás da retina

Olho hipermétrope

Hipermetropia
A imagem se forma na retina

Os primeiros sinais

Fadiga ocular e dores de cabeça?

O esforço permanente de acomodação pode ser a causa destas manifestações, mais freqüentes ao fim da tarde e depois do trabalho.

Uma fraca hipermetropia passa freqüentemente desapercebida até os 35/40 anos, pois o olho "acomoda" para estabelecer uma imagem nítida.

Na criança, quando a hipermetropia é forte, percebemos isto mais cedo, pois a deficiência é muitas vezes acompanhada de estrabismo, que deve ser rapidamente corrigido.

Correção

A hipermetropia é corrigida com uma lente convergente (convexa), que recoloca a imagem sobre a retina. Alivia-se, assim, o esforço da acomodação ocular, evitando a fadiga e as dores de cabeça.

Fonte: www.santaluziaotica.com.br

Hipermetropia

A Hipermetropia sucede quando a longitude do olho é demasiado curta para a potência de focalização do cristalino e a córnea.

Isto provoca que os raios de luz se concentram por trás da retina.

O resultado é que se vêem os objetos de longe mais claros do que os próximos. Nesta situação este olho tem um baixo poder de convergir.

A correção requerida é uma lente positiva que adiciona potência ao olho para ter visão nítida dos objetos de perto.

Aqui vemos como corrige uma lente de contato esférica a hipermetropia

Hipermetropia
A forma do olho hipermetrope focaliza a imagem por trás da retina, produzindo visão imprecisa dos objetos próximos

Hipermetropia
Incrementando a potência da córnea, uma lente de contato esférica corrige o erro refrativo, criando
um ponto de focalização na retina onde a visão e tem mais nítida

Fonte: www.coopervision.com

Hipermetropia

O que é Hipermetropia?

A hipermetropia ocorre quando o olho é mais curto do que o normal. Esse formato faz com que as imagens sejam focadas atrás da retina em vez de na própria retina. Essa condição normalmente é hereditária.

Quais são os sintomas da Hipermetropia?

Diferentemente do que o nome indica, pessoas hipermétropes têm uma visão embaçada a qualquer distância - a menos que façam um esforço constante para manter o foco, o que pode causar tensão, dores de cabeça e fadiga ocular.

Na verdade, bebês e crianças normalmente têm um pequeno grau de hipermetropia; à medida que seus olhos crescem e se alongam, a condição se corrige de forma natural, normalmente até os sete ou oito anos.

Alguns adultos jovens permanecem hipermétropes e não se dão conta disso, porque possuem flexibilidade suficiente em seu poder de foco para corrigir a condição sem a ajuda de óculos ou lentes.

Como se pode corrigir a Hipermetropia?

As pessoas hipermétropes podem corrigir sua visão com o uso de óculos ou lentes de contato.

Fonte: www.bausch.com.br

Hipermetropia

A hipermetropia corrige-se com lentes convergentes (convexas), também chamadas de positivas. Estas são mais espessas no centro do que nos bordos, de forma que a imagem se forme nitidamente sobre a retina.

Como escolher as suas lentes?

Uma vez que a sua visão é única, também as suas lentes o são. Elas são ajustadas aos seus olhos, com as graduações que necessita para ter uma visão perfeita.

Devem ser também ajustadas à armação que escolheu e ao seu estilo de vida, proporcionar-lhe uma visão perfeita e respeitar as suas características pessoais.

Como são as suas lentes?

As lentes para hipermétropes, chamadas convexas ou positivas, são mais espessas no centro do que nos bordos.

Estas lentes são surfaçadas com uma única graduação, que irá corrigir a sua visão de perto.

Mas se também é astigmata então a sua prescrição apresentará outro valor a seguir à potência principal.

Este é o valor da potência do astigmatismo e direção da córnea ou cristalino.

Por exemplo, para um olho a sua prescrição pode ser assim: +2,75 – 1,10 x 110.

Fonte: www.essilor.pt

Hipermetropia

A hipermetropia é um tipo de ametropia e tem origem no globo ocular. Trata-se de um erro de refração que faz com que os raios luminosos que vão em direção dos olhos se encontram num foco atrás da retina e não em cima como deveria ser para um olho normal. Dessa forma, a capacidade refratária é alterada em relação aos olhos com visão normal. Isso causa dificuldade para enxergar objetos próximos e principalmente para leitura de textos.

É possível que o hipermétrope consiga ver de perto ou de longe (até 6m) e nos olhos de muitas crianças e jovens a hipermetropia pode ser compensada com maior facilidade, já que o cristalino em jovens é ainda flexível. Isso ocorre se ele forçar os olhos ao usar o poder de acomodação do cristalino, mudando o formato e aumentando a potência dessa lente intra-ocular em função das distâncias, levando os raios luminosos para o plano focal da retina.

Porém, esse esforço resulta em sintomas comuns da hipermetropia, tais como: dor de cabeça, sensação de peso nos olhos, lacrimejamento, ardor e vermelhidão.

Causas

Em muitos casos, a hipermetropia tem origem uma malformação congênita do olho, ou seja, o diâmetro do globo ocular é curto. Pode ser também uma capacidade refratária reduzida da córnea e do cristalino (hiperopia), mas são casos mais raros.

É possível que o hipermétrope consiga ver de perto ou de longe (até 6m). Isso ocorre se ele forçar os olhos ao usar o poder de acomodação do cristalino, mudando o formato e aumentando a potência dessa lente intra-ocular em função das distâncias, levando os raios luminosos para o plano focal da retina. Porém, esse esforço resulta em dor de cabeça, sensação de peso ao redor dos olhos, ardor vermelhidão conjuntival e lacrimejamento ocular, principalmente ao ler de perto, no fim da tarde e após o trabalho ou escola.

Tratamento

Em geral, a hipermetropia é corrigida com óculos de grau com lentes positivas ou lentes de contato que reposicionam a imagem sobre a retina. Cirurgia refrativa também pode ser realizada, pois o objetivo é mudar o formato da córnea, tornando-a mais esférica e redonda e deixando o olho normal.

As técnicas mais indicadas para a correção desse erro refracional são: Lasik (Laser in Situ Keratomileusis) e PRK (Photoablative Keratektomy). Em ambas as cirurgias, a curvatura da córnea é alterada com laser.

Fonte: www.drvisao.com.br

Hipermetropia

Sintomas da Hipermetropia

Visão desfocada
Dificuldade para ver com nitidez objetos próximos.

Correção da Hipermetropia

Lente convexa
Positiva.

No olho hipermétrope com acomodação (e cristalino), quando relaxado, a focalização dá-se atrás da retina.

Em muitos casos de hipermetropia a contração do músculo ciliar é suficiente à acomodação para visão de longe. Para a visão de objetos próximos, contudo, o esforço excessivo imposto ao músculo pode causar cansaço e desconforto ocular. Em alguns casos a capacidade de acomodar é insuficiente e a imagem fica indistinta.

Sintomas da Hipermetropia

Incluem dor e cansaço ocular, dificuldades de concentração, de leitura e de executar tarefas que necessitem visão de perto. Por vezes a visão fica indistinta, principalmente para objetos próximos.

Correção da Hipermetropia

A hipermetropia pode ser corrigida com óculos ou lentes de contato.

Utilizam-se lentes positivas (também chamadas lentes mais ou convexas) a fim de aumentar a potência do sistema óptico de forma que os raios paralelos de objetos distantes comecem a convergir antes de penetrar no olho para serem focalizados na retina com o músculo ciliar relaxado.

Para a visão de perto o olho utiliza a acomodação normal.

Fonte: www.oticasbifocal.com.br

Hipermetropia

A Hipermetropia, é mais um enorme palavrão, e que não damos importância, uma vez que , é mais fácil dizer “tenho miopia” do que sequer lembrar o nome desta anomalia visual que é exatamente o contrario da miopia.

Os hipermétropes, são pessoas que detêm alguma dificuldade em ver ao longe e a meia distancia, mas que facilmente - quando é pouca a graduação - conseguem  adaptar a visão conseguindo focar com alguma nitidez a sua acuidade visual , não denotando á priori a “falta de vista” como usualmente lhe chamamos! 

Hipermetropia
Hipermetropia

Devido a um esforço contínuo dos músculos ciliares, os hipermétropes, conseguem andar muito tempo sem serem corrigidos pensando que vêem com total eficácia. Com efeito, o cristalino (espécie de “lente” natural que temos logo a entrada do olho) pode ajustar-se a estas condições de visão.

Mas se o cristalino executa tão bem esta tarefa ao longe, a capacidade de acomodação do cristalino na focagem de objetos ao perto nunca é tão eficaz, pois tem de contrair-se num esforço exaustivo, “cansando-se” rapidamente, e logo, deixar de ver bem os objetos muito próximos. Por isso, mais cedo ou mais tarde, estes problemas vão manifestar-se.

Hipermetropia
Hipermetropia

Estes esforços contínuos, causam fadiga, tensão ocular e incómodo, que muitas vezes leva a inexplicáveis dores de cabeça. Como se detecta previamente a Hipermetropia? Como já disse, nem todas são detectáveis logo de imediato, Um numero elevado de pessoas sofre de fraca hipermetropia, e por isto, como a graduação é pouca e  como a facilidade de acomodar a vista para compensar a falta dela é grande, o tempo vai-se passando sem tomarmos a atitude correta.

Dependentemente da atividade de cada um, haverá uma detecção mais eficaz da emetropia. Um agricultor, cujo esforço para a visão próxima é quase nulo, terá manos probabilidades de perceber que é hipermetropia, que um escriturário, contabilista ou estudante!!  Assim, é importante assinalar que a hipermetropia, se não for elevada é muito difícil de diagnosticar apenas pode ser avaliada depois de um exame visual completo, realizado por um especialista.

Os pais e educadores devem estar atentos aos sintomas a seguir indicados de vendo recorrer a um oftalmologista, para que a criança seja vigiada de perto e corrigida com lentes adequadas a sua compensação.

Dificuldade na interpretação, leitura e escrita.
Baixo rendimento e desempenho escolar
Assimila melhor o que se diz do que o que lê. 
Dificuldade de concentração
Fadiga ocular, tensão 
Cansaço geral após esforço visual continuo em curtas distancias  
Olhos vermelhos, picadas e/ ou ardor
Dores de cabeça recorrentes
Fotofobia (sensibilidade á luz – solar ou não).
Os Olhos Choram, as letras parece que dançam quando lê, Prefere sempre brincadeiras ao ar livre e em espaços abertos

Existem soluções para a hipermetropia?

Sim e não: tal como a miopia, a hipermetropia não é uma doença. Logo, não se pode falar em cura.

Tratamento

Apenas se pode compensar com lentes oftálmicas de aumento ( convexas ou positivas ) o medico prescreverá a solução adequada!

Carlos Alves

Fonte: www.ivlc.net

Hipermetropia

A hipermetropia é caracterizada pela facilidade de ver objetos de longe e de uma dificuldade de ver objetos próximos.

Sua causa é uma aplanação acentuada da córnea (menos curva que o normal), o que faz com que a luz seja focalizada depois da retina.

Uma das formas de correção seria o aumento da curvatura da córnea proporcionando o correto posicionamento do ponto focal sobre a retina. No tratamento a laser, o feixe de laser modela a córnea de maneira a corrigir esta curvatura.

A hipermetropia ocorre normalmente em olhos mais curtos e pode ser corrigida, além do tratamento a laser, através de óculos ou lentes de contato.

Hipermetropia
Hipermetropia

Fonte: www.ladarvision4000.com.br

Hipermetropia

A hipermetropia ou “visão de longe” caracteriza-se principalmente por uma dificuldade de visualização de objetos a curta distância:

O globo ocular é mais curto e isso faz com que o foco das imagens projetadas pelo cristalino se forme atrás da retina.

A hipermetropia é bastante comum entre as crianças, sendo detectada já a partir de 5 anos de idade, e pode desaparecer com o crescimento do globo ocular, seguindo o desenvolvimento normal da própria criança.

Pode levar ao estrabismo, devido ao esforço que os músculos oculares se submetem na tentativa de melhorar a visão de perto, podendo, eventualmente, provocar a perda de visão em um dos olhos.

Hipermetropia
Devido ao globo ocular mais curto, o foco dos objetos distantes
ocorre depois de atingir a retina, produzindo imagens desfocadas

Algumas vezes ocorre em vários membros de uma mesma família. Acomete igualmente ambos os sexos e não é influenciada do estilo de vida.

Hipermetropia
Estrabismo

Os sintomas da hipermetropia severa, que pode ocorrer já na infância, incluem:

Falta de interesse por objetos, brinquedos e similares pequenos
Dificuldade para ler ou acompanhar as figuras de livros. Esse erro refrativo pode ser corrigido com o uso de óculos com lentes convexas e lentes de contato. Caso não desapareça na fase de crescimento normal, pode ser realizada cirurgia, de acordo com indicação do oftalmologista.

Fonte: www.novartisfarma.com.br

Hipermetropia

O funcionamento do olho

Quando o olho não apresenta nenhuma deficiência visual, a imagem dos objetos, próximos ou distantes, forma-se sobre a retina.

0 cristalino encurva-se em função das distâncias, a fim de reproduzir uma imagem nítida: é o chamado poder de acomodação. A acomodação funciona desde uma distância de uma dezena de centímetros até ao infinito.

Quando a imagem não se forma sobre a retina, a visão é desfocada.

O que é a hipermetropia?

O hipermétrope vê mal ao perto e ao longe. Se conseguir ver bem ao longe, será à custa de esforço e fadiga, pois o olho não é suficientemente potente.

É, por assim dizer, "demasiado curto": a imagem forma-se atrás da retina.

Hipermetropia
O hipermétrope vê mal ao perto e só com esforço ao longe

Os primeiros sinais

Fadiga ocular e dores de cabeça?

O esforço permanente de acomodação pode ser a causa destas manifestações, mais frequentes ao fim da tarde e depois do trabalho.

Uma fraca hipermetropia passa frequentemente despercebida até aos 35/40 anos, pois o olho "acomoda" para estabelecer uma imagem nítida. Quando na criança a hipermetropia é forte, apercebemo-nos bastante cedo desta deficiência, pois é muitas vezes acompanhada de estrabismo, que deve ser rapidamente corrigido.

Correção

A hipermetropia corrige-se com uma lente convergente (convexa), que recoloca a imagem sobre a retina.

Alivia-se assim o esforço de acomodação ocular, e evita-se a fadiga e as dores de cabeça. As lentes para hipermétropes são mais espessas no centro do que nos bordos. A diferença de espessura é tanto maior quanto mais forte for a hipermetropia.

As lentes mais adequadas para os hipermétropes : Lentes orgânicas, leves

Fonte: www.visus.pt

Hipermetropia

Na Hipermetropia ocorre uma dificuldade de focalizar a imagem, só que, contrariamente à Miopia, a focalização se dá posteriormente à retina.

Deve-se, portanto, a um globo ocular com menor comprimento ou devido à córnea ou cristalino possuírem uma menor curvatura.

Na hipermetropia, observa-se uma visão ruim para perto, podendo gerar dificuldade na visão para longe nos casos mais severos. Pode ser corrigida com óculos ou lentes esféricas convergentes ou com a cirurgia refrativa.

Cerca de 40 milhões de brasileiros necessitam de óculos ou lentes de contato para corrigir a visão fora do foco causada pela Miopia, Hipermetropia ou Astigmatismo.

Estes problemas, tecnicamente chamados erros refrativos, podem ser corrigidos com rapidez através da cirurgia com o Excimer, tipo de laser especial que remodela a camada interna da córnea, fazendo com que a luz seja focalizada com maior exatidão na retina.

O que é o LASIK?

Criado no início dos anos noventa, o LASIK (ceratomileusis assistida a laser) é a técnica de cirurgia a laser preferida pelos cirurgiões e pacientes de todo o mundo para correção da Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo, por possibilitar alta precisão, segurança e maior previsibilidade dos resultados.

Por meio do LASIK, é possível melhorar a capacidade de focalização do olho, utilizando um tipo especial de raio laser praticamente sem calor chamado Excimer laser.

A cirurgia

Depois de anestesiado com gotas de colírio, um instrumento de elevada precisão levanta uma fina camada da córnea. Sem afetar as demais partes do olho, o Excimer laser atua sobre a camada interna da córnea por cerca de 60 segundos, possibilitando que a luz seja focalizada com maior exatidão na retina.

A camada corneana é recolocada na posição inicial e se cola naturalmente sem necessidade de pontos.

Hipermetropia
Animação da Cirurgia Lasik

PRK

A técnica cirúrgica PRK foi desenvolvida com o advento da correção visual a laser. O oftalmologista anestesia a córnea do paciente com colírio e remove o epitélio de uma pequena parte da superfície corneana.

O Excimer Laser então remodela a forma da córnea atuando sobre sua superfície.

Hipermetropia
Animação da Cirurgia PRK

Fonte: www.filadelfianet.com.br

Hipermetropia

Hipermetropia é o nome dado ao erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a imagem seja formada após a retina. Isso acontece principalmente porque o olho do hipermétrope é um pouco menor do que o normal. Outras causas incluem aquelas situações onde a córnea ou o cristalino geralmente tem alterações no seu formato que diminuem o seu poder refrativo, como a megalocórnea, onde a córnea é mais plana do que deveria ser.

A maioria das crianças apresenta hipermetropia, pois os seus olhos normalmente são menores do que o que deveriam ser. O Hipermétrope geralmente tem boa visão para longe, pois o seu grau, se não for muito elevado, é corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, o que chamamos de acomodação. No entanto, quando vai focalizar a imagem para perto, o cristalino além de corrigir o grau de longe, ainda tem que aumentar mais 3 graus, para focalizar a imagem a 33 centímetros dos olhos, o que faz com que o mesmo ou não consiga focalizar a imagem ou sinta desconforto visual, geralmente referido como cansaço, ou dor de cabeça.

Crianças têm um maior poder de acomodação do que os adultos, e suportam graus muito mais elevados de hipermetropia. O grau do hipermétrope, geralmente diminui com o crescimento do olho, e é comum existirem pessoas que necessitavam de óculos durante a infância, mas que deixaram de usar óculos na idade adulta. A Hipermetropia pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com aparecimento geralmente ao redor dos 2 anos de idade.

Na maioria das situações, não é necessário o uso de óculos. Nas situações onde o problema causa desconforto visual ou o paciente não consegue focalizar a imagem, pode-se usar lentes corretoras com dioptria positiva, geralmente com um grau inferior ao que é necessário para fazer a correção completa do problema, já que o hipermétrope tem uma capacidade maior de acomodação. A única exceção é quando a criança apresenta estrabismo, quando deve-se usar a correção total. Esta correção pode ser feita com óculos ou lentes de contato. Outra alternativa restrita a aquelas pessoas maiores de 21 anos, é a cirurgia refrativa realizada com o Excimer Laser, o Lasik.

Sintomas

Fadiga ocular e dores de cabeça. O esforço permanente de acomodação pode ser a causa destas manifestações, mais freqüentes ao fim da tarde e depois do trabalho. Uma fraca hipermetropia passa freqüentemente despercebida até os 35/40 anos, pois o olho "acomoda" para estabelecer uma imagem nítida. Quando na criança a hipermetropia é forte, apercebemo-nos bastante cedo desta deficiência, pois é muitas vezes acompanhada de estrabismo, que deve ser rapidamente corrigido.

Como corrigir?

A hipermetropia corrige-se com uma lente convergente (convexa), que recoloca a imagem sobre a retina.

Alivia-se assim o esforço de acomodação ocular, e evita-se a fadiga e as dores de cabeça. As lentes para hipermétropes são mais espessas no centro do que nos bordos. A diferença de espessura é tanto maior quanto mais forte for a hipermetropia.

Destacam-se como situações causadoras da Hipermetropia:

Eixo axial curto.
Aumento do raio de curvatura (Hipermetropia de curvatura).
Diminuição da curvatura das faces do cristalino (Hipermetropia de curvatura).
Diminuição do índice de refração do cristalino e humor aquoso (Hipermetropia de índice).
Aumento do índice de refração do vítreo (Hipermetropia de índice).
Distância excessiva entre cristalino e córnea.
Falta do cristalino (afacia).

Fonte: www.oftalmojanot.com.br

Hipermetropia

Tem dificuldades em ver os objetos perto de si, mas vê bem ao longe?

Então provavelmente é hipermétrope. Esta é uma das insuficiências visuais mais comuns.

Quais as causas da hipermetropia?

A hipermetropia é causada por um “crescimento insuficiente” do globo ocular. O seu olho é, por assim dizer, “demasiado curto” e não consegue ajustar a refração da luz que recebe de perto. A luz é direccionada para um ponto focal que fica atrás da retina, pelo que as imagens formadas ficam desfocadas.

Por vezes, a hipermetropia é causada por uma curvatura insuficiente da córnea o que faz com que a luz não se foque na retina e a imagem apareça desfocada.

Quais os primeiros sinais da hipermetropia?

Um dos sintomas da hipermetropia é a dificuldade em ver ao perto. Muitas vezes as pessoas não sabem que são hipermétropes porque fazem um esforço para ver nitidamente. Este esforço permanente de acomodação torna-se mais evidente com o passar dos anos e pode causar dores de cabeça, fadiga ocular e mesmo “olhos lacrimejantes”. Uma hipermetropia ligeira pode passar despercebida até aos 40/50 anos.

Como se corrige a hipermetropia?

A hipermetropia corrige-se com lentes convergentes (convexas), também chamadas de positivas. Estas lentes direccionam a luz de forma a convergir corretamente sobre a retina, possibilitando assim a formação de imagens nítidas sobre a retina.

Fonte: www.sabinooculista.com

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