A labirintite pode afetar crianças, adultos e idosos. No caso dos idosos a porcentagem é maior, até pelo fato de nessa fase da vida o organismo estar mais debilitado e propício a várias doenças.
A labirintite é uma doença que vem sempre acompanhada ou pode ser conseqüência de outras doenças.
A labirintite afeta o ouvido interno ou labirinto, esse que é responsável pelo equilíbrio do corpo humano. Quando ocorre a falha desse sistema, uma das conseqüências é famosa vertigem que ocasiona a chamada "desorientação espacial".
Nem toda vertigem é uma labirintite.
Uma crise de labirintite é caracterizada por tonteiras (vertigens), náuseas, vômitos, sialorréia (aumento da saliva). Às vezes o caso é tão grave que chega até a internação.
Fatores como o estresse, o diabetes, a pressão alta e até determinados remédios contribuem para o desencadeamento de crises de labirintite.
A labirintite pode ser diagnosticada com um exame específico, o otoneurológico. Depois do exame o médico poderá prescrever o melhor para o seu paciente, desde medicamentos até exercícios fisioterápicos.
O tratamento pode ser por medicamentos ou o tratamento fisioterápico, dependendo do caso. De acordo com o doutor Iliam Cardoso dos Santos, médico otorrinolaringologista e Presidente do Conselho Regional de Medicina de Goiás, a melhor saída em alguns casos é o tratamento fisioterápico.
São realizados exercícios simples mas que podem obter excelentes resultados.
Fonte: www.unimedgoiania.com.br
A labirintite é o comprometimento da estrutura
interna do ouvido, chamada de labirinto, responsável pelo equilíbrio.
São várias as causas das doenças labirínticas e algumas vezes, as vertigens
podem ser o primeiro sinal.
A tontura é sentida porque o cérebro recebe informações erradas a respeito
da posição no espaço.
Essa sensação de tontura pode dar a falsa idéia de que a pessoa está "rodando"
(vertigem), caindo (desequilíbrio), sendo empurrada ou flutuando (falta de
firmeza nos passos).
Principais fatores desencadeantes da labirintite:
Alterações bruscas da pressão atmosférica (mergulho, avião, subidas de serras e montanhas);
Doenças pré-existentes: diabetes, hipertensão e reumatismo, hábitos como excesso de cafeína, álcool e tabagismo;
Traumatismos na cabeça;
Traumas sonoros por excesso contínuo de ruído.
O zumbido é freqüentemente descrito como "um barulho nos ouvidos"
e esse barulho varia sensivelmente de pessoa para pessoa. Em alguns parecem
"apitos", para os outros, chiados.
Até o momento não se tem certeza absoluta de nenhuma causa específica para
este distúrbio. No entanto, a má circulação, infecções e acúmulo de cera nos
ouvidos, alguns tipos de alergias, a ansiedade, depressão e estresse podem
desencadear e até piorar o zumbido no ouvido.
Fonte: www.herbarium.net