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Melanoma

O Melanoma é a forma mais mortal dos cânceres de pele. Ele não é tão comum quanto os cânceres basocelular e escamocelular; todavia, a sua freqüência está aumentando.

No geral, este câncer surge sem causar dor às células que produzem o pigmento da pele (melanina).

Aproximadamente 70% dos melanomas aparecem na pele normal, enquanto 30% surgem a partir de uma pinta já existente na pele. Inicialmente, o câncer se alastra para a pele vizinha e, nesta fase, tem um alto índice de cura. Se não retirado no início, ele se espalha para os gânglios vizinhos, bem como para os órgãos internos.

A causa principal do melanoma é a irradiação ultravioleta da luz solar.

Portanto, proteja-se. Se uma pinta aparecer em sua pele, procure um (a) médico (a) e peça para que ele (a) retire um pequeno pedaço de sua pele e o envie para ser examinado (biópsia). Se uma pinta escura mudar de aspecto, a suspeita de ela ser um melanoma é ainda maior.

Convém lembrar o A, B, C, D deste câncer, a saber:

A pinta escura fica Assimétrica (irregular) com um lado diferente do outro.
A Borda torna-se irregular e com limites pouco definidos.
A Cor é irregular, com uma área mais escura do que a outra... e
O Diâmetro aumenta (desconfie de câncer quando a pinta crescer mais de seis milímetros — igual ao diâmetro de um lápis).

O A, B, C, D supracitado é a forma que a Academia Americana de Dermatologia encontrou para alertar as pessoas sobre a possibilidade de uma pinta considerada benigna se transformar em maligna, com o potencial de ser mortífera. Assim, a própria pessoa pode observar a pinta na pele ou pedir que um familiar o faça (se esta estiver localizada nas costas). Muito cuidado!

O diagnóstico é feito pelo (a) médico (a) com base na aparência da pele ou pinta e na biópsia que o (a) informa com segurança sobre o que se trata. Uma vez confirmado o diagnóstico, o tratamento consiste em remover a lesão com uma larga margem de segurança que usualmente requer um enxerto de pele para cobrir a área retirada.

Um raio X do tórax e, possivelmente, a retirada de gânglios linfáticos (ínguas) regionais talvez sejam solicitadas. Ignorar uma “simples” pinta da pele pode ser fatal. A Academia Americana de Dermatologia estima que um entre 75 norte-americanos tenha um melanoma no decorrer de sua vida.

Fonte: www.unicamp.br

Melanoma

O que é melanoma?

Melanoma é um tipo de câncer que afeta principalmente a pele.

Este tipo de câncer é composto de melanócitos.

Melanócitos são células que produzem melanina, um pigmento que colore a pele, cabelo, e a íris (no olho).

O melanoma freqüentemente se dissemina e gera outros tumores cancerosos em outras partes do corpo.

Por isso, é o câncer de pele que mais ameaça a vida: o diagnóstico precoce é muito importante. É um tipo de cancer de pele que pode matar.

Como ocorre?

Há vários fatores que podem fazer com que uma célula transforme-se em uma célula cancerosa e se reproduza de maneira descontrolada.

Você possui um risco maior de melanoma se você tem:

Uma história familiar de melanomas
Pele e/ou olhos claros
História de exposição acentuada ao Sol, principalmente em uma idade jovem
História de exposição a alcatrão ou arsênico ou derivados
História de queimaduras pelo Sol
Têm história de uma ou mais queimaduras graves pelo Sol no passado, principalmente na adolescência
Muitos sinais escuros, incluindo as sardas

Quais são os sintomas?

Melanoma usualmente desenvolve-se em áreas de pele exposta mas pode ocorrer em qualquer local do corpo, incluindo sob as unhas e nos olhos.

O sintoma mais comum dos estágios precoces do melanoma  é uma alteração de um sinal de pele que em geral é de surgimento recente, (embora possa estar presente desde a infância).

O sinal pode:

Crescer
Tornar-se mais escuro, mais claro, mudar de cor de castanho para azul, preto, vermelho, e/ou branco
Desenvolver uma borda irregular ou escura
Coçar
Transformar-se em uma pequena crosta que não cicatriza por semanas
Tornar-se elevado
Sangrar sem causa aparente, ou apenas sangrar facilmente
Tornar-se elevado
Ficar descascando ou ferido

Como é diagnosticado?

Para diagnosticar um melanoma, o seu médico vai:

Avaliar o tamanho, a cor, e o padrão de crescimento dos sinais suspeitos
Realizar uma biópsia de qualquer área de pele ou sinal suspeitos. A biópsia é a retirada de um pequeno pedaço da pele, que será enviado ao patologista para exame
Avaliar se há algum gânglio aumentado

Para avaliar, no caso da presença de um melanoma, se este está espalhado, poderão ser necessários:

Um hemograma completo
Exames da função do fígado
Uma radiografia de tórax
Testes de urina
Também podem ser necessários exames de imagem para avaliar se cérebro, fígado e ossos não estão comprometidos.

Como é tratado?

O tratamento consiste normalmente na retirada cirúrgica de todo o melanoma e de uma boa parte do tecido normal em volta, para garantir que todo o tecido canceroso seja removido.

Em alguns casos, pode ser necessário realizar um enxerto (um transplante de pele), para evitar uma grande cicatriz. Se o melanoma for superficial e não tiver invadido mais profundamente a pele, usualmente nenhum tratamento posterior é necessário; mas mesmo assim é importante que o seguimento seja mantido.

Se o melanoma é avançado e já se espalhou para outras partes do corpo, as opções de tratamento incluem quimioterapia, radioterapia, imunoterapia, ou cirurgia. A  resposta ao tratamento, nestes estágios mais avançados, é muito variável.

Como posso me cuidar?

O melanoma quando diagnosticado precocemente é curável. Assim, se você possui algum fator de risco para este tipo de câncer:

Observe-se atentamente, diariamente

Consulte seu dermatologista regularmente, e mantenha um arquivo de fotos de seus sinais, caso você possua lesões que devam ser acompanhadas de maneira mais cuidadosa

Proteja-se do Sol! O ultravioleta A (UVA) foi recentemente apontado como um dos fatores para o aumento do número de casos de melanoma nos EUA (isso porque as pessoas mantiveram seus hábitos e atividades ao Sol utilizando filtros solares que não protegiam contra UVA, e houve um grande aumento nos casos de melanoma). Preste atenção então, ao adquirir o seu filtro solar, para que ele possua também capacidade de proteger contra o UVA.

E não se esqueça que este tipo de radiação é emitida com maior intensidade pela manhã e à tardinha, horários em que temos tendência a achar que o Sol é seguro.

Fonte: www.derme.org

Melanoma

O melanoma cutâneo é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras da melanina, substância que determina a cor da pele) e que predomina em adultos.

Sua mortalidade vem aumentando nas populações brancas de ambos os sexos, em várias partes do mundo. Nos Estados Unidos, foi o câncer de aumento mais expressivo, tendo sua incidência quase triplicada nas últimas quatro décadas.

No Brasil, a incidência de melanoma obtida a partir dos Registros de Câncer de Base Populacional de São Paulo, Porto Alegre, Recife e Fortaleza para os anos de 1978 a 1982 variou de 4,0 a 1,3 por 100 mil habitantes.

Fatores de Risco

Os fatores de risco em ordem de importância são a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pelo ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).

Diagnóstico Clínico

O melanoma tem como sintomas o aparecimento de lesões cutâneas pigmentadas, com mais de 0,6 cm de diâmetro, assimétricas, com bordos irregulares, apresentando crescimento e alteração de cor, ulceração ou sangramento. Ele pode se manifestar ainda por meio de alteração de cor ou tamanho de lesões congênitas.

A coloração pode variar do castanho-claro passando por vários matizes chegando até à cor negra (melanoma típico) ou apresentar área com despigmentação (melanoma com área de regressão espontânea)

O crescimento ou alteração da forma é progressivo e se faz no sentido horizontal ou vertical. Na fase de crescimento horizontal (superficial), a neoplasia invade a epiderme, podendo atingir ou não a derme papilar superior.

No sentido vertical, o seu crescimento é acelerado através da espessura da pele, formando nódulos visíveis e palpáveis.

Tratamento

A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer.

Quando há metástase, o melanoma é incurável na maioria dos casos.

A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Fonte: www.infocancer.hpg.ig.com.br

Melanoma

O melanoma maligno tem um número pequeno mas importante nos cânceres de pele. Melanoma maligno é uma forma altamente agressiva que pode ser fatal se não tratado cedo.

Recentes estudos demonstram que o número de casos de câncer de pele no Brasil está crescendo a uma taxa alarmante.

Felizmente, consciência aumentada por parte da população e entre os médicos, resultaram em diagnóstico mais cedo e melhores resultados com menor morbimortalidade.

Causas

Exposição aos raios ultravioleta da luz solar é a maior causa de câncer de pele.

Outras causas importantes de câncer de pele incluem o seguinte:

Câmaras de bronzeamento
Imunossupressão (quando o sistema que protege o corpo de substâncias estranhas, como germes ou agentes que causam uma reação alérgica, está inibido)
Exposição níveis altos de radiação ionizante ( RX, RXT)
Contato com certas substâncias químicas (os mineiros que são expostos ao arsênio; exposição a hidrocarbonetos como piche, óleos, e fuligem podem elevar as taxas de carcinoma de células de escamosas)

Quem são as pessoas de maior risco?

Pessoas com pele clara, cabelo claro e olhos azuis
Certas desordens genéticas (alguns exemplos são as pessoas que têm baixos níveis de pigmento de pele com albinismo e xeroderma pigmentoso)
Pessoas que já foram tratadas para câncer de pele
Pessoas com numerosas verrugas, verrugas grandes que estavam presente desde nascimento
Pessoas com familiares próximos que desenvolveram melanoma

Sinais e Sintomas

Carcinoma Basocelular (CBC): Normalmente se observa uma lesão nodular, bem circunscrita, translúcida, lisa, perolada, às vezes pigmentada (cor escurecida) na pele exposta ao sol da cabeça, pescoço ou ombros.

Vasos sangüíneos pequenos podem ser visíveis dentro do tumor (teleangectasias). Pode formar uma depressão central com crosta que sangra facilmente.

Freqüentemente confundido com uma ferida que não cura.

Carcinoma de Células Escamosas (CEC): Geralmente é uma ferida bem definida, tipo placa ou nódulo, com variados graus de crosta e coloração avermelhada, em pele exposta ao sol. Semelhante ao CBC, podem ocorrer ulceração e hemorragia. Quando não tratado o CEC como CBC podem desenvolver em uma grande massa tumoral.

Melanoma

A maioria dos melanomas maligno são lesões pigmentadas variando do marrom para preto. Sinais de atenção incluem mudança em tamanho, forma, cor ou elevação verrucosa.

O aparecimento de elevação verrucosa durante maioridade, dor, coceira, ulceração ou sangramento devem ser conferidos.

Um fácil lembrete constitui no "ABCD" do melanoma, que é útil para identificar melanoma maligno:

A - Assimetria: Um lado completamente diferente do outro
B - Borda irregular
: Podem ser margens entalhadas ou irregulares
C - Cor:
Freqüentemente uma mistura de preto, bronzeado, marrom, azulada, vermelho ou branco
D - Diâmetro
: Normalmente maior que 6 mm (maior que o tamanho de uma borracha de um lápis) e qualquer mudança em tamanho.

Quando Procurar o Médico

Faça uma consulta com seu médico ou um especialista de pele (o dermatologista) para avaliar qualquer verruga ou mancha suspeita em sua pele caso você notar qualquer mudança no tamanho, forma, cor, ou textura de áreas pigmentadas (áreas mais escuras de pele ou verrugas).

Diagnóstico

O médico examinará qualquer lesão em questão e, em muitos casos, a superfície de pele inteira. Lesões que são difíceis de identificar ou são suspeitas de ser câncer de pele, realiza-se então uma biópsia de pele com anestesia local e uma amostra será levada para o patologista examinar em um microscópio.

Tratamento

Remoção cirúrgica é o esteio de terapia para CBC e CEC.

Podem ser removidos tumores pequenos por uma variedade de técnicas que incluem excisão simples (retirada cirúrgica), eletro dissecção e curetagem (queimando o tecido com uma agulha elétrica), e criocirurgia (congelando a área com nitrogênio líquido).

Tumores maiores, lesões em locais de alto risco, tumores recidivados, e lesões em áreas esteticamente sensíveis são retiradas através de cirurgia com seguintes objetivos: 

Retirada da lesão com margens oncológicas
Preservação do tecido sadio
Preservação da função
Melhor resultado estético (retalhos, enxertos livre ou micro-cirúrgico)
As pessoas que são candidatos a cirurgia e não operáveis (sem condição de suportar uma cirurgia) podem ser tratadas através de terapia de radiação externa (Radioterapia).

Melanoma maligno é tratado mais agressivamente. Necessita de melhor abordagem assim como diagnóstico e tratamento.

Tratamento da lesão primária do melanoma:

Lesão primária é a lesão comprovada não ser metastática, ou seja, de nenhum outro melanoma da pele.

Após a devida avaliação clínica e exame dermatoscópico, procede-se a:

Biópsia excisional (retirada de toda lesão primária), com margens de 1 a 2,0 mm, com tecido celular subcutâneo.

Realiza-se o estadiamento (extensão da doença) através do anatomopatológico da lesão pelos critérios de Breslow (espessura do tumor) e exame físico, de sangue, ultra-sonografia de abdome e Rx de tórax.

Dependendo do estadiamento clínico, realiza-se nova cirurgia de ampliação de margens da lesão anteriormente retirada e se avalia a possibilidade de realizar linfonodo sentinela com linfocintilografia e azul patente para achar possível linfonodo comprometido pela doença.

Em doença mais avançada realiza-se linfadenectomia e também tratamento com quimioterapia, terapia imune e radioterapia, tudo dependendo do estadiamento clínico.

Por causa da complexidade destas decisões, pessoas com melanoma maligno beneficiam-se de uma equipe médica multidisciplinar combinadas com dermatologista, cirurgião plástico, cirurgião oncológico, e um oncologista clínico (especialistas em câncer).

Prognóstico

Embora o número de cânceres de pele no Brasil continue subindo, a população está procurando mais precocemente atendimento médico por lesões de pele.

Desta maneira o tratamento torna-se mais fácil e o índice de mortalidade por câncer de pele tem diminuído.

Quando tratado corretamente, a taxa de cura para CBC e CEC chega a 99%. Menos de 1% dos CEC esparramará (metástases) eventualmente em outro lugar no corpo, principalmente em linfonodos.

O resultado de melanoma maligno depende em a maioria dos casos da espessura do tumor e estadiamento. Lesões precoces e finas quase sempre são curadas só através de cirurgia simples. Lesões mais grossas (critério de Breslow) podem dar metástases para outros órgãos e piorar a sobrevida.

Prevenção

Exposição solar limitada. Tente evitar os intensos raios do sol entre 10 até 16hs.
Aplique protetores solares com fator de proteção de solar (FPS) pelo menos 15 minutos antes exposição de sol.
Se você queima facilmente ao sol de sol, use mangas longas e um chapéu de aba larga.
Evite câmaras de bronzeamento artificial.
Faça auto-exames periódicos. Com ajuda de espelhos e familiares, o auto-exame mensal lhe ajudará a reconhecer qualquer área de lesão nova ou variável.

Fonte: www.itcancer.com.br

Melanoma

Incidência

É menos comum do que os outros tipos de câncer de pele, correspondendo a 5% deles. Mas a incidência vem aumentando muito rapidamente.

Mortalidade

Se diagnosticado precocemente, a cura é muito provável. Contudo, se não for tratado precocemente, o melanoma é um dos tipos mais letais de câncer.

Fatores de risco

Cabelos loiros ou ruivos; história familiar de melanoma; susceptibilidade a queimadoras solares; olhos claros; presença de grande número de nevos (sinais) no corpo; exposição excessiva ao sol, principalmente aquela ocasional (somente nas férias, por exemplo) e durante a infância e adolescência.

Sinais de alerta

Qualquer alteração em uma mancha pigmentada previamente existente, pode indicar o desenvolvimento do melanoma.

É importante a avaliação do próprio corpo, tendo em vista a regra do "ABCD":

A - Assimetria.
B -
Bordas irregulares.
C -
Variação de cor na mesma mancha.
D -
Diâmetro maior do que 6 milímetros.

Diagnóstico precoce

O auto-exame periódico da pele, com auxílio do espelho, pode detectar alterações, as quais devem ser obrigatoriamente avaliadas por médico especialista (dermatologista). Este poderá então indicar a biópsia para diagnóstico de certeza.

Como se espalha

O melanoma espalha-se para linfonodos regionais através de invasão de vasos linfáticos. Podem ocorrer também metástases à distância, por disseminação por via sangüinea, mais freqüentes em pulmões, fígado, partes moles e sistema nervoso central.

Tratamento

A cirurgia é a principal modalidade terapêutica, sendo ela geralmente mais ampla do que a realizada para o tratamento dos outros tipos de câncer de pele. Não está claro ainda se a retirada de todos os gânglios próximos ao tumor pode trazer algum benefício ao paciente, como prevenção da ocorrência de metástases à distância.

Qumioterapia sistêmica pode ser uma opção no caso de doença avançada. Quimioterapia com droga única, como a Dacarbazina (DTIC) diminui o tamanho do tumor em cerca de 20% dos casos, e oferece resposta completa em menos de 5% dos casos. Nestes casos, geralmente a doença volta, em poucos meses.

Combinação de várias drogas às vezes oferecem taxa de resposta um pouco maiores, mas com toxicidade alta.

Sobrevivência

Se a detecção é feita precocemente, o melanoma é curável em quase 100% das vezes. A profundidade da lesão é importante, para determinar a taxa de sobrevida.

Lesões com menos do que 0,75 mm tem taxa de sobrevida em 5 anos de quase 100%. Mas a sobrevida cai para 20 a 50%, quando a lesão tem 3 mm ou mais de profundidade.

Sobrevida em cinco anos é menor que 10% nos casos com doença avançada.

Ocasionalmente pode ocorrer remissão espontânea, sendo rara (cerca de 1% dos casos).

ATENÇÃO!

Lembre-se: proteja-se do sol com o uso de protetores solares, chapéu ou camisa de mangas compridas. E tome cuidado especial com as crianças.

Fonte: www.andre.sasse.com

Melanoma

O sol pode provocar envelhecimento precoce e câncer de pele

Esta frase lembra até o slogan das propagandas de cigarro. Seria impossível pensar que poderíamos passar nossas vidas sem nos expormos ao sol.

O importante é saber aproveitar os dias ensolarados, as férias na praia, as atividades ao ar livre ou à pratica de esporte sem prejudicar nossa saúde. Saber um pouco mais sobre os efeitos do sol no organismo nos ajuda a desfrutar de uma vida saudável sem nos preocuparmos com seus efeitos nocivos.

Envelhecimento

Na pele, temos dois tipos de envelhecimento: o intrínseco e o extrínseco. O envelhecimento intrínseco ocorre com o passar dos anos. Ele também é chamado de envelhecimento cronológico.

O extrínseco decorre da interação dos fatores ambientais com a pele. O que deixa sinais mais marcantes na pele é o extrínseco. Um dos fatores que mais importantes no envelhecimento extrínseco é a exposição solar.

Os raios ultravioletas do sol são os maiores causadores de câncer de pele, envelhecimento precoce e aparecimento das chamadas queratoses solares.

A exposição solar tem efeito cumulativo, podendo o câncer de pele surgir muitos anos mais tarde. Estudos recentes revelam que a proteção ao sol na infância e adolescência reduzem significativamente os riscos de câncer de pele .

Sabe-se que cerca de 80% de toda radiação solar que recebemos durante toda a vida se concentra nos primeiros 18 anos de idade. Uma fase da vida aonde a criança e o adolescente ficam grande parte do dia ao ar livre.

A proteção solar deve iniciar-se precocemente. A recomendação para uso de protetores solares se inicia aos 6 meses de idade, antes disso a criança não deve se expor diretamente ao sol sem a proteção de roupas e chapéu.

Câncer de pele

Dos tumores existentes, o câncer da pele é o mais freqüente. Muitos deles poderiam ser evitados se medidas de prevenção fossem aplicadas a tempo. Quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.

Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias ou alterações genéticas. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele.

Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares. As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, predisposição genética, raça, genodermatoses como o xeroderma pigmentosum, uma doença onde a pessoa nasce com um defeito no seu mecanismo normal de proteção ao sol.

A exposição solar nestas crianças leva ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de CA de pele.

Tipos de CA de pele

Câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, dependendo da camada afetada, teremos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinoma basocelular (CBC), carcinoma espinocelular(CEC) e melanoma maligno(MM).

O CBC e CEC são as neoplasias mais freqüentes da pele e estão diretamente relacionadas com exposições solares freqüentes ao longo dos anos em pessoas de pele clara. As lesões ocorrem principalmente nas áreas mais fotoexpostas como face, pescoço, dorso, antebraços e mãos.

Já o melanoma maligno, o mais agressivo e temido entre os cânceres da pele, tem sido também relacionado a exposições solares intensas, com queimaduras solares dolorosas e com bolhas, durante a infância, o que nos leva novamente aos cuidados especiais com as crianças e adolescentes.

O risco do melanoma não se restringe somente à exposição solar e pessoas de pele clara, apesar de raro ele pode acometer pessoas de pele morena e até negros.

Carcinoma basocelular(CBC):

É o câncer de pele mais comum. Se for detectado precocemente, é muito provável que seu dermatologista consiga curá-lo, pois é um câncer que praticamente não leva a metástases.
Pode se manifestar sob a forma de uma pápula (bolinha) com superfície perlácea (aspecto perolado) ou de uma ferida que não cicatriza.
A severidade do CBC se manifesta dependendo do tipo histolológico e da localização do tumor, sendo mais agressivo em locais como pálpebra, nariz , orelha e outros, onde a cirurgia tende a ser mais difícil.
Seu dermatologista pode remover a lesão com uma pequena cirurgia.

Carcinoma espinocelular(CEC):

É o segundo tipo mais comum de câncer da pele. Também é provável que seu dermatologista consiga curá-lo se detectado precocemente, mas o CEC pode "espalhar", podendo causar até morte.
Pode apresentar-se como uma placa endurecida, área descamativa ou crostosa, ferida. Fique atento a lesões que sangram com facilidade ou não cicatrizam.
O CEC pode aparecer sobre áreas de cicatriz de queimadura antigas.
Pode ser removido com cirurgia ambulatorial nas fases iniciais.

Melanoma:

Embora seja o câncer da pele menos comum, é o mais perigoso, podendo causar mortes. Se você tem história familiar desse tipo de câncer, você pode tê-lo mesmo sem ter se exposto ao sol!

Pode se apresentar como uma lesão enegrecida, com bordas mal delimitadas, com cores e diâmetros que podem se alterar com o tempo.

As pessoas mais propensas a este tipo de câncer da pele são aquelas com pele clara, que tiveram vários episódios de queimaduras solares com bolhas quando crianças ou pessoas com história familiar de melanoma.

O tratamento é cirúrgico e vai depender da gravidade do caso.

Dessa forma, é muito importante que você saiba a diferença entre um sinal ?inofensivo? e um melanoma. O auto-exame pode ajudar a detectar um melanoma precocemente. Fique atento às mudanças de aparência, cor, forma e tamanho das suas ?pintas?.

O melanoma cutâneo é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos.

Embora só represente 4% dos tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase.

Em 2003, segundo dados das Estimativas de Incidência e Mortalidade do Instituto Nacional de Câncer, o câncer de pele melanoma atingirá 4.370 pessoas e será responsável por 1.125 óbitos no Brasil. Nos Estados Unidos, foi o câncer de aumento mais expressivo, tendo sua incidência quase triplicada nas últimas quatro décadas.

Os fatores de risco em ordem de importância são a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-Câncer osas).

Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, no qual os raios são mais intensos.

Mesmo durante o período adequado é necessária a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuro e filtros solares com fator de proteção 15 ou mais.

O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada. A manifestação da doença na pele normal se dá a partir do aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares que pode ser ou não sintomas como coceira e descamação. A maioria das lesões não tem sintomas.

Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente, ocorre um aumento no tamanho, uma alteração na coloração e na forma da lesão que passa a apresentar bordas irregulares. Lembre-se não é normal que pintas e sinais comecem a crescer ou mudar de cor, se isso ocorrer procure um dermatologista para uma avaliação.

O melanoma é raro em crianças, porém é importante o acompanhamento de crianças que apresentem grandes pintas de nascimento, chamado nevo gigante, pois nestes casos o melanoma pode se desenvolver sobre a pinta.

A coloração pode variar do castanho-claro passando por vários matizes chegando até à cor negra (melanoma típico) ou apresentar área com despigmentação (melanoma com área de regressão espontânea).

O crescimento ou alteração da forma é progressivo e se faz no sentido horizontal ou vertical. Na fase de crescimento horizontal (superficial), a neoplasia invade a epiderme, podendo atingir ou não a derme papilar superior. No sentido vertical, o seu crescimento é acelerado através da espessura da pele, formando nódulos visíveis e palpáveis.

A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia, a quimioterapia e imunoterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o melanoma é incurável na maioria dos casos. A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Prevenção

A Prevenção pode significar a diferença entre a gravidade das lesões pois apesar das altas taxas de incidência do câncer de pele os altos índices de cura ocorrem principalmente devido ao diagnóstico precoce.

Saiba como detectar precocemente os sinais mais comuns de câncer de pele:

Lesões que não cicatrizam sejam na pele ou mucosas
Mancha ou pinta, mesmo que de nascença que modifique de cor, tamanho, espessura ou bordos, ou apresentem coceira, dor, sangramento
Qualquer Verrugas e "espinhas" de pele, que sejam persistentes, aumentem de volume, cocem, doam ou sangrem com facilidade.
Manchas escuras (pintas) que se tornem mais pretas, bordos irregulares, elevadas, que sangrem com facilidade.

Dicas importantes na prevenção do câncer de pele e na fotoproteção:

Protetor solar não confere proteção absoluta contra a queimaduras ou Ca de pele.
Reduza seu tempo de exposição ao sol e evite exposição solar entre 10:00 e 15:00 h (não considerando o horário de verão).
Escolha um protetor solar com pelo menos FPS - 15 (fator de proteção solar). Com FPS - 15 a maioria das pessoas está protegida por 2 1/2 horas.
Aplique o protetor solar 30 minutos antes de se expor. É preciso tempo para que o filtro comece a agir.
Reaplique o protetor solar quando você permanecer mais de 2 horas ao sol ou quando o filtro for retirado por contato com a água, suor etc. Existem também produtos à prova d´água.
Para quem trabalho ao sol cubra-se: use calças, camisas de manga comprida, chapéu de aba larga e óculos escuros de boa qualidade com proteção ultravioleta (UV).
Cuidados especiais devem ser tomados em praias, montanhas, onde os raios solares são ricos em Raios Ultravioleta.
Proteja-se de superfícies refletoras como areia, neve, concreto e água, que fazem os Raios Ultravioleta atingir indiretamente a pele.
Ensine as crianças a protegerem-se do sol desde cedo. Mantenha as crianças menores protegidas do sol usando foto-protetores adequados e expondo-as em horários mais favoráveis.
Os danos solares ocorrem a cada exposição, tendo efeitos maléficos cumulativos.
Esteja atento a qualquer mudança na sua pele.
Mesmo nos dias nublados (mormaço), sob a água ou através do vidro nos carros com a janela fechada a radiação solar está presente.
Não esqueça de proteger as orelhas, lábios, pescoço, dorso das mãos e dos pés e onde o cabelo está rarefeito.

Sinais de alerta

A comunidade médica mundial está alarmada com o crescimento da incidência de melanoma (câncer de pele com potencial letal), nos últimos anos. Estudos recentes revelam que a proteção ao sol na infância e adolescência reduz os riscos de câncer de pele. Devemos proteger as crianças desde cedo.

Todas as pessoas podem desenvolver câncer de pele, mas algumas têm este risco aumentado, porque:

Trabalham ao ar livre
Têm pele e/ou olhos claros
Queimam-se facilmente com formação de bolhas
Tem antecedentes de CA de pele na família

Fonte: www.sbcd.org.br

Melanoma

Melanoma maligno

O que é?

O melanoma maligno é o câncer da pele de pior prognóstico.

É um tumor muito grave devido ao seu alto potencial de produzir metástases enviando células tumorais para outros órgãos, onde se desenvolvem.

Origina-se dos melanócitos, células que produzem o pigmento que dá a cor da pele. Pode se originar da pele sã ou de lesões pigmentadas pré-existentes, os nevos pigmentados ("sinais" escuros).

De ocorrência mais frequente em pessoas de pele clara, fototipos I ou II, o melanoma pode surgir em área de pele não exposta ao sol porém, o maior número de lesões aparece nas áreas da pele que ficam expostas à radiação solar.

Manifestações clínicas

O melanoma inicia-se como uma lesão escura que aumenta de tamanho em extensão e/ou profundidade, com alteração de suas cores originais, surgimento de pontos pigmentados ao redor da lesão inicial, ulceração (formação de ferida), sangramento ou sintomas como coceira, dor ou inflamação.

Na fase inicial, o melanoma está restrito à camada mais superficial da pele, época ideal para realização do diagnóstico e tratamento pois, nesta localização, ainda não ocorre a disseminação de células tumorais à distância e a retirada completa do tumor tem altos índices de cura.

É o melanoma "in situ".

Quando o melanoma deixa de ser plano, formando lesão elevada na pele, é sinal de que também está progredindo em profundidade. A profundidade atingida e a espessura da lesão são os parâmetros que definem a gravidade da lesão.

Quanto mais profunda e espessa, mais grave, pois aumentam os riscos de metástases para outros órgãos.

As lesões de melanoma apresentam características fáceis de se reconhecer aprendendo-se o ABCD do melanoma:

Assimetria: formato irregular
Bordas irregulares:
limites externos irregulares
C
oloração variada (diferentes tonalidades de cor)
Diâmetro:
maior que 6 milímetros

O tipo mais comum de apresentação é o melanoma superficial disseminado. A foto abaixo é de um melanoma ainda na fase "in situ", na qual os critérios do ABCD podem ser percebidos nitidamente.

Melanoma
Melanoma

De crescimento mais lento e horizontal, este tipo é mais facilmente identificado, facilitando o tratamento precoce e a cura.

Sinais escuros que começam a adquirir características como estas acima podem estar se transformando em um melanoma, principalmente se estiverem em áreas de exposição contínua ao sol.

A radiação ultra-violeta do sol pode estimular a transformação de nevos pigmentados em melanomas. A proteção solar é a melhor forma de prevenir o surgimento do melanoma maligno.

Além disso, qualquer alteração em sinais antigos, como: mudança da cor para mais escuro ou mais claro, aumento de tamanho, sangramento, coceira, inflamação ou surgimento de áreas pigmentadas ao redor do sinal justifica uma consulta ao dermatologista para avaliação.

Outras formas de apresentação são o melanoma nodular primário, que tem crescimento em profundidade mais rápido e o lentigo maligno melanoma, tumor plano que ocorre mais frequentemente em pessoas acima de 60 anos de idade e aparece em áreas de grande exposição solar, principalmente a face.

O melanoma acral é uma forma de apresentação na qual a localização do tumor é nos pés ou nas mãos. Uma apresentação mais rara é o melanoma amelanótico, quando o tumor não tem a coloração escura, o que dificulta bastante o diagnóstico clínico.

Tratamento

O tratamento do melanoma maligno é cirúrgico e deve ser realizado o mais precocemente possível. O diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais para a cura.

Fonte: www.dermatologia.net

Melanoma

Feridas que não cicatrizam, sangram ou estão crescendo, merecem atenção especial.

Câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, dependendo da camada afetada, teremos os diferentes tipos de câncer.

Há 3 tipos de câncer de pele:

Carcinoma Basocelular

Tem comportamento mais benigno dos cânceres de pele.

È um tumor que geralmente ocorre em áreas do corpo onde tomamos mais sol: face, braços e pernas.  É o câncer de pele mais comum. Se for detectado precocemente, é muito provável que seu médico consiga curá-lo, pois é um câncer que praticamente não leva a metástases.

Pode se manifestar sob a forma de uma pápula (bolinha) com superfície perlácea (aspecto perolado) ou de uma ferida que não cicatriza.

A severidade do CBC (Câncer Basocelular) se manifesta dependendo do tipo histolológico e da localização do tumor, sendo mais agressivo em locais como pálpebra, nariz, orelha e outros, onde a cirurgia tende a ser mais difícil.

Melanoma
Melanoma

Tratamento:

Exérese cirúrgica da lesão: deve ser retirado com margens. Em algumas regiões como pálpebra, nariz, orelha e algumas regiões da face o resultado estético não é muito bom e a cirurgia necessita de sedação, anestesia e bloco cirúrgico.

Criocirurgia: tem um excelente resultado estético, principalmente nas regiões de pálpebra, nariz, orelha e face onde a cirurgia não apresenta um bom resultado estético. É feita com anestesia local.

Terapia Fotodinâmica: novo tratamento para câncer de pele superficial. Usa-se uma pomada no local da lesão que deixa o câncer sensível a luz. Após 30 minutos é usada uma luz especial que irradiará a lesão destruindo a mesma.

Carcinoma Espinocelular

É também causado pelo sol e por traumatismos constantes.

Raramente dá metástases e sua cura é a eliminação da lesão. Pode ocorrer na pele e mucosas (boca, lábios e genitais) É o segundo tipo mais comum de câncer da pele.

Também é provável que se consiga curá-lo se detectado precocemente, mas o CEC pode “espalhar”, podendo causar até morte.

Pode apresentar-se como uma placa endurecida, área descamativa ou crostosa e ferida. Fique atento a lesões que sangram com facilidade ou não cicatrizam.

O CEC pode aparecer sobre áreas de cicatriz de queimadura antigas.

Tratamento:

As possibilidade terapêuticas são as mesmas que para o câncer basocelular.

Melanoma - é o tumor de pele de comportamento mais maligno. Pode ser originado de pinta já existente ou aparecer como lesão nova.

Geralmente ocorre em regiões do corpo onde tomamos sol em caráter intermitente ou áreas de trauma: face, costas, couro cabeludo, pés, mãos e unhas.

O melanoma maligno é o mais agressivo e temido entre os cânceres da pele. Tem sido também relacionado a exposições solares intensas, com queimaduras solares dolorosas e com bolhas, durante a infância, o que nos leva novamente aos cuidados especiais com as crianças e adolescentes.

O risco do melanoma não se restringe somente à exposição solar e pessoas de pele clara, apesar de raro ele pode acometer pessoas de pele morena e até negros.

Lembrar da regra do ABCD:

Se apresentar alguns destes sinais procure um médico para analisar sua pinta:

A = Assimetria: Se traçar uma linha no meio do sinal e metade da pinta é diferente que a outra metade
B = Borda:
a pinta tem uma borda que você não consegue delimitar bem seu limite.
C = Cor:
pinta com mais de uma cor
D =
Diametro maior que 6 mm

Embora seja o câncer da pele menos comum, o melanoma é o mais perigoso, podendo causar mortes. Se você tem história familiar desse tipo de câncer, você pode tê-lo mesmo sem ter se exposto ao sol!

Pode se apresentar como uma lesão enegrecida, com bordas mal delimitadas, com cores e diâmetros que podem se alterar com o tempo.

As pessoas mais propensas a este tipo de câncer da pele são aquelas com pele clara, que tiveram vários episódios de queimaduras solares com bolhas quando crianças ou pessoas com história familiar de melanoma.

Tratamento

  • É sempre cirúrgico e vai depender da gravidade do caso.
  • Quando há metástase, o melanoma é incurável na maioria dos casos.
  • O melanoma cutâneo é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos. Embora só represente 4% dos tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase.

    Em 2003, segundo dados das Estimativas de Incidência e Mortalidade do Instituto Nacional de Câncer, o câncer de pele melanoma atingirá 4.370 pessoas e será responsável por 1.125 óbitos no Brasil. Nos Estados Unidos, foi o câncer de aumento mais expressivo, tendo sua incidência quase triplicada nas últimas quatro décadas.

    Os fatores de risco em ordem de importância são a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-Câncerosas).

    Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, no qual os raios são mais intensos. Mesmo durante o período adequado é necessária a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtros solares com fator de proteção 15 ou mais.

    O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada. A manifestação da doença na pele normal se dá a partir do aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares que pode ser ou não sintomas como coceira e descamação. A maioria das lesões não tem sintomas.

    Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente, ocorre um aumento no tamanho, uma alteração na coloração e na forma da lesão que passa a apresentar bordas irregulares.

    Lembre-se não é normal que pintas e sinais comecem a crescer ou mudar de cor, se isso ocorrer procure um médico para uma avaliação.

    O melanoma é raro em crianças, porém é importante o acompanhamento de crianças que apresentem grandes pintas de nascimento, chamado nevo gigante, pois nestes casos o melanoma pode se desenvolver sobre a pinta.

    A coloração pode variar do castanho-claro passando por vários matizes chegando até à cor negra (melanoma típico) ou apresentar área com despigmentação (melanoma com área de regressão espontânea).

    O crescimento ou alteração da forma é progressivo e se faz no sentido horizontal ou vertical. Na fase de crescimento horizontal (superficial), a neoplasia invade a epiderme, podendo atingir ou não a derme papilar superior. No sentido vertical, o seu crescimento é acelerado através da espessura da pele, formando nódulos visíveis e palpáveis.

    “O sol pode provocar envelhecimento precoce e câncer de pele.”

    Esta frase lembra até o slogan das propagandas de cigarro. Seria impossível pensar que poderíamos passar nossas vidas sem nos expormos ao sol. O importante é saber aproveitar os dias ensolarados, as férias na praia, as atividades ao ar livre ou a prática de esporte sem prejudicar nossa saúde. Saber um pouco mais sobre os efeitos do sol no organismo nos ajuda a desfrutar de uma vida saudável sem nos preocuparmos com seus efeitos nocivos.

    Envelhecimento

    Na pele, temos dois tipos de envelhecimento: o intrínsec o e o extrínseco.

    O envelhecimento intrínseco ocorre com o passar dos anos.

    Ele também é chamado de envelhecimento cronológico. O extrínseco decorre da interação dos fatores ambientais com a pele. O que deixa sinais mais marcantes na pele é o extrínseco. Um dos fatores que mais importantes no envelhecimento extrínseco é a exposição solar.

    Os raios ultravioletas do sol são os maiores causadores de câncer de pele, envelhecimento precoce e aparecimento das chamadas Queratoses Solares.

    A exposição solar tem efeito cumulativo, podendo o câncer de pele surgir muitos anos mais tarde. Estudos recentes revelam que a proteção ao sol na infância e adolescência reduzem significativamente os riscos de câncer de pele .

    Sabe-se que cerca de 80% de toda radiação solar que recebemos durante toda a vida se concentra nos primeiros 18 anos de idade. Uma fase da vida aonde a criança e o adolescente ficam grande parte do dia ao ar livre.

    A proteção solar deve iniciar-se precocemente. A recomendação para uso de protetores solares se inicia aos 6 meses de idade. Antes disso a criança não deve se expor diretamente ao sol sem a proteção de roupas e chapéu.

    Dos tumores existentes, o câncer da pele é o mais freqüente. Muitos deles poderiam ser evitados se medidas de prevenção fossem aplicadas a tempo. Quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.

     A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

    Prevenção

    A Prevenção pode significar a diferença entre a gravidade das lesões pois apesar das altas taxas de incidência do câncer de pele os altos índices de cura ocorrem principalmente devido ao diagnóstico precoce.

    Dicas importantes na prevenção do câncer de pele e na fotoproteção:

    Protetor solar não confere proteção absoluta contra a queimaduras ou Ca de pele.
    Reduza seu tempo de exposição ao sol e evite exposição solar entre 10:00 e 15:00 h (não considerando o horário de verão).
    Escolha um protetor solar com pelo menos FPS - 15 (fator de proteção solar). Com FPS - 15 a maioria das pessoas está protegida por 2 1/2 horas.
    Aplique o protetor solar 30 minutos antes de se expor. É preciso tempo para que o filtro comece a agir.
    Reaplique o protetor solar quando você permanecer mais de 2 horas ao sol ou quando o filtro for retirado por contato com a água, suor etc. Existem também produtos à prova d'água.
    Para quem trabalho ao sol cubra-se: use calças, camisas de manga comprida, chapéu de aba larga e óculos escuros de boa qualidade com proteção ultravioleta (UV).
    Cuidados especiais devem ser tomados em praias, montanhas, onde os raios solares são ricos em Raios Ultravioleta.
    Proteja-se de superfícies refletoras como areia, neve, concreto e água, que fazem os Raios Ultravioleta atingir indiretamente a pele.
    Ensine as crianças a protegerem-se do sol desde cedo. Mantenha as crianças menores protegidas do sol usando foto-protetores adequados e expondo-as em horários mais favoráveis.
    Os danos solares ocorrem a cada exposição, tendo efeitos maléficos cumulativos.
    Esteja atento a qualquer mudança na sua pele.
    Mesmo nos dias nublados (mormaço), sob a água ou através do vidro nos carros com a janela fechada a radiação solar está presente.
    Não esqueça de proteger as orelhas, lábios, pescoço, dorso das mãos e dos pés e onde o cabelo está rarefeito.

    Sinais de alerta:

    A comunidade médica mundial está alarmada com o crescimento da incidência de melanoma (câncer de pele com potencial letal), nos últimos anos. Estudos recentes revelam que a proteção ao sol na infância e adolescência reduz os riscos de câncer de pele. Devemos proteger as crianças desde cedo.

    Fonte: www.esteticaportoalegre.com.br

    Melanoma

    Melanoma
    Melanoma

    O melanoma é o tipo de cancro da pele mais grave. Em Portugal surgem, anualmente, cerca de 700 novos casos de melanoma maligno.

    Nos países ocidentais, todos os anos o melanoma tem aumentado.

    O QUE É O MELANOMA?

    O melanoma é um tipo de cancro de pele. Tem início nas células da pele, os melanócitos.

    Para perceber o melanoma, é útil conhecer a pele e os melanócitos: qual a sua função, como crescem e o que acontece, quando se tornam cancerígenos.

    A PELE

    A pele é o maior órgão do corpo: protege-o do calor, da luz do sol, de feridas e de infecções. Ajuda a regular a temperatura corporal, armazena água e gordura, e produz vitamina D.

    A pele tem duas camadas principais: a epiderme (exterior) e a derme (interior).

    A derme contém vasos sanguíneos, vasos linfáticos, folículos pilosos e glândulas. Algumas destas glândulas produzem suor, que ajuda a regular a temperatura do organismo. Outras glândulas produzem sebo, uma substância oleosa que contribui para que a pele não seque.

    O suor e o sebo atingem a superfície da pele, através de pequenas aberturas: poros.

    MELANÓCITOS E SINAIS

    Os melanócitos produzem melanina, o pigmento que dá à pele a sua cor natural. Quando a pele é exposta ao sol, os melanócitos produzem mais pigmento, fazendo com que a pele bronzeie, ou seja, escureça.

    Por vezes, surgem umas proeminências de grupos de melanócitos e de tecido circundante, chamados sinais. Os sinais são muito comuns. A maioria das pessoas tem 10 a 40 sinais.

    Os sinais podem ser rosados, castanhos claros ou escuros, ou de uma cor muito parecida com o tom normal da pele. As pessoas de pele escura tendem a ter sinais escuros.

    Os sinais podem ser achatados ou volumosos. São, geralmente, redondos ou ovais e mais pequenos do que a borracha de um lápis; podem estar presentes desde o nascimento ou aparecer mais tarde – geralmente antes dos 40 anos.

    Tendem a desaparecer nas pessoas mais velhas. Quando os sinais são removidos cirurgicamente, normalmente não voltam a aparecer.

    MELANOMA

    O melanoma surge quando os melanócitos (células pigmentares) se tornam malignos. A maioria das células pigmentares encontra-se na pele; quando o melanoma tem início na pele, a doença chama-se melanoma cutâneo.

    O melanoma pode, também, ocorrer nos olhos (melanoma ocular ou melanoma intra-ocular).

    O melanoma raramente surge nas meninges, no aparelho digestivo, nos gânglios linfáticos ou noutras áreas onde há melanócitos. Os melanomas com origem noutras zonas, que não a pele, não serão aqui abordados.

    O melanoma é um dos tipos de cancro mais comum. A probabilidade de desenvolver melanoma aumenta com a idade, embora a doença afete pessoas de todas as idades. Pode ocorrer em qualquer superfície da pele.

    Nos homens, o melanoma encontra-se, muitas vezes, no tronco (zona entre os ombros e as ancas), ou na cabeça e pescoço. Nas mulheres, desenvolve-se muitas vezes na zona inferior das pernas.

    A ocorrência de melanoma, na raça negra e noutras raças com pele escura, é rara; quando se desenvolve em pessoas de pele escura, tende a ocorrer sob as unhas dos pés e mãos, na palma das mãos ou planta dos pés.

    Quando o melanoma se espalha, ou dissemina, podem aparecer células cancerígenas nos gânglios linfáticos vizinhos. Os gânglios linfáticos "captam" bactérias, células cancerígenas ou outras substâncias nocivas, que possam estar presentes no sistema linfático.

    Se o tumor atingiu os gânglios linfáticos, pode significar que as células cancerígenas se espalharam já para outras partes do corpo, tal como o fígado, pulmões ou cérebro.

    Neste caso, as células cancerígenas do "novo tumor" são, ainda, células de melanoma, e a doença chama-se melanoma metastizado, e não cancro do fígado, do pulmão ou do cérebro (sistema nervoso central).

    Fonte: www.roche.pt

    Melanoma

    MAIS TEMÍVEL CÂNCER DE PELE

     

    Melanoma
    Melanoma

    O melanoma é um câncer de pele potencialmente letal, capaz de produzir metástases (veja também Linfonodo Sentinela). Ele pode se originar em pele normal, porém, na maioria das vezes origina-se sobre uma pinta já existente.

    Algumas características destas pintas que aumentam as chances delas estarem se transformando em melanoma podem ser avaliadas pela chamada regra do ABCD:

    A - Assimetria.
    B -
    Bordas ou limites que se tornam irregulares, mal definidos em relação à pele vizinha.
    C -
    Cor que se altera, de marrom para negro, por variação de tonalidade ou aparecimento de áreas negras, brancas, azuis ou vermelhas.
    D - Diâmetro -
    igual ou maior que 0,6 cm ou aumento de tamanho em diâmetro, extensão ou volume.

    Alterações da pinta como: aparecimento de dor, coceira, diminuição do tamanho ou desaparecimento total da pinta, manchas ou pontos escuros em sua volta, sangramento ou pequenas feridas na sua superfície também devem ser valorizadas.

    É importante que toda a pele seja observada cuidadosamente. Examine o seu corpo de frente, de costas, dos lados, utilize espelhos para possibilitar a melhor visualização. Não esqueça das plantas do pé, dos genitais e couro cabeludo. Hoje a avaliação clínica de uma pinta pode ser complementada com a dermatoscopia, que permite diagnosticar cerca de 90% dos casos de melanoma.

    O melanoma tem se manifestado de forma relativamente precoce em pessoas com idade entre 30-40 anos. A detecção precoce e o tratamento cirúrgico adequados podem curar mais de 90% dos pacientes.

    Evidências sugerem que evitar exposição ao sol, especialmente nas crianças e adolescentes, pode reduzir a incidência de melanoma cutâneo. A exposição ao sol pode ser evitada mudando-se hábitos que exigem exposição ao sol, usando roupas protetoras e protetores solares.

    IMPORTANTE

    Os protetores solares não substituem a não exposição ao sol.

    MEDIDAS PARA REDUÇÃO DE RISCOS:

    1. Evite a exposição ao sol das 10:00h às 16:00h.
    2. Use roupas e chapéu para se proteger do sol.
    3. Não utilize câmaras de UV para se bronzear.
    4. Proteja as crianças. Não use protetor solar em crianças abaixo de 6 meses. Estas devem ter exposição solar limitada.
    5. Faça auto-exame regular da pele, usando espelhos e procure médico caso apareça ferida que não cicatriza, mancha escura ou nódulo na pele duradouros, ou alterações em pintas já existentes (aumento, modificação da cor, prurido, sangramento).

    Fonte: www.prevencaodecancer.com.br

    Melanoma

    Melanoma
    Melanoma

    Melanoma nodular

    O melanoma cutâneo (figura acima) é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos.

    Embora só represente 4% dos tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase.

    Epidemiologia

    A letalidade do câncer de pele melanoma é elevada, porém sua incidência é baixa. Para 2006, estão previstos 2.710 casos novos em homens e 3.050 casos novos em mulheres, segundo as Estimativas de Incidência de Câncer no Brasil. As maiores taxas estimadas em homens e mulheres encontram-se na região Sul.

    O melanoma de pele é menos freqüente do que os outros tumores de pele (basocelulares e de células escamosas), porém sua letalidade é mais elevada. Tem-se observado um expressivo crescimento na incidência deste tumor em populações de cor de pele branca. Quando os melanomas são detectados em estádios iniciais os mesmos são curáveis.

    O prognóstico desse tipo de câncer pode ser considerado bom, se detectado nos estádios iniciais. Nos últimos anos, houve uma grande melhora na sobrevida dos pacientes com melanoma, principalmente devido à detecção precoce do mesmo.

    Nos países desenvolvidos, a sobrevida média estimada em cinco anos é de 73%, enquanto que, para os países em desenvolvimento, a sobrevida média é de 56%. A média mundial estimada é de 69%.

    Fatores de Risco

    Os fatores de risco, em ordem de importância, são: a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).

    Prevenção

    Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos. Mesmo durante o período adequado é necessária a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuro e filtros solares com fator de proteção 15 ou mais.

    Sintomas

    O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada. A manifestação da doença na pele normal se dá a partir do aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação.

    Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente, ocorre um aumento no tamanho, uma alteração na coloração e na forma da lesão que passa a apresentar bordas irregulares.

    Diagnóstico

    A coloração pode variar do castanho-claro passando por vários matizes chegando até à cor negra (melanoma típico) ou apresentar área com despigmentação (melanoma com área de regressão espontânea). O crescimento ou alteração da forma é progressivo e se faz no sentido horizontal ou vertical.

    Na fase de crescimento horizontal (superficial), a neoplasia invade a epiderme, podendo atingir ou não a derme papilar superior. No sentido vertical, o seu crescimento é acelerado através da espessura da pele, formando nódulos visíveis e palpáveis.

    Tratamento

    A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o melanoma é incurável na maioria dos casos. A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

    Autoexame da pele

    O que é o autoexame da pele?

    É um método simples para detectar precocemente o câncer de pele, incluindo o melanoma. Se diagnosticado e tratado enquanto o tumor ainda não invadiu profundamente a pele, o câncer de pele pode ser curado.

    Quando fazer?

    Ao fazer o autoexame regularmente, você se familiarizará com a superfície normal da sua pele. É útil anotar as datas e a aparência da pele em cada exame.

    O que procurar?

    Manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram
    Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor
    Feridas que não cicatrizam em 4 semanas

    Deve-se ter em mente o ABCD da transformação de uma pinta em melanoma, como descrito abaixo:

    Assimetria - uma metade diferente da outra
    Bordas irregulares - contorno mal definido
    Cor variável - várias cores numa mesma lesão: preta, castanho, branca, avermelhada ou azul
    Diâmetro - maior que 6 mm

    Como fazer?

    1) Em frente a um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e os lados direito e esquerdo;
    2) Dobre os cotovelos e observe cuidadosamente as mãos, antebraços, braços e axilas;
    3) Examine as partes da frente, detrás e dos lados das pernas além da região genital;
    4) Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como os entre os dedos;
    5) Com o auxílio de um espelho de mão e de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas;
    6) Finalmente, ainda com auxílio do espelho de mão, examine as costas e as nádegas.

    Atenção:

    Caso encontre qualquer diferença ou alteração, procure orientação médica. Evite exposição ao sol das 10h às 16h e utilize sempre filtros solares com fator de proteção 15 ou mais alto, além de chapéus, guarda-sóis e óculos escuros.

    Fonte: www.inca.gov.br

    Melanoma

    Melanoma se refere a um grupo de tumores cancerosos, principalmente da pele.

    Estes cânceres são formados pelos melanócitos que são células que produzem uma substância chamada melanina responsável pela cor da pele, do cabelo, e da íris do olho.

    O melanoma freqüentemente se espalha pelo corpo causando doença em outros órgãos.

    Já que é a forma de câncer de pele mais agressiva e que freqüentemente leva ao óbito, o diagnóstico precoce é muito importante para o sucesso do tratamento.

    Como acontece?

    Normalmente os melanócitos produzem melanina lentamente por várias etapas de reação química.

    Estas etapas podem ser alteradas através de influências externas como luz solar, aqueçimento, exposição a ambientes com metais pesados e radiação ionizante fazendo com que as células transformem-se em células malignas que passam a trabalhar fora de controle.

    Os fatores de risco que aumentam a chance de você vir a ter um melanoma são:

    Uma história familiar de melanomas
    Pessoas de pele e/ou olhos claros
    Exposição prolongada ao sol especialmente quando jovem
    Exposição prolongada a produtos feitos de arsênico
    Uma história de queimaduras solares freqüentes
    Queimaduras solares mais severas em qualquer idade especialmente na adolescência
    Pessoa com muitas "pintas" ou "sardas" ou manchas escuras.

    Quais os sintomas?

    O melanoma normalmente se desenvolve em áreas expostas da pele, mas pode acontecer em qualquer lugar do corpo inclusive debaixo das unhas e nos olhos.

    No início o sintoma mais comum do melanoma é uma mudança nas características de uma "pinta" que você tenha desde a infância.

    Estas mudanças incluem:

    Aumento da mancha
    A mancha fica mais escura, protrusa, áspera, com mudança da cor de marrom para azul, negro, vermelho ou brancacenta
    Desenvolvimento de bordas irregulares escuras
    Coceira
    Se transforme em uma crosta e não cure durante semanas
    Fique granuloso
    Sangra sem nenhuma causa aparente ou sangra facilmente
    Formação de úlceras ou feridas.
    Às vezes melanoma podem desenvolver em pele normal onde nenhuma "pinta" prévia existia.

    Os sintomas de melanoma avançado incluem:

    Feridas ou mudanças em sua pele em regiões do corpo diferente do local original
    Perda de peso
    Mudança do hábito de intestinal

    Como é diagnosticado?

    Procure um médico para diagnosticar um melanoma. Ele irá revisar seus sintomas, examinar e registrar o tamanho e coloração da "pinta" e o crescimento.

    Solicitará uma biópsia de qualquer "pinta" suspeita ou qualquer área da pele.

    Além disso ele lhe fornecerá orientações de como adotar medidas preventivas e de rastreamento.

    Como é tratado?

    Tratamento normalmente consiste em retirada cirúrgica do melanoma e com uma margem generosa de tecido saudável para assegurar que todo o tecido canceroso foi removido. Em alguns casos, você pode ter um enxerto de pele para evitar ter uma cicatriz grande. Normalmente nenhum tratamento adicional é requerido, mas o seguimento por um longo período é necessário.

    Se o melanoma for avançado e espalhou para outras regiões do corpo as opções de tratamento incluem quimioterapia, radiação, imunoterapia ou cirurgia.

    Como posso ajudar no tratamento?

    Se você tem um melanoma, tente diminuir a ansiedade e a tensão seguindo estas diretrizes:

    Siga o instruções de seu médico.
    Aprenda mais sobre sua doença e sobre os tratamentos propostos.
    Discuta todas as opções com seu médico.
    Siga todas as recomendações de seu médico.
    Repouse o máximo possível.
    Mantenha uma dieta saudável.
    Beba menos café e álcool.
    Beba de um a dois litros de água por dia.
    Faça exercícios de relaxamento.
    Busque ajuda profissional para falar sobre sua doença e seus receios caso esteja estressado.

    Como eu posso prevenir o surgimento de um melanoma?

    O proteja-se da exposição prolongada ao sol usando um chapéu de abs largas e sempre use filtro solar com FPS (fator de proteção solar) 25 ou mais alto. Fique fora do sol de 10 horas da manhã até à 15:30 horas. Esteja atento a qualquer sinal de mudança em suas "pintas" ou manchas da pele.

    Fonte: www.hub.unb.br

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