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Tipos de Vacinas

Muitas vacinas são feitas com microorganismos vivos tais como vírus ou bactérias que foram modificados ou atenuados para serem menos prejudiciais ou não-virulentos quando inoculados mas ainda assim serem capazes de induzirem proteção. Em outros casos, microorganismos, quando mortos ou inativados, podem permanecer imunogênicos, mas não se multiplicarem depois da injeção.

Então, a maioria das vacinas pode ser classificada em: replicantes (ou vivas-atenuadas) e não-replicantes (mortas). Estes dois tipos podem ser subdivididos dependendo se o microorganismo completo é usado na sua forma natural ou nativa, ou se algum componente ou componentes do microorganismo são usados, ou se foram aplicadas tecnologias inovadoras como a recombinação genética. Para conveniência de uso muitas vacinas contém mais de um microorganismo e são chamadas vacinas combinadas.

VACINAS REPLICANTES (VIVAS-ATENUADAS)

Usadas frequentemente em vacinas a vírus

Usadas com menos frequência em vacinas bacterianas

O microorganismo da vacina, ou uma forma recombinante, ou partes específicas de seu material genético (vacina de DNA) multiplicam-se em células selecionadas do hospedeiro vacinado

Atenuação é o processo pelo qual a virulência (danos, patogenicidade) do microorganismo patogênico é reduzida para um nível "seguro" (avirulento) sem destruir sua capacidade de estimular uma resposta imune

EXEMPLOS DE VACINAS VIVAS

Cinomose
IBR (bovinos)
Brucelose (bovinos)
Doença de Marek (aves)
Erisipela (também morta) (suínos)

VACINAS NÃO REPLICANTES

As vacinas inativadas contêm microorganismos que foram tratados de forma que não são mais capazes de se multiplicarem, ou produzirem efeitos prejudiciais nas células ou tecidos do hospedeiro vacinado.

Técnicas do processo de inativação incluem calor, substâncias químicas (ex. formol) e irradiação

Bom equilíbrio entre perda de virulência (desejada) e perda de imunogenicidade (não desejada)

EXEMPLOS DE VACINAS MORTAS

Raiva (também viva)
Febre Aftosa (bovinos, etc.)
Leptospirose (cães)
Gripe (equinos, humanos)
E. coli (bovinos, suínos)

Tipos de Vacinas

Fonte: www.merial.com.br

Tipos de Vacinas

Vacinas virais vivas 11

As vacinas virais vivas são antígenos ainda mais potentes, pois induzem resposta imunológica humoral e celular, com produção de linfócitos T CD8+, o braço mais forte da resposta imune.

Exemplos: vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, varicela.

Estas vacinas induzem, além de anticorpos específicos e de alta afinidade, com memória, linfócitos T citotóxicos CD8+. Em geral, produzem imunidade com dose única e por toda a vida. Os títulos de anticorpos caem, mas a memória permanece e, após novo estímulo, há efeito de reforço com produção rápida de linfócitos T específicos CD4+, CD8+ e anticorpos de classe IgG.

A vacina oral contra poliomielite possivelmente é a que induz a mais completa resposta imunológica entre as vacinas de uso atual, pois quando é administrada por via oral induz anticorpos IgA secretórios, anticorpos séricos de classes IgG e IgM e linfócitos T CD4+ e citotóxicos CD8+. A vacina inativada se comporta como os antígenos proteicos das vacinas não-vivas.

A repetição das doses de vacina oral contra poliomielite se deve à dificuldade de “pega” com uma só dose, devido à competição intestinal entre si dos três tipos de vírus vacinais, por competição com outros enterovírus, etc. Mas, uma vez estabelecida a “infecção” pelo vírus vacinal atenuado, a imunidade é a caracteristica das vacinas vivas, isto é, por toda a vida.

No caso da vacina contra o sarampo, a sua aplicação antes de um ano de idade pode não proteger cerca de 15% das crianças, devido à interferência por anticorpos de origem materna. Nesse caso, indica-se a Revacinação após um ano de idade, para completar a imunização dos que não ficaram protegidos com a primeira dose. Algumas vezes também se recomenda a Revacinação dentro de uma estratégia de ampliação de coberturas vacinais.

O quadro seguinte mostra esquematicamente algumas diferenças entre os diferentes tipos de vacinas, do ponto de vista de resposta imunológica.

Vacinas Conjugadas 12

As vacinas conjugadas foram desenvolvidas com o objetivo de obter antígenos de maior peso molecular, formando-se complexos indutores de resposta imunológica T-dependentes. Baseiam-se na associação polissacarídeo capsular bacteriano, unido através de ligação covalente a substâncias protéicas que funcionam como carreadores para favorecer a imunogenicidade. Este complexo polissacarídeo-proteína à produção de níveis mais elevados de anticorpos, sendo imunogênico já no lactente, produzindo uma resposta de reforço.

A imunidade com as vacinas conjugadas do Hib reduz o número de portadores deste agente, acreditando ser este mecanismo mediado por anticorpos séricos do tipo IgG, ou IgA de mucosa, ou ambos. Esta atuação pode ser importante , pois com a utilização em larga escala desta vacina é possível a redução do estímulo resultante das repetidas exposições ao Hib quando este circula livremente pela população. Isso afetaria de forma adversa a duração da imunidade induzida pela vacina. Somente a vigilância dos casos de Hib entre crianças de maior faixa etária e adultos poderá confirmar esta potencial atuação da eliminação do portador nasofaríngeo de Hib.

As vacinas conjugadas são recomendadas para todos os Lactentes, inclusive os nascidos prematuramente, devendo ser empregada a partir dos dois meses de idade ou quanto antes depois de completar dois meses. Como já citado, crianças que tiveram a infecção pelo Hib antes de dois anos podem não ficar protegidas pela infecção natural, devendo a vacina conjugada ser administrada ainda no período de convalescença, um mês após o início da infecção.

Além dos anticorpos bactericidas contra o antígeno PRP, a imunidade celular é importante para conferir proteção eficaz.

Diferenças entre vários tipos de vacinas 11

Característica Vacina não-viva, polissacarídica Vacina não-viva, proteica ou glico-conjugada Vacina viral viva
Tipo de imunidade Timo-independente. Estimula a imunidade tímica, com produção de linfócitos CD4+. Estimula a imunidade tímica, com produção de linfócitos CD4+ e CD8+.
Memória Não, ou mínima. Sim, mas necessita de reforços. Sim, imunidade por toda a vida.
Número de doses Em geral, aplicam-se em dose única, pois a resposta imunológica não aumenta com a repetição. Várias doses e reforços. Em princípio, dose única.
Riscos para imunodeprimidos Não Não Sim
Possibilidade de reversão à virulência Não Não Sim
Termoestabilidade Mais estáveis. Mais estáveis. Menos estáveis.

A tabela acima mostra que a principal desvantagem das vacinas vivas está no risco que elas podem representar para os imunodeprimidos e a possibilidade teórica de reversão à virulência, o que até agora só foi comprovado para a vacina oral contra a poliomielite, de ocorrência rara. A termoestabilidade das vacinas não-vivas também é melhor.

Em princípio, a imunização ativa, através de vacinas seguras e potentes, é o melhor que a medicina oferece no combate às doenças infecciosas. A imunização passiva utiliza apenas anticorpos, isto é, apenas um dos elementos da resposta imune. Entretanto, em algumas situações, é a melhor ou única opção.

Diferenças entre vacinas e imunoglobulinas (*) 11

Propriedade Vacina Imunoglobulina
Risco de uso em imunodeprimidos Sim, no caso das vacinas vivas. Não.
Eficácia em imunodeprimidos graves. Não. Sim.
Duração da proteção Longa. Transitória.
Proteção após aplicação Geralmente após algumas semanas. Imediata.
Eliminação de Portadores sãos Possível. Impossível.
Erradicação de doenças Possível. Impossível.
Custo Variável, em geral baixo. Geralmente alto.

Fonte: www.casadevacinasgsk.com.br

Tipos de Vacinas

Crianças

Para as crianças, o calendário do Programa Nacional de imunização recomenda:

Vacina BCG

Contra a Tuberculose, é realizada em geral ao nascer em uma única dose, e é oferecida em postos de saúde.

Vacina contra Hepatite B

É aplicada em crianças e adultos.

São três doses: uma ao nascer, a segunda entre 1 e 2 meses de vida e a terceira ao 6 meses de idade. Essa vacina também está disponível em postos de saúde para as crianças.

Vacina contra Hepatite A

É recomendada para crianças a partir de 1 ano e para pessoas que viajam para áreas onde a Hepatite A é muito frequente, como a região Norte do Brasil e países tropicais subdesenvolvidos. Protege por aproximadamente 25 anos

Vacina Tríplice Bacteriana

Combate a difteria, a coqueluche e o tétano. São aplicadas em três doses, aos 2, 4 e 6 meses de vida, tendo dois reforços aos 15 meses e entre 4 e 6 anos.

Vacina Tríplice Viral

Protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Deve ser aplicada aos 15 meses de idade e o reforço entre 4 e 10 anos.

Vacina contra Varicela

A varicela, conhecida como catapora, é uma doença infecciosa altamente contagiosa. A vacina é recomendada após o primeiro ano de idade, com reforço entre 4 e 10 anos de idade.

Vacina Anti-Meningocóccica C conjugada

Previne crianças e adultos de contraírem meningite meningocócica, que atinge o cérebro, e a meningococemia, infecção generalizada no sangue. Nas crianças são aplicadas duas doses e um reforço.

Vacina contra Poliomielite

Três doses, aos 2, 4 e 6 meses e um reforço aos 15 meses. Apesar de não haver novos casos, a vacina continua sendo muito importante.

Vacina contra Rotavírus

Esse vírus causa diarréia, principalmente em crianças menores de 2 anos, podendo atingir também adultos. A vacina contra infecções por Rotavírus, recentemente licenciada para o uso no Brasil, deve ser aplicada em crianças com idade entre 6 semanas e 6 meses de idade. São duas doses aos 2 e 4 meses.

Vacina contra Influenza (gripe)

Deve ser administrada após os 6 meses de idade. Vacinações anuais são indicadas, uma vez que a composição das vacinas é alterada em função das espécies de vírus. Deve ser tomada por crianças, adultos e idosos. Nas crianças com idade inferior a 9 anos, deverá ser consultado um médico.

Vacina contra Febre Amarela

A doença é transmitida por mosquitos e ocorre exclusivamente na América Central, na América do Sul e na África. Locais onde ocorreram recentes catástrofes naturais exigem a vacina. A vacinação é indicada para crianças a partir de 9 meses de idade e confere imunidade por, pelo menos, 10 anos (provavelmente por toda a vida). A vacina é gratuita na rede pública.

Mulheres

Para as mulheres, há algumas particularidades que devem ser observadas se as vacinas não foram tomadas na infância.

Vacina Tríplice Viral

Aplicada uma dose única, mesmo se houver tomado uma dose da vacina na infância, mas em gestantes ela deve ser evitada.

Vacina contra Hepatite A:

São duas doses, com intervalo de seis meses, sendo que gestantes e mulheres que tiveram filhos recentemente podem tomar a vacina.

Vacina contra Hepatite B:

São três doses que devem ser aplicadas, sendo que gestantes e mulheres que tiveram filhos recentemente podem tomar a vacina.

Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche:

Vacina Básica Completa:

Se a vacinação estiver completa na infância, deve-se tomar uma dose da tríplice bacteriana e um reforço da dupla adulto (tetano e difteria) a cada 10 anos.

Vacina Básica Incompleta:

Se a vacinação não estiver completa na infância, deve-se tomar uma dose da tríplice bacteriana e um ou dois reforços da dupla adulto.

Vacina Anti-Meningocóccica C conjugada:

É aplicada uma única dose, inclusive para gestantes e mulheres que tiveram filhos recentemente.

Vacina contra Varicela/Catapora:

Com idade entre 1 e 12 anos a dose é única; os maiores de 13 anos devem tomar duas doses, com intervalo de dois meses, caso não tenham tido a doença na infância, exceto gestantes.

Vacina quadrivalente contra o HPV:

É a vacina que protege a mulher contra os vírus da família do HPV (papilomavírus humano). As doenças mais comuns associadas a esses vírus são lesões em pele ou mucosas. Alguns subtipos são encontrados na maioria das verrugas genitais, enquanto outros são considerados de alto risco para o desenvolvimento de câncer de colo uterino. Pode-se afirmar que 99% das mulheres que têm câncer de colo uterino foram infectadas por esses vírus, mesmo que na maioria dos casos a infecção pelo vírus não resulte em câncer.

A vacina é indicada para prevenir as consequências da infecção. Deve ser ministrada em mulheres entre 16 e 26 anos de idade, aplicada em 3 doses com intervalo de 2 e 6 meses. Porém, antes de tomar a vacina, converse sempre com seu médico.

Vacina contra Influenza/Gripe:

Dose anual, inclusive gestantes e mulheres que tiveram filhos recentemente.

Vacina contra Febre Amarela:

Reforço a cada 10 anos, exceto gestantes.

Gestantes

Mesmo que estejam com a vacinação em dia, porém tenham recebido a última dose há mais de cinco anos, devem receber uma dose da vacina dupla bacteriana adulto.

Adolescentes e adultos

Conheça quais são os cuidados relacionados aos adolescentes e adultos em relação à vacinação necessária para uma boa saúde.

Vacina BCG-Intra Dérmica:

O reforço deve ser feito somente em moradores de regiões endêmicas para hanseníase.

Vacina Tríplice Viral:

Deve ser aplicada uma dose única, quando não aplicada na infância.

Vacina contra Hepatite A:

Caso não tenha realizado a imunização na infância, deve-se realizar duas doses com intervalo de seis meses.

Vacina contra Hepatite B:

Três doses devem ser aplicadas, caso a imunização não tenha sido feita na infância.

Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche:

Vacina básica completa:

Feita a cada dez anos com a vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto.

Vacina básica incompleta:

Uma dose da vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto e duas doses da vacina dupla bacterianaadulto, com intervalo de dois meses.

Vacina contraInfluenza/Gripe:

Dose anual.

Vacina contra aFebre Amarela:

Reforço a cada 10 anos.

Vacina contra Varicela/Catapora:

Com idade entre 1 e 12 anos a dose é única; os maiores de 13 anos devem tomar duas doses, com intervalo de dois meses, caso não tenham tido a doença na infância.

Vacina Anti-Meningocóccica C conjugada:

É indicada para pessoas que vivem em áreas endêmicas e regiões de alta prevalência de doenças meningocócicas. Deve ser aplicada dose única.

Vacina Antipneumocócica 23:

A vacina reduz o risco de infecções graves, causadas pelo Streptococcus pneumoniae-pneumococo. Esta bactéria é causa comum de infecções respiratórias, como otite, sinusite, pneumonia e também pode ocasionar infecções generalizadas, como meningite e sepse. A vacina é realizada em dose única e é recomendada para pessoas maiores de 60 anos e com doenças crônicas.

Viajantes

Para os viajantes, existe um calendário um pouco diferente, no qual as vacinas podem ser divididas nas categorias rotineiras, exigidas e recomendadas:

Imunizações rotineiras

Caso essas vacinas não tenham sido feitas durante a infância, devem ser realizadas antesdas viagens:

Rubéola
Sarampo
Caxumba
Varicela
Tétano
Coqueluche

Difteria:

Grandes surtos ocorrem nos estados independentes da ex-União Soviética.

Influenza/Gripe:

Em particular para idosos e doentes crônicos.

Poliomielite:

É uma vacina necessária para os que se destinam à África, Ásia e Subcontinente Indiano.

Infecção pneumocócica grave:

Indicada rotineiramente às pessoas de alto risco para infecção pneumocócica grave, como os indivíduos debilitados. Deve ser administrada duas semanas antes da viagem.

Hepatite B:

Indicada para aqueles que vão viajar por um longo período ou que vão exercer atividades que impliquem contato com sangue ou seus derivados.

Tuberculose:

Recomenda-se a realização do teste tuberculínico antes e depois de uma viagem prolongada ou de alto risco

Imunizações exigidas

De acordo com recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), as imunizações exigidas são:

Vacina Meningocócica Tetravalente:

É exigida para admissão na Arábia Saudita durante o Hajj, a perigrinação anual a Meca. Deve ser aplicada uma unica dose.

Vacina contra a Febre Amarela:

Para admissão em certos países da África e da América do Sul Equatorial, onde a doença é endêmica ou epidêmica, ou em países que estão sob o risco de introdução da infecção. Para o certificado ser válido, a vacina contra a febre amarela deve ser aplicada pelo menos dez dias antes da viagem.

Imunizações recomendadas

Vacina contra a Encefalite Japonesa:

A encefalite japonesa é uma infecção viral transmitida por mosquitos em áreas rurais da Ásia. A vacina é recomendada a pessoas que permanecerão por um longo período - mais de quatro meses - em áreas endêmicas ou então por um curto período nessas áreas, mas submetidos a uma exposição intensa, especialmente em épocas de pico de transmissão da doença.

Vacina contra a Hepatite A:

O risco de infecção, durante um mês de estadia, é de aproximadamente 300 por 100.000 pessoas que viajam para países em desenvolvimento. A vacina contra hepatite A está indicada para a maioria das pessoas não-imunes que vão viajar para países em desenvolvimento.

Vacina Meningocócica Tetravalente:

Recomenda-se a vacina para as pessoas que vão visitar a África, o sul do Saara - de Senegal a Etiópia -, durante a estação de seca - de dezembro a junho - ou áreas do mundo onde há epidemias.

Vacina contra a Febre Tifóide:

A vacina deve ser administrada para os viajantes com maiores riscos, como aqueles que vão para o sul da Ásia, norte ou oeste da África ou para as regiões mais pobres da América do Sul. Os que não seguem as rotas de turismo habituais ou os que vão viajar por um longo período - por mais de três meses - também devem ser vacinados. A vacina deve ser aplicada em pessoas imunodeprimidas, com doença arterosclerótica severa, colelitíase ou que usam próteses internas, devido à maior possibilidade de ter complicações caso a doença ocorra.

Vacina contra a Raiva:

O risco de sofrer uma mordida de animal pode exceder 1% a 2% por ano naqueles que viajam para países em desenvolvimento. Países em que a raiva canina é altamente endêmica incluem Sri Lanka, Índia, Tailândiae Vietnã.

Fonte: www.afresp.com.br

Tipos de Vacinas

Contra as formas graves da tuberculose (BCG)

Composição e apresentação

A vacina contra a tuberculose é o BCG (bacilo de Calmette & Guérin) liofilizado, obtido por atenuação do Mycobacterium bovis, apresentada em ampolas com múltiplas doses.

Contra Hepatite B

Composição e apresentação

Há dois tipos de vacina contra hepatite B: a de primeira geração contém partículas virais obtidas do plasma de doadores do vírus, inativadas pelo formol; a de segunda geração é preparada por método de engenharia genética e obtida por tecnologia de recombinação do DNA (ácido desoxirribonucleico).

As duas vacinas utilizam hidróxido de alumínio como adjuvante e o timerosal como conservante. O PNI recomenda atualmente apenas o uso da vacina recombinante, isto é, a obtida por engenharia genética.

As vacinas recombinantes licenciadas atualmente são produzidas a partir de leveduras (levedura de padeiro), nas quais se introduziu um plasmídio contendo o gene AgHBs. Contêm cinco a 40mg/ml de antígeno (AgHBs), adsorvidos em hidróxido de alumínio, utilizando-se o timerosal como conservante. Três doses dessa vacina, aplicadas por via intramuscular, induzem títulos protetores (>10mUI/ml) em mais de 90% dos receptores adultos sadios e em mais de 95% dos lactentes, crianças e adolescentes de até 19 anos de idade. Idosos, dialisados e imunodeficientes apresentam resposta imunológica mais baixa.

A vacina contra hepatite B é apresentada sob a forma líquida, em ampolas individuais ou frasco-ampolas com múltiplas doses.

Contra Poliomielite

Composição e apresentação

A VOP é indicada para a prevenção da poliomielite e é produzida a partir de vírus vivos atenuados em cultura de células derivadas especialmente de tecido renal de macacos da espécie Cercopthecos aethiops. Contém os três tipos de poliovírus atenuados (tipos I, II e III).

Contém, por dose, as seguintes concentrações virais:

Poliovírus tipo I ............1.000.000 CCID 50 (*)
Poliovírus tipo II...............100.000 CCID 50
Poliovírus tipo III..............600.000 CCID 50

(*) CCID = dose infectante para 50% das culturas de células.

Contém, além disso, conservantes (antibióticos) e termoestabilizador (por exemplo cloreto de magnésio e aminoácidos ou sacarose). É apresentada sob a forma líquida, habitualmente em um conjunto de frasco, aplicador e tampa rosqueável, moldados em plástico maleável e resistente, contendo 20 ou 25 doses.

Contra Difteria, Tétano e coqueluche (DTP)

Composição e apresentação

A vacina tríplice DTP contém toxóide diftérico, toxóide tetânico e Bordetella pertussis inativada em suspensão, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio, sendo apresentada sob a forma líquida em ampola ou frascoampola com dose única, ou frasco-ampola com múltiplas doses.

Contra difteria e tétano (dT)

Composição e apresentação

A vacina dupla contém toxóide diftérico e toxóide tetânico, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio. É apresentada sob a forma líquida em ampola com dose única ou em frasco-ampola com múltiplas doses.

Há dois tipos de vacina dupla: vacina dupla do tipo infantil (DT) e vacina dupla do tipo adulto (dT).

A vacina dupla do tipo infantil (DT) contém a mesma concentração de toxóide diftérico e de toxóide tetânico presente na vacina tríplice (DTP), enquanto a dupla do tipo adulto (dT) contém menor quantidade de toxóide diftérico.

Contra o tétano (TT)

Composição e apresentação

A vacina contra tétano é constituída pelo toxóide tetânico (TT), tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio e sendo apresentada sob a forma líquida em ampola com dose única ou em frasco-ampola com múltiplas doses.

Contra Haemophilus influenzae do tipo b (Hib)

Composição e apresentação

As vacinas contra são constituídas pelo polissacarídeo capsular - PRP - (poliribosil-ribitol-fosfato), conjugado quimicamente a uma proteína carreadora.

Atualmente são consideradas adequadas três tipos de vacinas conjugadas:

a) A vacina PRP-T, na qual o PRP é conjugado ao toxóide tetânico;
b)
A vacina HbOC, na qual fragmentos curtos do PRP (oligossacarídeo) são conjugados ao CRM-197 (cross-reactive material), variedade não-tóxica da toxina diftérica;
c)
A vacina PRP-OMP, na qual o PRP é conjugado a uma proteína da membrana externa do meningococo do sorogrupo B.

Essas vacinas apresentam-se sob a forma liofilizada acompanhada de diluente, ou em solução, em frasco com dose única ou com múltiplas doses.

Contra Sarampo

Composição e apresentação

Vacina de vírus vivos atenuados, apresentada sob a forma liofilizada, em frasco-ampola com uma ou múltiplas doses.Contra caxumba, sarampo e rubéola (Tríplice viral-MMR)

Contra Sarampo e rubéola (dupla viral)

Composição e apresentação

Vacina combinada de vírus vivos atenuados contra o sarampo e a rubéola (SR, dupla viral), apresentada sob a forma liofilizada, em frasco-ampola com uma ou múltiplas doses.

Contra Rubéola

Composição e apresentação

Vacina de vírus vivos atenuados, apresentada sob a forma liofilizada como produto monovalente, ou combinada sob a forma de vacina tríplice viral, contendo as vacinas contra o sarampo e a caxumba, ou dupla viral, contendo a vacina contra o sarampo.

Contra febre amarela

Composição e apresentação

A vacina contra febre amarela é constituída de vírus vivos atenuados, apresentada sob a forma liofilizada em frasco de múltiplas doses, acompanhada de diluente (soro fisiológico).

Contra Raiva

Composição e apresentação

A vacina contra raiva para uso humano, empregada rotineiramente no Brasil, é a vacina do tipo Fuenzalida- Palacios, apresentada sob a forma de suspensão a 2% de cérebros de camundongos lactentes, infectados com vírus da raiva fixo – amostras Productions Virus (PV) ou Challenge Virus Standard (CVS) –, inativados por radiação ultravioleta ou por betapropiolactona, com potência mínima de 1,0UI/ml, tendo o fenol e o timerosal como conservantes.

A vacina contra raiva do tipo Fuenzalida-Palacios (que daqui por diante, neste capítulo, passa a ser designada simplesmente por vacina contra raiva) é apresentada sob a forma líquida em ampolas contendo 1,0ml (uma dose para uso em seres humanos).

O soro contra raiva ou soro anti-rábico contém imunoglobulinas específicas extraídas do plasma de cavalos hiperimunizados com a vacina contra raiva. O soro anti-rábico é apresentado sob a forma líquida, em ampolas ou frascos- ampolas, contendo 200UI/ml.

Fonte: www.uff.br

Tipos de Vacinas

As vacinas são geralmente administradas através de uma injeção hipodérmica, mas algumas são administradas através da boca ou nariz.

Existem dois tipos principais de vacinas: vacinas de vírus vivos atenuados e vacinas de vírus inativados.

Vacinas de vírus vivos atenuados: a expressão vírus vivos atenuados basicamente significa que a vacina é feita com vírus vivos, mas que causam uma forma muito fraca da doença. Essas vacinas são produzidas com vírus que se reproduzem cerca de 20 vezes dentro do corpo. Para se ter uma idéia, os vírus que não passam pelo processo de atenuação se reproduzem milhares de vezes. Quando a vacina é fabricada, o vírus ou a bactéria são atenuados em laboratório até o ponto em que continuam vivos e capazes de se reproduzirem, mas que não possam causar doenças graves. Sua presença é suficiente para fazer com que o sistema imunológico produza anticorpos para combater a doença no futuro.

"As vacinas com vírus vivos atenuados podem causar doenças bem leves em uma proporção menor de pessoas", diz o Dr John Bradley, membro do comitê sobre doenças infecciosas da Academia Americana de Pediatria (AAP - American Academy of Pediatrics). "Os sintomas da doença são geralmente muito leves e limitados a uma febre baixa ou nariz escorrendo". O Dr Bradley também observa que de 5 a 10% das crianças que receberam a vacina contra a varicela (catapora), desenvolveram uma forma leve da doença, nada comparado à doença com a carga total.

Tipos de Vacinas
Uma recriação do vírus influenza de 1918

Para enfraquecer o vírus, os cientistas devem isolá-lo de uma pessoa infectada. Eles então cultivam o vírus em um tubo de ensaio. Eles "passam" o vírus para um segundo tubo de ensaio e depois para um terceiro, para um querto tubo e assim por diante. Os cientistas realizam essa "passagem" várias vezes - o vírus do sarampo (em inglês) foi passado 77 vezes. O vírus é retirado periodicamente de dentro do tubo de ensaio para verificar se houve mutação. Finalmente, o vírus se acustuma a viver no ambiente confortável do tubo de ensaio e acaba perdendo sua capacidade de produzir a doença nos seres humanos. Essas passagens são realizadas em um ambiente muito controlado e da mesma maneira todas as vezes. Essa descoberta foi considerada um passo importante para o desenvolvimento das vacinas, de acordo com o Dr William Schaffner, professor e chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Vanderbilt University School of Medicine.

Exemplos de vacinas vivas atenuadas são a MMR (uma vacina combinada para sarampo, caxumba (em inglês) e rubéola (em inglês), conhecida no Brasil como tríplice viral, e a vacina contra a varicela.

Efeitos colaterais das vacinas

Como acontece com qualquer medicamento, existe sempre o risco de efeitos colaterais. Os efeitos colaterais das vacinas são geralmente bem leves e limitados a dores no local da injeção, dor de cabeça e febre baixa. Reações graves não são completamente impossíveis, mas são raras. Se você suspeitar de uma reação grave, ligue para seu médico imediatamente para uma avaliação.

Vacinas de vírus inativados: quando as vacinas inativadas são criadas, o vírus ou a bactéria são completamente mortos utilizando-se um elemento químico, geralmente, o formaldeído. Pedaços mortos de microorganismos que causam a doença (geralmente bactérias) são colocados na vacina. Como os antígenos estão mortos, a força dessas vacinas tendem a se desgastar com o tempo, resultando em imunidade com menor duração. Então, várias doses de vacinas inativadas são geralmente necessárias para fornecer a melhor proteção. O benefício das vacinas inativadas é que existe uma chance zero de desenvolver qualquer sintoma relacionado à doença. Reações alérgicas são possíveis, mas extremamente raras.

Os exemplos de vacinas inativadas são a da hepatite A (em inglês), hepatite B (em inglês), poliomelite, haemophilus tipo B (Hib), influenza, meningocóccica, pneumocóccica e a vacina da influenza.

Por que algumas vacinas são vivas e outras mortas?

"O importante é que a decisão seja inteiramente tomada em bases científicas", diz o Dr Schaffner. "Se os cientistas podem fazer uma vacina de vírus ou de bactérias inativadas que seja eficaz, essa é a melhor opção. É tudo uma questão de tentativa e erro". A maioria das doenças virais, ele diz, necessitam de vacinas de vírus vivos atenuados, mas a grande maioria de doenças bacterianas são prevenidas com vacinas inativadas. Apesar disso, existem algumas exceções a esta regra.

Alguns turistas que vão para locais de risco tomam a vacina para prevenir a febre tifóide (em inglês). Existem formas atenuadas e inativadas dessa vacina.

A raiva (em inglês) é uma infecção viral que é 100% fatal uma vez que progredir. A doença é muito perigosa para que se possa usar uma vacina de vírus atenuado.

Felizmente, a ciência conseguiu desenvolver uma vacina inativada contra a raiva.

Então, quais são exatamente os ingredientes de uma vacina? Leia a próxima seção para saber.

Fonte: saude.hsw.uol.com.br

Tipos de Vacinas

A imunização é um conjunto de métodos terapêuticos destinados a conferir ao organismo um estado de resistência, ou seja, de imunidade, contra determinadas enfermidades infecciosas.

É uma das estratégias de prevenção mais significativas. No mesmo nível de importância, como medida de proteção e promoção à saúde infantil, estão a amamentação, o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento e o controle - tratamento precoce da diarréia infantil.

As crianças são as que mais sofrem com a caótica situação sócio-econômica de países subdesenvolvidos como o nosso, Brasil. Esta fato reflete-se nos altos índices de mortalidade (em algumas regiões do país) e a formação de contingentes de indivíduos com sequelas físicas, intelectuais psicológicas, decorrentes de doenças preveníveis por esquemas básicos de imunização.

Entretanto a imunização não está isenta de riscos (SCHMITZ et al, 1989):

Infecção no local da inoculação
Transmissão de doenças por meio do produto injetado e contaminação do material empregado na administração;
Complicação devido a outros composto dos produtos imunizantes (hidróxido de alumínio,...);
Encefalite pós-vacinal, quando da utilização de antígenos vivos;
Agravamentos de enfermidades crônicas cardíacas, renais, do sistema nervoso central, entre outras;
Reações locais gerais: nódulos, edemas, dor ou mal-estar, lipotimia, entre outras;
Reações de hipersensibilidade;
Complicações específicas secundárias à natureza e tipos de antígenos ou substâncias fontes de anticorpos.

TIPOS DE IMUNIZAÇÃO

A imunidade pode ser natural ou adquirida (SCHMITZ et al, 1989):

A imunidade natural compreende mecanismos inespecíficos de defesa de pele, pH, e a imunidade conferida pela mãe através da via transplacentária e pelo leite materno ao recém nascido.

A imunidade adquirida pode ser espontânea, após um processo infeccioso, ou induzida de maneira ativa ou passiva:

Passiva: Administração de anticorpos previamente formados (imunoglobulinas) ou soros hiperimunes. Útil em pacientes com defeito na formação de anticorpos ou imunodeprimidos;
Ativa:
Uso de microorganismos vivos atenuados, mortos e componentes inativados de microorganismos.

Contra-Indicações

São consideradas contra-indicações gerais ao uso de vacinas de bactérias ou vírus vivos (SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE SÃO PAULO, 1994):

Portadores de doenças com deficiências imunitárias, como imunodeficiência combinada à gamaglobulina ou hipogamaglobulina
Pacientes com imunodeficiências por defeitos congênitos ou enfermidades ativas do sistema linfóide ou reticuloendotelial (leucemia, linfoma, doença de Hodgkin...)
Imunodepressão devido a terapia com corticóide sistêmico em altas doses, com antimetabólitos, agentes alquilantes ou irradiação
Grávidas, salvo situações de alto risco de exposição a algumas doenças virais imunopreveníveis, como febre amarela, por exemplo.
Com relação a pacientes HIV positivos assintomáticos, poderão receber todas as vacinas do esquema básico; os doentes com AIDS só não poderam receber a BCG.

Há casos em que a vacinação precisa ser somente adiada:

Tratamento com imunossupressores (corticosteróides, quimioterapia antineoplásica, radioterapia,...), deve-se adiar para 90 dias após a suspensão do uso da substância
Durante a evolução de doenças agudas febris graves;
Não recomenda-se aplicar a BCG em crianças com menos de dois quilos de peso.

CALENDÁRIO VACINAL

Adotado pelo Programa Nacional de Imunizações, modificado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo-SP, 1998

A Organização Pan-Americana de Saúde-OPAS e o Programa Nacional de Imunizações-PNI (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1991) estabelecem que o intervalo de temperatura para conservação de soros e vacinas precisa ser de +4 a +8ºC.

Faz-se necessário a presença de um termômetro dentro do refrigerador. Utilizar termômetro de 3 colunas, pois registra as temperaturas mínima, máxima e atual.

Vacinas de vírus vivos atenuados (pólio, sarampo, rubéola, caxumba) são mais sensíveis ao calor, devendo ser acondicionadas na unidade de saúde por 1 mês no máximo. É preferencial mantê-las na prateleira superior do refrigerador.

Vacinas de bactérias vivas e atenuadas (tuberculose) são menos sensíveis às oscilações de temperatura, podendo ser conservadas por até um ano na parte superior do refrigerador.

Vacinas inativadas virais e bacterianas (toxóides tetânico e diftérico; coqueluche) são as mais estáveis. Devem ser armazenadas por 6 meses na prateleira inferior do refrigerador.

Os diluentes precisam estar na mesma temperatura que as vacinas; não utilizar o refrigerador para outras finalidades. O refrigerador precisa ficar num local fresco, ao abrigo da luz solar e fontes de calor, distante pelo menos 15 cm das paredes e sua porta precisa ficar bem vedada.

Recomenda-se colocar sacos e garrafas plásticas com água no congelador e parte inferiordo refrigerador a fim de manter a temperatura, caso haja interrupção no fornecimento de energia. NÃO UTILIZAR A PORTA DO REFRIGERADOR POIS PODE DANIFICAR A VEDAÇÃO E OCORRER AQUECIMENTO INTERNO.

A circulação de ar também precisa ser respeitada, por isso é necessário que as vacinas sejam dispostas em bandejas ou caixas furadas e descobertas, deixando entre os frascos uma distância de 1 a 2 cm.

Para transportar as vacinas, utilizar caixas isotérmicas (de isopor). Cercar as vacinas com sacos de gelo, sem que haja contato direto (isolar os frascos com papelão ou espuma). Preparar a caixa 15 a 20 minutos antes de sair (manter um termômetro em seu interior), fechá-la com fita adesiva até chegar ao destino.

IMPORTANTE

O serviço de saúde precisa informar o nível regional ou central da rede de frio, sobre lotes de vacina que tenham sofrido variações de temperatura inferior ou superior à temperatura estabelecida pela OPAS ou PNI, para que estes dêem as diretrizes que devem ser seguidas.

Referências Bibliográficas

GUSHIKEN, C.T. & CHAGAS,L.G.C.P. Imunização In: CURSINO,M.R. et al Assistência de Enfermagem em Pediatria. São Paulo: Sarvier, 1992.
MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual do Treinando. Brasília, 1991.
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Manual da Criança. Campinas, 1996.
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO Norma do Programa de Imunização. São Paulo, 1994.
SCHMITZ, E.M.R. et al Imunização Básica na Infância. São Paulo: Atheneu, 1989.

Fonte: www.hospvirt.org.br

Tipos de Vacinas

VACINAS DISPONÍVEIS

Vacina BCG – contra a Tuberculose

Uma das mais antigas vacinas ainda hoje é utilizada em todo o Brasil para a prevenção de formas sistêmicas e graves da Tuberculose (Meningite tuberculosa, Tuberculose miliar, etc.), com eficácia de quase 100%. Contra a tuberculose pulmonar isolada seu índice de proteção é bem menor, cerca de 30%.

Em países da Europa e América do Norte não é utilizada rotineiramente, mas em regiões onde a Tuberculose é endêmica – como o Brasil - seu uso se justifica.

Aplicada em dose única nos primeiros dias de vida, costuma deixar pequena cicatriz no local de injeção.

Duas técnicas de aplicação têm sido utilizadas: a intradérmica e a percutânea. A segunda teria a vantagem de não deixar cicatrizes e de poder ser aplicada por profissionais sem treinamento específico, mas não é recomendada pelas autoridades sanitárias, por estimular em menor grau o sistema imunológico em relação à tradicional intradérmica.

Vacina contra a Hepatite B

Utilizada para prevenir a hepatite B em qualquer idade. É aplicada rotineiramente em esquema de 3 doses. Atualmente recomenda-se que as crianças recebam a primeira dose nas primeiras 24 horas de vida, após o parto. A segunda aplicação é realizada 1 a 2 meses após a primeira e a terceira, após 6 meses. Em sua composição existem fragmentos virais obtidos por engenharia genética, que promovem imunidade em cerca de 95% dos casos, com segurança e poucos efeitos colaterais.

Crianças a partir de dois anos de vida e adultos, que necessitarem, pode receber a vacina combinada contra as Hepatites A e B, em regime de três doses, acarretando maior proteção e menor número de aplicações.

Vacina Tetravalente – Difteria, Tétano, Coqueluche e Hemófilo B (DTP+Hib)

Combina as vacinas Tríplice (DTP-Difteria, Tétano e Pertussis ou coqueluche) e a anti Haemophilus influenzae b. É indicada para crianças aos 2, 4 e 6 meses de vida, mais um reforço aos 15 meses. Aos 5 anos de idade é aplicada apenas a DTP.

Devido às potenciais complicações decorrentes da presença de fragmentos de células da bactéria Bordetella Pertussis (causadora da Coqueluche) em sua fórmula clássica, foi desenvolvido o tipo Acelular (DTaP), mais purificado, com menos risco de reações.

Esta pode ser combinada à Vacina inativada contra a Pólio sendo chamada de Pentavalente (DTaP+IPV+Hib), e também à vacina contra a Hepatite B ou Hexavalente (DTaP+IPV+Hib+HepB). Ambas combinações promovem menos desconforto à criança sem perda da eficácia.

Vacinas Antitetânica, Dupla tipo Adulto e Tríplice bacteriana do tipo Adulto

A vacinação contra o Tétano em adultos consta de 3 doses básicas, mais um reforço a cada dez anos. Pode ser usada de forma isolada – Toxóide Tetânico (TT) ou combinada com o Toxóide diftérico – Dupla Adulto (dT). Mais recentemente foi desenvolvida a vacina Tríplice bacteriana do tipo adulto (dTaP) que contém também fragmentos inativados da bactéria da Coqueluche (Bordetella Pertussis). As fórmulas TT e dT são extremamente eficazes, mas tem como efeito indesejado a dor no local de injeção. Já a dTaP, além de proteger também contra a Coqueluche apresenta menos reações, porém seu custo é mais elevado.

Vacinas Anti Poliomielite

Dois tipos de vacina estão disponíveis atualmente:

Vacina Oral contra a Pólio (OPV ou Sabin) é composta de vírus vivos, geralmente utilizada em campanhas.
Vacina Inativada contra a Pólio (IPV ou Salk), injetável, composta de vírus inativados e geralmente associada com outras vacinas em preparações combinadas.
A eficácia de ambas é cerca de 98%. São preconizadas 5 doses na infância.

A primeira oferece maior comodidade de aplicação e custo muito accessível e a segunda é mais purificada e segura.

Vacina contra o Rotavírus

A vacina contra o Rotavírus, de recente introdução no mundo, apresente eficácia de mais de 80% na prevenção da diarréia grave e redução de cerca de 90% dos riscos de hospitalização. É aplicada por via oral, em duas doses, para bebês com idade entre seis semanas e seis meses. As doses devem respeitar um intervalo mínimo de quatro semanas. Não existem dados que comprovem sua segurança quando aplicada após os oito meses de vida, devendo, portanto, ser evitada.

Vacinas Antipneumocócicas

Atualmente existem dois tipos de vacinas antipneumocócicas:

A vacina não conjugada (23 valente): Protege contra 23 sorotipos da bactéria. Tem eficácia comprovada apenas em pessoas com mais de 2 anos de vida e sua proteção persiste por quatro a cinco anos.

Vacinas conjugadas (7-valente e 10-valente): Protegem contra apenas 7 ou 10 sorotipos (conforme o laboratório produtor), porém os mais frequentes na infância e potencialmente mais graves. São eficazes em crianças a partir de dois meses de idade, e proporcionam imunidade mais duradoura. O número de doses varia de acordo com a idade, sendo dose única a partir dos dois anos de vida. Um fator limitante para o seu uso rotineiro é o preço - ainda elevado. Porém ao se considerar a gravidade da doença, os custos de seu tratamento e as potenciais sequelas, justifica-se o seu uso. São utilizadas rotineiramente nos Estados Unidos da América e em alguns países da Europa .

Vacinas Antimeningocócicas

Três tipos de vacinas estão atualmente disponíveis no Brasil. Vacina polissacarídea tipo A+C, vacina polissacarídea tipo B+C, e a mais eficaz e recomendada no atual momento epidemiológico: a vacina conjugada contra o Meningococo C.

Meningite C conjugada

Produzida na Europa ou nos E.U.A. Pode ser aplicada em bebês a partir de 2 meses de vida, num esquema de 2 doses básicas e reforço após o primeiro ano de vida, ou em crianças com mais de um ano de idade sob o regime de dose única. Sua imunidade é duradoura, existindo estudos que sugerem que persiste por toda a vida. Poucas reações são observadas. Existe atualmente uma vacina que é combinada com um componente anti Hemófilo b, adequada para quem também necessita reforço contra essa bactéria, por exemplo crianças com mais de um ano de vida que receberam as vacinas básicas do PNI (Programa Nacional de Imunizações).

Em casos específicos, principalmente viajantes que se dirijam a áreas endêmicas para o tipo A (como África e o Extremo Oriente), pode ser usada a vacina contra os tipos A e C. De origem européia (França) protege contra os Meningococos tipo A e C. Sua fórmula obriga a utilização após os dois anos de vida e se aplicada anteriormente tem pouca eficácia. Existe a necessidade de se realizar um reforço a, no mínimo, cada 4 anos. Tem poucos efeitos colaterais

Vacina Tríplice Viral – Sarampo, Caxumba e Rubéola ou SCR

Composta de vírus vivos atenuados é aplicada por via subcutânea aos 12 meses de vida, com reforço aos 5 anos. Pode ser aplicada também em adultos, principalmente em mulheres em idade fértil para a prevenção da Síndrome da Rubéola Congênita que atinge os recém nascidos. VOLTA
Vacina contra a Varicela

A vacina, composta por vírus vivos e atenuados, já é utilizada há mais de 20 anos em países como o Japão e Estados Unidos e confere níveis elevados de proteção, com ótima tolerância. É indicada para todas as crianças acima de 1 ano de vida e adultos que nunca tiveram a doença, salvo situações especiais de imunodepressão ou alergias. Se aplicada até cinco dias após o contágio pode evitar a doença, ou pelo menos atenuá-la. O esquema vacinal para Crianças consiste em uma dose, se possível aos 12 meses de vida, mais um reforço aos 5 anos de idade. Adolescentes e Adultos recebem apenas uma dose. VOLTA

Vacina contra a Hepatite A

Pode ser aplicada em qualquer pessoa a partir do primeiro ano de vida, geralmente em esquema de duas doses, com intervalo de seis meses entre a primeira e a segunda. É constituída de vírus inativados, e sua eficácia de aproximadamente 100%.

Existe a vacina combinada que protege contra as hepatites A e B em uma só aplicação, em esquema de três doses. A eficácia preservada, com menor número de aplicações.

Vacina contra a Febre Amarela

Vacina de uso restrito aos habitantes de áreas endêmicas ou aos que para elas se dirigem. Constituída de vírus vivos e atenuados, pode se aplicada por via subcutânea a partir dos 9 meses de idade, pelo menos 10 dias antes da viagem. É contra-indicada para gestantes e pacientes imunossupressos. Sua proteção persiste por 10 anos, após os quais, e mantidos os riscos ambientais, deve ser reaplicada como reforço.

Vacina Antigripal

Sua fórmula é readequada anualmente em decorrência das mutações genéticas que ocorrem no Vírus da Influenza em todo o mundo. É constituída de fragmentos virais, portanto não causa a Gripe em qualquer pessoa. Pode ser aplicada a partir de 6 meses de vida. É recomendada anualmente, preferencialmente nos meses que antecedem o inverno.

Vacina contra a Raiva

Utilizada em situações muito especiais, sua fórmula atual –células VERO, obtida da cultura do vírus em células humanas de laboratório, difere em muito da antiga vacina (Fuenzalida-Palacios),que causava um grande número de reações. Pode ser aplicada em regime de pré- exposição ou pós- exposição, em esquema de 3 a 5 doses.

Vacina contra o HPV

De recente desenvolvimento, é composta de partes do HPV – o Vírus do Papiloma Humano - modificados geneticamente.

Atualmente, já existem no Brasil duas vacinas disponíveis: a Gardasil, da Merck Sharp & Dohme e a Cervarix, da GlaxoSmithKline. Em ambas fórmulas estão os subtipos responsáveis por 70% dos casos de Câncer de Colo Uterino. A Gardasil, entretanto, apresenta em sua fórmula também componentes que evitam em até 90% as Verrugas Genitais. Recomenda-se o uso em mulheres de idade entre 9 e 26 anos, de preferência naquelas que ainda não mantiveram relações sexuais.

Ainda não existem estudos que justifiquem o seu uso em homens.

O esquema de vacinação consiste em 3 doses: aos 0, 2 e 6 meses.

Vacina contra Cólera e Diarréia dos Viajantes

Aplicada por via oral em 2 ou 3 doses, confere proteção de até 85% contra a diarréia por Cólera e 67% na prevenção da Diarréia dos Viajantes - geralmente causada pela ETEC (Escherichia Coli Enterotoxigênica). Deve ser utilizada por pessoas que se dirigem às regiões endemicas dessas doenças.

Vacina contra a Febre Tifóide

Vacina de uso injetável, destinada aos habitantes e viajentes que procuram áreas de alta incidência da doença (no Brasil principalmente as Regiões Norte e Nordeste). A dose única pode ser aplicada a partir dos 2 anos de idade e o reforço realizado a cada 3 anos, se as condições ambientais persistirem.

EFICÁCIA DAS VACINAS

A tabela abaixo demonstra o que se pode esperar após ter recebido o esquema vacinal completo de cada produto:

Vacina Eficácia esperada
BCG 30 a 80%
Hepatite B Até 96%
Difteria, Tétano, Coqueluche e Hemófilo tipo B Difteria: 90 - 95%, Tétano: 100%, Coqueluche: 77 - 95%, Hemófilo: 95%
Antitetânica, Dupla tipo Adulto e Tríplice tipo Adulto Difteria: 90 - 95%, Tétano: 100%, Coqueluche: 77 - 95%
Poliomielite IPV: 90 -100%, OPV: 70 - 90%
Rotavírus 70%
Antipneumocócica 97%
Antimeningocócica C 95%
Sarampo, Caxumba e Rubéola Sarampo e Rubéola: 95 - 99%, Caxumba: 75 - 90%
Varicela 75 - 90%
Hepatite A 100%
Febre Amarela 100%
Influenza (Gripe) 70 -90%
Raiva 100%
HPV 70 -100%
Cólera/Diarréa por E. Coli 85 / 67%
Febre Tifóide 75%

Nomes Comerciais das Vacinas

Por determinação do Ministério da Saúde todas as vacinas comercializadas no Brasil apresentam na embalagem a descrição dos componentes da mesma, em lugar de seu nome de fantasia utilizado em outros países.

A tabela abaixo auxilia a comparação:

Formulação Nome Internacional
Cólera + Diarréia dos Viajantes (E. Coli) Dukoral
Difteria+Tétano DTvax
Difteria+Tétano+Pertussis para crianças Infanrix, Pertacel
Difteria+Tétano+Pertussis para adultos Adacel, Boostrix, Refortrix
Difteria+Tétano+Pertussis+Hemófilo B Infanrix Tetra
Difteria+Tétano+Pertussis+Hemófilo B+Poliomielite Inativada Infanrix IPV HiB, Infanrix Quinta, Poliacel
Difteria+Tétano+Pertussis+Hemófilo B+Poliomielite Inativada+Hepatite B Infanrix Hexa
Difteria+Tétano+Petussis+Poliomielite Inativada Tetraxim
Febre Amarela Stamaril
Febre Tifóide Typhim
Hemófilo B Act-Hib, Hiberix
Hepatite B Engerix, Euvax, Recombivax
Hepatite A Avaxim, Epaxal, Havrix, Vaqta
Hepatite A+B Twinrix
HPV Cervarix, Gardasil
Influenza (Gripe) Fluarix, Fluvax, Inflexal V, Influvac, Vaxigrip
Meningocócica polissacarídica A+C Meningo A+C
Meningocócica polissacarídica B+C Va Mengoc B+C
Meningocócica conjugada C Meningitec, Menjugate, Neisvac
Meningocócica conjugada C + Hemófilo B Menitorix
Pneumocócica polissacarídica 23 valente Pneumo 23, Pneumovax
Pneumocócica conjugada 10 valente Synflorix
Pneumocócica conjugada 7 valente Prevenar
Poliomielite Inativada, injetável (IPV, Salk) Imovax Polio
Poliomielite Atenuada, oral (OPV, Sabin) Polioral
Rotavírus Rotarix Rotateq
Raiva Rabipur, Verorab
Sarampo, Caxumba e Rubéola MMR-II, Priorix, Trimovax
Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela Priorix Tetra
Toxóide Tetânico Tetavax
Varicela Varicela Biken, Varilrix, Varivax

Fonte: www.ciat.com.br

Tipos de Vacinas

Vacinas Bacterianas

Anatoxinas Tetânica e Diftérica

Os processos de produção das toxinas tetânica e diftérica foram desenvolvidos com uma nova tecnologia que permite trabalhar em sistemas fechados garantindo a produção de vacinas e antígenos para a produção de soros.

A produção de 100.000.000 doses/ano de toxina tetânica é suficiente para atender a demanda nacional na formulação do toxóide tetânico, da vacina tríplice (tétano, difteria e pertussis) como também antígenos para imunização de equídeos para a produção de antitoxina tetânica. O Instituto Butantan tem capacidade de produzir até 300.000.000 dose/ano do toxóide tetânico.

A produção de toxina diftérica é de 40.000.000 doses anuais, suficiente para a produção da vacina dupla adulta, triplice infantil e antígeno para imunização de animais.

VACINA DE PERTUSSIS

O Instituto Butantan é o produtor exclusivo da vacina pertussis no Brasil. Embora a produção da vacina celular seja uma tarefa simples, a produção com alta capacidade imunogênica e baixa toxicidade, que são testadas pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), ultrapassa em qualidade as vacinas importadas pelo Ministério da Saúde. Em 1998 o Instituto foi inspecionado pela Organização Pan Americana de Saúde, obtendo a certificação na produção de vacinas e méritos comparáveis aos padrões americanos.

O Instituto Butantan produz a vacina tríplice infantil (DPT - Difteria - Pertussis - Tétano) para a vacinação de todas as crianças brasileiras. Em 2001, parte da DPT produzida pelo Instituto passou a ser cedida a FIOCRUZ para a formulação de uma vacina tetravalente, ao qual seria adicionado o antígeno da vacina contra Hemophilus influenza B. A formulação da DPT-hemophilus com antígeno da hepatite B dará origem a uma vacina pentavalente. Em 2003 o Instituto Butantan estará realizando testes clínicos com uma vacina pertussis acelular de baixo custo, obtida do sobrenadante da cultura da vacina celular. Uma formulação utilizando membrana de B. pertussis será desenvolvida como adjuvante destas vacinas.

VACINA DE BCG

O Instituto Butantan é um produtor tradicional de vacina contra a tuberculose. O laboratório produtor desta vacina foi completamente reformulado com a instalação de novos liofilizadores que atenderá a demanda de produção da vacina bem como do BCG para tratamento do câncer de bexiga. Atualmente estão sendo realizados estudos de produção em fermentadores. BCG recombinante como carreador dos antígenos de difteria, pertussis e tétano também está sendo investigado.

Nova geração de vacinas em desenvolvimento

Meningites B-C (conjugadas) combinação dos antígenos de meningites B com C;
Vacina de Pneumococo com antígenos clonados e polissacarídeos conjugados;
Sm14 recombinante - proteína candidata vacinal contra esquistossomose, Uso de microesfereas e lipossomos como adjuvantes;
Novos adjuvantes obtidos de paredes bacterianas;

Vacinas de mucosas

As vacinas de meningites B-C, pneumococos e a de esquistossomose estão sendo desenvolvidas em parcerias com FIOCRUZ-BIOMANGUINHOS e Instituto Adolfo Lutz.

VACINAS VIRAIS

Hepatite B

A planta de produção da vacina recombinante contra Hepatite B foi desenvolvida com capacidade de produzir 50 milhões de doses por ano. A produção desta quantidade de vacina permitiu ao governo elaborar um programa de vacinação para recém-nascidos, jovens e profissionais de risco.

O Instituto Butantan vem estudando a possibilidade de uma nova combinação de vacinas: o BCG e Hepatite B recombinante, para ser administrada na primeira etapa de vida. Isto promoverá uma diminuição da dose de vacina de hepatite B, pois o BCG é um adjuvante natural. Esta combinação também poderá ser estendida a outras faixas etárias, diminuindo as doses a serem aplicadas (hoje são 3 doses de vacinas para uma boa imunidade) e também a pacientes submetidos a tratamento de diálise, que regularmente não respondem a vacina contra Hepatite B.

Raiva

O Butantan descontinuou a vacina contra raiva em camundongos lactentes (Fuenzalida) e está começando a produzir uma vacina em células Vero, livre de soro fetal bovino. Isto deverá reduzir o risco de transmissão de zoonoses e prions.

Gripe

Em acordo firmado entre o Instituto Butantan e AVENTIS Pasteur, estamos envasando a vacina contra gripe, para distribuição nacional. Durante este período o Instituto estará construindo uma planta para a produção desta vacina no país.

Esta vacina é utilizada pelo Ministério da Saúde em campanhas de vacinação para pessoas com mais de 60 anos de idade. E a partir de 2005 o Instituto deverá produzir quantitativos que atendam toda a demanda nacional.

Enquanto é montada a planta para produção desta vacina, o Instituto Butantan vem desenvolvendo tecnologia e métodos de produção em célula VERO.

Fonte: www.butantan.gov.br

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