Dermatose Serpiginosa
Dermatose Serpiginosa

DERMATOSE SERPIGINOSA

É a dermatite conhecida popularmente como "bicho-geográfico", causada pelas larvas do verme nematelminte Ancylostoma brasiliensis, parasita do intestino dos cães e outros animais. Estas larvas ativamente pela pele, principalmente dos pés, provocando irritação e coceira, formando galerias ou manchas que lembram mapas geográficos, provindo daí o seu nome popular.

As larvas são transmitidas pelas fezes de cães portadores da verminose, principalmente nas praias.

Impedir que estes animais defequem em lugares públicos, tratamento dos animais doentes ou portadores e o uso de calçados são as principais medidas de combate à doença.

Fonte: www.brasilescola.com

DERMATOSE SERPIGINOSA

Dermatose serpiginosa(larva migrans, bicho geográfico)

Agente Casuador: Ancylostoma brasiliensis

Transmissão

Helminto nematódeo causador de ancilostomose animal e inflamação cutânea no homem (larva migrans); é próprio de felídeos e canídeos domésticos ou silvestres.

Apresenta cápsula bucal que se caracteriza por apresentar um par de dentes bem desenvolvidos. Os machos apresentam bolsa copuladora. O adulto mede de 5 a 10 milímetros de comprimento.

Ao chegarem no ambiente através das fezes, os ovos tornam-se larvados e, após, liberam as larvas rabditóides.

Uma vez no solo, a larva rabditóide leva por volta de uma semana para tornar-se filarióide ou infectante. Essa penetra a pele dos animais e, acidentalmente a pele do homem.

Nos animais, a infecção ocorre preferencialmente em locais baixos, alagáveis e férteis. Após penetrar a pele dos animais, a larva atinge a circulação linfática ou vasos sangüíneos, passando pelos pulmões e retornando até a faringe para a deglutição (Ciclo de Looss). O local preferencial de instalação no intestino é no final do duodeno, mas ocasionalmente pode atingir o íleo ou ceco (em infecções maciças), onde se torna o verme adulto.

O período pré-patente varia de cinco a sete semanas. Nos animais podem provocar bronquite/alveolite, nos pulmões; no intestino a hisitiofagia e hematofagia provocam erosão da mucosa, levando a formação de úlceras intestinais, seguindo-se anemia microcítica hipocrômica e também hipoproteinemia.

No homem, entretanto, a infecção fica limitada na maioria dos casos à inflamação da pele, chamada de "bicho-geográfico". Raramente ocorre alguma migração tecidual, não causando doença intestinal. O uso de calçados nos locais infestados, assim como o tratamento dos animais parasitados ou a proibição de sua circulação em locais públicos, como praças e praias, reduzem as chances de infecção do homem.

Profilaxia

Sintomas

Fonte: www.liceuasabin.br